Giselle (1980)

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página se adequa à Nova Política de Conteúdo Sexual.
Conteúdo impróprio para menores de 18 anos! Tirem as crianças da sala! Este artigo tem conteúdo impróprio para menores!
Este artigo pode conter pornografia pesada ou leve. De preferência, leia-o de olhos fechados...

Se ele estiver cometendo uma infração à Política de Conteúdo Sexual, por favor, reporte à moderação.
Pra os direitistas.png ESTE ARTIGO TRATA DE REPRESSÃO E DITADURA

Você deve aceitar calado(a) o que está escrito aqui sem duvidar de nada,
ou correrá o risco de sumir misteriosamente.

Desciclopédia: ame-a ou deixe-a!
Ditaduratumulo.jpg
Statuette.jpg Este artigo é relacionado a cinema,

E com certeza deve envolver a Immediate Music ou Quentin Tarantino.
Na União Soviética, o cinema assiste VOCÊ!.

Giselle é um filme de putaria brasileiro de 1980, contendo "humor" (Pornochanchada) e sendo roteirizado e dirigido por um caminhoneiro qualquer Victor di Mello (Um tarado qualquer).

A capa já diz tudo...

O filme trata de assuntos polêmicos para a época, tais como Homossexualidade (Lesbianismo e Viadagem "masculina"), Infidelidade conjugal, Voyeurismo bestial (Zoofilia visual), Masoquismo sexual, Sadismo (Sexual ou não), Sadomasoquismo, estupro, Violência contra a mulher, Violência contra o Homem, Violência contra a criança, Violência contra gays, Violência contra você, Execução pública, "Pedofilia" (Pederastia), relações sexuais em público, relações sexuais em privado, cornoalismo, ménage à trois, Triângulo amoroso, Swing e Suruba, Sodomia, Falsidade social, inexistência de favelas, Aparente apresentação de conteúdo "pornográfico/sexual-Nudez" para menores, Brasil Pré-fim-ditadura, Brasil pós relaxamento da censura, Pós graduação, Pós mestrado, Pós doutorado, Pós PhD ou Pós DSc, Pós dentadura, minha vó pelada etc. Tudo isso, mediante ao fato de ter sido lançado na época de afrouxamento na censura perante o fim próximo da ditadura, sendo quase "o primeiro filme pornográfico brasileiro", pois foi feito, porém, próximo em características "pornográficas softcore" as pornochanchadas do fim de 1960 e inicio de 1970, não apresentado mais que sexo não explicito e atuações ridículas. Giselle também quis ser uma versão brasileira Herbert Richers de Emmanuelle com Sylvia Kristel, mas logicamente não chegou nem perto do chão que o salto alto dela pisava (E olha que Emmanuelle nem era grande coisas se comparado aos dias atuais).

O filme pode ser considerado uma pré-pornografia hardcore nacional e um dos últimos filmes (senão o ultimo), do gênero cinematográfico de pornochanchada (ao menos decente, se comparado ao conteúdo daquela época no Brasil ou que não continha pedofilia semi-explicita, mas sim pedofilia implícita) e seu roteiro não é de tudo ruim, pois apesar de toscamente, lida com diversos assuntos "ilegais" para aquela sociedade atrasada de Homens e Mulheres da Caverna, principalmente citando a crescente ruína humana após aderirmos a "Sodomia" como rotineira em nossas vidas desprezíveis, logicamente do ponto de vista do diretor Victor di Mello que era simpatizante da ditadura militar e lamentava seu declínio "eminemte".

Resumo[editar]

Spoiler5.JPG
Atenção! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais spoilers.
Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Bastian entra no mundo de Fantasia, ou que Mileena não é a gêmea de verdade de Kitana.
Spoiler3.jpg


O filme conta a triste história da sua mãe de Giselle (Interpretada pela ex-deliciosa Alba Valéria), filha puta e aborrecente do rico fazendeiro mafioso Lucchini (Nildo Parente) um Erospedo praticante de pederastia. A jovem Giselle gostosa é uma liberal (bissexual) e promíscuo que inclusive esta ajudando sua madrasta também promíscua bissexual Haydée (Maria Lúcia Dahl) a por chifres em seu papaizinho querido e a cansando sexualmente a tal ponto que a mesma não irá mais fazer sexo com o velho que talvez por esse motivo irá usar criancinhas (Na verdade o mesmo garoto) para se aliviar (Embora isso não seja desculpa para tal ato repugnante). Além da madrasta, a garota que aparenta também ser ninfomaníaca irá transar com a "amiga" Susana (Vera Gimenez) e com Ângelo (Carlo Mossy), um bissexual gay ativo (Ativo até de mais, como o restante do grupinho) e também capataz da fazenda de Lucchini. Mais adiante, com a chegada do gay passivo Sérginho (Ricardo Faria) e sim, ele prefere ser chamado no diminutivinho, coisa de gay, mas enfim, com a chegada desse, nos é apresentado possivelmente o primeiro "quadrado amoroso" (Giselle, Ângelo, Haydée e Sérginho) que veremos em nossas vidas (Está entre aspas pois o "Sérginho" só toma no cu, nunca sendo visto fazendo o contrario, afinal ele parece gostar), fazendo-se essa relação parecer uma cruz, onde uma das pontas, a inferior é o Sérginho que fica longe das três superiores porém interligado pelo "pau" a ponta superior, o capataz Ângelo, que por ser o ativo fica por cima (É, eu sei, essa comparação foi desnecessária). Com tudo isso, as relações da família fica abalada, virando uma grande zona com todos eles e aparentemente várias pessoas das redondezas procurando muito sexo e prazer em todas as suas formas possíveis e impossíveis. Aos poucos o filme nos revela a luxuria por de trás da família, como os já citados acima (Graças a minha pressa em dar Spoilers)
tirem as crianças da sala!
: Bissexualidade, Homossexualidade (Ativo-passivo), Promiscuidade, Pederastia, Infidelidade Conjugal; E o não citado, ainda: "Violência sexual" que foi demonstrado numa cena do filme onde estão aparentemente voltando para fazenda, juntos, Giselle, Ângelo e Sérginho quando encontram no meio do caminho com Haydée e todos são abordados pelos três Homens que no começo do filme presenciaram Giselle transando com Ângelo e mais tarde riram dele por isso, após o mesmo ir buscar sérginho na estação de trem (Naquela época ainda tinha alguns trens no Brasil), e um pouco antes dele comer o Sérginho (Onde tudo acontece por Sérginho passar creminho nas costas do "namoradinho" machucado pelos bandidos), nessa cena alias, os marginais aparentemente perceberam que Sérginho era muito fã do Rio Amazonas e gostava das surpresinhas de lá, então decidiram estupra-lo junto a mãe dele (Haydée) e Giselle, deixando o capataz apenas desacordado. Agora adivinha... Depois do estupro coletivo, quase todos eles voltaram para casa, sem expressarem nada sobre o assunto e mais a frente é mostrado que todos eles sofrem de perda de memória recente, pois, mais tarde (Não tão tarde) Giselle vê os três marginais que os atacaram sendo executados (Linchados, queimados e/ou enforcados), pela população indignada com algo que eu não sei o que é e também não quero saber, e ela demora quase ∞ Éons para perceber quem eles realmente eram.

O Filme foi apresentado como apenas erótico, como os demais filmes brasileiro daquela e dessa época, porém apresentando assuntos controversos como amamentação em público tipos de sexualidade, promiscuidade, hedonismo e a resultante desestruturação familiar. Para os burros entenderem a visão do diretor (que deixou tudo em duplo sentido), ele deixou a seguinte mensagem no filme: "Assim como na antiga civilização romana, como em Sodoma e Gomorra, todas as vezes que uma sociedade está em decadência, a principal característica, é a falta de valores morais, a promiscuidade sexual, o desamor, as frustrações e os desencontros. Os dias que hoje estamos vivendo não diferem muito daqueles que antecederam a destruição daquelas sociedades". Essa frase, foi ilustrada por uma imagem de uma nuvem de cogumelo resultante de um desastre nuclear.

Apesar da critica do diretor, esse foi possivelmente o filme com mais versatilidade sexual da história do Brasil e talvez um dos maiores (Nesse sentido), no mundo e tudo em apenas Cem parcelas, sem juros de 1,99 1:30h (90 min.) e envolvendo o menor número de atores e personagens que eu esperava para isso.

Elenco[editar]

Giselle Giselle...

Curiosidades[editar]

Broom icon.svg
Tua mãe desencoraja seções de curiosidades, mas nós não ligamos a mínima! Sob as políticas da Desciclopédia
Mas bem que este artigo pode ser melhorado integrando-se piadas decentes e removendo idiotices sem graça.
Cada curiosidade pode render uns bons parágrafos, então faça direito!


  • Na cena que nos é apresentada pela segunda vez a possibilidade de pedofilia no conteúdo do filme, um dos personagens (O rico fazendeiro Lucchini, pai de Giselle), é encontrado a sós com um garoto que assustado fecha o zíper da calça e saí correndo. Nesse seguimento, o fazendeiro mostra ao capataz da fazenda uma aparente paródia erótica do livro da escritora Ruth Rocha, "O amigo do Rei" (Descrito no titulo da sátira como "O amiguinho do rei"), nesse apresentando em sua capa a imagem de um rei sentado em seu trono enquanto é boqueteado por seu pequeno amiguinho juvenil, a reação do capataz foi rir com deboche da situação;
  • O roteirista/diretor faltou algumas aulas de história ou esqueceu de citar Israel (Depois de aceitar os romanos e suas práticas) em sua frase descritiva sobre o filme e a sociedade que ele criticava;
  • Muitas pessoas tiveram vontade de transar em cachoeira e lençóis rasos de água provenientes dessas, tudo após assistirem o filme e ficarem um bom tempo sem tomar banho, matando três coelho com uma cajadada só (Fetiche de sexo em publico, tomar banho e transar);
  • Muitas moças começaram a transar com os capatazes das fazendas de seus pais e com suas madrastas após assistirem o filme e terem sonhos molhados;
  • Você ficou com vontade de assistir o filme, mas ainda não bebeu, fumou ou ficou em abstinência sexual o bastante para aguentar o áudio e imagem da época (no Brasil).

Ver também[editar]