God of War: Ghost of Sparta

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Virtualgame.jpg God of War: Ghost of Sparta é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um tarado gasta centenas de reais para comprar cubos para Azur Lane


Gódi Ofiuór: Fantasma de Esparta
God of War Ghost of Sparta capa.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Ready at Dawn/Senta Lá Monica
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2010
Gênero Gritaria e matança
Plataformas PSP
Avaliação 50%
Idade para jogar Livre para todas as crianças

God of War: Ghost of Sparta (ou God of War I.V (1.5)) é só mais um caça-níqueis desgraçado criado pela Sony, lançado em 2010, o mesmo ano do badalado God of War III, foi uma tentativa desesperada e final de popularizar o PSP, a ideia era que aquele que zeraram o terceiro jogo da série principal ficassem curiosos e comprassem um PSP para jogar esse pequeno lixo, plano que obviamente falhou e ninguém comprou o minigame da Sony, ainda mais já existindo o Nintendo DS para isso que tem Pokémon. O jogo só foi ser conhecido pelo público mesmo em 2012, com o lançamento de God of War Saga que permitiu que God of War: Ghost of Sparta pudesse ser baixado no PlayStation 3 como se fosse um jogo indie.

Enredo[editar]

O jogo se passa no intervalo entre God of War I e God of War II, mostrando a rotina entediante de Kratos como novo deus da guerra. Cagando no seu trono ele recorda do seu tenro passado, uma época na qual quando criança brincava com seu irmão Deimos pederastias comuns aos antigos gregos, envolvendo lanças e porrada. Ele então recorda que foi Ares, quem mais na Grécia Antiga teria uma cabeleira nutrida com Lux Color além do antigo deus da guerra? Foi ele quem sequestrou o garoto, cagado de medo d euma profecia que dizia que um espartano marcado o mataria e Deimos tinha uma cicatriz enorme na cara. O que Ares não esperava é que Kratos fosse fazer uma tatuagem imitando o irmão sequestrado e que ele quem seria o tal marcado da profecia que mataria o deus da guerra em God of War I.

Agora após se tornar deus da guerra, entediado Kratos decide visitar Atlântida porque sonhou que sua mãe estava lá. Poseidon tenta impedir que esse encontra aconteça enviando tritões e Scylla, o monstro daquele filme Cloverfield. Fazendo todo mundo apanhar no caminho, Kratos chega ao Templo de Poseidon onde encontra a sua mãe Callisto. Ela revela que Deimos estava vivo e tinha ido assistir um show de Marilyn Manson, o deus da morte, e que ele deveria ser impedido a todo custo de ter um gosto musical tão ruim, mas que para entrar no show daquele cantor macabro Kratos deveria primeiro pegar o ingresso que estava escondido no antigo templo de Ares em Esparta. Como ela revela quem é o pai de Kratos, ela acaba se transformando num filhote de cruz-credo na mitologia conhecido como chupa-cabra, e Kratos precisa acabar matando a própria mãe nessa forma grotesca.

Claro que antes de sair de Atlântida Kratos faz questão de afundar a porra da cidade só para fazer Platão ficar desacreditado. Indo para as profundezas da cidade ele encontra a Titã Thera, com quem ganha a habilidade de colocar pimenta no cu para intensificar a intensidade dos golpes. Com isso o vulcão entra em erupção e afunda Atlântida. Kratos aproveita para empalar Scylla numa broca gigante.

Kratos sodomizando sem dó a filha de Marilyn Manson.

No caminho de volta para Esparta, Kratos precisa passar pelo Alasca, e lá encontra Siouxsie Sioux uma mulher com asas de urubu, deusa dos góticos e filha de Marilyn Manson que havia cruzado com um abutre para dar cria a ela. Por ser muito feia ela procura tentar compensar isso ficando com os peitos de fora para forçar algum sex appeal. Obviamente ela acaba se tronando mais uma vítima de Kratos num combate alado.

Após matar Erinys, por muita conveniência Kratos caiu do lado da cidade de Esparta que era exatamente onde ele precisava ir. Como estava já por ali, visita um bordel, come umas 8 espartanas só apertando o Button-circle.png e aproveita para visitar a prisão e matar o pai do Kiko, um discípulo leal de Ares, e assim chegar ao Templo de Ares no momento em que sua estátua gigante está sendo derrubada de modo nada precavido. Lá dentro Kratos luta contra a ilusão de um pivete que era ele próprio quando criança insistindo para ir num show do RBD e reclamando muito no twitter por causa disso, envergonhado desse passado triste, Kratos arrebenta a si próprio quando criança para dar lição no moleque, finalmente tendo acesso ao Crânio de Keres que é o ingresso macabro para o show de Marilyn Manson.

Kratos agora retorna para Atlântida para ir ao show de Marilyn Manson, mas no caminho encontra um cambista cujo apelido era Rei Midas, como ele estava louco de crack, chegou a enfiar a mão na lava. Kratos não dá muita moral pra ele, o mata e segue seu caminho. No lugar da cidade de Atlântida, agora afundada, só havia um redemoinho gigante no qual Kratos mergulhou com o seu barco até chegar no Domínio da Morte, local do show.

Marilyn Manson, o grande vilão do jogo.

Kratos precisa então atravessar toda uma multidão de fãs de Marilyn Manson, talvez uma das fases mais atormentantes da série God of War, até finalmente reencontrar o seu irmão perdido Deimos, em um estado deplorável e lastimável. Como esteve por vários anos frequentando aquele show, acabou se envolvendo com uma turminha com ideias não muito amistosas e se deu mal durante uma sessão de sadomasoquismo, ficando acorrentado por anos pendurado numa sala oval. Kratos até salva o irmão descendo-o das correntes, mas a vergonha de Deimos era tanta que ele decide cair na porrada com o irmão que acabou o flagrando naquela situação indigesta, tanto que Deimos diz que nunca vai perdoar o irmão, mas alguns minutos depois já o estaria perdoando para a luta final.

A batalha final obviamente é contra o grande vilão dessa porra toda, o Marilyn Manson, que em alguns momentos até chega a se transformar num bichão de 10 metros de altura. Kratos luta ao lado do irmão Deimos nessa batalha final, enfiando a porrada no vilão e restaurando o rock and roll sem putaria ou capirotagens.

Infelizmente Deimos morre nesse embate, Kratos enterra o irmão e volta para o seu trono de onde começaria o God of War II em breve. A deusa Athena até aparece e oferece passar algum tipo de loção pós-barba verde nas bochechas de Kratos, mas o deus da guerra recusa isso e vai embora.

Jogabilidade[editar]

Como em todo God of War, Kratos usa como principal arma aquele par de cutelos ligados a correntes de sempre, neste jogo as Blades of Athena, com as quais sodomiza as séries de inimigos que se atrevem entrar em seu caminho.

Após encontrar a Titã Thera Kratos ganha a habilidade de ficar com fogo no cu, o que certamente aumenta o dano de sua arma quando ativado. Há uma barrinha vermelha que simboliza o quando a hemorroida dele aguenta, assim o fogo apagando-se e necessitando de alguns segundos de descanso para a barrinha voltar a encher.

Em determinado momento do jogo também recebe as Arms of Sparta, um conjunto de lança e escudo que desafia as leis da física, pois você pode arremessar a lança quilômetros de distância no horizonte, e ela vai aparecer de novo em sua mão. O escudo também ajuda passar uma ou duas partes.

Magias

  • Eye of Atlantis - A magia de choque deste jogo, bem horrível, você segura uma pilha gigante que dispara um raio que sai reto e sem direção.
  • Scourge of Erinys - Só um peido que você aprende após matar uma gótica que não tomava banho, e serve para atordoar os inimigos.
  • Horn of Boreas - Uma caixa cheia de gelos eco que ao ser girada espalha uma névoa que serve para criar um efeito visual bonito em shows de rock.
v d e h
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