God of War (2005)

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Virtualgame.jpg God of War (2005) é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, alguém tenta terminar um jogo infinito.


Bode of War
Bode of War.jpg

Capa comemorativa do jogo

Informações
Desenvolvedor Senta Lá Monica
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2005
Gênero Gritaria e matança
Plataformas PS2 pirata
Avaliação 70%
Idade para jogar Livre para todas as crianças

God of War I é o primeiro jogo da série God of War, desenvolvido por escravos da Sony da Senta Lá Monica Studio e lançado como uma das principais estrelas do PlayStation 2. O jogo tornou-se amplamente popular entre crianças de 10 a 15 anos de idade, que até então nunca tinham visto sangue e seios em jogos de videogame e então ficaram maravilhadas com a possibilidade de jogar algo tão transgressor, unido ao fato de que a jogabilidade se resumia a passar tardes inteiras apertando um mesmo botão, e nas poucas vezes que deveria apertar outra coisa, o símbolo aparecia grandão na tela, para que qualquer n00b pudesse passar de fase, o chamado quick time event.

Enredo[editar]

Background[editar]

Kratos removendo umas cáries da Hidra.

O enredo de God of War narra a história da vida de um guerreiro com problemas psicológicos chamado Kratos, um machista, nazista, misógeno, racista, homofóbico, skinhead fascista, taxista, violonista que tem ódio de tudo e sofre com uma grave crise de estresse e ansiedade além de exibir sintomas claros da síndrome do pânico. Por muitos anos foi um dos guerreiros mais venerados da cidade, liderando várias campanhas de extermínio de gays, feministas, comunistas, anarcocapitalistas, conservadores, ateus e várias outras raças consideradas indignas como emos, nerds, otakus e militantes de Facebook. Em determinado momento Kratos descobriu que sua pequena filhinha havia contraído HPV, afinal com a ausência do pai ela acabara tornando-se uma piriguete para os vagabundos que ficavam em Esparta enquanto o pai Kratos estava na guerra se matando, mas tomado por um sentimento fraternal, Kratos decide partir numa jornada em busca de um xarope de ambrosia para curar a filha, mas o que Kratos não esperava é que tudo era um joguinho dos deuses que fizeram uma aposta sobre quem primeiro chegaria a este xarope, e Ares que apostou em Kratos venceu.

Kratos então tornou-se um grande General de Esparta, quando numa de suas batalhas se depara com Alrik o líder dos bárbaros, e após tomar uma sova e estar prestes a morrer, decidiu como último recurso vender sua alma para Ares que com sua barba ruiva desceu dos céus, dizimou todos bárbaros, salvou Kratos e o assumiu como seu novo escravo de estimação, batizando-o com um presente chamado Blades of Chaos, que foram enxertadas aos braços do espartano condenando-o a uma vida de infelicidade, pois agora ele jamais poderia se masturbar, pois caso fizesse isso certamente se auto-castraria. Tal evento o deixa furioso e Kratos torna-se um transão, pois impedido de bater punheta, passou a ter que comer mulher.

Num certo dia, visitando um bordel de uma cidade vizinha, acabou exagerando na noitada e matando todas as putas que estavam por ali num acesso de fúria, momento em que descobriu que havia na verdade matado a própria esposa e filha acidentalmente. Furioso, ele decide tornar-se um sklin-head e se pinta de branco como a cocaína, jurando vingança contra Ares, pois agora que não precisava mais se preocupar em pagar aluguel e compra de material escolar, podia dedicar-se ao extermínio de minorias. Tendo a infelicidade de ter nascido há vários séculos, muito antes da invenção de drogas psicotrópicas que pudessem aliviar seus constantes pesadelos, Kratos é um guerreiro perpetuamente irritado, deprimido e complexado, passando seu tempo entre genocídio, ressaca e sexo. Athena é a única que diz ter a cura para os pesadelos constantes de Kratos, e promete curá-lo se o guerreiro realizar uma última missão.

Começa o jogo. O barquinho[editar]

O jogo começa com Kratos em seu navio indo para Atenas, talvez tentar relaxar em um spa para procurar curar seu estresse crônico, mas no meio do caminho é atacado por uma Hidra, nada que um semideus não possa empalar como primeiro chefe de uma saga toda. Athena chama Kratos dando-lhe a sua última missão, nada menos do que matar o Deus Ares que está feito um retardado se achando vilão final de tokusatsu, gigantão destruindo a cidade de Atenas por invejinha da irmã Athena.

Em certas partes de sua aventura sexual mitológica, as lembranças do seu passado gay sombrio atormentam Kratos ao ponto ficar muito retardado encapetado, causando um acúmulo de raiva por mágoas passadas gerando um sentimento antissocial que pode gerar problemas psicológicos e prejudicar a saúde, tudo movido à ódio. O estado grave de saúde de Kratos (feito de cocaína) fica visível quando percebemos que ele está constantemente batendo um papo com estátuas, falando com Athena. Para aliviar seu estresse, Kratos passa o tempo destroçando hordas de mortos-vivos, dissecando alguns harpias, e torturando, por vezes sexualmente, grupos de minotauros, medusas e ciclopes.

Atenas[editar]

Kratos pronto para dar uns tabefes em mais uma puta em sua jornada as atividades do FEMEN.

Enquanto perambula por Atenas pensando como derrotar Ares, Kratos tem constantes visões da Oráculo de Athena, visivelmente só mais uma puta de luxo dado seus trajes de vagabunda de esquina, e trilha um caminho para o bordel mais próximo na tentativa de encontrá-la. Após encontrar a Oráculo, só para não perder o costume de violência doméstica, Kratos dá uns tabefes e empurrões nela, antes de ser informado que deveria procurar pela Caixa de Pandora, o único artefato mágico com o poder de matar um Deus. Tal artefato era considerado tão medonho porque acreditava-se que nele estavam contidos todos os textões de todos os ateus militantes de Facebook, e tal conhecimento deveria ser banido da humanidade e representava um perigo real aos deuses. A caixa estava tão bem guardada que foi trancafiada num calabouço repleto de dúzias de armadilhas num templo acorrentado nas costas do titã Cronos.

Templo de Pandora[editar]

Dito isto, Kratos atravessa o deserto das almas perdidas (não sabia que na Grécia tinha desertos), quebra a coluna de algumas sereias feministas (que estão perdidas em um deserto). Após soprar um berrante e atrair a atenção de Cronos, somos apresentados a uma cutscenes que mostra como há muitos anos atrás o titã Cronos de vários quilômetros de altura tinha esposa humana chamada Reia (o hentai mais hardcore que ode imaginar), que toda vez que dava luz a um filho tinha que entregá-lo para Cronos comê-lo, até que no seu sexto filho, chamado de Zeus, Reia entrega o bebê para uma águia e ofereceu uma pedra no lugar para Cronos comer. Zeus cresce e decide começar uma guerra santa para salvar os irmãos do estômago pai. Zeus libertou também os ciclopes que forjaram para ele o oder do Percy Jackson, também deram o tridente do Aquaman para o Poseidon, e fizeram um elmo para Hades esconder sua cara feia e tentar ter alguma chance com as mulheres. Os Titãs lançam seu último álbum em 2014, o Nheengatu, um fracasso total e absoluto, perdendo assim a guerra para Zeus e seus amigos que inventaram outros estilos musicais. Afrodite inventou o funk, Hades inventou o sertanejo universitário, Helios inventou o axé e Hermes inventou o forró com arrasta-pé, trazendo destruição para a humanidade no processo, mas lançando todos os Titãs para o ostracismo, agora eles não se apresentavam nem na TV Cultura, e foram todos presos perpetuamente no Tártaro. Agora os deuses olímpicos governavam a Terra, Métis foi a primeira esposa de Zeus, detentora original do anel dos Super Gêmeos, tinha a habilidade de se transformar no que quiser, e ela diz estar grávida, e como Zeus nunca gostava de assumir paternidade decide trollar e desafia a esposa a transforma-se em água, então ele simplesmente bebe Métis, mas não consegue evitar de mijar Athena, sua primeira filha. Depois casa-se Hera, com quem tem seu segundo filho, Ares. Decide adotar o cristianismo, estabelecendo conceitos como Paraíso e Inferno e os deuses passam a governar a porra toda.

Num dos piores desafios do Labirinto do Templo de Pandora, Kratos precisa desviar de testículos flamejantes de titãs.

De volta ao jogo, entrando no templo de Pandora, Kratos descobre que Verdes III, habitante de Patos, foi o arquiteto daquela porra toda, ganhando de Ártemis uma enorme peixeira para superar os três desafios que o aguardavam. No Desafio de Atlas Kratos precisa atravessar corredores estreitos e espancar uma grande variedade de minorias, como mulheres, gays e negros. Depois no Desafio de Poseidon deve primeiro sacrificar alguém para ter acesso ao tridente do Aquamen que permite respirar embaixo da água. E por fim, o Desafio de Hades, que consiste em matar centauros, desviar de testículos gigantes rolantes flamejantes dos titãs castrados, e no final ainda derrotar um minotauro robótico zumbi gigante, reunindo as cabeças dos filhos de Verdes III e finalmente tendo acesso à Caixa de Pandora.

Infelizmente, para o nosso valente albino neurótico, Ares sabe das intenções de seu ex-funcionário, e enquanto demora horas para destruir uma mera cidade humana, consegue lançar um pilar grego que atravessa todos os cinco continentes até empalar Kratos e o enviar para outro mundo. Literalmente.

Submundo, retorno e zeramento[editar]

Kratos morre e cai no submundo, só que mais uma vez abre caminho com golpes de cutelos satânicos e peixeiras gigantes voltando ao mundo dos vivos ao ser resgatado por um velho misterioso. Roubando a Caixa de Pandora de Ares, ao abri-la Kratos toma uma overdose de esteroides que bombam o seu corpo para além dos limites do improvável, deixando-o do tamanho da tonelagem do Empire State Building, tornando-o assim capaz de vencer o odiável cabelo oxigenado de Ares. No final da batalha, ao ver que estava apanhando feio, Ares até tenta usar um trunfo final, abalando o psicológico perturbado de Kratos, removendo-lhe também os seus cutelos satânicos, mas o herói consegue se reerguer, pegar a espada mágica do Daileon, e matar Ares!

Infelizmente, não há recompensa para Kratos mesmo após ele ter matado o Deus da Guerra, os pesadelos e a insônia continuam, e como ele é um complexado atormentado com crises de hipertensão hiperatividade e ansiedade, ele decide por fim nisso ao se suicidar jogando-se de um penhasco, mas nem isso lhe é permitido, seu corpo para no ar e sai voando de volta ao Olimpo, onde ele é batizado como o novo Deus das Tretas.

Jogabilidade[editar]

God of War é um jogo para um público infanto-juvenil, portanto os seus controles são os mais simplificados possíveis. É perfeitamente possível finalizar o jogo pressionando apenas o quadrado. Algumas vezes o triângulo para destruir um escudo ou outro, e muito de vez em quando as magias, mas só quando o dedo que aperta quadrado já está dando câimbras.

O mecanismo é sempre o mesmo, você anda, chega numa zona, é obrigado a matar os mesmos inimigos de sempre, então deve resolver um puzzle orientado para pessoas de 7 anos mentais resolver, aí matar mais inimigos iguais, e assim por diante até o final do jogo. A cada nova esquina o jogador deve participar de uma orgia, passar por uma constante sessão de game overs (o famoso YOU ARE DEAD) por cair em precipícios e penhascos, ou por morrer insanamente pelo homem-bode com o vibrador gigante bastão-foice e então continuar chacinas em massa de infelizes até finalmente o DVD arranha de tanto jogar.

Há ainda a possibilidade de fazer sexo com belíssimas travestis para ganhar AIDS pontos de experiência. Os pontos de experiência são simbolizados por orbes vermelhas que representam o quanto Kratos está afetado por alguma doença venérea, e que podem ser trocados por melhorias em suas habilidades.

Todavia, entre todos os artifícios de jogabilidade trazidos por God of War, o que mais marcou foi o fato de que o jogo popularizou o chamado quick time event, um artifício feito exclusivamente para n00bs terem a convicção que estão arrasando num jogo de videogame. Dessa maneira, ao invés do jogador controlar as ações do personagem, fazendo-o por exemplo dar os golpes, pular e alcançar os pontos que deseja, o jogo apenas manda você apertar um simples e mero botão, que Kratos já faz todo serviço sozinho.

v d e h
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