God of War II

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Virtualgame.jpg God of War II é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, o seu irmão joga Tetris.


Gódi Ofiuór II
God of War II capa.jpg

Capa da versão Collection para Atari 5200

Informações
Desenvolvedor Senta Lá Monica
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2007
Gênero Matança, dedo do meio no botão e gritaria
Plataformas PS2 pirata
Avaliação 70%
Idade para jogar Livre para todas as crianças

God of War II é um jogo desenvolvido para nerds tetudos, continuação direta do sucesso que foi God of War I, desenvolvido pela Senta Lá Monica Studio e lançado em todas feirinhas do Brasil por 5 reáu para rodar em PlayStation 2 até arranhar e se inutilizar. O jogo é exatamente igual seu antecessor em quase tudo, se fosse da geração seguinte certamente seria só uma DLC, pois a inovação foi desprezível em relação ao jogo anterior.

Enredo[editar]

Traição de Zeus[editar]

Para matar um gigante, só apertar Button-circle.png. Por isso todo n00b é fã de God of War.

A história do jogo continua em torno do filho do capeta de Kratos, ex-pai de família (NÃO É O QUE VOCÊ PENSA, BOIOLA), ex-soldado de Israel, ex-faxineiro do Templo Proibido, ex-putinha de Ares, ex-pau mandado da Deusa Athena Saori Kido, e agora promovido a todo poderoso God of BR (Deus da Zuera). Como tal, determinou Joselito como seu avatar entre humanos e líder de Esparta e começou a zoar a porra toda, fazendo jus ao seu novo cargo de Deus da Zueira e despertando a preocupação nos demais deuses olimpianos, ainda desacostumados com o fato de terem perdido Ares morto no último jogo.

Ainda sofrendo de graves crises de ansiedade e síndrome do pânico, Kratos lidera seu exército de Esparta para tentar conquistar todas cidades do mundo numa tentativa desesperada de acalmar sua ansiedade. Após ser bem sucedido em diversas batalhas ele se prepara para a batalha final e decide invadir nada menos que a cidade do Rio de Janeiro, e para tal decide descer do Olimpo para lidar com isso pessoalmente junto ao BOPE que começa a subir o morro e fazer justiça com as próprias mãos, horrorizando o pessoal dos Direitos Humanos que vivem em suas mansões no Olimpo. Nesse momento, uma ararinha-azul passa dando um rasante e caga na cabeça de Kratos, que enfurecido tem seus poderes sugados e transferidos para uma estátua que estava sendo construído no topo do Corcovado.

Kratos então começa uma luta contra o Cristo Redentor em plena Baía de Guanabara, na mitologia grega o Deus do Mimimi. Para derrotar o gigante, Zeus envia um picolé gigante chamado de Blade of Olympus, uma arma capaz de transformar os Titãs em presunto sucata. O que Kratos não esperava é que o picolé reluzente sugaria todas suas magias e poderes divinos, numa traição arquiteta por Zeus, que mata Kratos e depois ainda dispara uma rajada que destrói todo o BOPE.

Caça às Moiras começa[editar]

Resumo da briga contra o primeiro chefe, feito por Da Vinci.

Kratos mais uma vez cai no submundo, onde passa a ser condenado a uma tortura eterna com uma orgia com 100 velhas caquéticas, que ficam passando a mão pelo corpo de Kratos, que como o skin-head que é, odeia aquelas mãos pretas e começa a decepar todas, procurando fugir desse abismo até ser resgatado por Gaia. Kratos parte então alucinado numa nova jornada de vingança, aliando-se agora aos Titãs (uma ex-banda aposentada ainda em atividade). Ele então voa num Pégasus aleatório e sabe que deve visitar as Moiras, voltar no tempo e pegar o picolé gigante de Zeus antes que a traição ocorra. Mas como perdeu seus poderes de Deus, Kratos primeiro precisa passar na montanha onde o titã Tufão está preso. Por lá encontra também Prometeu, aquele piromaníaco que levou o fogo aos humanos e foi condenado a ter o estômago comido eternamente por um pombo gigante. Por ali Kratos pega um arco no olho de Tifão, o que faz todo sentido num mundo onde Zeus mija a deusa Athena, e depois ainda pega o fogo de prometeu, agora preparado para ir à Ilha da Criação.

Chegando no local Kratos encontra as Mulas do Tempo, um trio de jegues gigantes que foi um antigo presente de Cronos para as Moiras por terem previsto que no futuro Zeus se voltaria contra ele. Como bons jegues eles estão empacados e Kratos precisa chicotar a bunda de cada um deles para que se movam e o levem até o palácio das Moiras. Quem estava de guarda ali era Teseu, só um zé mané qualquer que apanha feio, e assim Kratos ganha o poder de dar choque de Cronos e as mulas gigantes trazem a ilha das Moiras.

Antes de chegar ao templo das irmãs do destino Kratos ainda precisa enfrentar novamente Alrik e roubar seu batedor de bifes gigante. E depois lutar com Euriale, a terceira irmã medusa e a única obesa entre elas, ela estava ali também tentado mudar o seu destino, pois havia comprado um Air Climber na Polishop tentando emagrecer e percebeu no golpe que havia caído e nem o PROCON resolvia, então quem sabe modificando o seu passado, porém Kratos, como é gordofóbico, aparece e arranca a cabeça da górgona gorda.

Matando uns heróis gregos só pra desbaratinar[editar]

Ainda tentando chegar nas irmãs do destino, Kratos encontra agora Perseu, só um bundão que nessa timeline surtada de God of War sequer foi quem matou a Medusa. Como ele estava trancafiado numa enorme sauna gay, Kratos que é homofóbico nem pensou duas vezes em descer o cacete no viadinho, arrombá-lo e matá-lo.

A saga para tentar chega no Templo das Irmãs do Destino continua, e para atravessar uma ponte quebrada Kratos decide arrancar as bolas do velho sem bola Ícaro, só um velho senil, mais um que queria falar com as irmãs para mudar seu passado de arrependimento de uma vida na qual lidou com muitos pombos para criar suas asas, contraindo doenças psicológicas graves. Kratos arranca as suas asas e fica por isso mesmo.

Na luta contra Ícaro, Kratos caiu num buraco infinito, mas ao contrário de outros personagens de videogame que perdem uma vida e voltam no último checkpoint, Kratos chegou ao centro da Terra, onde encontra Atlas, o Titã da resistência, aquele que foi condenado a segurar o mundo em suas costas, corroborando a teoria da terra plana. Atlas concede à Kratos a habilidade criar de cagar tijolos, o que gera ondas sísmicas e afeta oponentes, liberando o espartano a regressar para a superfície com suas asas.

Templo das Irmãs do Destino[editar]

Kratos molestando o velhinho que comeu e não pagou, trazendo justiça para as putas de Esparta.

Finalmente Kratos chega ao Templo das Irmãs do Destino, como ele também é idosofóbico, não sente o menor remorso em sacrificar dois velhotes sacerdotes para ressuscitar a Fênix, que seria a chave para chegar às irmãs. Nesse momento o último capitão espartano, que estava batendo punheta escondido numa sala escura, decide atacar Kratos impetuosamente ao ser flagrado em seu momento íntimo, claro que morrendo miseravelmente, e informando que Zeus destruiu toda Esparta, trazendo ainda mais fúria para Kratos.

Como Kratos nesse momento já havia matado 80% de toda a mitologia grega, Zeus teve que importar o Kraken da mitologia nórdica para tentar deter esse skin-head maluco que está matando todo mundo, o monstrengo com seus tentáculos tenta abusar sexualmente de Kratos, que em êxtase tem uma alucinação sexual sobre sua ex-esposa que com a voz de Gaia inspira o guerreiro a se desvencilhar daquele abuso sexual e matar também o Kraken.

Kratos espancando mais uma puta sem dó nem piedade em sua insana jornada skin-head.

O filho do capeta Kratos consegue finalmente encontrar as "Três Putas Irmãs do Destino". Uma delas é uma gostosa chamada Lahkesis que chama atenção por estar com uma de suas tetas para fora. Como Kratos é machista, tenta estuprá-la junto da sua segunda irmã, uma bruxa velha macumbeira e com orelhas gigantes chamada Ártropos, esta que controla uns espelhos mágicos. No final das contas ambas acabam estupradas e enviadas para outra dimensão pelo próprio espelho mágico delas. A terceira e última irmã é uma bola gigante e obesa cheia de bosta e catarro, chamada Clotho, essa Kratos não faz questão de estuprar, e como é gordofóbico nem pensa duas vezes, enfia um machado na cara dela, findando com as três irmãs do destino.

Voltando no tempo, o jogador quase tem um infarte pensando que agora teria que completar o jogo inteiro de novo, no modo sennin ao voltar pro começo do jogo para pegar a espadona. Mas a partir dali é só a luta final contra Zeus, lembrando os jogos toscos de Cavaleiros do Zodíaco. Depois de surrar o Deus supremo do Olimpo, na hora do golpe final Athena aparece fazendo estupidez e toma o golpe de misericórdia, sacrificando-se para salvar Zeus, ficando verde como uma amoeba e virando purpurina numa grande explosão.

Agora que Kratos conquistou o tão ambicionado poder de controlar e voltar no tempo, decide voltar várias eras no passado para recrutar todos os X-Men, e agora junto deles, quando estão subindo no monte Olimpo aparece uma mensagem super entediante que é "O fim do começo" para finalizar a porra do jogo com um gancho para God of War III que demoraria muito para surgir.

Jogabilidade[editar]

Em God of War II a arma principal são as Blades of Athenas, a mesma coisa das Blades of Chaos, só teve que mudar o nome por direitos autorais, continua sendo aquele par de cutelos gigantes presos a correntes nos braços de Kratos. Além dessa arma, na medida que avança no jogo vai encontrando novas armas e magias, todas horríveis de utilizar, como a Blade of Olympus que é um picolé que copia de modo mal feito os movimentos da Peixeira de Ártemis do jogo anterior. Ainda pode usar o Barbarian Hammer que apenas é uma marreta gigante lenta pra cacete e depois a Spear of Destiny que ninguém nem usa.

O especial de porrada é o Rage of the Titans. Ao ser acionado Kratos fica com fogo no rabo e desconta o desconforto das hemorroidas em todos ao seu redor dançando Loco Mía girando seus cutelos flamejantes.

Relíquias

  • Tridente de Poseidon – Único item herdado do jogo anterior, permite que Kratos respire embaixo da água, o que faz todo sentido estar com um tridente mágico enfiado não sei onde e isso te fazer respirar na água.
  • Amulet of the Fates – Habilidade roubada de Prince of Persia, quando Kratos se aproxima de uma estátuas que tenha um catarro enorme e brilhante na cara ele pode retardar o tempo. Habilidade útil para aquelas portas que fecham rápido.
  • Golden Fleece – Uma ombreira de futebol americano que serve para realizar contra-ataques (o famoso parry) caso o golpe inimigo seja bloqueado em até 2 segundos após ele ter sido realizado. Como é um jogo para n00bs, os inimigos ficam brilhando antes de desferirem seus golpes, então é contra-ataque quase toda hora.
  • Icarus' Wings – Um par de asas inúteis que serve apenas para planar. A ideia era evitar o inimigo mais difícil da série God of War e motivos de muitos You Are Dead, o buraco infinito, mas nem com essas asas conseguimos escapar de cair nesses buracos infernais.

Magias

  • Typhon's Bane – Um arco que atira flechas de vento, talvez a pior arma de todos os jogos de God of War, praticamente só faz cócegas nos inimigos.
  • Cronos' Rage – A mesma coisa do choque de Poseidon, mas como o rei dos mares agora é inimigo, inventaram que Cronos também sabe dar choque, vai entender.
  • Head of Euryale – Mais uma cabeça de medusa para petrificar inimigos. Pena que não acontece instantaneamente, então enquanto está tentando petrificar alguém você toma um monte de porrada no processo.
  • Atlas Quake – Habilidade de cagar tijolos concedida pelo titã Atlas, o que gera grandes ondas sísmicas que atordoam os oponentes que ficam incrédulos com essa cena pitoresca, assim suscetíveis a ataques.
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