God of War III

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Virtualgame.jpg God of War III é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, alguém erra a pronúncia da palavra "Xweetok".

Gódi Ofiuór III
God of War III capa.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Senta Lá Monica
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2010
Gênero Gritaria e matança
Plataformas PS3
Avaliação 90%
Idade para jogar Livre para todas as crianças

God of War III é um jogo do gênero massacre o Button-square.png por horas e aperte o Button-circle.png só quando o jogo te avisar com um ícone enorme (jogos de ação para n00bs), sendo supostamente o capítulo final da saga insana de Kratos em sua cruzada de extermínio de gays, mulheres, negros, idosos, deficientes mentais e demais minorias que habitam a Grécia Antiga. Desenvolvido pela Senta Lá Monica, o jogo teoricamente foi a grande estrela exclusiva do PlayStation 3, muito embora os caixistas e nitnendistas sejam pessoas sensatas e mais politicamente corretas, não fazendo questão desse jogo para crianças punheteiras.

Enredo[editar]

Já começa na porrada[editar]

O jogo começa diretamente onde God of War II terminou, com o capeta do Kratos escalando o monte Olimpo em busca de sua insana vingança contra os deuses. Como ele continua sendo um skin-head assumido, os deuses o consideram uma grande ameaça que deve ser detido de todo jeito. Logo nessa introdução do jogo Poseidon já pula no mar, aproveitando para atravessar o peito de um dos titãs inúteis, de nome Epimeteu. Em seguida Poseidon reergue-se dos mares montado em seu formoso cavalo-marinho homossexual com patas de caranguejo. Kratos faz casquinha de caranguejo do monstro e logo no começo do jogo já está espancando Poseidon igual um indigente, aqueles dreadlocks não enganam ninguém e Kratos que oprime a todas as minorias, uma das tantas minorias que Kratos gosta de massacrar também inclui os maconheiros-mendigos, por isso mata Poseidon sem dó já logo na introdução do game, jogando seu corpo na Baía de Guanabara, um conhecido local de desova de corpos. Com a morte de Poseidon uma enorme enchente toma conta de São Paulo, dando uma tarde inteira de pauta para o Datena fazer suas reportagens sensacionalistas. Kratos fez tudo isso só pra subir até o lugar onde está o seu pai, Zeus (conhecido em algumas culturas como Bom Velinho), porém, com seu poder do Power Ranger Amarelo, Zeus solta um raio que causa 3 pontos de dano e faz Gaia cair do Monte Olimpo junto com o capeta Kratos, também o que esperar de alguém que escala a montanha daquele jeito burro? Na queda, Gaia revela que não gosta do Kratos porque ele é gordofóbico e que só se aliou a ele por interesse em ir destruir Zeus, então deixa o espartano cair no buraco infinito e Kratos morre pela sétima vez na saga.

Hell de Janeiro (Reino de Hades)[editar]

Traído agora também por Gaia, Kratos cai no rio Estige, um pequeno canal de esgoto que existe ali no Hell de Janeiro, também conhecido como Rio do Arrastão porque ao cair nele te roubam a carteira, os documentos, as magias e até o toba se você der bobeira, mas como Kratos não tinha nada disso só roubaram dele os Orbs vermelhos que você ganhou com seu suado trabalho de quebrar o artesanato Grego espalhado pelo jogo e também perde todos os poderes, menos as asas de Ícaro que os malandros do rio Estige acham que são asa de pombo e não possuem o menor interesse numa nojeira daquelas. Ao sair desse esgoto e perceber que está no Reino de Hades, o Hell de Janeiro, Kratos encontra a ex-deusa da Sabedoria Athena, agora Deusa da Ignorância e ministra do MEC, morta por Kratos em God of War II, ressurgida como um fantasma feito de purpurina. Athena numa reviravolta diz que vai apoiar Kratos na sua saga de vingança para matar Zeus, e como a espada dele está toda podre, Athena entrega uma espada nova em troca da confiança (tu acha mesmo que Athena ia dar uma espada só pela confiança?), então Kratos recebe as Blades of Exile, que na prática é o mesmo cutelo com correntes de sempre.

Hades putaço que Kratos removeu seu saco de pão da cabeça, revelando sua feiura constrangedora.

Perambulando pelo Rio de Janeiro (Inferno em algumas mitologias) tentando achar a saída dali, preso em engarrafamentos e toda hora tendo que enfrentar tiroteios, Kratos encontra o Deus dos Cornos padroeiro do Brasil, o metalúrgico Hefesto, mas ele não ajuda em porra nenhuma nesse primeiro momento, na verdade pede esmola ou algo do tipo, Kratos ignora. Logo em seguida o skin-head putão encontra de volta a sua Blade of Olympus que havia perdido, quando também encontra uma pequena chama azulada em formato de guria retardada. Como entre as minorias étnicas desprezadas por Kratos inclui as gurias retardadas, ele nem dá ouvidos aos pedidos da garota.

Agora equipado com um picolé gigante reluzente, Kratos visita a prefeitura do Rio de Janeiro, precisa matar alguns black blocs, espancar uns agentes do BOPE e então adentrar o palácio, local no qual profana o sarcófago de Pérsefone, uma cafetina que matou sem dó em God of War: Chains of Olympus, então se deparando com o governador do Rio de Janeiro, na época, Lorde Hades. A luta é grandiosa, usando o poder da propinocracia Hades constantemente invoca militantes da CUT para atrapalhar na batalha, e também usa táticas nada ortodoxas de ficar balançando a pança nojenta sem parar. Por fim Kratos rouba as "Claws of Hades" alegando que ladrão que rouba ladrão tem mil anos de perdão, e usa a própria arma de Hades contra ele próprio, enchendo de murro a cara feia queimada de Hades até pegar a alma dele. Com a morte de Hades todas as almas penadas do inferno são liberadas e o Rio de Janeiro passa a ficar em estado de anarquismo. Num segundo encontro com Hefesto, o gigante conta sua trágica história de maus tratos sofridos com o Papai Noel que o escravizava para construir presentes de natal, e conta que sua obra prima foi um brinquedo sexual chamado Pandora, mas ao perceber que ela seria usada por pedófilos doentes, decidiu escondê-la do Bom Velhinho, que raivoso desceu a surra em Hefesto, trancando-o num muquifo no Hell de Janeiro.

Perdendo a cabeça, literalmente[editar]

Kratos usando a cabeça de Helios para encontrar cerveja e rosquinhas.

Kratos vai embora do Hell de Janeiro, indo visitar São Tomé das Letras, local onde reencontra Gaia caindo num buraco infinito, e o espartano não pensa duas vezes em decepar a mão da vovó, deixando-a cair. Posteriormente, avista uma batalha extremamente imbecil entre o titã Perses e o deus do Sol Hélios. Enquanto Perses está feito um mocorongo tentando matar uma mosca, Hélios está dando voltas como se estivesse num autorama, sem mudar o trajeto, sendo alvo facílimo para tomar tiro de uma balista disparada por Kratos, assim ele é agarrado pelo gigante e arremessado longe feito um indigente. Após espancar os guardas de Helios, Kratos arranca a cabeça do deus com as próprias mãos. Com a morte de Helios, o mundo fica sem o Sol, mergulhado numa noite eterna e tomado pela bandidagem, tudo porque Kratos quis usar a cabeça de Helios para iluminar umas cavernas escuras e achar uns baús invisíveis pela preguiça de ir na loja comprar uma lanterna. Depois ainda mete a espadona no olho do titã Perses.

Labirinto de cubos gigantes[editar]

Hermes prestes a ser transformado no deus dos aleijados, mas ainda muito irritante...

Agora chegamos num labirinto de caixas gigantes, quando Hermes aparece pela primeira vez, se bacaneando, ele é o deus da internet rápida e dos youtubers teen, o que explica o motivo dele estar sempre forçadamente tentando parecer descolado e legalzão piadista. Kratos acaba perseguindo o otário, encontrando no caminho a Caixa de Pandora protegida pelo fogo que só a Pandora pode apagar. Como ainda não pode abrir essa caixa, Kratos continua atrás do vagabundo do Hermes que está zoeiro demais sobre o físico marombado de Kratos e se fazendo de maratonista, mas acabamos acertando um tiro no infeliz e arrancando as suas duas pernas, deixando-o aleijado e transformando-o no deus das vagas preferenciais de estacionamento. Com a morte de Hermes uma praga de insetos tomou conta da humanidade. A ideia era que a morte desse deus fizesse os computadores de todo mundo receberem um vírus Cavalo de Troia, mas como ainda não havia essa tecnologia, os vírus foram insetos praguentos mesmo, e enquanto isso, Kratos aprende a habilidade parkour do Prince of Persia de correr pelas paredes.

Ainda procurando pela Pandora, Kratos agora chega numa arena onde encontra a velha Hera pela primeira vez, a deusa das sogras, completamente bêbada. Ela é quem chama seu filho marombado, o Kléber Bambam, que após doze sofríveis trabalhos, incluindo precisar participar de um BBB, tem como décimo terceiro trabalho matar Kratos com duas luvas de leãozinho. Como Kratos também não gosta de marombados marombeiros bombados de academia, espanca o Kléber Bambam amassando aquele rosto até descobrir que ele realmente não tinha cérebro, antes de matá-lo com tanto soco na cara e cair num fosso.

Hefesto continua corno[editar]

Afrodite corneando Hefesto, o deus mais feio de todo o Panteão.

Continuando seu passeio pelo Olimpo procurando Pandora, Kratos agora chega no puteiro oficial dos deuses, o tão aguardado quarto da Deusa Afrodite, a deusa das putas, dos cafetões, das lésbicas e da AIDS. Por ser a maior periguete da história do mundo, ela sabe os segredos de todos os homens e revela, por exemplo, que seu marido Hefesto, o deus dos cornos mansos, sempre foi um pedófilo enrustido e criador de centenas de estátuas de garotinhas até criar uma garotinha em si, a Pandora, garota que foi trancafiada num labirinto que Dédalo construiu a pedido de Zeus e só Hefesto saberia como chegar lá. Para pagar por estar informações, Kratos precisa foder com Afrodite dos mais diversos modos, enquanto o jogador deve apenas apertar botões.

Chegando em Hefesto, que vive ao lado do quarto de Afrodite diariamente escutando como ele é um corno, Kratos demanda que ele o ajude a encontrar Pandora para exterminar Zeus, e Hefesto diz que isso só seria possível se ele construísse uma arma ninja de choque e que para tal Kratos deveria trazer a Omphalos Stone no fundo do Tártaro. O que Kratos não esperava é encontrar nada menos que o titã Cronos, o que dá início a um épico combate no qual Kratos faz de conta que está em Shadow of the Colossus e fica escalando Cronos, faz até a cutícula do chefe dos titãs até ele perder a paciência e cometer a burrice de comer Kratos sem mastigá-lo antes, aí já viu o tamanho da indigestão que isso foi causar, uma úlcera colossal com direito a Kratos rasgando o bucho e saindo de dentro do titã, inclusive carregando a tal Omphalus Stone dali que era a mesma pedra que Reia deu para Cronos comer no lugar do bebê Zeus. No final Kratos sobe na cabeça de Cronos e enfia um picolé gigante na testa do titã, matando-o. Hefesto com a Omphalus Stone constrói mais uma arma inútil, mas após a sua conclusão, tenta matar Kratos e aí assinou seu atestado de óbito, morrendo idiotamente porque o protagonista só precisa de um quick time event para liquidar seus adversários, aí é fácil.

Após assassinar Hefesto, Kratos trepa com Afrodite mais uma vez (se apertar o Button-circle.png) para confirmar que ela estava nem aí com a morte do marido corno, e assim segue a sua jornada em busca de Pandora, podendo agora atravessando a maldita ponte dando choques nuns semáforos até chegar no misterioso Jardim de Hera. Ali resolve mais puzzles destinados a crianças de 10 anos de idade mental e no final quebra o pescoço da Deusa Hera, levando pragas para todas as plantações do mundo, tudo para usá-la de peso apertar um botão no chão e prosseguir o caminho.

Pandora cadê você?[editar]

De volta ao labirinto de caixotes gigantes nada práticos que o gênio Dédalo inventou, o velhote que foi enganado por Zeus está ali acorrentado no local pela eternidade. No processo de procurar Pandora Kratos mata até um escorpião gigante, porque já havia matado tantas criaturas mitológicas que tiveram que inventar esse aqui do nada. Puzzle pra lá, puzzle pra cá, Kratos finalmente chega na Pandora, descobrindo que ela é só uma pré-adolescente cujo cabelo pintado só em algumas mexas denota que seja algum tipo de fã de Malhação ou programas imbecis similares. Embora Kratos seja um skin-head puto com tudo e com todos, ele odeia pedófilos, então rapidamente se afeiçoa por Pandora, mas não admite isso.

Matando o Papai Noel[editar]

Kratos prestes a cometer mais um feminicídio.

Nesse determinado momento do jogo é aquele de encher linguiça para gerar mais horas de gameplay, primeiro fazer puzzles em conjunto com a retardada da Pandora, depois descer no submundo para quebrar umas correntes gigantes de lá, depois subir para o Olimpo e girar uma alavanca por uns bons minutos, suspendendo o grupo de caixotes e abrindo o compartimento onde estava a Caixa de Pandora.

Pandora, como é emo, tenta se suicidar se jogando no fogo, mas Kratos repentinamente tem um inexplicável instinto paterno e tenta salvar a garota, porém Papai Noel, o deus do trovão aparece e a luta contra o chefão final começa. No meio da luta Pandora faz o que lhe era destinado e pula no fogo destrancando a caixa de pandora, porém ela está vazia, um elaborado plano de Joselito que fez Kratos penar por horas para nada. Assim Kratos e Papai Noel começam a luta de novo, e mais uma vez são interrompidos, dessa vez porque Gaia aparece, mas ela é idiota, tem um baita rombo na teta de rocha e Kratos e Papai Noel realizam o duelo final no coração da titã. Zeus morre empalado e Gaia tem um infarte. Os deuses e os titãs estavam mortos!

No entanto, o espírito de Papai Noel ressurge, o Bom Velhinho não é tão fácil de matar quando os seus comparsas inúteis, e ele ainda tem o poder de mandar Kratos para Outra Dimensão. Aí você fica correndo no escuro e precisa lidar com aquele velho assunto clichê sobre aceitar as próprias falhas, perdoar os pecados do passado e um blablabla que quem é fã de God of War e só quer ver sangue e sexo está nem aí, o importante é que Kratos revive, destrói o espírito natalino de Papai Noel, dá bem uns cem (ou mais, depende de quanto tempo você aguenta ficar apertando Button-circle.png) murros na cara do Véio até ele morrer de verdade (Noel desgraçado...). Com a morte dele, as criancinhas de todo o mundo ficam desamparadas, e desde então os pais em conjunto com a Coca-Cola precisam mentir para seus filhos sobre a existência do Papai Noel.

Kratos fazendo suco de tomate com a cabeça do Papai Noel.

Para finalizar a porra toda, a aura de Athena aparece e tudo fica esclarecido. Ela estava atrás do poder da Esperança, nome que ela deu a um antídoto que criou contra algo que estava aprisionado na Caixa de Pandora, o Poder do Cagaço, essa esperança é a mesma que Seiya e tantos outros protagonistas de anime sempre usam para sair inesperadamente vitoriosos de seus combates, mas esse poder nunca esteve na caixa, mas sempre escondido dentro de Kratos que já havia abrido essa caixa no primeiro jogo. Athena pede que ele devolva seu poder, mas ele se nega porque está puto como de costume. Kratos no limite de sua crise de ansiedade, depressão e síndrome do pânico, ao perceber que não havia ninguém mais para matar, decide enfiar a Espada Olímpica em sua própria barriga (aí nessa hora você explode, porque você teve todo o trabalho de destruir todos os malditos deuses para chegar no final e Kratos se matar), espalhando esperança no mundo e finalmente concretizando suas claras tendências suicidas do tanto que cai nos buracos durante o jogo. No final aparece uns créditos e um rastro de sangue vindo de onde Kratos estava morto o que nos deixa a pergunta: Será que o doido do Kratos ainda estava vivo? Sim está, porque foi para o Mortal Kombat 9 e o novo God of War para PlayStation 4.

Jogabilidade[editar]

God of War III mantém o mesmo estilo de jogabilidade bem sucedido dos jogos anteriores, ou seja, o jogador não precisa ser dotado de neurônios sendo requisitado para ele apenas a tarefa de unicamente massacrar o botão Button-square.png sem parar, e muito de vez em quando apertar o Button-triangle.png, e depois ainda se achar o grande fodão por matar criaturas mitológicas gigantescas graças a incrível habilidade de apertar 1 botão num controle.

Armas[editar]

  • Blades of Exile - O par de cutelos com correntes que Kratos sempre usa, o nome muda, mas os golpes são sempre os mesmos.
  • Blade of Olympus - O picolé gigante que foi o motivo de toda a treta em God of War II, agora sempre aparece nos momentos em que as hemorroidas ardem e deixam Kratos ainda mais puto (ao ativar o "Rage of Sparta") sendo uma espécie de especial de porrada.
  • Claws of Hades - Quando Hades usava essa porra, ele sugava as almas dos malandros que matava, mas como Kratos não sabe usar isso, só usa o armamento para soltar umas bufas e girar igual já girava a Blades of Exile.
  • Nemean Cestus - Par de luvas de leãozinho bem apelonas por sinal, servem para quebrar uns cristais do Sonic que mudam de cor na medida que vão sendo socados.
  • Nemesis Whip - Chicotinho sadomasoquista que pode aplicar choques, comprado numa sex shop por Hefesto, foi a última tentativa do deus ferreiro dos cornos de tentar apimentar sua relação com a sua promíscua esposa Afrodite.

Magias[editar]

  • Army of Sparta - Com as Blades of Exile, Kratos faz cair do céu os 300 de Esparta, que fazem uma parede de escudos e afastam os inimigos do redor.
  • Soul Summon - Com as Claws of Hades, Kratos invoca a alma de algum monstro por alguns segundos, um verdadeiro desperdício de magia.
  • Nemean Roar Com a Nemean Cestus, Kratos solta um peido devastador que empurra qualquer inimigo que estiver por perto.
  • Nemesis Rage Com a Nemesis Whip, Kratos dá um choque em quem estiver por perto, que se contorce até ter um orgasmo masoquista.
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