Goiás Esporte Clube

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Goiás Esporte Clube
Escudo do Goiás.png
Brasão
Hino "Eu sou GAYas Esporte Clube!"
Nome Oficial Goiás Esporte Clube
Origem link={{{3}}} Goiás Goiânia - Goiás
Apelidos Mochés
Torcedores Grileiros, sertanejos, assassinos de aluguel
Torcidas FJG (Franga Jovem Gay)
Fatos Inúteis
Mascote Piriquitas
Torcedor Ilustre Seu João do Arraial, dono das terra tudo pra lá dos interior de Goiânia
Estádio Moché Pinheiro (Mochelândia)
Capacidade 10 mil
Sede Casa do Caralho
Presidente Moché Pinheiro
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png João Bola na Trave
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png Rafael Dodói
Patrocinador Gril Quimica
Time
Material Esportivo Lotto a bunda de porra
Liga Verde com detalhe rosa
Divisão 2°, sem muita esperança de subir
Títulos 11° Campeonato de Música Sertaneja (1999)
Ranking Nacional 11 (um atrás do outro)
Uniformes Moxe.jpg
Camisa 2008 do São Paulo.jpg



Cquote1.png Do alto surgirão saltitantes, um a um, oriundos da realeza campinal, infectando o planalto central, aquela que é conhecida como a peste verde, porém os guerreiros alvirrubros reconheceram seu inimigo e o legarão: Moché, Moché! Cquote2.png
Nostradamus sobre o Goiás.

Goiás Esporte Clube nada mais é do que uma filial mal sucedida do Guarani Futebol Clube, time oriundo da cidade de Campinas-SP, cidade que disputa com Pelotas-RS, o título de cidade Pólo Exportador de Viados. O Goiás para nada serve a nível nacional, jamais ganhou ou teve a mísera chance de ganhar algum campeonato expressivo, sendo que a única coisa de bom que fez para o futebol foi ter rebaixado o Corinthians em 2007.

Os Cartolas do clube são conhecidos por darem a bunda para juízes goianos em troca de resultados favoráveis no campeonato irrisório local, e por contratarem jogadores que ninguém conhece ou velhos barrigudos. O clube possui uma mega estrutura pré asilo de jogadores rodados do futebol tupiniquim. Jardel, Vampeta, Boquetikovich, Romerito, Paulo Baier e Jadilson já experimentaram a hospedagem do time esmeraldino. O time do Goiás é conhecido pelos seus fieis 33 torcedores que sempre comparecem aos jogos dos mochés e pelas famosas saboneteiras do vestiário se encontrarem no chão. O principal ídolo do clube é Túlio Maravilha, que é vilanovense.

O Goiás Esporte Clube faz com o Goiânia Esporte Clube o famoso clássico Go-Go Boys!

Os dois pilares das (raríssimas) vitórias do Goiás são: a Canedense e o Apito Amigo. A Canedense dificilmente disputará a Série A do Campeonato Brasileiro para entregar resultados para o Goipas, e a compra de juízes por parte de São Paulo e Corinthians é desleal, ou seja, o Goiás NUNCA será campeão brasileiro.

Os mochés fazem partem do Clube dos 24, porém ao contrário de outros times grandes do futebol brasileiro como Vasco, Corintia, Palmeiras, Curitiba, Criciúma e Juventude, não possui um título nacional.

História[editar]

Fundação[editar]

Terminou em 5° e foi o vice-campeão? Só chupando as bolas dos juízes da Federação Goiana de Futebol.

O Goiás foi fundado em 1943 ainda com o nome de Cuiás, quando um time de peladeiros de Goiânia decidiu criar um time local que pudesse superar em falta de criatividade o então dominante Atlético Goianiense. Era um plano absolutamente audacioso, pois o time rival tinha uniformes, escudo, hinos e tudo o que puder imaginar cópia de outros times, mas o Goiás não se abalou, pegou emprestado os uniformes do América Mineiro, o escudo do Guarani, o mascote do Palmeiras, a boiolice dos são-paulinos. Naquela época o goleiro Harley já era velho.

Ascensão[editar]

O Goiás rapidamente tornou-se um time mediano, que para o baixo nível do Centro-Oeste significou alguma coisa, o que lhe rendeu uma penca de campeonatinhos rurais goianos, como se alguém se importasse com isso. Num torneio estadual onde o maior rival é um tald e Vila Nova que ninguém nem sabe em que divisão exatamente está, ser campeão não significa nada.

Passou a disputar frequentemente a série A do campeonato brasileiro, e se orgulham disso como se fosse grandes coisas todo ano não passar de um coadjuvante no Brasileirão.

Tri da Copa Centro-Oeste[editar]

O Goiás conquistou a Copa Centro-Oeste nos anos de 2000, 2001 e 2002. Lembre-se dos estados que fazem parte da região: Mato Grosso (boi), Mato Grosso do Sul (mais boi), Goiás (boi e soja) e Distrito Federal (candango e políticos), ou seja, nada expressivo em termos de futebol, é como jogar sozinho.

Temporada de 2007[editar]

Talvez único ano de sua história em que o Goiás ganhou projeção nacional, cabia ao esmeraldino ser menos pior que o Corinthians para que o tradicional time paulista rebaixasse e todo mundo pudesse ter alguma alegria, pois o São Paulo naquele ano estava sendo campeão brasileiro mais uma vez, e ninguém gosta do São Paulo, nem mesmo seus torcedores que são uns modinhas, o que gerou o fenômeno de todo o Brasil repentinamente adorar e admirar o Goiás, fama esta que durou até o Corinthians ser rebaixado ao invés do Goiás.

Finalmente rebaixamento[editar]

Cquote1.png Pra frente ,pra trás ,na bunda no Goiás Cquote2.png

No ano de 2010 o que estava demorando para acontecer finalmente se concretizou, e o Goiás finalmente foi rebaixado com todos méritos com direito a 10 derrotas consecutivas. O time serviu para provar como a Copa Sul-Americana é um lixo que não deve ser levada a sério, afinal chegou na final daquela ano, onde obviamente perdeu, porque senão não seria o Goiás.

Retorno em 2012[editar]

Como o Goiás não é time grande, que pelo menos quando rebaixa retorna logo no ano seguinte, o time goiano fez questão de permanecer dois anos na Série B, para que ficasse bem claro a pequenez do time, assim acumulando um fiasco na temporada de 2011 e só retornando à Série A em 2012, graças, claro, a ruindade de todos outros concorrentes.

Campeonato Brasileiro de 2015[editar]

No Campeonato Brasileiro de 2015 só haviam 4 times ruins no campeonato, daqueles que perdiam pra todo mundo e estavam fadados ao rebaixamento, desses quatro o Figueirense escapou, porque o Goiás conseguiu ser ainda pior e fazer aquele tipo de campanha brilhante de ficar dezenas de rodadas sem qualquer vitória.

Apesar do humilhante rebaixamento do "time" em pleno Serra Dourada com 30 mil moxés (15 mil sentados e 15 mil no colo), tal torcida mostrou o quanto era superior à torcida de seu rival Vila Nova, terminando o brasileirão série A com uma média de público de 7.971 pagantes (isso com uma série de jogos com ingressos custando 2 reais), enquanto que seu concorrente, (vulgo panetones) na terceira divisão, terminou com uma média de 19.403, sendo que o ingresso para ir aos jogos do mesmo custava em torno de 50 reais. Depois disso a torcida "Vilanãovence", após o término do campeonato ficou em média de 4 a 5 meses sem pagar seus alugueis, forçando o prefeito Paulo Garcia PT a criar o bairro Privê das Oliveiras (um dos bairros mais pobre de Goiânia) e despejar o lixo dos panetones no local. É a maior boca de fumo a céu aberto de Goiânia.

Copa do Brasil em 2016[editar]

Muito acostumado com competições internacionais (visto que o poderoso virgem já conquistou o Taça de vice campeão da Sul-Americana em 2010) o Goiás se sentiu em casa ao enfrentar em um torneio nacional o poderoso River (River Plate genérico) do glorioso Piauí. E como o Goiás nunca, mas nunca mesmo, decepciona os seus seguidores mais uma vez deixou a única competição "principal" nacional que participará no ano ainda na primeira fase. Tudo isso para confirmação de mediocridade de um clube para um público pagante de incríveis 1.416 alienados.

Em mensagem otimista para o clube verde um torcedor do River postou: "não se preocupe nos reencontraremos na série B do ano que vem"

Mascote[editar]

A mascote do Goiás foi escolhido a dedo (hum...) de maneira suspeita. Elas queriam um pinto verde, mas um pinto verde lembrariam um marciano e marciano é másculo demais, o mais parecido do pinto verde seria um periquito e assim ficou (loucura, loucura, loucura).

Torcida[editar]

Torcedores aguardam o início do jogo.

Segundo pesquisas do IBGE e da Imprensa Goiana Marrom, o Goiás tem a segunda maior torcida do Centro-Oeste, menor que a do Vila Nova. Somente no final da temporada de 2007 que o Goiás registrou durante umas semanas ser a torcida maior do Brasil, cerca de 150 milhões de torcedores do Goiás foram contabilizados nesta oportunidade, tudo isso para rebaixar o Corinthians.

A torcida, que diz torcer para o Goiás é composta por emos, gays, pitboys, sapos Verdes (mochés) (no Goiás é boi mesmo e não boy), patricinhas sanguessugas, donas de casa, modinhas, gente que torce na verdade pro Flamengo, e por todos aqueles que acham que no mundo só existe 3 times: Goiás, Flamengo e Brasil. Mas não adianta o porteiro do seu prédio falar que torce para o Goiás, o seu primo que passa o dia inteiro jogando playstation e nem os boy(i)zinhos que desfilam com a camisa verde da Puma pelo shopping, a verdade é uma só: a torcida moché é composta por apenas 33 (TRINTA E TRÊS) sofredores, fieis até debaixo d’água, é só olhar o estádio em dia de jogo do verdinho.

Ao contrário do que se pensa, sua torcida não é composta somente de mulheres. Aproximadamente 99,24% de seus torcedores são travestis (por isso se confunde), e o restante são seres sem sexo, mais conhecidos como EMOS.

Os torcedores do Goiás também são conhecidos como goiabinhas e podem ser classificados em 5 grupos:

  1. Viados e travecos
  2. Vadias e peruas
  3. Imprensa verde
  4. Mochés (velhos retardados que pensam que entendem de futebol e todo ano dão uma de mãe diná e dizem que o Goiás será campeão brasileiro após alguma zebra sobre algum time paulista ou carioca.
  5. FJG (Formação de Jovens Gays), o que é muito original já que nenhuma outra torcida organizada do Brasil possui uma sigla semelhante.

A FJG'ays (como é conhecida) é também famosa por ter frequentemente membros fotografados na parada gay ou de calcinha. Também é famosa por, mesmo com seus membros portando foguetes, ter se escondido numa farmácia quando avistou um ônibus da sua principal rival, a TEV, mas mesmo assim foram perseguidos e espancados. Toda a ação foi gravada pelas câmeras de segurança e pode ser facilmente encontrada no youtube.

Na imagem fica claro o quanto a FJG é maior do que sua principal concorrente, a TEV:

A torcida do Goiás se destaca nas arquibancadas em dias de clássico

Centro de Treinamento[editar]

Até pouco tempo os mochés treinavam em uma praça abandonada no Setor Madre Germana 358ª. Etapa. O campo de terra e as traves feitas de pau não desanimaram os jogadores que se reuniam todos os dias a tarde para o rachão.

Recentemente, um fazendeiro bicha e bem sucedido, comprou um brejo, terreno na Serrinha e melhorou as instalações do Goiás, com a construção de Saunas Gay, salão de festas, piscina de bolinhas, cama elástica, pôsteres da Gloria Gaynor, DVDs da Bárbara Streissand, entre outros itens de última geração.

Hino (Dual Audio)[editar]

Eu sou Gayás Espobre Clube
Eu sou Gayás
Sou caipira e vou vibrar, UI!
Até a bunda me doer
Te ver perder é normal, é o Gayás!

Eu sou Gayás e vou sofrer
Eu sou Gayás
Sou um roceiro viadão
Cada vez nossas bichonas sofrem mais
Perdendo sempre, serei Gayás!

Nosso clube nunca teve glória,
Pois a verdade é que nós nunca tivemos história!

E o orgulho pra nossa bandeira
São nossos bambis fazendo história!

Nosso clube nunca teve glória,
Pois a verdade é que nós nunca tivemos história!

A vida toda eu vou sofrer!
Eu sou Gayás, meu time vai perder!