Goianira

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Goianira é um distante bairro industrial de Goiânia, conhecido carinhosamente como Restos de Goiânia, é um dos principais parques agro-industriais de Goiás. Terra de gente trabalhadora, abriga o maior número de boias-frias do Brasil por metro quadrado, sendo uma das maiores aglomerações do gênero, numa incrível proporção de 105 caipiras por quilômetro quadrado.

História[editar]

A "cidade" surge quando os bandeirantes do Acre ficavam vadiando com seus burricos pelas distantes terras de Goias, onde colhiam a folha proibida para seu cachimbo da paz. Com o tempo começaram a surgir Templos para adorar o deus Metal, e assim surgiram os cabra homi.

Eram realizadas em Goianira missas diariamente (devido à falta do que fazer), e como tédio e interior de Goiás são sinônimos, Goianira foi fundada em 1922, e assim incorporada ao reino de Tagamadápio.

Construída sobre um antigo cemitério indígena amaldiçoado, as fazendas de pau-a-pique e sapê amaldiçoadas fizeram com que a cidade fosse derrotada na guerra da cereja.

Atualmente a "cidade" é conhecida como "Capital Mundial das Flores" devido ao alto índice da explosão populacional emo, como a cidade era pequena demais para que quisessem reconquistá-la ficou sob o domínio emo. A cidade também é conhecida como "Capital Mundial dos Calçados", e principalmente a Capital Mundial dos Plásticos em Cadarços de Tênis.

Economia[editar]

O famoso couro de Goianira, sendo usado numa requintada apresentação artística em Goiânia.

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Pânico na TV sobre Economia de Goianira

Goianira tem sua economia totalmente baseada nos produtos produzidos a partir do couro bovino. Todo goianirense que se preze sabe produzir qualquer coisa com couro.

Entre as principais exportações com base de couro da cidade, temos cadarços, bolsas, chinelos, carteiras, cintos, chicotes e vários outros acessórios muito famosos nos sex-shops de Goiânia.

Além de tudo feito de couro, também é possível observar outras bizarrices que a cidade produz, como ovos de avestruzes, postes, peixinhos ornamentais, banha de porco, fubá e CDs de músicas sertanejas, e exportação de profissonais liberais para Espanha, Italia alem das proximidades do terminal do Dergo em Goiânia.

Transportes[editar]

Como não existem nem carros e nem asfalto de couro ainda, o transporte em Goianira é feito exclusivamente por carros-de-boi, burricos e jegues em estradas de terra batida, apenas para Goiânia e Trindade.