Gordon Freeman

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O Desentrevistas
possui uma entrevista com
Gordon Freeman
Dr. House Gordon Freeman, o protagonista mudo da série Half-Life
Mecânica Quântica
{\Delta x}\, {\Delta p} \ge \frac{\hbar}{2}\,
Princípio da Incerteza
Murphydinâmica Quântica

Formulação matemática

Cquote1.pngVocê quis dizer: Morgan Freeman?Cquote2.png
Google sobre Gordon Freeman
Cquote1.pngVocê quis dizer: Dr. House?Cquote2.png
Google sobre Gordon Freeman
Cquote1.png Eu tenho medo... Cquote2.png
Regina Duarte sobre Gordon Freeman
Cquote1.png ... Cquote2.png
Gordon Freeman sobre comentário acima
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Gordon Freeman sobre aquecimento global
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Gordon Freeman sobre Copa do Mundo de 2014
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Gordon Freeman sobre Combine
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Gordon Freeman sobre fantasias eróticas e uso de drogas
Cquote1.png Gordon Freeman? Eu fui pra escola com aquele nerd! Cquote2.png
Master Chief sobre Gordon Freeman
Cquote1.png HHHHHGGGGGRRRRRRRRRHHHHHH!!!!! Cquote2.png
Headcrab sobre Gordon Freeman
Cquote1.png Meu garoto! Cquote2.png
G - Man sobre Gordon Freeman
Cquote1.png Eu quero ser igual ele! Cquote2.png
Qualquer aluno de Física e Engenharia sobre Gordon Freeman
Cquote1.png É meu irmão! Cquote2.png
John Freeman sobre Gordon Freeman

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Você sabia que...

Gregory House Gordon Schrödinger Freeman, PhD. é o protagonista dos jogos Half-Life, Half-Life 2 e dos episódios do HL2. É conhecido por ser o nerd mais foda que se tem notícia, depois do Tio Bill. Atualmente é um viciado por armas, Vicodin e morfina.

Tabela de conteúdo

Pré-Black Mesa

Filho de Maria de Fátima, renomada doceira e tricoteira, e Hermann Freeman, descendente de austríacos e ex-comunista, ex-cientista da NASA, ex-oficial da Gestapo, ex-ator, ex-atriz, ex-camelô, ex-Técnico em Manutenção de Computadores, ex-nerd e ex-travesti, o pequeno Gordon nasceu em Belo Horizonte, (o que explica o fato de comer, andar, correr, pular e morrer quieto), mas foi criado em Seattle, aquela cidade que possui uma torre giratória com um restaurante de maconha no topo e as sedes da Boeing e da Microsoft. Ou seja, por definição é uma cidade nerd, e portanto, um ambiente perfeito para a criação deste garotinho juvenil. Gordon cresceu assistindo Beakman e comendo salada de agrião com leite com pera, ao invés de Billy Mays e Oprah e comendo ovos com bacon, como toda criança americana sadia.

Aos 8 anos, ao invés de brincar de ver quem corria mais rápido ou quem fazia mais estrelinhas na escola, e em casa assistir Pernalonga ou roubar a Playboy do pai, assinava a Scientific American e a Reader's Digest. Seus olhos brilhavam quando via algo sobre mecânica quântica e teoria da relatividade. No lugar de He-Man e Capitão América, seus heróis eram Adolfinho Albert Einstein e Stephen Hawking. Com o passar dos anos, virou o paga-lanche das escolas e colégios por onde passou.

Assim, toda sua família já o considerava como a ovelha negra da família. E assim foi. Aos 10 anos, Gordinho (como era conhecido pelos familiares) ganhou seu primeiro computador de Natal, um 486. A partir do 486, sua vida estava completamente fadada ao nerdismo crônico. Pelo 486, ele havia descoberto a Wikipédia e o 4chan. Enquanto o primeiro alimentou seu lado empírico, o segundo alimentou seu lado retardado, lunático e armamentista. E assim Gordinho entrava para os seus anos dourados - a Universidade.

MIT

Gordon ingressou na Massachussferungherrraaarrrnuggets Institute of Technology, onde se deleitava nas aulas de Física Experimental e tinha compulsivas ejaculações nas provas e trabalhos de Cálculo Diferencial e Integral VI. Bolsista, era o orador da sua turma, e enquanto passava suas palavras de sabedoria, arrancava suspiros de quem ouvia seus ensinamentos. Figuras como Franklin Delano Roosevelt, Richard Nixon, Fernando Henrique Cardoso e John F. Kennedy o ouviram, aplaudiram-o de pé e ainda, pelas suas ideias, chegaram à presidência dos Estados Unidos do Sul. Veja um trecho de uma das suas oratórias mais aclamadas:

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Gordon

15 minutos depois

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Gordon

Todos se levantam para aplaudí-lo. Senhoras retiram de suas bolsas lenços, e secam suas lágrimas que escorrem ininterruptamente.

No penúltimo ano de curso, Gordon soube que o Instituto Adolf Hitler, em Innsbruck, na Áustria, estava conduzindo experiências de teletransporte. Aquilo deixou Freeman extremamente excitado, mais até do que naquela vez em que sua prima Josefa o havia dado um beijo no rosto, ou quando ele teve acesso à Playboy da Fernanda Montenegro. Isto o deixou extremamente feliz também, já que ele nem tinha ideia do que fazer para a TCC. E então, se formou como Ph.D. em Teoria da Física. Sua tese de doutorado foi um Ctrl-C/Ctrl-V do TCC, intitulado O Teletransporte de Elementos Mafagafais sob Portais de Einstein-Schrödinger-...Ronaldo usando Alinhamento e Despedaçamento Natural de Estruturas de Criptonita e Queijo Suíço por Indução de Raios Longos pra Caramba que Correm pra caralho. Com esta tese, ele ganhou todos os prêmios do ano, tais como:

  1. Nobel Juniores;
  2. Grammy;
  3. Emmy;
  4. Urso de Ouro;
  5. Estrelinha Dourada no Caderno;
  6. Prêmio Jontex Júnior de Desenvolvimento Científico;
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Gordon sobre sua arma favorita

Tantos prêmios despertariam o interesse do pessoal de Black Mesa Research Facility (BMRF). Dr. Isaac Kleiner, antigo professor de Química Inorgânica II de Gordinho, que lá em BMRF tinha uns 20 clones andando por todo o lugar, havia escrito uma carta de recomendação para o rapaz. Kleiner estava trabalhando em um projeto ultrasecreto e precisava da ajuda de alguém muito esperto para o ajudar. Apesar da lentidão dos Correios, ele recebeu a carta e conseguiu ir a tempo.

Black Mesa

Na carta, Freeman era instruído a pegar tudo que ele precisasse, como suas revistinhas do Lanterna Verde, seu fio dental favorito, e um tubo de KY. Como ele morava em Seattle e a base ficava no Novo México, ele teve que viajar mais de 8000 quilômetros, e, ao chegar lá, só viu areia e deserto. Teve que passar mais um dia caminhando no meio do nada até achar algum posto de guarda da base. Chegando lá, dois guardas apontaram suas armas nele e o questionaram sobre sua presença.

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Gordon sobre a localização da base, as armas e a carta do Kleiner

Após se explicar, Freeman foi levado ao Moderador Malvado, Chefinho, Patrão e Bowser de Black Mesa, Wallace Breen. Breen, que no momento estava medindo seu novo terno com David Brasil e Clodovil Hernandez, já o aguardava com um chá e alguns biscoitinhos de aveia. Ficou acertado que Gordon moraria em um dos apartamentos dentro da base, e que teria três dias para estudar os protocolos, e iniciaria no quarto dia. Gordon, empolgado, conversou muito com Breen, um sujeito mais reservado.

Cquote1.png Então, Mr. Freeman, qual sua relação com o Doutor Kleiner? Cquote2.png
Breen
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Gordon, sobre o MIT, a casa dos seus avós, e os ideiais de Adolfinho
Cquote1.png Hmm... Entendo... Andei verificando a sua tese de doutorado, e parece que o senhor pode tomar parte ativa (ou passiva, o senhor sabe que para mim tudo está mara) em uma das nossas principais equipes. É por isso que chamei o senhor, como pode deduzir. Por estar aqui, também deduzo que aceitou nossa oferta. E, portanto, gostaria de saber em que exatamente poderia contribuir para Black Mesa, e para a humanidade. Cquote2.png
Breen
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Gordon, sobre a página 127 da sua tese, sobre Innsbruck, a cafeteria de Black Mesa, teletransporte unidimensional e a segunda divisão do Brasileirão
Cquote1.png *Senhor Administrador, aquele cara estranho do governo quer falar com o senhor.* Cquote2.png
Sistema de áudio de Black Mesa

Breen ficou incomodado com a língua solta de Freeman, e deu graças pelo sistema de som ter chamado por ele.

Enquanto Gordon se direcionava ao Setor Ç, dos dormitórios, Breen conversava com um cara do governo que ninguém sabe o nome dele, ou o que ele faz, mas que sempre fica nos lugares mais estranhos, acompanhando Gordon, como atrás dele, no chuveiro. O assunto? Ninguém sabe, e você nunca vai saber, seu curioso!

O primeiro dia de trabalho

Gordon acordou no horário em que ele havia ajustado em seus três despertadores, 5h43 da manhã. Abriu os olhos, coçou o saco, estralou os dedos, calçou as pantufas de hipopótamo e foi ao banheiro. Arrumou a barba, foi tomar banho, onde cantou YMCA, Sérgio Reis e Madonna. Comeu dois pães com banha e chá light. Colocou sua calça, uma camisa bege, uma gravata autografada por Stephen Hawking, sua carteira que ganhara em um Sucrilhos e pegou um dos monotrilhos internos. Meia hora depois, chegava ao seu setor. Foi cumprimentado pelo ex-colega de faculdade que havia trancado na segunda semana, Barney Calhoun, o qual o havia pagado uma cerveja no dia do trote. Naquela época, Gordon achou estranho o fato de existirem outros 30 seguranças iguais a Barney, mas não se importou.

Sorria para a foto! Inauguraremos o LHC amanhã graças a você Gordon!

Sua tarefa no primeiro dia foi tirar um pedaço de queijo suíço gigante no armazém do Setor AAAAA, formatar uns computadores da sala de testes, e limpar as lentes do espectrômetro de antimassa, que nada mais é do que um aparelho gigante e que faz muito barulho. Como não tinha pano lá, Gordon acabou usando o lenço de um dos cientistas de lá, Eli Vance.

A equipe de cientistas acertou que no dia seguinte eles realizariam um experimento com uma pedra amarela.

O Incidente de Black Mesa

Cquote1.png Porque o homem certo no lugar errado faz toda a diferença. Hmmmmmmm... Cquote2.png
G - Man
No outro dia, Gordon sentia que algo de errado aconteceria. A pantufa do pé esquerdo estava de cabeça para baixo, a gravata autografada, suja com um pouco de margarina, o óculos levemente embaçado. O chuveiro queimou também. Mas mesmo assim ele estava feliz. Afinal de contas, estava trabalhando em uma base de pesquisas tecnológicas de Primeiro Mundo. Ele pegou um dos monotrilhos internos, e ficou aguardando por um tempo até limparem a sujeira feita por Severino, que tinha derrubado um latão de lixo tóxico no caminho. Depois, com uma ereção e espasmos de tanta excitação pelo experimento, ele vestiu um dos uniformes hi-tech que os Laboratórios Lambda fizeram especialmente para o uso em Black Mesa.

O RASGO (Roupa Altamente Secreta do GOverno), uma roupa laranja com um λ (lambda) enfeitado entre seus seios, cheia de morfina, lycra e alguns gatinhos para serem cheirados. Depois disso, deu oi para todos os seguranças e cientistas, e foi para o laboratório ajudar a ligar o trambolho espectrômetro, que soltaria uns raios verdes sobre um pedaço de rocha amarela que Gordon levaria para o aparelho, e assim os cientistas tirariam várias conclusões que ninguém entende e/ou vê alguma aplicação. O problema é que Severino, nosso segurança/taxista/porteiro/faxineiro onipresente teria trocado a rocha pelo pedaço de queijo retirado por Gordinho no dia anterior, por ordens daquele sujeito estranho. Assim, acabou dando merda a experiência, com Gordon lá dentro. Os raios do aparelho começaram a acertar qualquer coisa que achavam pela frente, menos Gordon, por causa da sua roupa chiquérrima. Quando um dos raios colidiu o outro, acabou criando um portal diretamente para o Acre, seguido de vários outros que começaram a surgir pela base.

Os portais

É diretamente de lá que eles estão vindo.

Os portais eram diretamente conectados via unidimensional a algum lugar no Acre, segundo a teoria da dupla fenda, transportando as exóticas criaturas selvagens de lá até Black Mesa. Por serem justamente selvagens e do Acre, começaram a destruir e matar qualquer um que aparecesse na frente deles. Isso incluía pãezinhos que faziam pessoas se transformarem em zumbis, cães de três patas com 200 olhos e neon nas costas, sujeitos estranhos, sujeitos muito estranhos e sujeitos extremamente estranhos. Gordon então se viu ao meio de uma horda de seres hostis, funcionários morrendo, um monte de coisa quebrada, e seu sanduíche de presunto guardado em um dos bolsos da sua roupa fashion, agora caído no chão inconsciente totalmente sujo pela poeira do lugar. Tudo, menos o sanduíche. Aquilo emputecera Gordon. Ele saiu correndo da câmara de deputados testes, pegou a primeira coisa que viu pela frente - um pé-de-cabra, usado pelos técnicos da manutenção para arrumar as máquinas com carinho, e prosseguiu pelos infindáveis corredores com alarmes soando, lâmpadas queimadas, cientistas-zumbis possuídos por headcrabs hostis murmurando, cientistas mortos, etc.

Ao caminhar por Black Mesa, Gordon teve a oportunidade única de ter acesso total a qualquer coisa de lá, além de poder matar (entendeu? Matar? MWAHAHAHAHAHA!) suas vontades mais primitivas, como acertar a cabeça de alguém com um pé-de-cabra, quebrar alguma porta ou caixa com um pé-de-cabra, acertar a cabeça de alguém com um pé-de-cabra, entre outros. Depois de andar um certo tempo caminhando, Gordon encontrou ao lado de um porteiro paraibano sem cabeça um revólver. Então, ele pegou ela, apenas passando por cima da dita cuja, e prosseguiu. Matando um pouco mais, chegou a uma área de açougue de Black Mesa, depois mais tubulações, mais aliens, e a uma área de armazenamento. Então, Gordon viu que o governo dos Estados Unidos do USA já sabia da merda feita e resolveu mandar sua força militar secreta especializada em casos emergenciais e de segurança nacional, da sua base localizada em Mordor. Dessa forma, Orcs também foram enviados para lá para abafar o caso - o que significa matar os aliens, e matar os trabalhadores de Black Mesa.


Como Gordon era um trabalhador de lá, ele também era um alvo. Quando um Orc viu ele e foi matá-lo, Gordon acertou um golpe de pé-de-cabra na nuca, matando-o. Ao verificar o que ele tinha, Gordon encontrou uma Shotgun e uma MP5. Mais a frente, ele usou ambas para matar alguns orcs, e pegar umas granadas. No calor da batalha, Gordon pensou alto:

Porque isto nada mais é do que um pãozinho alien. Que coisinha linda!

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Gordon, sobre sua paixão às armas, e sobre usá-las ativamente agora para salvar sua própria pele

Agora, achando armas soltas por qualquer lugar, tomando bala e injetando mais e mais morfina, Gordon tomava consciência de que era uma máquina realmente dura de matar. Qualquer coisa com gatilho ele sabia usar sem problemas, até mesmo armas experimentais como a Gauss ou a Gluon, após jogar mais de 8000 horas de Doom e Wolfenstein 3D, além das visitas aos artigos de armas da Wikipédia e do /k/ do 4chan. Com o passar das horas, matando sem parar, sem nem ter tempo para ir ao banheiro, ou comer/beber algo, ou até mesmo espirrar ou tirar alguma catota do nariz, ele foi fazendo seu caminho por Black Mesa, passando por alguns desafios de lógica...

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Gordon, lembrando que o fato de sobreviver naquele inferno por si só já era um desafio

Laboratórios Lambda

Tudo foi piorando, e um cientista em seus últimos momentos lhe disse que a única saída era andar até o Complexo de Laboratórios Lambda, antes habitado por nerds gordinhos fãs de Star Wars, que desenvolveram coisas como a roupa purpurinada de Gordon, ajustada perfeitamente ao seu corpo, agora com mais morfina e luxações do que sangue e músculos. Pergunta-se onde exatamente ele guardava armas como um RPG Launcher, um pé-de-cabra e uma shotgun...

A equipe de Black Mesa. Eli Vance é o primeiro cara da direita para a esquerda. Kleiner no momento da foto estava com disenteria.

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Gordon, xingando o cara que escreveu isso pelo sarcasmo e insinuação

Enfim, ele foi orientado ao Laboratório para matar mais enviados de Mordor, pegar mais armas, mais morfina, e lançar um foguete que bloquearia os portais, o que interromperia a vinda de mais aliens. E foi o que ele fez! Depois de cumprida a tarefa, pegou mais algumas armas, destruiu alguns tanques, e prosseguiu. Os aliens não davam trégua. O governo de Sauron resolveu mandar os Nazgûl (os cavaleiros negros que caçavam Frodo e o resto da Sociedade do Anel) para matar os Orcs, que não estavam dando conta, os Aliens, os cientistas e Freeman. Então, uma lâmpada iluminou sua mente.

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Gordon puto, resolvendo ir direto a Mordor para matar Sauron

Gordinho resolveu descansar um pouco ao achar um cientista sozinho no meio de um reservatório de lixo atômico que vazava. O contador Geiger da sua roupa chiava, e seu Relógio do Baú da Felicidade já o alertava que estava anoitecendo. Em um debate acalorado, o cientista disse que Gordon poderia ir a alguma sala de teletransporte no Complexo Lambda, que os cientistas que chegaram até lá estavam trabalhando para dar o fora de lá. Gordon saiu correndo, pulando caixas e matando orcs, indo até as salas de experimentos. O cientista morreu quando o lixo atômico chegou até ele.

Teletransporte para Mordor

Algum tempo depois, Gordon avistou uma entrada gigante para uma sala, com inúmeros Orcs e Uruk-hai no meio do caminho, e mais aparecendo. Gordon recarregou todas suas armas, e prosseguiu. Jogou três granadas, e começou disparar a sua shotgun, seguida pela Gluon, seguida pela MP5. O chão enchia-se de sangue esverdeado (ou catarro mesmo). Mais e mais apareciam. Já no meio da sala, um santista cientista apavorado mexia nos controles, para ativar qualquer portal, e sair dali. Mais Orcs apareciam. Quando ele finalmente ativou por três segundos, Freeman entrou nele. O portal sumiu e o cientista virou presunto.

A Gonarch, a mamãe Headcrab!

Agora, Black Mesa era passado para Gordon. Aquele lugar, que se tornara em um açougue no meio do deserto, foi esquecido. Mas agora ele estava em Xen Mordor, o que era pior ainda. O lugar onde ele estava era composto de várias ilhas flutuando no meio do nada. A gravidade de lá era mínima, e mais estranho ainda era o fato de haver ar por lá. Mas Gordon nem ligava para tal, já estava chapado demais pela morfina. Passou por uma Gonarch, que é a mãe dos headcrabs, por Nazgûls, por Orcs, pela Dercy, pelo Lindomar, e até mesmo pela sua sogra inexistente. E continuou de pé.

Cquote1.png Ah não! É impossível! O cara deveria já ter quebrado umas cinco vezes o pescoço! Cquote2.png
Você
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Gordon, sobre sua falta de inteligência, e pelo fato de você ser corno

Não obstante, Gordon sentia que quanto mais chegava perto de Sauron, mais hostil (isso era possível?) o ambiente ficava. Tentáculos gigantes queriam empalá-lo, headcrabs queriam transformá-lo em zumbi, e o Alexandre Frota queria sodomizá-lo. No entanto, apenas realmente temeu por sua vida quando se deparou com um grupo de petistas em fúria. Este foi o único momento em toda a sua vida em que teve medo de algo que não fosse sua mãe. Em uma habilidosíssima manobra, bradou à multidão furiosa com seu pé-de-cabra, mostrando que era um operário assalariado. Dessa forma, o levante petista passou por ele inócua. Mas isso era só o começo.

Além disso, aquele cara estranho continuava seguindo ele. Enfim, ele achara um portal. Ele entrou lá. Afinal de contas, ele já perdera tudo: seu sanduíche de queijo, sua gravata autografada, sua pantufa de hipopótamo. E então, ele chegava a uma caverna gigante, sem entrada nem saída, com Sauron lá dentro. Sauron era um cara estranho. Parecido com uma fusão de Alborghetti com Hebe Camargo, flutuava no ar, grunhia coisas ininteligíveis, possuía balas de caramelo ao redor de sua cara, e três pedaços de queijo suíço, iguaizinhos àqueles que causaram aquela merda toda em Black Mesa, grudados no teto.

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Gordon, raciocinando, que estava frente-a-frente com um inimigo de 30 metros de altura com poderes psíquicos, enquanto que ele estava armado

Gordon começou a atirar igual ele havia visto nos filmes do Rambo, em Sauron. Umas duas balas de caramelo sumiram, mas ele se aproximou de um pedaço de queijo e elas voltaram. Então, Gordon atirou num pedaço de queijo. Ele explodiu. Sim, porque os queijos de Mordor são realmente um estouro. Após isso, tudo ficou preto, e Gordon se viu com aquele cara engomadinho do governo. Com um sotaque alagoano, ele explicou que era um voyeur, e que tinha ficado admirado com o desempenho de Gordon, e que por isso gostaria de levá-lo para sua casa. Caso Gordon não quisesse, ele seria levado para assistir todos os programas do Faustão gravados até então. Ou seja, ele não teria escolha. Gordon aceitou ir com G - Man, e G-Man deu um pedala-robinho em Gordon, que caiu desacordado.

20 anos de hibernação

Gordon permaneceu desacordado no porão da casa de G-Man, o qual o cuidou com muito carinho. Todas as armas de Gordon foram retiradas e vendidas no Mercado Livre. A roupa dele foi lavada e secada. Um novo estoque de morfina fora instalado. G-Man fazia sopinha e dava na boca de Gordon, por todo este tempo. Neste meio tempo, o Império Intergaláctico dos Sith Combine chegava à Terra e derrotava todos os exércitos em menos de sete horas. Por isso, a guerra se chamou Guerra das Sete Horas. Wallace Breen, agora ex-Moderador Malvado de Black Mesa, mediou em nome da humanidade. Rendeu todo mundo, em troca do direito à vida. Os Combine aceitaram, e escravizaram os humanos, em algo parecido com a ditadura. G-Man não ligava, estava alegre em sua casinha de sapê com Gordon, em Maceió. Mas ele emputeceu quando resolveram destruir a casa para montar um quartel no lugar. Ele resolveu acordar a Bela Adormecida Gordon, e o mandar à luta, para destruir os Combine. E assim o fez.

O retorno

Gordon ainda estava meio zonzo, e só foi se tocar onde estava quando já embarcara há muito dentro de um trem até a City 17, onde era a atual Welthaupstadt Germania (A capital do mundo, segundo os nazistas. E seria Berlim.) dos Combine.

Gordon foi informado por Barney sobre a situação atual. Barney sabia de tudo por ser um espião infiltrado da Resistência, na Proteção Civil dos Combine. Ele soube, por exemplo, que Breen era apenas um pau-mandado dos Advisors dos Combine, que mais lembravam Jô Soareses 2.0 - ou seja, bolas enormes de pura gordura. Barney prosseguiu e disse que 20 anos atrás, um tempo após Gordon sumir de Black Mesa, a mesma estação explodiu, levando para os ares Orcs, aliens, humanos, Nazgûls e indecisos. Porém, os portais continuaram a aparecer em todo o planeta, matando muita gente, lotando os açougues ao redor do mundo. Tanto portal chamou a atenção dos Combine, um império intergaláctico malvadão com o objetivo de colonizar e escravizar a maior quantidade de planetas que eles encontrassem. Eles, que eram neonazistas (nota-se que eram skinheads por não ter nenhum tufo de cabelo, e serem assexuais), mandavam todas as ordens para Breen, que se comunicava com o povo por meio de telas gigantes distribuídas em vários lugares. Falava de coisas como a previsão do tempo para a semana que vem, como cuidar dos pés, como fazer um pastel de Headcrab, ou Headcrab com margarina, ou sobre as 712 maneiras de ser morto por um Combine. Breen ficava dentro da Cidadela (Citadel), que era o portal de comunicação para as outras bases deles em outros planetas. Além disso, era ela que mantinha uma Rede Broxa pelo mundo inteiro, o que significava que nenhum ser humano do sexo masculino poderia ficar de pau duro, nem rezando, nem usando uma combinação de Cafeína, Red Bull, catuaba, ginseng, guaraná, Cialis e Viagra. Assim, nada de uma nova geração de filhos, e a humanidade estava fadada ao beleléu. Gordon ouvira tudo isso calado e no final apenas fez uma pergunta:

Cuidado, os Combine estão por todo lugar.

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Gordon

Uma lágrima escorreu pelo rosto de Barney, o qual balançou afirmativamente a cabeça. Gordon iria para mais uma luta.

Black Mesa East

Gordon foi levado até a base da Resistência de Black Mesa East, como uma forma de puxar o saco homenagear a original, que foi pelos ares há muito tempo, e cujos sobreviventes agora faziam parte da Resistência, ocupados escrevendo fanfics e artigos para a Desciclopédia. Em outro discurso acalorado que só Gordon sabia fazer, ele incitou a Resistência a atacar em massa os Combines, pela liberdade. Dona Josefa, cozinheira da base, argumentou:

Cquote1.png Peraê, ocê quer que o povo aqui morra é? Tu num si lembra que us exérseto tudo morreu na Guerra das Çeti Oras, e agora acha que a genti há di vivê, lutando com estilingues e folha nova de papel çulfito? Cquote2.png
Dona Josefa
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Gordon, lembrando que na Guerra das Sete Horas, ele não havia lutado

Um coro de aplausos estendeu-se por quinze minutos.

O Levante

O pessoal da Resistência já tinha tudo ajeitado; haviam se armado com o que podiam. De bolinhas de gude a lança-foguetes, de alfinetes a socos-ingleses, de pistolas a rifles de precisão. Quando o pessoal ia sair, os Combine chegaram em peso. Algum cagueta havia aberto o bico que Freeman havia voltado, para o lado da Resistência. Então, Breen, num lampejo de inspiração a là Adolfinho, enviara 15% da Elite, do Exército, dos Guardas Mirins, dos Escoteiros e da Ala das Baianas dos Combine. Foi uma batalha sangrenta, a qual a Resistência havia vencido, apesar de boa parte da base ter se transformado em pó. Aquela vitória - a primeira, depois de 20 anos (por isso, a Resistência foi apelidada carinhosamente de Rubinho) - fez com que os ânimos se erguessem mais. Todos foram para as ruas de City 17 (ou para a Fábrica de Salsichas Breen - conhecida como Nova Prospekt) para atacar. A população oprimida também foi à luta. Em dois dias, a cidade se transformara em uma zona de guerra. Freeman, sozinho, também lutava, matando os soldadinhos de chumbo de Breen. Ele estava revigorado com sua roupinha nova, recosturada pelo Eli Vance, pela Gravity Gun, ganhada dentro de um Ovo de Páscoa Trakinas, a filha do Eli, a Alyx, uma adolescente com tudo em cima, e um estoque novíssimo de morfina. Três dias depois, a batalha continuava. Breen sabia que Gordon estava acabando com seu estoque de soldados, batendo os recordes do AAA até então. Por isso, ele mandava mais e mais Combines para tentar arrancar a pele de Freeman, sem sucesso. A coisa foi evoluindo até ele chegar às portas da Cidadela e entrar pela saída de emergência. Breen nem sabia que ele estava lá dentro. Apenas foi saber quando Gordon jogou uma bombinha no reator de energia só para sacanear, que acabou desestabilizando. Em questão de tempo, toda a City 17 ia virar patê.

Cquote1.png Gordon, pra se dar bem com minha filha tem que cuidar da sua aparência. Lamba os dedos e passe nas sobrancelhas, assim... Cquote2.png
Eli Vance

Naquele momento, o Quartel-General das Forças Armadas dos Combine já fora dominado. Breen, ao sentir os tremores e os alertas, fugiu. Gordon fez uma gambiarra nos cabos de comunicação, enquanto Alyx testava. Agora, as telas em toda a cidade mostrava a cara do Tiozão Doutor Kleiner, que sobreviveu ao ataque de Black Mesa com uma calculadora HP e um supositório. Kleiner mandava todos correrem pra caralho, porque a Citadel em breve iria explodir, levando toda a cidade consigo. Gordon também teria que fugir de lá, mas o problema é que Alyx estava trancado no banheiro feminino, por conta de uma cólica menstrual. Ele foi obrigado a esperar. Foi na varanda e observou a Resistência batendo em retirada, e os Combine matavam quem ficava para trás, na rua, já que seus campos de concentração foram destruídos um dia antes. Então, quando Alyx saíra do banheiro do 347º andar da Cidadela, os 3 últimos andares caíram em direção ao chão. Pedaços do tamanho de um ônibus caia nos bares, igrejas, bares, lanchonetes, bares, funerárias, bares e açougues nos quarteirões adjacentes. Os elevadores estavam sem energia, e eles tinham 347 andares para descer na escada de emergência.

Cquote1.png ... Ffffuuuuuuuuuuuuuu.jpg Cquote2.png
Gordon, ao perceber isso

Dois andares depois, uma explosão maior. O reator RBMK-1000, cuja fabricação é da mesma empresa soviética que montou Chernobyl, explodiu. Tudo escureceu.

A Fuga

Antes que eles fossem desintegrados, G - Man se lembrou que havia se esquecido de alguém - Gordon - e foi lá salvar o infeliz nosso herói. G-Man parou o tempo e subiu 345 andares, e tirou Gordinho de lá. Mas deixou Alyx lá, só para sacanear. Então, os Orcs, que, após a morte de Sauron, haviam saído do armário assumindo a identidade de Vortigaunts, descendentes de Blanka, e agora eram aliados da Resistência como agradecimento da liberdade, também pararam o tempo e foram resgatar Alyx. Só para sacanear, deram um chá de cueca no G-Man e resgataram Gordon também. G - Man fez birra, mas não funcionou.

Esta imagem não tem absolutamente nada a ver com este artigo.

Eles percebem que ainda tem muita gente na cidade, e por isso, logo depois de acordar, voltam pra Citadel pra tentar estabilizar a central de energia. Se ela explodisse, toda a cidade teria o mesmo destino de Black Mesa. Com outra gambiarra, conseguiram dar um jeito, mas eles sabiam que em menos de uma hora teriam que sair de lá correndo pra caralho. Foram até o terminal de ônibus, mas o ônibus que estava estacionado estava lotado. Foram pegar outro. Enquanto isso, receberam no celular um torpedo da Dra. Judith Mossman dizendo que ela estava numa cilada na Suécia, com um ataque dos Combine em um navio. Saíram do perímetro urbano em outro ônibus exatamente quando a Citadel explodiu, mandando um sinal de fumaça para o planeta natal deles. Tudo escureceu novamente.

White Forest

Como o ônibus foi ferrado na explosão da cidade, ele teve que pegar carona em um pau-de-arara, em direção à outra base da Resistência, de White Forest. No caminho, Alyx levou uma cabeçada de algum Combine careca. Na base, Gordon descobriu que estavam trabalhando em um monte de foguete, para ver se conseguiriam atrair mais atenção para sua causa do que a Festa de São João do Combine. Bom, prosseguindo... Alyx chegou lá nas últimas, e os Vortigaunts resolveram fazer um ritual de macumba para reanimá-la. Para tal, precisavam de uma galinha preta. Mas na base não tinha nenhuma galinha preta. Então, Gordon foi pegar a maldita. Para tal, ele quebrou duas vezes o nariz e sofreu dezessete tombos, mas ele tinha morfina ainda no seu uniforme! Então, ele entregou a galinha preta, e fizeram o trabalho em Alyx, que depois o acompanhou em uma excursão pro navio ASL Borealis, ao qual Judith estava lá para pesquisar o que daria um cruzamento de um pinguim com um headcrab. Gordon foi lá com Alyx, não só para ajudar a infeliz, mas também para destruir algo muito terrível dentro da Borealis: um estoque de <span title="MWAHAHAHAHAHA! Você não vai descobrir desta vez!" style="color:#666666;background-color:black;padding:1px">MWAHAHAHAHAHA! Você não vai descobrir desta vez!</span>. Gordon, ao ver a encomenda, pensou em tudo que havia visto até então, e apenas disse quatro palavras:

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Gordon

A Galeria da Alegria

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Gordon suas fotos

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