Grande Sertão: Veredas

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Mais um Livro de Miséria no Sertão
Grandes Viadage no Sertão Veredas.png
Capa do livro
Autor Guimarães Rosa
País Bandeira do Brasil Brasil
Gênero Bromance
Editora Livraria José LimpaPica Editora
Lançamento 1956


Grande Sertão: Veredas é aquele clássico da chatíssima literatura brasileira, livro criado por Guimarães Rosa em 1956 e utilizado até hoje como método de tortura por parte de professores de português para com alunos indefesos que nada fizeram mal a ele, mas que são obrigados a perderem horas de suas vidas para ler essa bela porcaria enfadonha. Apesar do livro ser extremamente chato e de falar o que todo mundo já sabe desde Os Sertões e Vidas Secas: que o sertão é um lugar fodido. Grande Sertão insiste na temática e continua falando sobre a vida de merda na merda no sertão, e a única diferença é que ao invés de acontecer no Nordeste, acontece no norte de Minas Gerais, como se isso fosse criar alguma identidade nacional, ou sei lá o que os modernistas pensavam. Foi adaptado como filme, repaginado para um contexto do século XXI, como O Segredo de Brokeback Mountain.

O livro é totalmente escrito em analfabetês, de modo a tornar a leitura extremamente difícil para pessoas letradas, pois a todo momento nos deparamos com léxicos inventados e construções verbais incorretas. Tem quem ache isso genial, e vai ver por isso o sistema educacional brasileiro se esforça tanto em formar apenas analfabetos.

Enredo[editar]

Apesar do nome, não se passa necessariamente no Parque Nacional Grande Sertão Veredas, mas sim na caatinga do interior mais fodido do norte de Minas Gerais (o que o autor considera um "mundo", apesar de não ser), onde acompanhamos a história de um romance homossexual não assumido entre dois jagunços, Riobaldo e Diadorim, que ficam só na broderagem, sem nunca ultrapassar a linha da sacanagem, e ficando o livro inteiro nesse chove-não-molha, terminando com um final decepcionante sem nenhum beijo gay.

Riobaldo conta sua história para um homem chamado "Senhor", que na verdade é você, e contando sua trajetória conhecemos todos os personagens icônicos da história, como o fazendeiro pedófilo Selorico Mendes que tentou pegar Riobaldo durante sua infância, o chefe de um grupo de viados não assumidos chamado Joca Ramiro e seu rival um deputado homofóbico chamado Zé Bebelo, numa trama onde todo mundo odeia todo mundo, como numa tentativa frustrada de criar uma espécie de faroeste brasileiro.

Quando Riobaldo conhece Reinaldo, cujo apelido carinhoso é Diadorim, é quando a merda realmente começa a acontecer, porque inconformados com o bromance que os dois personagens começam, uma rede de ódio e intrigas se espalha por todo sertão até eclodir na Primeira Guerra Jagunça, onde Zé Bebelo termina capturado e sofre um terrível julgamento: Passou a ser obrigado a viver em Goiás pelo resto de sua vida. Chocados com uma condenação tão cruel, Joca Ramiro é traído pelos dois antigos parceiros e termina morto por Hermógenes e Ricardão.

Começa então a Segunda Guerra Jagunça para vingar Joca Ramiro, uma vingança da vingança e depois uma Vingança da vingança da vingança, incluindo cercos, mais matança e muitos pactos com o capeta, inclusive um feito por Riobaldo, que se torna um filho da puta. No final Diadorim não resiste a uma orgia com Hermógenes e morre de sangramento anal, deixando seu amante Riobaldo sem nunca ter sequer chupado uma rola, nem de leve.

Apesar de tanta merda, Riobaldo tem seu anticlimático final feliz, casando-se com Otacília e tendo sua fazenda. Algo que nunca aconteceria numa vida real.

Papel no modernismo[editar]

Grande Sertão:Veredas foi considerado um grande marco do modernismo brasileiro, porque não se trata de um livro com uma narrativa comum compreensível para pessoas letradas. Parece que na época havia esse movimento de massagem de ego onde a grande modinha eram livros cheios de complicações desnecessárias em linhas temporais bagunçadas, tudo para criar uma aura de "intelectualidade" em torno do livro. O narrador é Riobaldo falando com o leitor, chamando-te de "Senhor", "Moço" ou "Doutor", uma típica firula modernista que mais atrapalha do que ajuda entender a leitura. Apesar de tudo, é ainda assim considerado um clássico, mesmo que repleto de várias e várias baboseiras que beiram o clichê, como frases feitas do tipo "o sertão é um mundo".

Agora o que sem sombra de dúvidas chama a atenção e o que definitivamente torna Grande Sertão um livro icônico é o fato de ser aquela obra que, considerada por muitos especialistas, é o primeiro bromance da história da literatura brasileira. Uma relação de broderagem entre Riobaldo e Diadorim que é capaz de emocionar até o mais cabra macho nordestino.