Greed Island

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Aqui vemos três noobs chegando ao local do jogo.

Greed Island, a "Ilha da Ganância", é um jogo inofensivo (porém quase mortal devido aos jogadores serem, em sua maioria, FDPs) do anime Hunter x Hunter e que roda em um Polystation sem precisar de controles porque, afinal de contas, só serve pra fazer o teletransporte mesmo.

Detalhes técnicos[editar]

Por conta da complexidade do código, da fluidez e por se passar no mundo real do anime (personagens burros discordarão disso), o jogo muito provavelmente foi programado em C e Assembly, e testado na ilha de Lost. Quando o processador Intel Pentium Dual Core usado nos testes pifou, duas irmãs gêmeas que até então só estavam estagiando e mexiam com ninguém foram literalmente enfiadas nos circuitos, amarradas no mainframe pelos pés. Hoje, uma delas é a porteira responsável pela entrada e a outra é pela saída dos jogadores.

Os desenvolvedores que restaram tiveram a ideia para o nome misturando as iniciais de seus nomes até sair algo que prestasse, sendo que um deles teve até o nome alterado contra a própria vontade, coitado... Caso você não tenha entendido direito, o "G" de Greed na verdade é o "G" de Ging Freecss, o programador-chefe da bagaça toda, que obviamente falhou nessa clara tentativa de dar um fim no próprio filho.

Como jogar[editar]

Antes de jogar esse negócio, é preciso lembrar que o custo dele chega à casa dos bilhões; portanto, não é qualquer marmanjo que consegue adquirir (ou mesmo chegar perto) de uma cópia, a qual é vendida com o console inquebrável e geralmente é leiloada ou roubada.

Segundamente, todo aquele que for doido o suficiente e decida arriscar sua vida jogando tem que enfiar o dedo no anel antes de começar, preparar o Memory Card e ser capaz de usar algum Nen, Ki ou outro desses poderzinhos esdrúxulos já manjados, sendo então imediatamente arrancado do lugar onde teve acesso para uma ilha localizada no fim do mundo. Alguns dos poucos que sobreviveram ao jogo afirmam ser uma experiência melhor que crack.

E é hora... do duelo![editar]

Como tudo nesse jogo pode virar carta, desde uma simples pedra até o peido de um jogador, para zerar o jogo é preciso ter a paciência, a ousadia e a sorte de coletar um monte delas (mais precisamente as que são realmente importantes, numeradas de 001 a 666, aliás, 099). As cartas possuem níveis de dificuldade de obtenção, que coincidem com o valor do que é representado, sendo o nível SS o pior de se conseguir e H o nível mais bosta possível. Após obter todas em seu livro, o jogador ainda recebe a 000, chamada "Bênção de Temer", pra fechar as cem e terminar bonito, com direito a fogos de artifício misturados com fogos de festa junina e prostitutas. Não bastasse isso, ele pode escolher três delas para levar consigo ao sair dessa desgraceira.

Regras[editar]

Gon e sua cara padrão de quem entendeu tudo. A imagem não deixa isso claro, porém o cérebro dele deu aquela fritada básica após a explanação.

A seguir, uma compilação das regras escritas e não escritas.

  • Um jogador pode matar outro jogador. Mas é preferível obrigá-lo a entregar as cartas antes de fazer isso.
  • Um jogador pode estudar falando "Book".
  • Um jogador pode transformar uma carta em item falando "Gain". O item não poderá voltar a ser uma carta. Ou seja: perdeu prêibói.
  • Uma carta que não for inserida em um livro dentro de um minuto vira um item.
  • A fim de evitar o excesso de canalhice, toda carta possui limite de transformações.
  • Um jogador pode contatar outros jogadores, abrindo seu livro e acessando o Facebook.
  • O dinheiro do jogo também é Jenny, porém os NPCs o aceitam somente no formato de carta.