Gregg the Grim Reaper

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Gregg, o Ceifeiro é um esqueleto do Clash Royale revivido pela necromancia da Bruxa de Blair que faz cosplay de Dona Morte nas horas vagas. Apesar de não possuir grandes atributos físicos, sendo um frango magrelo que não guentaria nem 10 minutos de porrada com o Professor Gilmar, Gregg possui uma magia considerável, conseguindo abrir e atravessar livremente o portal que liga o mundo de Conker ao inferno.

Aparições[editar]

Não o chame de tampinha, ou ele pode abrir um buraco no chão e invocar um monte de correntes que vão te prender e levar direto pro nono círculo do inferno.

Gregório só aparece quando o Conker morre, em outras palavras, ou ele pode aparecer mais do que o próprio protagonista, ou pode nem aparecer, vai depender do quão viciado é o cara que tá com o controle na mão.

Se Conker morrer, ele vai parar num porão escuro, onde é drogado com clorofórmio, amarrado, estuprado, tem dois dentes arrancados com um alicate e é julgado por Gregg, que decide se o esquilo vai morrer mesmo ou vai voltar pro plano terreno. A decisão dele vai depender do quanto de vodka você oferece, assim como a qualidade. Oferecer Balalaika é morte instantânea e penitência eterna.

Por ter voz meio afeminada e fraca, Gregg fala com pessoas que estão do seu lado através de um alto-falante de dez carazilhões de decibéis, que fazem sua voz ficar quase no mesmo volume que a do Augusto Lima, assim intimidando seus "clientes". Ele usa esta tática com Conker, e como o esquilo tava de ressaca quando ouviu isso, aceitou todos os termos de ressurreição propostos pelo ceifeiro apenas pra ele parar de falar, nem lendo as letras miúdas do contrato, que diziam que ele seria para todo o sempre um servo de Satã obrigado a tocar o caos no mundo diariamente. Mas como Conker sempre fez isso mesmo, só que informalmente, nem faria muita diferença mesmo.

Já achou o nome, fodeu, a não ser que você esteja em um jogo de plataforma, aí as chances são eternas.

Nas letras miúdas do contrato de ressurreição entre Conker e Gregg, também constava que a primeira revivida seria de grátis, porém as próximas iriam custar caudas de esquilo, pois o ceifeiro precisava de amuletos da sorte pra pendurar na janela do carro. Apesar disso ser difícil pra porra de achar, quase tão difícil quanto a peça que você queria, o contrato era eterno.

Retorno[editar]

No final de sua jornada, Conker chega na Somália, terra natal de Gregg, um lugar estranho com cheiro de morte onde os principais esportes são a matança desenfreada e o tiro ao alvo usando a cabeça de indigentes como alvos.

Conker reencontra seu velho amigo na lagoa de sangue, pescando almas de peixes pra jogar no inferno, só por diversão. Não querendo ser mal educado, ele vai cumprimentar o conhecido, perguntando as novidades e como ia a morte.

Papo vai, papo vem, e Gregg explica o funcionamento de sua terra, que tentar sobreviver lá só com uma frigideira é assinar atestado de burrice, e que ele deveria portar algo decente para proteger-se, como uma AK-47 full carregada. Por um preço nada camarada, na verdade bem superfaturado, Gregg vende uma dessas para o esquilo, que agora tem alguma chance de não morrer naquelas terras.

Para fechar sua figuração no jogo com chave de merda, Gregg diz que os zumbis que por ali andavam só morriam com headshots, como se ninguém soubesse disso.

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