Guarani (Ópera)

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png Você quis dizer: Musiquinha chata que toca no início de A voz do Brasil Cquote2.png
Google sobre Guarani (Ópera)
Cquote1.png Esta não é a moeda do Paraguai, seu idiota! Cquote2.png
Desciclopédia sobre O Guarani
Cquote1.png Guaraná? Cquote2.png
Velha Surda sobre O Guarani
Cquote1.png Você é do movimento romântico, véio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre O Guarani
Cquote1.png Em Brasília, 19 horas Cquote2.png
Voz do Brasil sobre O Guarani
Cquote1.png WTF?? Cquote2.png
Will Smith sobre comentário acima
Cquote1.png O Guarani não um romance chato do inferno escrito pelo ex-vice-presidente que morreu? Cquote2.png
estudante brasileiro sobre O Guarani
Cquote1.png Na União Soviética, O Guarani é Tchaikovsky Cquote2.png
Reversal Russa sobre O Guarani
Cquote1.png Aprendeu com o mestre. Cquote2.png
Giuseppe Verdi sobre Carlos Gomes, compositor de O Guarani
Cquote1.png Va all'inferno! Cquote2.png
Carlos Gomes sobre o cometário de Verdi
Cquote1.png Sabia que a música da Voz do Brasil é uma abertura de Ópera?! Cquote2.png
estudante nerd sobre O Guarani
Cquote1.png Sabe onde Peri devia enfiar a Palmeira? Cquote2.png
colega mala do estudante nerd
Cquote1.png A ópera não tem a cena da Palmeira, seu burro! Cquote2.png
Estudante nerd nerdando sobre a ignorância do colega
Cquote1.png Para adoçar a vida, açúcar Guarani. Cquote2.png
Patrocinador de A Voz do Brasil
Cquote1.png Valendo 1 milhão de reais: quem compôs o Guarani? Cquote2.png
Sílvio Santos
Cquote1.png Villa-Lobos? Cquote2.png
universitário sobre Pergunta acima
Cquote1.png Não fui eu, então não interessa Cquote2.png
Paulo Coelho sobre Pergunta acima
Cquote1.png Foi a p... que te pariu! Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre Pergunta acima
Cquote1.png Exaltassamba? Cquote2.png
Carla Perez sobre Pergunta acima
Cquote1.png Madness? THIS IS SPARTAAAAAAAAA! Cquote2.png
Leônidas sobre Cena do Cacique na ópera O Guarani
Cquote1.png Meu pai! Cquote2.png
Machadinha de Assis
Cquote1.png Ele musicou meu romance para a ópera, mas fui eu quem comi o D. Pedro II! Cquote2.png
José de Alencar sobre Carlos Gomes
Cquote1.png O nosso melhor cliente ouve essa música todo dia às 19 horas! Cquote2.png
Dono do puteiro sobre O Guarani

Um guarani tocando o Guarani e a piada foi essa

Il Guarany, peça que narra a história de um índio goitacá espadaúdo que queria enfiar a palmeira na filhinha do fidalgo branquelo, mas teve a cena proibida pela censura da época, foi o maior sucesso operístico depois de Exaltassamba, É o Tchan e Vou não, quero não, posso não, minha mulher não deixa não. Estreou no Teatro Alla Scala de Milão, após seu autor ter sido exilado pela ditadura de Getúlio Vargas, durante o Estado Novo, em virtude da reprodução, para a ópera, da cena do romance libertino homônimo de autoria do ex-ex-vice-Presidente José de Alencar, que Deus o tenha! A famosa cena da Palmeira do índio Peri, que deveria ser introduzida próxima ao períneo da heroína Ceci, no final da peça, escandalizou a censura da Ditadura Vargas. A ópera estreou na Itália com grande sucesso, para o delírio do público, que contou com a presença de Cicciolina, Dercy Gonçalves, Oscar Niemeyer e Giuseppe Verdi. Diante do estrondoso sucesso, Getúlio não só autorizou a encenação da ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, como também fez da Protofonia de abertura da encenação o tema do Programa de Rádio A voz do Brasil. Para a versão brasileira, Carlos Gomes contratou Herbert Richards, que retirou a cena imprópria para o gosto do público tupiniquim. As estreias mundial e nacional tiveram direção musical de Carlos Gomes, direção cênica de Gerald Thomas, edição de Edward Mãos-de-Tesoura, cenários de Joãozinho Trinta, figurinos da dupla Clóvis Bornai e Clodovil, e defeitos especiais de Hans Doner. No palco, os ainda magros Luciano Pavarotti e Montsserat Caballé viveram o apaixonado casal Peri e Ceci, apesar dos protestos dos figurinistas que queriam eles mesmos fazer os protagonistas. Em 1962, a peça estreou na nova capital, em Brasília, às 19 horas, inaugurando o Teatro Nacional Rodrigo Santoro Lindo!, para a alegria do arquiteto, que pode assitir à sua milionésima encenação.

O compositor[editar]

Figura polêmica e notória da MPB, Carlos Gomes era um frustrado: não era bastante músico para fazer uma ópera, nem bastante italiano para fazer sucesso. Nasceu em Campinas, São Paulo, curtia Sandy e Júnior e passou pra música na Unicamp... aí já viu: levou uns pegas no Campus, mas o cara era de Pelotas e, então, para não ter mais que aguentar a peste, se mudou. Começou a frequentar o conservatório de música de Paris Hilton, onde se apaixonou pela Edith Piaff e pela Carla Bruni. Com o passar dos anos, passou a ter problemas com sua sexualidade. Muitos são os relatos de casos bi, tetra e pan-sexuais com músicos famosos, como Giacomo Puccini, e com literatos renomados, como Machado de Assis e o ex-ex-vice-Presidente José de Alencar, este último, autor do romance "O Guarani", inspirou Carlos Gomes a compor sua mais famosa Ópera. Amante do futebol e dos vestiários, fundou um importante time de futebol em sua cidade natal.

Grandes Obras[editar]

  1. Tôôôsca - plágio muito mal feito de uma ópera de Puccini
  2. Por trás de Marimbondos de Fogo, a picadura que queima - versão operística da vida de José Sarney.
  3. Memorial de Lula - baseado em obra homônima de Machado de Assis
  4. O Escarro - drama lírico baseado em poemas de Augusto dos Anjos
  5. O Guarani - Ópera baile em quatro atos, baseada no romance homõnimo do ex-ex-vice-Presidente José de Alencar.


Curiosidades[editar]

  1. Carlos Gomes adquiriu de Machado de assis uma tara particular por masturbar macacos. Após isso, vendeu a esposa para Puccini, teve um caso com a Cicciolina e passou cinco anos de sua vida andarilho em Portugal, recitando poemas de Bocage. Este episódio rendeu o início da composição de "Boca de Ouro", com libreto de Nelson Rodrigues, mas a ópera ficou inacabada.