Guerra de Secessão de 2014-2015

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Este artigo é relacionado à história.

Ele conta o que aconteceu desde a pré-história até os tempos quase atuais.

Hitler e Alien.jpg


Histórico[editar]

Simulação de como ficaria o Brasil depois da partilha.

A origem da Guerra de Secessão foi a Eleição Presidencial de 2014. Tudo bem que, antes das eleições, os candidatos sempre jogam sujeira uns nos outros. Mas, nessa eleição, a guerra suja foi levada a um patamar nunca antes visto na História desse país.

Dilma Rousseff e Aécio Neves tinham vastos reservatórios de munição para o confronto, assim como couraças bem fortes para resistir aos ataques adversários. A desafiante Marina Silva achou que estava fazendo política na Suíça e quis falar bonito. Acabou recebendo uma avalanche da candidata oficial.

No segundo turno das Eleições de 2014, Dilma vence por um voto de diferença (sacanagem, se a eleição terminasse empatada, a velhaca da Dilma tinha levado do mesmo jeito).

O conflito[editar]

Participantes dos protestos pedindo a separação do Brasil e a volta da Ditadura.

Revoltado com a derrota nas Eleições de 2014, o lado tucano da Força declarou guerra ao lado petista da Força. Organizou uma série de protestos por todo o país, pedindo desde a anulação das Eleições de 2014 até uma intervenção dos EUA e um novo golpe militar. Para combater os rebeldes, Dilma pediu a Cuba o envio de tropas, complementando-as com os jagunços recrutados entre os coronéis do Norte e Nordeste. Muitos beneficiários do Bolsa Família alistaram-se nessa Guerra Santa voluntariamente, temendo a perda da mesada.

O lado tucano, por sua vez, não possuía um exército regular. Porém, as empresas fornecedoras de substâncias alucinógenas ofereceram suas tropas, com seu armamento de última geração, além de obrigarem bandidos a se alistar no Exército Tucano, ficando na linha de frente.

Inicialmente, o lado petista obteve sucessivas vitórias, chegando às portas de cidades importantes como Belo Horizonte e Brasília. Porém, com o avanço das tropas privadas, que se uniram ao lado tucano da Força, este foi retomando o controle da situação.

Com o Carnaval, o conflito subitamente cessou. Afinal, quem quer saber de lutar enquanto o Carnaval corre solto? Como a guerra já tinha virado piada, os lados tucano e petista celebraram um armistício, cada qual ficando com os Estados em que receberam o maior apoio.

A divisão[editar]

Brasil do Norte[editar]

Líderes e apoiadores da República Bolivariana do Brasil do Norte

Composto por 13 Estados do Norte e Nordeste do antigo Brasil, tem sua capital em Garanhuns, lugar onde, segundo os habitantes do Brasil do Norte, D*us nasceu. O uso do asterisco não tem explicação conhecida.

O sistema de governo adotado no Brasil do Norte é uma mistura de teocracia imperial com coronelismo.

A economia deste lugar praticamente inexiste, uma vez que o grosso do dinheiro que circulava no Brasil do Norte era proveniente do Bolsa-Família, que era pago pelo Brasil do Sul. Lá também não há agronegócio, nem petróleo. Especula-se de que os nortistas sobrevivam com a exportação de madeira de lei da Floresta Amazônica, de derivados da carnaúba, oriunda do Maranhão, fabricação e venda de drogas, cujos principais compradores se localizam no Brasil do Sul, escravas sexuais e de rendimentos obtidos através do Carnaval de Salvador e do eixo Recife-Olinda.

Para o Ministério da Educação, foi chamada a Sandra Leite Teixeira.

Brasil do Sul[editar]

Ditador do Reino Capitalista e Aristocrático do Brasil do Sul

O Brasil do Sul, com capital em Cláudio, é composto pelos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do antigo Brasil, além do Estado de Rondônia.

O sistema de governo do Brasil do Sul é feudal-aristocrático, com castas sociais rigidamente definidas. Somente os indivíduos de casta média para cima são autorizados a votar, sendo que o peso do voto é proporcional à renda. A candidatura a cargos eletivos é permitida somente aos ricos. Eles são governados pela Casta Suprema dos Militares Honrados, cujo presidente é Jair Bolsonaro, que impôs toque de recolher às 8 da noite e a pena de morte para qualquer um que se opusesse ao regime.

Como o Brasil do Sul deixou de pagar o Bolsa-Família para o Brasil do Norte, era de se esperar que os indicadores econômicos melhorassem (só que não). O dinheiro do agronegócio vai para as empresas estrangeiras produtoras de sementes e fertilizantes e o dinheiro das indústrias vai para as suas matrizes.

Territórios em disputa[editar]

Roraima[editar]

Esses são valentes! Embora espremidos entre o Brasil do Norte e a Venezuela, ficaram do lado tucano da Força. Diante de tamanha insolência, D*us e Dilma incitaram o companheiro venezuelano contra tamanha afronta. Este, por sua vez, enviou todo o seu exército, jurando esmagar "esses roraimenses ingratos".

Só que, pouco depois de atravessar a fronteira, o exército venezuelano parou por falta de combustível. Inicialmente, os combatentes roraimenses, que estavam escondidos em meio à densa selva, pensaram tratar-se de algum embuste. Porém, quando se deram conta do que realmente ocorrera, avançaram com toda a fúria sobre os invasores.

O exército venezuelano, que também estava sem munição, nada pôde fazer contra os roraimenses, acostumados a matar onças à unha, e a comê-las ainda vivas. Por fim, as tropas roraimenses avançaram até Caracas, capturando seu presidente e suspendendo-o em praça pública.

Todavia, a República de Roraima não quis anexar a Venezuela, dado que isso implicaria o dispêndio de vastos recursos para a reconstrução desse lugar.

Pernambuco Oriental[editar]

É formado pela parte litorânea do antigo Estado de Pernambuco. Os governantes pernambucano-orientais deram uma banana para o lado petista. E olhem que estavam às portas da Terra Santa do Brasil do Norte. Entretanto, também não eram muito afeitos ao lado tucano.

Diante do ódio de D*us e da profetisa Dilma, e sem o apoio do Brasil do Sul, os pernambucano-orientais tiveram que invocar a Anti-Força para afastar as tropas norte-brasileiras.

Bandeira do Reino Independente e Sustentável do Acre.

Levando-se em conta que os pernambucano-orientais já haviam posto os holandeses para correr, não seria difícil supor que também o fariam com os maconheiros locais.

Acre[editar]

O Acre está imprensado entre o Brasil do Norte e a República Cocaleira da Bolívia. Embora estivesse afim de unir-se ao Brasil do Sul, nenhum dos lados deu muita atenção.

Deste modo, foi formado o Reino Independente e Sustentável do Acre, sem maiores confrontos, governado pela imperatriz Marina Silva, que começou a pôr em prática as suas idéias utópico-ambientais, impondo à população o modo de vida vegano, abolindo o uso de carros à gasolina, tornando obrigatório o uso de bicicletas, e obrigando todas as mulheres locais a adotarem o mesmo visual sustentável de sua líder, tendo que usar coques apertados, colares de sementes da Amazônia e saias longas.

Além disso, Marina impôs como religião oficial o Evangelho Veganista, obrigando todos os acreanos a aceitarem Jesus Vegano, senão, serão mandados para a Gulag amazônica, uma região dominada por índios Tuschifude-ô, que segundo boatos, seriam canibais.

Ver também[editar]