Herbert George Wells

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Herbert George Wells (13 de Agosto de 1946 - 21 de setembro de 1866) foi um terrorista, professor de retórica e astrônomo amador grande amigo do Narrador da Sessão da Tarde, ganhou a vida fazendo teorias científicas, que de tão baratas, acabaram se tornando famosos livros "best-seller"s e posteriormente filmes de ficção científica. Quando podia, Wells ainda fazia propaganda ao socialismo, e junto de Julio Verne, seu amigo, inventou a ficção científica.

Biografia[editar]

Cquote1.png Eu sei fazer a pose do Oscar Wilde Cquote2.png
H. G. Wells ao receber o prêmio da academia de letras inglesa

Nasceu na Inglaterra e desde cedo Wells já era familiarizado com a cultura "gentleman". Era um mauricinho e sempre teve tempo de sobra para escrever sobre nada e ter dinheiro para almoçar.

Juventude[editar]

A infância de Wells nunca teve nada muito extraordinário. Ele foi sempre aquele garoto esquisitão da turma que era zoado por todos e nunca conseguiu namorar.

Apesar de todas as dificuldades na vida social, Wells nunca se traumatizou, e sempre levou tudo na esportiva. Começou a estudar astronomia e astrologia, a modinha da época, e começou a ter alucinações vendo ovnis por toda parte e cidades em Marte. A sua vida mudou completamente quando foi raptado por alienígenas que fizeram em Wells inúmeros experimentos. Nunca mais Wells parou de olhar para os céus.

Professor[editar]

Cquote1.png Comunista de verdade tem que ter o bigode bem feito! Cquote2.png
H. G. Wells

Assim que se formou, se tornou professor, a única profissão existente na Inglaterra, além de roqueiro e guardas da rainha.

As aulas de Wells eram as mais divertidas da universidade, Wells ministrava as disciplinas de Teoria da Conspiração Alienígena, Socialismo Soviético Aplicado às Ciências Humanas e Ficção da Biologia.

H. G. Wells já na vida pessoal demonstrou ser um velho pervertido. Primeiramente casou-se com sua prima para depois cometer adultério tendo um caso com uma de suas estudantes. Arrependeu-se de ter se casado e se separou da prima. Aproveitou a sua fortuna e os anos seguintes para ter casos com várias mulheres excêntricas (e alguns meninos também). Teve filhos e filhas pelo mundo todo, mas não deixou herança para nenhum, já que Wells jamais reconheceu a paternidade deles. Certa vez, Wells deu uma grande desculpa esfarrapada quando perguntado em relação às suas tendências traíras, Wells comentou em famosa frase: "É que eu tenho tendência a amar demais todas as pessoas!".

Escritor[editar]

H. G. Wells tentando ter ideia para escrever mais besteira.

Insatisfeito com os salários de professor, Wells decidiu virar cientista, e passava meses escrevendo para a Superinteressante que fazia questão de estampar com destaque suas teorias. Já em outras áreas renomadas da ciência, Wells só via suas teorias sendo ridicularizadas. Quase foi queimado vivo quando supôs que a Terra girava em torno do Sol.

Foi assim que certa vez, o diretor-geral da Editora Abril, frustrado, estava bebendo na sarjeta afogando as mágoas do insucesso de seu negócio, quando encontrou no lixo algumas teorias de Wells. O homem riu tanto, que decidiu publicar aquilo em livros. Homens viajando no tempo, gente invisível, propaganda subversiva ao comunismo, homens na lua, alienígenas e não existia nem animes, nem Hollywood, os livros de Wells, seriam inéditos e venderiam muito.

Após o sucesso permaneceu escrevendo e observando Marte até morrer. H. G. Wells influenciou grandes obras cinematográficas como "De Volta Para o Futuro" e "O Resgate do Soldado Ryan".

Morte[editar]

Morte de H. G. Wells.

Morreu por complicações desconhecidas, porém, um estudo atual de seu restos mortais pode ajudar a determinar sua morte, restos estes que foram espalhados por toda Europa em um antigo ritual ocultista (como que você acha que H. G. Wells fez tanto sucesso apenas escrevendo lorotas? Lógico que houve um pacto com o diabo).

Wells morreu de câimbra no pulso, seguido de múltiplos aneurismas na cabeça decorrente de esforço descomunal das atividades cerebrais apesar de ter diabetes e câncer, isso enquanto sofria de um ataque de TriPods marcianos.

Principais Obras[editar]

Wells é autor de grandes obras da ficção científica bem ficção mesmo, sendo pai do gênero ficção científica, enquanto Julio Verne foi a mãe. Era famoso por sempre querer embasar cientificamente as loucuras que escrevia e seus roteiros eram compostos metade por palavras inventadas, algo que influenciou muito sucessos do cinema como Star Trek, que faz ficção científica cheia de embromation e mais confunde do que entretêm.

Os personagens principais de Wells geralmente são malucos e pirados, rejeitados pela sociedade, todos enfrentam algum drama social e chegam a matar alguém.

Vale lembrar que muitos trechos de muitas das obras de Wells sempre tinham passagens inspiradas em situações reais pelas quais Wells já havia passado e propagandas políticas subliminares.

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Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Jamanta não morreu, ou que o Androide Nº 17 vence o Torneio do Poder e pede a restauração dos universos destruídos.

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A Máquina do Tempo[editar]

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Cquote1.png Lamento. O fluxo capacitor não está funcionando direito agora, vamos esperar que ele possa ser fixado ontem! Cquote2.png
Abertura em A Máquina do Tempo

A máquina do tempo.

Um dos maiores sucessos de Wells, a máquina do tempo é a primeira historinha infantil que fala sobre viagens no tempo. Conta a história real de Doc Brown, um cientista maluco amigo de Albert Einstein que inventa uma máquina do tempo baseada num DeLorean em 1985 ao combinar conhecimentos da Teoria de Hawkings aos poderes especiais do Superman e sua capacidade de voar em torno do sol em velocidades fisicamente impossíveis. Brown construiu um tal de fluxo capacitor, que, à velocidade de 88 milhas por hora, é capaz de impulsionar qualquer veículo através do tempo-espaço.

Uma versão alternativa na Máquina do Tempo foi descoberta por Timothy Leary que mergulhou acidentalmente em um tanque cheio de LSD e foi parar na Terra do Nunca 500 anos no futuro.

George, o personagem principal da obra, resolve voltar no tempo dezenas de vezes para matar sua namorada de diferentes maneiras possíveis. Depois decide viajar ao futuro para presenciar momentos marcantes da humanidade como a explosão lunar e 800.701 anos no futuro saber que os brasileiros (Elóis) ainda são explorados pelos europeus (Morlocks).

A reação católica à máquina do tempo foi de desaprovação e o papa proibiu o uso de tais máquinas. Isso até McFly viajar no tempo e matar a mãe do papa Sarah Connor. Nesse processo McFly precisou mudar seu nome para Calvin Klein. H. G. Wells tenta impedir McFly de todas as formas, mas a sua máquina do tempo é imóvel e ele só consegue chegar na Grã-Bretanha no futuro e constatar que todos viram punks 2.000 anos no futuro e não encontra nem McFly, nem outros notáveis viajantes do tempo como Jean Claude Van Damme, Arnold Schwarzenegger, Rod Taylor, Dr. Evil, Capitão Kirk, Billy Pilgrim e Bob Marley (esse é apenas viajante).

Em 2038 Al Gore alega que finalmente inventou a máquina do tempo e a usa para ultrapassar a Inglaterra como potência mundial e vê muitas utilidades para a máquina, como poder ser utilizada em filmes de roteiro fraco como "Star Trek: A Próxima Geração", "Star Trek: Deep Space Nine", e "Star Trek: Voyager".

A obra de H. G. Wells foi readaptada para o cinema várias vezes. Muita gente voltou no tempo para assassinar Hitler quando ainda era um bebê, mas como ele era um Cyborg, ele nunca foi um bebê. David Bowie e Freddy Mercury também voltaram várias vezes no tempo para patentear a música "Under Pressure", assim como Bob Dylan e Axl Rose fizeram isso pela patente da música "Knocking on Heavens Door".

Em A Máquina do Tempo, H. G. Wells se diverte fazendo divertidos paradoxos com as personagens que se perguntam o que pode acontecer se eles matarem seus pais antes de nascer...

The Sleeper Awakes (O Dorminhoco Acorda)[editar]

Graham quando sofreu uma crise em "The Sleeper Awakes".

Mais um historinha de viajem ao futuro, aonde Graham é congelado como se fosse um picolé para acordar 203 anos no futuro com uma pinta de Exterminador de Futuro no Planeta dos Macacos e constatar coisas interessantes sobre o avanço da sociedade (e críticas sociais nas entrelinhas) como o fato do Brasil estar a mesma coisa e que todos vivem felizes em uma sociedade comunista em Londres que está sediando sua trigésima Olimpíada e Copa do Mundo. A sociedade inglesa avançou tanto na paranoia anti-social característica que ninguém mais fala uns com os outros como se todos fossem aqueles guardinhas na entrada do palácio da rainha e a sociedade só perdura por causa de um avançado sistema de inseminações artificiais e clonagens.

Esse livro foi o quinquagésimo a ser adaptado para os episódios de Star Trek.

The First Men in the Moon (O Primeiro Homem na Lua)[editar]

Fotos tiradas da NASA do pouso do primeiro homem na lua.

Cquote1.png Houston! We have a problem! Cquote2.png
NASA sobre The First Men in the Moon

Outra grande obra no "mundo da lua" de Wells, nessa narrativa ele deu uma de Nostradamus e contou a vida de Neil Armstrong que no futuro viria a ser o primeiro homem a pisar na lua (na verdade Wells entrou em sua máquina do tempo para constatar isso).

A lua para Wells era um local que se assemelhava muito com o Nordeste brasileiro e Wells recebeu muitos processos por difamação da lua por isso. A lua teria gravidade e um pouco de ar, mas não teria água e seria habitada por um povo infeliz, mau educado, pouco hospitaleiro e miserável.

A obra é um plágio da obra Viagem à Lua de Julio Verne, mas Wells voltou no tempo com sua máquina e fez a patente para si.

A Ilha do Dr. Moreau[editar]

Um dos animais transgênicos da Ilha do Dr. Moreau.

O enredo da história fala de Edward Prendick, um estudante de veterinária metido a Gulliver e assistente do Dr. Moreau um veterinário maluco leitor fanático de Darwin e Freud, que vai se reclusar na Austrália (A ilha do Dr. Moreau) para estudar os animais.

Moreau fica mexendo com animais como se fosse o Mengele e por isso a ilha conta aqueles animais feitos de misturas como os ornitorrincos, cangurus, coalas e diabos da tasmânia.

O Homem Invisível[editar]

Homem Invisível, mas o cheiro não é invisível.

História de um bandido mercenário Hawley Griffin que sempre gostou de andar nu pelas ruas da Europa, mas sempre era preso por isso (por isso bandido), como era um herdeiro milionário sempre comprava sua saída da prisão (por isso mercenário). Cansado dessa rotina, quando assistia desenhos do Tom e Jerry, decidiu se pintar de invisível para assim executar todas suas perversões.

Invisível, Hawley Griffin não só podia ficar nu como sempre gostou, mas também frequentar banheiros femininos, roubar sem ser visto e conversar com Geraldo Magela sem nenhum sentimento de culpa.

Griffin participou da Liga Extraordinária fazendo nada, o que pessoas invisíveis mais gostam de fazer mesmo.

A Guerra dos Mundos[editar]

Exército Marciano e aliados no detalhe do uniforme.
Veja o Artigo Principal:Guerra dos Mundos

Uma pequena novela da qual Wells escreveu para ser apresentada na rádio americana no único intuito de estabelecer caos e desordem em plena Guerra Fria, com a narrativa de uma invasão arrasadora de marcianos na Terra. Tom Cruise, um pai de família desperdiçado é encarregado de tentar sobreviver o máximo possível a essa guerra dos mundos, que mostra o conflito bélico entre a Terra e Marte depois que George W. Bush declara guerra aos marcianos (e na verdade Marte dá um passeio na Terra, como a Inglaterra daria na Argentina - outra crítica social de H. G. Wells, ele era a favor de conquistar a Argentina inteira por causa daquele ocorrido nas Ilhas Falkland), tudo isso enquanto Dakota Fanning fica gritando irritantemente sem parar.

Retrato das manobras militares em "A Guerra dos Mundos".

A Guerra dos Mundos ficou imortalizada por causa dos TriPods dos marcianos que tocam mp5, suportam a antigravidade tem DVD e GPS além de canivete suíço, uma versão tri-avançada dos iPods terráqueos da época. Os TriPods arrasavam a população como se fossem um monte de baratas. Depois que os marcianos morrem de pneumonia e complicações estomacais (eles se alimentavam do sangue humano), já que o povo terráqueo é muito pestilento a obra termina milagrosamente com um final feliz.

A segunda parte da Guerra dos Mundos continua com vários planetas querendo o controle da galáxia, narrados em Star Wars. Alguns dos mundos que guerreiam entre si são Tatooine, Coruscant, Marte, Terra e Vênus. No atual presente, é Darth Vader e seu Império Galático que governam os mundos.

Love and Mr. Lewisham (Amor e Monica Lewinsky)[editar]

Wells para de viajar na maionese e escreve sobre algo mais real e por isso não teve nenhum sucesso. Em Love and Mr. Lewisham a história é sobre um comunista que viaja à Londres e fica a fazer nada e no final vira um charlatão espiritual.

The Food of the Gods (A Foda dos Deuses)[editar]

"The Food of the Gods" no cinema.

A história conta o drama de uma dupla de cientistas alquimistas que namoravam secretamente fãs de João e o Pé de Feião e inventaram a fórmula de ficarem gigantes para combaterem Godzilla e Kong Kong como naqueles seriados antigos japoneses.

A obra foi adaptada para vários filmes. O mais famoso e recordista de bilheteria e de reprises na Sessão da Tarde foi Querida, encolhi as crianças e sua continuação Querida, estiquei o bebê.

Kipps (Chips)[editar]

"Kipps", readaptado para o cinema brasileiro em um filme de sucesso.

Adaptado para as telas, Kipps foi a primeira novela da Globo que já passou no Brasil. Kipps fala da história de um pirralho trombadinha que resolve dar o golpe do baú num velho magnata multimilionário e inventa que é seu neto. Esse garoto que viveu desde sempre ao lado de acerola e laranjinha, tem que se virar para saber com que garfo comer no Hotel de Copacabana.

A Modern Utopia (Moderna União Soviética)[editar]

A utopia!

Primeiro livro assumidamente de teoria política e econômica a favor do comunismo de Wells (todos os livros de Wells abordam esse tema, mas assumidamente só A Modern Utopia. O comunismo hoje é comum, todos até já enjoaram disso, mas na época de Wells era uma grande ideia revolucionária e a tendência socialista ganhava forças na época em que o livro foi lançado, tanto que ele e O Capital foram os responsável por converter tanta gente à causa operária.

Ann Veronica[editar]

Historinha que narra os direitos da mulher e a história da Lei Maria da Penha na figura de Veronica, uma mulher que apanha para o marido e a polícia só faz ajudar. O livro é recheado de piadinhas sobre sogra, todas já foram contadas por Tom Cavalcante.

A história é inspirada em experiências pessoais de Wells, que apanhava como as "supostas" mulheres, durante sua infância.

Tono-Bungay (Tô Muito-Gay)[editar]

Tono-Bungay é mais uma semi-biografia que Wells escreveu para publicar na Desciclopédia. Tono-Bungay não significa nada, mas George (o próprio) é um pseudo-cientísta que tem seus trabalhos jogados no lixo, e que foram encontrados por um dono de uma editora amadora que resolveu publicar aqueles livros como gênero: historinha para boi dormir.

Para mais detalhes veja: H. G. Wells, seu artigo na Desciclopédia (Tono-Bungay).

The World Set Free (Fim do Mundo)[editar]

Cansado de escrever sobre os humanos se dando bem no final, Wells inova e dessa vez todos morrem devido a um hecatombe nuclear mundial que aconteceu em Cuba. A história conta as decisões de Fidel Castro pouco antes do acontecimento e depois o modo de vida nos esgotos, e a criação da Matrix nesses subsolos.

The Shape of Things to Come (A Ovelha vem aí)[editar]

Livro de final de carreira. Uma historinha sem graça aí e totalmente desconhecido já que todos os exemplares foram queimados na guerra. É famoso apenas por ter inventado a expressão corredor polonês.

Curiosidades[editar]