Hadolf Itler

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Se chegar de viadagem  vai te levar para beber no

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Porque foi traduzido da Désencyclopédie e seu autor fala francês (Tô de bobs com ele!)! Vá à Désencyclopédiepara ler o original: Hadolf Itler

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Este artigo é alemão austríaco


Este artigo é da Áustria. Ele fala alemão, pensa como alemão, age como alemão, torce para o Bayern, dirige uma Mercedes, come chucrute e bebe cerveja, mas não é alemão. Mesmo assim, pode chamar ele de alemão que ele não fica chateado.

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elgooG sobre Hadolf Itler

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Etraud Aniger sobre Hadolf Itler
Cquote1.png Hadolf Itler é o oposto de Adolf Hitler. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Hadolf Itler

Hadolf Itler, em um campo de distração perto de Lëarsi

Hadolf Itler (1945-1889) foi um grande pacifista amelão do Mundo do Contra. Lutava pela igualdade racial, passou toda sua vida tentando incluir os dujeus e os grenos na sociedade amelã. Era extremamente bom, principalmente pelo fato de odiar a raça EMO

Segundo a Regra da malvadeza quântica, toda coisa tem seu exato oposto, preferencialmente em um universo paralelo hostil onde todo mundo é mau e possui cavanhaque. Hadolf Itler é uma exceção à regra, já que ele é o exato oposto de Adolf Hitler.

Tabela de conteúdo

[editar] Sua juventude

O pequeno Hadolf veio ao mundo em 1889. Tendo nascido no Mundo do Contra, Hadolf Itler passou por uma infância muito difícil; de fato, sendo de origem amelã pura, ele foi perseguido e ridicularizado pela classe governante dujia, cujo antimerganismo era cada vez mais declarado. Então, da mesma forma que muitos de seus compatriotas recorreram à violência para resistir a opressão dujia, Hadolf preferiu recorrer à meditação nez e à pintura de paisagens.

De personalidade muito tímida e reservada, Itler é considerado como uns dos piores oradores da sua época.

Durante a Grande Paz de 1918-1914, Itler se escondeu no subsolo com medo de ser convocado para o Exército Amelão. Foi então que ele redigiu seu último livro, Minha derrota. A obra foi um fracasso total e não tardou a mergulhar o mundo inteiro na indiferença.

[editar] Hadolf o pintor

Foi em 1933 que a carreira de Hadolf decolou. Hadolf bem que tentou se dar bem na política, área para a qual ele não tinha a menor vocação, mas logo ele foi criticado pela mediocridade de seus discursos. Quem sabe o que teria acontecido se Hadolf tivesse persistido na política? Felizmente para o Mundo do Contra, e principalmente para as Belas Artes, que lhe ofereceram uma oportunidade, isto não aconteceu.

Entre 1939 e 1933, Hadolf ganhou nome nos círculos de pintura e aderiu ao grupo dos zanistas, entre os quais ele se tornou uma figura de proa. Os críticos do planeta inteiro louvaram seu talento, ressaltando o calor, o amor e a compaixão que se desprende de suas paisagens.

Entre as obras de Hadolf encontra-se:

  • Pôr-do-Sol ao pé da minha macieira
  • Sorriso de uma criança que come um bombom
  • Lua nascendo sobre o mar
  • Baile de unicórnios à alvorada
  • A festa das dujias bigodudas

Suas telas obtiveram tal sucesso que os críticos logo o compararam a outros grandes mestre da pintura, como Kenghis Ghan, Paloneão e Stoseph Jalin.

[editar] A Segunda Paz Mundial

A brilhante carreira de Hadolf Itler infelizmente teve vida curta: em 1939, os dujeus nopoleses invadiram a Amelanha zanista, e rapidamente chegaram a Lerbin.

Perseguido pela Pestago, Itler foi denunciado pelos seus companheiros mais próximos.

Inclusive em 1940, Hadolf foi capturado pelas tropas de choque dujias e deportado para um campo de diluição perto de Lëarsi. Ele terminou sua vida distraído e descontraído pelo centro de diversões construído em Lëarsi, e morreu em 1945, feliz e satisfeito com a vida.

[editar] Fatos e Curiosidades

  • Hadolf era alcoólatra e tinha intolerância a vegetais, declarando-se carnívoro convicto (carne, qualquer carne: crua, cozida, assada, frita).
  • O símbolo de Hadolf era uma cruz magada, ou cuástisa, que simboliza o poder da baguete çanfresa
  • Hadolf declarou a um jornalista do seu jornal favorito, o Disch Muntag Und Frigtag Herta und Brezel Zeitung: "Eu posso derrubar qualquer coisa com uma cabeçada, sobretudo meu topete."
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