Handebol

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Andebol, um esporte onde a beleza se mostra sem disfarces.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Jogo em que põem a mão na bola Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Handebol
Cquote1.png Mas não seria HANDEBOL? Cquote2.png
Brasileiro sobre Andebol, como sempre achando que o português só vale do jeito deles.
Cquote1.png É PÊNALTI! ELE USOU O PÉ! Cquote2.png
Torcedor de Handebol, para o estranhamento de fãs de futebol com os pés do Brasil.
Cquote1.png Não há nada a dizer de ruim sobre o Handebol, afinal o Handebol é o Melhor esporte de todos os tempos. Obrigado pro visitar esta página da Desciclopédia. Cquote2.png
Fã débil mental desse esporte sobre Andebol


Andebol (se vosmicê é de Portugal ou utiliza o português materno) ou Handebol (se você for brasileiro e sempre transforma os nomes importados de maneira gringolóide) é um esporte feito no mundo do contra como resposta ao futebol criada por um alemão, Karl Schelenz, em 1919, apesar de, tal como o futebol soccer, ser só mais uma cópia de outros esportes que já usavam a bola nas mãos no tempo dos Vikings e por ameríndios uruguaios, como o queimado, por exemplo.

Muitos desinformados costumam dizer erroneamente que as regras são iguais as do futebol, exceto por usar as mãos no lugar dos pés (e consequentemente usar os pés nesse caso dentro da área seria pênalti, tal qual no outro usar as mãos seria o caso). E até era, lá nos primórdios, quando era jogado com onze jogadores em campinhos de relva, mas logo algum panaca cheio das notas divulgou que aquela modalidade era muito chique, e logo aviadaram tudo, colocando o esporte apenas em salões com saibro e jogado apenas com sete jogadores, vivendo nessa escravidão até hoje.

História[editar]

Dizem que o professor Karl Schelenz tinha problemas em ensinar educação física pras suas alunas, pois elas se recusavam a jogar aquele esporte que todos enfiavam os pés na bola e as vezes em outras bolas também. Outros dizem que pelos motivos óbvios de que mulheres jogando futebol era mais desastroso que mulheres no volante de um Mercedes-Benz ou comandando um exército da Primeira Guerra Mundial (desconfia-se que esse, aliás, havia sido o motivo da recente derrota alemã na guerra). Assim, Karl arranjou uma saída, invertendo as regras do jogo, que agora poderia usar as mãos, mas não os pés. Com tudo ao contrário, as meninas amaram, e assim surgia, pela lógica, o "hand" (mão) + "ball" (bola), ou seja, mão na bola.

Ironicamente, embora visivelmente o esporte fosse feminino ao extremo (e ainda é), os homens, com invejinha, adotaram o esporte também, e assim logo surgiria as primeiras ligas desse esporte. Os suecos roubaram a ideia e fizeram um belo quibe com ela, mudando apenas de 11 para 7 jogadores e ficou assim até hoje, mesmo que Adolf Hitler na época tivesse protestado, pois queria formar soldados usando esse esporte. Há até quem diga que ele mandou alguns soldados usarem essa táctica para destruir o Pearl Harbor, mas acho que quem falou isso anos atrás nesse mesmo artigo ou estava brincando ou apenas não tinha o que escrever, assim como eu agora.

Hitler impôs esse esporte nas Olimpíadas de Berlim, mas só em 1972 o esporte foi oficializado de vez, já que, mesmo tendo visivelmente em ambas as vezes sido imposto pelos alemães em desespero pra ver se garantiam ao menos duas medalhas de ouro fáceis em cima dos outros países, no último caso todo mundo já manjava do esporte da bola com as mãos e assim acabou ficando de vez mesmo.

Tácticas[editar]

Handbol de praia, muito mais divertido de assistir, por motivos óbvios.

Existem alguns, muito menores que o futebol, mas mais lógicos (ou não) que aqueles esquemas zoados feitos pelos técnicos:

  • Sistema defensivo 6x0: A base de todos os outros, em que fica todo mundo atrás mesmo, famosa táctica conhecida como "marca-serrado", ou, como diria o Capitão Nascimento, "não sobe ninguém".
  • Sistema defensivo 5x1: Variação do de cima, em que cinco ficam atrás e um na frente (sem levar nada por trás, mentes poluídas!), sendo que esse um que fica na frente obviamente é o alvo de toda a treta do time adversário, caso eles usem a tática anterior.
  • Sistema defensivo 4x2: Quatro ficam dando cobertura (melhor do que "ficam atrás", tudo bem, admito) e dois ficam em locais estratégicos, como franco-atiradores prontos pra socar a bola bem na chuleta, para desespero dos goleiros adversários.
  • Sistema defensivo 3x2x1: Tática do trenzinho, em que três ficam na defesa, dois ficam de franco-atiradores nos flancos e um é o malucão que vai com tudo pra cima dos inimigos.
  • Sistema defensivo 5x1: Embora o nome seja EXATAMENTE o mesmo do segundo relatado (acho que foi falha de algum imbecil da Wikipédia, mas fazer o que), o um que fica separado não é um invasor pirado e sim um defensor individual, ou seja, fica marcando qualquer um que ele quiser e nada mais.
  • Sistema defensivo 4x2: Outro que eu não entendi porque chongas tem o mesmo nome do terceiro relatado, na verdade é algo parecido com o último, sendo que usa dois marcadores ao invés de um.
  • Marcação Individual: Antes que algum leigo se canse e diga "mas só tem sistema defensivo nessa porra?", não, existem outros esquemas, esse no caso é quando todo mundo pega todo mundo (novamente sem duplo sentido, por favor!), sendo um sistema usado normalmente pelos desesperados que tão fodidos no placar e querem virar a porra do jogo logo, já que é uma táctica muito cansativa e imbecil.
  • Atacando com 2 pivôs: Único sistema "ofensivo" de facto do jogo todo, é um dos mais ousados e que normalmente dá em merda, já que nem sempre os pivôs são tão bons assim e rola a chance do time engraçadinho se ferrar bonitamente.

Regras[editar]

Existem até manuais para entender as regras. Não adianta, brasileiro é tão burro complexado por futebol que dificilmente vai entender algo.
  • A bola: Tem de ser de couro ou de qualquer coisa parecida com couro, até mesmo aqueles couros de feira do troca. Nos treinos se usam côcos (e não cocôs, seus jumentos!), que é pra fortalecer os músculos, embora, claro, se pegar na cabeça de um é morte na certa.
  • Manejo da bola: Pode-se lançar a bola, parar e pegar a bola, usar as mãos, a cabeça, os joelhos, a bunda, o pênis ou qualquer outra parte do corpo para parar a bola, menos os pés, claro. Bola na perna é considerado bola no pé e não pé na bola, então é meia-falta. E nunca, jamais entrar nas áreas com a bola na mão, a não ser que você dê um pulão de canguru na área e antes de pisar no chão lançar a bola.
  • Comportamento com o adversário: Basicamente você só pode tomar a bola do adversário dando um tapão na bola, mas nunca tentando roubar literalmente. Em partidas não-oficiais pode-se até mesmo tomar a bola na base no murro no olho, sem problemas...
  • Área do golo: Só o guarda redes (goleiro, pros brazucas) está autorizado a ficar com a bola dentro da área. Qualquer outro imbecil que tente pisar na área com a bola na mão sofrerá punições acumuladas (a bola passa pro time adversário e se fizer gol, ele é anulado e o retardado tomará um suco na boca do estômago).
  • Lançamento da lateral: É a única forma que se pode usar os pés pra lançar a pelota. Mas tudo de maneira milimetricamente calculada, com um pé na linha lateral e o outro do lado de fora, senão pode rolar reversão de posse.
  • Tiro de meta: O mais injusto do mundo, pois só é marcado ou quando alguém da equipe inimiga manda pra linha de fundo ou QUANDO O GOLEIRO DEFENSOR FAZ ISSO SEM QUERER. Pois é, não existe escanteio nesse caso. Bela injustiça!
  • Canto: Só acontece se outro jogador do time defensor que não o goleiro tocar na bola e ela acabar na linha de fundo. Esse é o nome do escanteio no handebol, pros que não entenderam o que é isso.
  • Tiro livre: Pode acontecer em vários casos, desde trocar de jogador sem avisar ninguém até mesmo dar um tiro de 12 na testa de um jogador adversário, sendo portanto uma tremenda frescura em comparação com o futebol ou com o rugby.
  • Tiro de 7 metros: O "pênalti" do andebol, só acontece quando um jogador leva uma falta bem na cara do gol, e tem que ser uma falta num jogador realmente bom, nem adianta mandar um perna, digo, braço-de-pau para cavar a falta que não rola.
  • Bola ao ar: Acontece quando algum animal voador rouba a bola do jogo confundindo com algum ovo ou alimento. O jeito é terminar o jogo.
  • Os árbitros: São dois, vivem discutindo um com o outro, e ainda têm dois assistentes, só que eles só servem um pra marcar o tempo e o outro pra coçar o saco e nada mais.

Ver também[editar]

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