Hellraiser - Renascido do Inferno

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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The Hellbound Heart é uma sanguinária obra literária do famoso escritor psicopata, Clive Barker, uma espécie de Stephen King 2.0. Apesar de ser um clássico do horror contemporâneo, apenas há pouco tempo essa obra foi publicada no Brasil, com os títulos de Hellraiser - Renascido do Inferno (no formato físico) e O Coração Condenado (esse último geralmente encontrado como ebooks espalhados na Internet, para os mãos-de-vaca que não querem gastar 30 reais em promoções da Saraiva para comprar o formato físico). Essa demora em vir para essas terras deve-se ao fato de que o Brasil é um país que, do ponto de vista literário, as únicas coisas que realmente fazem sucesso são romancinhos piegas, dramas baratos, livros caça-níqueis de auto-ajuda ou aquelas revistas sobre celebridades, fofoca, horóscopo ou putaria. Esse livro ficou conhecido por ter dado origem a célebre franquia cinematográfica dos anos 80, Hellraiser, que narra as vidas e aventuras de um grupo de demônios sadomasoquistas deformados fissurados em um cubo mágico infernal.

Capítulo Um[editar]

Frank organizando seu quarto para receber os Cenobitas.

A história se inicia com Frank, um trouxa aleatório, tentando resolver o enigma do cubo mágico. Frank tinha comprado esse cubo mágico de um charlatão em um camelódromo na 25 de Março, que alegara que caso ele conseguisse resolvê-lo, ele teria acesso a cheats raríssimos de GTA e fatalities secretos de Mortal Kombat. Inclusive, seguindo os conselhos do vendedor, Frank tomou uma série de precauções para receber os cheats, enchendo seu quarto de frangos despenados, ossos roubados de túmulos, cabeças decapitadas de pombos, CD's de black metal e jarros com urina de uma semana. Como estava ansioso para ter posse daquelas raridades, ele nem ao menos desconfiou que aquilo era na verdade uma espécie de ritual satânico.

Frank ficou dias trancafiado em seu quarto, focado em resolver cubo mágico e ansioso com o que ganharia assim que desse volta naquele puzzle, esperando ansiosamente pela chegada dos Cenobitas, que de acordo com o vendedor, tratavam-se de RPGistas (o que justificaria o estranho ritual) vinculados a um reality show que premiava todo mundo que conseguisse terminar o quebra-cabeças em menos de um mês. Frank estava tão obcecado, que nem percebeu o barulho sinistro de sinos funerários vindos de sabe-se lá onde, ecoando em todo o seu quarto e que deveriam lhe fazer se borrar de medo e chorar feito uma garotinha assustada.

Só depois de finalmente ter resolvido o cubo mágico por completo que Frank se dá conta da furada em que tinha se metido, olhando para o cenário que ele mesmo tinha construído. Vendo que faltava pouco tempo para a coisa feder de vez, finalmente ele começa tremer nas bases, e começa a pedir perdão para Deus por ter caído na maldita tentação de trapacear em jogos eletrônicos. Entretanto, já era tarde demais, e só o que restava agora, era esperar os RPGistas chegarem com seu prêmio.

Os Cenobitas[editar]

Um Cenobita prestes a dar uma mãozinha a Frank e ajudá-lo a descobrir os caminhos da satisfação além do entendimento humano e das tentações carnais.

Do nada, Frank vivencia uma experiência psicodélica naquele ambiente, como se tivesse cheirado todas, até que é bruscamente interrompido por um apagão (provavelmente porque ele esqueceu de pagar a conta de energia no final do mês). Não demora muito para que uma luz surja em toda aquela penumbra, e ao olhar para o canto, Frank se depara com um quarteto de punks deformados, cheios de piercings, chagas e buracos espalhados por todo o corpo, cada um mais feio que o outro. Frank finalmente se dá conta de que lhe passaram o calote, já que ele esperava RPGistas, e não aquela quadrilha de sádicos repulsivos.

As criaturas eram os Cenobitas, e começam a fazer uma série de perguntas sobre a vida pessoal de Frank, que, mais branco que o Michael Jackson devido ao medo, não responde nada. Inicialmente os Cenobitas o estranham, já que a única coisa que ele sabia fazer era ficar lá parado com cara de bocó. Após juntar forças, Frank pergunta hesitante se eles trouxeram seu prêmio por resolver o cubo. Para a sua surpresa, as criaturas respondem que sim, prometendo-lhe uma experiência única de muita felicidade, adrenalina e prazer sem iguais.

Frank, mais ansioso do que nunca, manda os Cenobitas pararem com ceninha e lhe entregarem seu prêmio de uma vez. Após um sorrisinho psicopata, as criaturas fazem Frank ingerir um galão inteiro de chá de cogumelos alucinógenos, e ele começa a embarcar na maior viagem de sua vida. Frank então passeia por múltiplos universos, alucinando que estava preso em um cenário dos Jogos Mortais, sentindo cheiro de coisas podres, escutando músicas pop music sem origem distinta e tendo visões perturbadores de sua sogra de biquíni.

Após o efeito do chá de cogumelos passar, ele recobra a consciência, se sentindo pior do que quando acordava de ressaca. A coisa só piora quando ele olha para o canto e vê uma cenobita fêmea sentada em cima de uma pilha de defuntos fétidos e com uma porrada de línguas humanas grudadas asquerosamente em sua perna. A criatura então, aparentemente feliz por vê-lo em desgraça, diz que agora que ele tinha passado pela parte mais fácil, estava na hora de começar a brincadeira de verdade.

Os quatro cenobitas que aparecem eram provavelmente Pinhead, Butterball, Chatterer e Female Cenobite, e tudo indica que correspondem respectivamente no livro aos Cenobita 2, Cenobita 1, Cenobita 3 e Cenobita 4.

Capítulo Dois[editar]

No segundo capítulo, Frank deixa de ser citado, e nada é revelado sobre o que teria acontecido com o mesmo (embora esteja na cara que ele já esteja comendo capim pela raíz). É de longe um dos capítulos mais entediantes do livro, e ó serviu mesmo para introduzir alguns personagens imbecis na história (Rory, Julia e Kirsty). Um detalhe importante é que no filme, Rory se chama Larry e é pai de Kirsty. Já no livro, Larry se chama na verdade Rory, e não é porra nenhuma de Kirsty além de amigo. Na verdade, Kirsty inclusive tem uma quedinha por Rory, mas sabe que não tem chances nenhuma com ele em virtude de sua esposa, Julia, que é muito mais bonita e menos enfadonha. Na verdade, Julia também difere muito do filme, pois no livro, tudo leva a crer que ela é a mulher mais bonita do quarteirão, ao passo que no filme Julia não passa de uma megera rabugenta com cara de velha carcomida.

A segunda parte se inicia com Larry Rory e Julia indo visitar uma mansão assombrada que foi deixada a Rory como herança por sua avô caduca. Como Julia levava uma vidinha deplorável e nunca estava contente com nada, desde o início ela ficou apontado defeitos na moradia e agindo com desdém em relação a tudo. Julia era tão antipática que até mesmo os vizinhos, que em geral eram pacatos e adoravam conversar com os novos moradores, evitaram chegar muito perto, com medo de que ela lhes mordesse e passasse algum tipo de raiva ou peste.

Mais tarde, a pedido de Rory, aparece sua amiga Kirsty, uma jovem melancólica e depressiva (provavelmente por ser uma gótica), oferecendo ajuda com as mudanças. Entretanto, como Kirsty não sabia fazer nada direito, eles optaram por colocá-la para escanteio e mantê-la afastada dos móveis, para evitar correr o risco de perderem alguma coisa. Julia também não estava fazendo porcaria nenhuma, pois era uma preguiçosa que só queria saber de reclamar da vida. Para não ser de todo estorvo, só restou a Kirsty se oferecer para fazer um café e servir ao povo da casa. Julia e Kirsty aparentemente não se bicavam, já que tinham interesses em comum, porém, elas já estavam acostumadas a fingir que iam com a cara uma da outra.

Após algumas tentativas fracassadas de Kirsty e Julia conversarem, algumas cenas de Julia resmungando pela casa e evitando a entediante da Kirsty, alguns sinos tenebrosos tocando de algum lugar e mais um monte de parágrafos escritos só para encher linguiça, o capítulo se encaminha para seu final, com Julia andando pelos corredores da mansão e se borrando de medo só de imaginar que Rory insistiria em tornar o quarto do terror, que encontrava-se no segundo andar, como seu recinto de descanso. Porém, como Rory era um pau-mandado, ele acaba obedecendo sua esposa, já que estava muito frio para dormir no sofá naquela noite.

Capítulo Três[editar]

Frank e seu charme irresistível para qualquer mulher com um parafuso a menos.

O tédio e a encheção de linguiça do capítulo dois se prolongam até o terceiro capítulo dessa bagaça. Novamente, o livro aqui dá um foco fora do comum ao mau humor de Julia, que a cada segundo que passava, se tornava cada vez mais infeliz e insatisfeita com o porre de seu marido,que ela na verdade não amava de fato.

Basicamente, o capítulo inteiro se desenrola com Julia tendo flashbacks da noite em que enfeitou a cabeça de Rory com duas galhadas de alce, quando Frank veio visitá-la pouco antes do casamento. Enquanto Rory era uma boca aberta mais lerdo que uma tartaruga reumática para fazer qualquer coisa, seu irmão, Frank, era o típico bad boy que vivia la vida loca, com um currículo de participação em grandes bacanais, multas de trânsito, histórico de furtos e muitas outras coisas que só enriqueciam mais sua ficha criminal.

O jeito selvagem de Frank em contraposição a vidinha mixuruca de Rory só evidenciava ainda mais o que Julia já soube desde a sua noite de núpcias: ela tinha se metido numa baita de uma encrenca da qual provavelmente se arrependeria a vida toda. Assim, durante o capítulo todo, Julia ficou remoendo o passado, relembrando do dia feliz em que chifrou seu marido com o próprio irmão e amaldiçoando Deus por tê-la feito conhecer o peso-morto do Rory.

Para encerrar com chave de ouro e só justificar ainda mais o quanto estava certa, eis que me aparece Rory na porta do quarto, pálido, branco, reclamando feito um bebê chorão e quase desmaiando por ter feito um cortezinho de nada na mão enquanto fazia sabe-se lá Deus o quê. Vendo o quão patético e cômico era Rory, Julia sentiu de repente um súbito desejo de aplicar nele uma voadora certeira ao lado de sua orelha e colocá-lo para dormir por no mínimo dois dias.

No dia seguinte as coisas voltam ao normal, e Julia continua odiando infinitamente seu marido e rezando para que ele fosse abduzido por um alienígena e levado do planeta Terra para todo sempre.

Capítulo Quatro[editar]

No quarto capítulo, Rory decide dar uma festa de arromba, convidando os seus amigos mais chegados, todos igualmente chatos e sem-graça, para comparecerem em sua casa e jogarem League of Legends e Tibia. Entre eles estavam a antissocial Kirsty, um virjão solitário criador de gatos e mais um bando de desocupados rejeitados pela sociedade. Julia, que simplesmente odiava estar naquele recinto de nerds, inventa que estava com sono para poder ter um pretexto e fugir daquela baderna.

Frank assim que fora encontrado por Julia brincando de esconde-esconde atrás da parede.

Enquanto os vagabundos ficavam lá embaixo enchendo a cara enquanto tentavam subir para Challenger, Julia se isolava no quarto escuro do segundo andar, já que o mofo e as baratas eram uma companhia melhor e mais suportável que um bando de pinguços sem pretensões maiores em suas vidas. Após mais algum tempo pensando na morte na bezerra e desejando que um buraco negro se abrisse na sala e sugasse todo aquele povo fracassado para algum lugar, ela começa a ouvir alguns barulhos aterradores vindos de lugar nenhum.

Nesse momento, as coisas começam a ficar macabras, e Julia percebe que alguma desgraça ia acontecer assim que olha para a parede e vê uma luz misteriosa sendo emanada da mesma. Inicialmente ela pensa que aquilo viesse de alguma nave alienígena prestes a abduzi-la, e até ficou feliz por isso, pois ao menos, ela seria levada para em longe do porre de seu marido e de seus amigos desinteressantes.

Porém, essa hipótese acaba sendo descartada quando a parede começa a se mover para os lados e revela uma monstruosidade grotesca escondida na casa (que não era sua sogra). Era uma pessoa, ou pelo menos as ruínas do que um dia fora uma. A criatura estranha era literalmente um farrapo de gente: ensaguentada, com as vísceras saltadas para fora e fatiada como se tivesse passado por um moedor de carne. Inicialmente Julia pensava que aquilo era uma campanha de marketing para apresentação de algum anime Seinen japonês, mas finalmente se dá conta de que aquele pedaço de gente era Frank, após ele falar umas abobrinhas aleatórias e mendigar um pouco de sangue.

Mesmo Frank estando em situação pior que um bife de açougue, Julia não conseguiu conter sua felicidade, pois finalmente estaria perto mais uma vez do amor de sua vida (ou quase isso, pelo menos),e poderia de uma vez por todas meter um pé na bunda do filho da égua de seu marido. Entretanto, como ela não era muito fã de guro, precisava ajudar aquele bicho a voltar a ser o pervertido depravado por quem ela se apaixonara. Julia então decide a tramar contra a vida alheia, prometendo a si mesma que conseguiria sangue para a criatura a qualquer custo, revelando que possuía altas tendências psicopatas.

Capítulo Cinco[editar]

O quinto capítulo narra a perspetiva de Frank. Como Frank conseguia pensar mesmo se tratando de um farrapo de gente e estando preso dentro de uma parede é uma incógnita. Basicamente, o capítulo narra como Frank caiu no conto do vigário ao buscar por prazeres além das vulgaridades humanas e acabar, ao invés disso, invocando uns filhotes de Capeta.

Um dia após ajudar Julia a colocar um par de chifres em seu irmão tosco, Frank fez o que sabia fazer de melhor: cair na gandaia. Porém, como não queria uma cunhada ordinária e um irmão vingativo no seu pé, ele decide fazer isso bem longe, lá no Sri Lanka, uma remota nação que muitos acreditam ser apenas um desses países lendários da ficção. Entretanto, entre um bordel e outro, Frank se dá conta de que sua vida era a antessala da superficialidade, resumindo-se meramente a festas sem sentido, viagens aleatórias e sexo barato. Ao se dar conta de que caso ele morresse - provavelmente devido a alguma DST ou overdose - ninguém apareceria no seu velório (com exceção talvez de alguma meretriz ou de um ministro da igreja), Frank entra em depressão, recorrendo a cachaça para afogar as suas mágoas.

Em meio a sua crise existencial, Frank acaba se deparando com um traficante em um beco escuro e com cheiro de urina de rato. Ao se deparar com alguém que estava tão no fundo do poço poço quando ele, Frank o traficante acabam fazendo amizade, e se dirigem até um boteco ali perto para falar sobre o quanto suas vidas eram uma merda. Após uns dois ou três copos de pinga, o traficante dá um cubo mágico de presente para Frank em troca de uns trocados para ele comprar heroína e vender em uma favela da região. Segundo o traficante, caso Frank conseguisse desvendar os mistérios daquele treco, ele seria apresentado a uma vida de prazer eterno, além da mera futilidade em que se resume a existência humana. Como não tinha nada a perder, já que se encontrava na merda mesmo, ele decide ir em busca do paraíso prometido. Infelizmente, ele só se dá conta do quão bocó foi depois de ser submetido ao ser torturado e jogado, aos cacos, dentro de uma parede que fazia intermédio entre o plano carnal e as profundezas do Inferno.

Capítulo 6[editar]


HELLRAISER, I'LL PUT A SPELL ON YOU!
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