Hermenêutica

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Cquote1.png Ser ou não ser, eis a questão! Cquote2.png
Hans e sua teoria do conhecimento sobre qualquer coisa

Hermenêutica é um ramo da árvore filosofia e estuda a teoria da interpretação, que além de interpretar as coisas, pode referir-se tanto à arte da interpretação, ou a teoria e treino de interpretação.

Tabela de conteúdo

[editar] Origem da porra toda

O termo "hermenêutica" significa "declarar" (declarar seu homossexualismo, sua atração secreta por pênis de 50 cm...), significa que alguma coisa é "tornada compreensível" ou "levada à compreensão". Alguns defendem que o termo deriva do nome do deus da mitologia grega Vermes Hermes, a quem os gregos atribuíam a origem da linguagem e da escrita e considerado o patrono da comunicação e do entendimento humano. O certo é que este termo originalmente exprimia a compreensão e a exposição de uma sentença "dos deuses", a qual precisa de uma interpretação para ser apreendida corretamente. E ainda há outros idiotas que juram afirmar que hermenêutica provém do grego "ermeneutikē" que significa "ciência", "técnica", porém é só boatos, ninguém sabe ao certo da onde a porra toda vem.

[editar] Conceito da hermenêutica

Papai Noel quando fez a barba Schleiermacher posando pra uma foto pega por um descíclope.

O pior de tudo é que a hermenêutica TEM um conceito.

Cquote1.png Ahnn, eu nem sabia o que era hermenêutica, então foda-se. Cquote2.png
Você, caro burrinho

Com Friedrich Schleiermacher, que mais parece o Papai Noel, no início do século XIX (19, anta), a hermenêutica recebe uma reformulação, pela qual ela definitivamente entra para o âmbito da filosofia. Em seus projetos de hermenêutica coloca-se uma exigência significativa: a exigência de se estabelecer uma hermenêutica geral, compreendida como uma teoria geral da compreensão. A hermenêutica geral deveria ser capaz de estabelecer os princípios gerais de toda e qualquer compreensão e interpretação de manifestações linguísticas, até mesmo um sexo oral. Onde houvesse linguagem, ali aplicar-se-ia sempre a interpretação. E tudo o que é objeto da compreensão, é linguagem, diz WTF Schleiermacher.

Quatro distinções básicas foram estabelecidas por ele. Primeiro, a distinção entre compreensão gramatical, a partir do conhecimento da totalidade da língua (hmmm...) do texto ou discurso, e a compreensão técnica ou psicológica, a partir do conhecimento da totalidade da intenção e dos objetivos do autor. Segundo, a distinção entre compreensão divinatória e comparativa:

  • Compreensão comparativa: Se apoia em uma multiplicidade de conhecimentos objetivos, gramaticais e históricos, deduzindo o sentido a partir do enunciado, ou seja, sem mesmo ler o conteúdo, contanto que tenha um enunciado o fodão já deduz.
  • Compreensão divinatória: Significa uma adivinhação imediata ou apreensão imediata do sentido de um texto.

Essas distinções apontam para aspectos da compreensão superior que se dá pela sua integração. Posteriormente, com os trabalhos de Droysen e Dilthey, o procedimento do QuadCore hermenêutico tornou-se a metodologia da ciências humanas. Os eventos da natureza devem ser explicados, mas a história, os eventos históricos, os valores e a cultura devem ser esquecidos compreendidos. Só podemos determinar a compreensão pelo sentido e o sentido apenas pela compreensão. Heidegger, em sua análise da compreensão, diz que toda compreensão apresenta uma "estrutura circular".

[editar] Compreensão e explicação

Segundo Wilhelm Dilthey, estes dois métodos estariam opostos entre si: explicação (próprio das ciências naturais) e compreensão (próprio das ciências do espírito ou ciências humanas).

Paul Ricoeur visa superar esta dicotomia. Para ele, compreender um texto é encadear um novo discurso no discurso do texto. Isto supõe que o texto seja aberto. Ler é apropriar-se do sentido do texto, e foda-se a opinião dele.

[editar] Ver também

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