Heterocromia

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Este artigo é relacionado à biologia.

Não estranhe se o artigo mencionar coisas como mitocôndria, partenogênese ou triglicérides.

Antes de ler este artigo, verifique se tem Tripanossomíase americana.


A cobaia nem viu nada.

Heterocromia é uma anomalia inserida nos genes humanos, que faz com que uma parte das passoas possua dois olhos e não três como é de costume, desde que se conte o olho do cu da terceira visão, que é apelidinho idiata carinhoso da glândula pineal. Para salientar esse olhar duplo, a anomalia faz com que um olho seja de cada cor. As razões de por que caralho isso foi feito veremos (com um olho de cada cor ou não), a seguir.

[editar] História dessa coisa

Foi láááááááá... nos primórdios, assim como a maioria das coisas que a gente costuma achar que é recente. Pois lááááááá no tempo dos atlantes (eles existiram mesmo que não tenham existido), não existia ainda a heterocromia, ninguém possuía olho com cores duplas, no máximo um olho vermelho de sharinbgan (perdão pela otakice narutard) por ter tomado apenas a metade da cachaça que lhe é de costume, ou por ter levado uma bela de uma porrada mesmo. Pois bem, sim, naqueles tempos já existia a cachaça, senão como acha que teriam a ideia de fazer algo tão imbecil e enorme quanto a esfinge por exemplo? Pois esse monumento é outra coisa que é mais veia do que se imagina.
Tá olhando o quê?
Isso pode ser um charme ou não.

Já naquele tempo existia nem vou contar o que porque já tem isso demais por aqui, mas você poderá adivinhar do que se trata logo, logo. Pois haviam pessoas revoltadas também naquele tempo com isso, embora em bem menor número que os revoltados atuais, mas, a neura com isso é que levou a ser feita essa anomalia genética.

Estavam um cientista, e seu melhor amigão no laboratório concentrados em um antídoto para curar os pentelhos em excesso, quando um deles deu um grito, assustando seu colega e amigo, que se voltou pra ele assustado, achando que ele tinha se ferido com algo, mas não: Nenhum líquido perigoso havia sido desperdiçado... e de quebra, o amigão estava inteiro, mas estava sentado arrancando os cabelos (os cabelos, não os pentelhos em excesso), Alarfódis, o cientista que estava calmo (não leve o nome a mal, pois lembre-se: Ele era um atlante), levou até ele um miraculoso copo d'água para que este se acalma-se e, só por detalhe, perguntou o motivo do piti.

Um belo cão, com parte de sua beleza prejudicada pela heterocromia.

O descontrolado respondeu que não aguentava mais aquela bicharada nadando pra lá e pra cá com o rabo erguido. Alarfódis riu e disse que isso não pesava em nada do que era importante no mundo, mas disse que se o que irritava ele era pares do seres iguais, ele poderia, não curar esses indivíduos, que isso desde aquele tempo se mostrou impossível, mas ele iria colocar mais peres diferentes no mundo para que seu amigo pudesse olhar e, perguntou se isso o acalmaria. O amigo respondeu que sim, reposta que Alarfódis já sabia, pois conehcia muito bem e sabia que ele era idiota e fácil de enrolar entusiamado com novidades.

Primeiro mostrou a ele que algumas coisas ficavam muito bem sendo diferentes, mas outros pares, tinham que ser o mais parecidos possível para que as coisas funcionassem, mas, assim mesmo não conseguiu convencer seu amigo e, teve que cumprir a promessa, pensando em algo que não machucasse ninguém, criou um gene que fez o pove de sua cidade toda ficar com um olho de cada cor e, sim, ao ver pares diferentes um do outro, apenas olhando nos olhos de seus conterrâneos, ele se calmou (era idiota mesmo). Claro que, esse gene acabou se espalhando mundo afora e, agora está no DNA humano, pronto para se manifestar, tão somente ache combinações possíveis para isso, felizmente acontece pouco.

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