História da Albânia

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História da Albânia é como a do Acre, ninguém conhece e todos fingem que nem existe.

Ilíria[editar]

Albanesas em trajes típicos prontas para entrarem numa máquina do tempo.

Por volta de 168 a.C. a Albânia ainda era conhecida como Ilíria, inicialmente um território dominado pelo reino da Botsuana, fato criado após uma inesquecível disputa por tamanho do pênis (que os africanos sempre venciam), mas tudo mudou com a chegada de Bardylis (albanês para "braguilha", devido à sua mania de esquecer de subir seu zíper toda vez que ia mijar, o que acontecia porque ainda não haviam inventado o zíper ainda né). Pela injusta competição com os botsuanenses, os albaneses liderados por Bardylis invadem a quadra de tênis real e começam a Primeira Revolução Albanesa (a do mês passado foi a Vigésima Sétima Revolução Albanesa, então não perca as contas).

Não contente em apenas libertar seu povo, Bardylis ainda aproveitou o ensejo de todo mundo estar com os ânimos elevados e ainda anexou terras da Macedônia, matou alguns camponeses aleatórios e formou uma das dinastia mas inúteis e efêmeras de todos os tempos, a Grande Ilíria. No que parecia ser simples vaidade, ele chamou o novo regime de "Dinastia Bardylis", que durou por cerca de três meses até ele ter disenteria e morrer de desidratação, afinal caiu no erro de beber água de um rio albanês, e assim o rei ilírio mais poderoso encontrou o seu trágico fim e morreu nas suas próprias fezes. Alguns parentes próximos de Bardylis decidiram dar continuidade ao seu magnífico legado, mas tinham que claro, evitar de ficar bebendo água do rio, como a tecnologia da fervura de água ainda não havia sido desenvolvida, esses primeiros líderes mascavam folhas de Cherimoia como tentativa de reforçar o estômago, mas a planta tem apenas propriedades alucinógenas, isso explica porque os albaneses viam tantas águias bicéfalas, uma alucinação que russos e sérvios também tinham, mas os albaneses fizeram uma bandeira disso.

Albânia romana[editar]

Por ser bem inútil, a Albânia sequer despertou interesse dos romanos no começo, durante a expansão do império romano, após a conquista da Croácia eles pularam direto para a Grécia porque as legiões romanas simplesmente não suportariam a chatice dos albaneses quando ali chegassem. Carentes, os albaneses criaram por sua própria conta a cidade de Apolônia, totalmente nos moldes romanos com privadas públicas, pilastras enormes sem utilidade aparente e diversas outras manias romanas. Diversas outras cidades nesses moldes foram surgindo na Albânia, e quando menos se esperava todos os albaneses acreditavam fazer parte do Império RTomano e os romanos acreditavam que já haviam conquistado a Albânia.

Cquote1.png Nós lutamos aqui e conquistamos essa terra? Não lembro bem... Bom, que seja Cquote2.png
Centurião romano sobre a notícia de que a Albânia teria virado uma província romana

A única coisa que desagradou os albaneses é que seu território passou a ser chamado de Epiro porque isso era uma cidade grega (como se os Estados Unidos conquistassem o Brasil e mudassem nosso nome para "Uruguai"), mas como as reclamações dos albaneses jamais chegaram aos romanos de Roma, uma vez que havia um eficiente sistema de estradas que circundavam a Albânia sem passar propriamente por dentro do país, o que evitava imigrações, embora alguns epirenses tenham sido teimosos o bastante e viajaram para a Itália mesmo assim, mas uns mapas falsos garantiram os sossegos dos romanos e os albaneses foram todos parar numa ilha, então deserta, hoje conhecida como Sicília e estes poucos albaneses deram origem aos sicilianos, o que explica porque são os sub-italianos mais barulhentos daquele país. Agora os romanos poderiam ter queijo de cabra, a contribuição albanesa ao império.

Enquanto os 11 apóstolos principais de Jesus foram para centros urbanos realmente relevantes do mundo (com o décimo segundo apóstolo, Judas Iscariotes, indo para o Acre onde escondeu suas botas com os seus 20 gold), alguns países secundários e irrelevantes tragicamente e fatalmente ficariam sem a devida cristianização, como o caso de Japão e Albânia, o que aquele bando de fanático não poderia tolerar acontecer. Dessa forma, enquanto um santo mais importante, tipo o São pedro, se encarregaria de locais importantes como foi o caso de Roma, a Albânia foi deixada a cargo de santos terciários, por isso São Asto e São Donato (alguém já ouviu falar neles?) foram os responsáveis por cristianizar a Albânia. O motivo desses santos não serem tão venerados fica evidente pelo seu fracasso, quando percebemos que hoje a Albânia é toda formada ateus.

Cristã ou não, o que poucos sabem é que a Albânia foi o grande responsável pela façanha de um dia ter acabado com o todo poderoso Império Romano. Isso aconteceu quando Honório e Arcádio brigaram ferrenhamente para decidir quem não ficaria com a Albânia. O seu antecessor, o último imperador romano Teodósio, já havia mandado fazer um mapa dividindo o império romano em duas partes para entregar cada metade a cada um de seus sucessores, o Império Romano do Ocidente (atual OTAN) para Honório e o Império Romano do Oriente (atual Império Otomano) para Arcádio, só que nesse mapa não havia desenhado a Albânia, afinal ninguém nunca lembra da Albânia, então quando Teodósio bateu as botas, Honório e Arcádio tiveram uma ferrenha guerra para decidir quem não ficaria com a Albânia, uma guerra tão prolongada que ambos se degradariam até o império romano se dissolver em diversas repúblicas menores.

Invasão eslava[editar]

Os primeiros séculos após o fim romano seriam de turbulência na Albânia. Odiados por todos, e motivos não faltam, os albaneses foram invadidos por diversos reinos, mas em todos os casos ninguém tiha saco para administrar aquela joça e oficialmente sempre foi parte do Império Bizantino, embora se perguntasse pra qualquer bizantino de qualquer época ninguém saberia o que é Albânia, algo retratado fielmente em Assassin's Creed: Revelations. Dentre essas dúzias de invasões sofridas destaca-se as invasões do século VI, quando os eslavos (sérvios) invadiram e tomaram a Albânia para si. Até então não havia nada pessoal envolvido, esses sérvios apenas estavam cansados das montanhas feias onde viviam e queriam um pouco de praia, embora as praias albanesas não sejam lá grandes coisas, mas os albaneses eram tão chatos que foi inevitável segurar a vontade de exterminar a todos ali. O genocídio, todavia, não foi bem executado, os atuais albaneses são descendentes dos poucos sobreviventes que fugiram para as montanhas (daí surge a expressão tão famosa), mas uma montanha tão isolada que recebeu o apelido de “Meu Ovo” que em albanês fluente fica “Kosovo”.

Outros que também chegaram ali e fizeram algum estrago foram os búlgaros, um povo que sempre tive algum inexplicado fetiche por albaneses, invadiram umas três vezes essa porra, mas sempre os bizantinos reconquistavam o território de volta, toda vez sem nem fazer esforço, tanto sérvios como búlgaros iam embora voluntariamente, cansados da chatice albanesa.

Albânia Bizantina[editar]

Os bizantinos não sabiam o que fazer com a Albânia, o território era uma herança do antigo Império Romano e por diversas vezes eles tentaram entregar a Albânia para sérvios, búlgaros e quem mais quisesse, mas os invasores sempre devolviam a Albânia para os bizantinos.

Cansados de ficarem nesse ping-pong entre as potências dos Bálcãs, os albaneses em 1261 decidem apoiar Carlos I da Sicília, que como sabemos foi uma ilha colonizada por albaneses há muito tempo atrás e que compartilha a mesma cultura de gente espalhafatosa que fala alto, grita e faz barraco no meio da rua, por isso ninguém se opôs quando esse Carlos se autoproclamou o primeiro rei da Albânia, na cidade de Vlorë. O problema é que ele realmente acreditou nas propagandas dos folhetos turísticos e achou que a Albânia fosse um país bonito, mas na verdade todas as cartilhas falando das belezas naturais da Albânia usavam fotos de localidades de Montenegro ou Macedônia, então Carlos arrependeu-se rapidinho em apenas 3 meses de governo e foi embora de volta pra Sicília. A Albânia continuava bizantina.

A Rede Globo foi então inventada pelos albaneses no ano de 1295 como último plano para se separarem do Império Bizantino. Com raiva, os brasileiros inventam a bomba de metano e destroem a população local, mas o marketing podre de lavagem cerebral infla o sentimento nacionalista dos albaneses, que começam a fazer mais e mais revoltas.

Albânia veneziana[editar]

Como sabemos, a cidade de Veneza é um grande engodo, não passa de um esgoto fétido repleto de pessoas mal educadas, mas que com muita propaganda e marketing é aclamada como uma das mais belas e românticas cidades do mundo, vai entender, e no auge de sua pompa, em 1420, expande seus territórios e chega a conquistar as praias da Albânia. Porém, o que os venezianos chamaram de “Albânia Veneziana”, na verdade era Montenegro, afinal geografia nunca foi o forte dos italianos, o que explica porque muitas vezes os albaneses querem a cidade de Kotor para si.

Esse vai e vem de domínios estrangeiros finalmente chega ao fim em 1453 com a Queda de Constantinopla para a invasão dos otomanos. Esse fato leva os albaneses pela primeira vez a buscarem a independência, afinal eles eram todos ateus agnósticos deístas umbandistas (a religião albanesa até hoje, que sempre vê vantagens em sincretismos) e viam no domínio otomano um perigo para sua liberdade de crença. Como a Albânia é a Albânia, e não um país de respeito, não surgiu nenhum líder, então sucumbiram aos otomanos.

Albânia otomana[editar]

Em caso de invasão turca, quebre o vidro.

No ano de 1440 o Império Otomano dissolve o Império Bizantino e repovoa Constantinopla com aleijados, gêmeos siameses e monstruosidades. A nova administração importa colonos micronésios e repovoam a Albânia numa tentativa de extinção étnica. Em resposta a esse domínio otomano exercido com mão de ferro e intransigência em 1443 um albanês de origem humilde, um engraxate chamado Skanderbeg resistiu bravamente o domínio otomano tornando-se líder da resistência. Acostumado a caçar ratos nas periferias de Dibër (não pense que um príncipe albanês tem vida fácil) ele usou sua experiências nas ruas para rechaçar as invasões otomanas por vários anos. A sua principal batalha ocorreu no Castelo de Krujë quando reuniu 300 leais homens para resistir um exército de 4 milhões de otomanos. A tática foi simples e notória, Skanderbeg apenas pediu que seus fiéis guerreiros simplesmente se comportassem feito albaneses, ou seja, gritando, falando palavrão, sendo insuportáveis, mas o principal: ter total descaso com a higiene ou saneamento básico, e sendo assim quando os otomanos chegaram para a guerra, estavam todos com uma caganeira daquela braba e não conseguiram conquistar Krujë. Após esta épica vitória, Skanderbeg que também não estava nada bem dos intestinos disse a sua célebre frase, inicialmente absolutamente incompreensível pois foi uma mistura de albanês com o desespero de alguém que está tomando pontadas no ânus de um desarranjo intestinal, mas hoje se sabe que ele disse “Eu não trouxe o papel higiênico. Eu só encontrei um jornal aqui, entre vocês.” sendo creditado ali a invenção do idioma albanês moderno e da imprensa. Morto em 1468, velho e doente de malária, os otomanos então reconquistaram a Albânia e toda aquela luta de Skanderbeg foi absolutamente inútil, como tudo o que algum albanês tenta fazer.

Sob domínio otomano a Albânia foi dividida em feudos e redistribuídos para os sultões mais azarados da Turquia. No ano de 1510 nada de interessante acontece em toda Albânia. Em 1777 metade da população morre de tédio. Em 1803 nada continua acontecendo… A província otomana fica conhecida mundialmente, porém, em 1836 quando a Albânia entra na Tricentésima Vigésima Sexta Guerra Mundial a favor do reino da Antártida embora após a derrota os pinguins se revoltam contra o governo albanês e transformam o país numa pedra de gelo montanhosa.

Em 1839 a Albânia é atingida pelo Tanzimat, nome dado a uma reforma criada pelo sultão otomano que visava modernizar o império e melhorar a imagem internacional de seu país, e entre os diversos dispositivos dessa lei maluca estava um artigo que dizia que “os albaneses não existem, o que os europeus chamam de ‘albaneses’ na verdade são apenas atores tuvaluanos infiltrados na Damácia que estão ali apenas para causar uma má impressão da beleza que o Império Otomano realmente é”. Obviamente os albaneses não gostaram nada disso, mas como eram uns fracotes, só ficaram na insatisfação mesmo, não conseguiram independência e nem nada pelos próximos 100 anos, e muitos realmente acreditaram que os albaneses não existiam mais, como os eslavos (sérvios) que acreditam nisso até hoje quando dizem que o Kosovo é deles.

Guerras dos Balcãs e independência[editar]

Em 1912 o Império Otomano estava só o caco dando seus últimos suspiros. A Anatólia que é feia ninguém fez tanta questão de ir conquistar, mas a Albânia todo mundo quis. Naquele ano de 1912 Sérvia, Montenegro, Grécia, Romênia, Turquia e Bulgária guerrearam pela posse da Albânia. Falando assim faz até parecer que os albaneses eram realmente importantes, mas isso só aconteceu porque todos acreditam na mentira otomana de que os albaneses não existiam, acharam que era um território vazio que podia ser então melhorado. Qual não foi a decepção quando os exércitos de todos países dos Bálcãs ali chegaram e encontraram os insuportáveis albaneses, que infelizmente existem mesmo. Isso explica porque a Guerras dos Balcãs nunca teve desfecho, todos apenas foram embora da Albânia.

Mais tarde uma conferência em Londres realizada pela UEFA reconheceu a existência da Albânia, permitindo que a seleção do país passasse a jogar as eliminatórias para a Copa do Mundo. Kosovo, todavia, ficou com os sérvios e teria que esperar até 2016 para ser reconhecido pela UEFA.

Guilherme, Príncipe da Albânia foi proclamado o presidente da Albânia em fevereiro de 1914, sem motivos aparentes, apenas porque o chamavam de “Príncipe da Albânia” então parecia ser o mais correto a se fazer, só que ele era apenas o aprendiz do Rei do Camarote e já em setembro do mesmo ano estava indo embora decepcionado com a ausência de casas noturnas na Albânia, não sabendo na roubada que havia se enfiado. Sem líder, os gregos vieram pelo sul, sérvios pelo oeste e montenegrinos pelo norte, o plano em conjunto desses três países era dissolver de uma vez por toda a Albânia da existência. É nessa época que o proeminente escritor albanês Ismail Kadare escreve sua obra-prima da literatura albanesa, o best-seller intitulado “Mas por que os albaneses são assim tão odiados pelos seus vizinhos?” que discorre sobre todos os hábitos nocivos e espalhafatosos tão típicos dos albaneses que irrita a todos em sua volta.

A invasão dos vizinhos, todavia, não teve continuidade, pois começara a Primeira Guerra Mundial e esses países agora precisavam se preocupar com coisas maiores que a Albânia, que se manteve neutra na primeira guerra, não por opção, mas sim porque o primeiro radinho a pilha chegaria no país só em 1991, então nem souberam que estava havendo uma guerra global, como nem souberam que em 1919 Woodrow Wilson reconheceu a Albânia como sendo um país.

Albânia na Segunda Guerra Mundial[editar]

Zog I foi o carismático dono da Albânia entre os anos de 1925 a 1939 (não um alien de 2150), tanto que este nome “Zog” era uma apelido em alusão a alguma raça mencionada no Guia do Mochileiro das Galáxias, porque o nome real era impronunciável para estrangeiros. Bem antes da segunda grande guerra começar, Zog I já havia vendido a Albânia para a Itália para quitar umas dívidas de jogo, o valor pago por Mussolini foi de 50 tênis da All-Star, algo que Zog I planejava usar para espalhar o movimento emo que ainda não havia chegado em seu país. Zog I era tão amado por sua população que sofreu 55 tentativas de assassinato registradas durante seu reinado, algo que seus súditos faziam para testar os reflexos do seu senhor feudal e garantirem que tudo estaria bem.

Já na Segunda Guerra Mundial a amistosidade entre albaneses e italianos mudou, quando em 1939 Benito Mussolini faz exigência absurdas aos albaneses, como trocassem a sua bandeira que considerou feia e de mau gosto por uma mais fashion. Isso revoltou profundamente os albaneses que se recusou a atender tais exigências, porém os albaneses se esqueceram que eram um povo fraco e foram facilmente anexados pelos italianos, concedendo a única vitória dos fascistas naquela guerra só para dizer que a Itália ganhou alguma coisa naquela guerra. Mas como a Albânia tinha um exército de três mendigos que estavam num congresso nas Filipinas, quando estes regressaram eles foram capazes de reconquistar o território perdido em cerca de três fases lunares (medida de tempo usada na Albânia) e se aliar à União Soviética para vencer a guerra.

Albânia comunista[editar]

Enver Hoxha liderando o povo albanês para seguros bunkers.

Depois da guerra e animados pelos ideais da Revolução Francesa (a notícia demorou algum tempo para chegar lá devido a falta de telefones celulares) os albaneses criaram a "República Federativa do Congo", que teve duração de 3 horas em 10 de janeiro de 1946 quando descobriram que já existia uma "República Federativa do Congo" então assumiram um novo nome, de "República Popular Socialista da Albânia", esse nome sim completamente inédito, e se transformaram em vassalos da União Soviética.

É nessa época que ascende ao poder o infame Enver Hoxha, o segundo albanês mais conhecido da história (porque "Zog I" é um nome alien bem mais notório de se recordar). Embora Hoxha jamais tenha assumido os cargos de rei ou presidente da Albânia, ele criou para si um novo cargo totalmente especial no executivo do país, o qual batizou de “O Grande Camarada-Dono Extravagante Primeiro-Ministro Conselheiro de Guerra da Albânia”, cargo este o qual Hoxha também criou todas as regras, como as novas leis que diziam que o O Grande Camarada-Dono Extravagante Primeiro-Ministro Conselheiro de Guerra da Albânia teria poderes totais no país e que seu cargo democrático seria vitalício. A única lei que Hoxha não cumpriu dentre as 2500 leis extravagantes que mandou criar foi aquela que dizia que o O Grande Camarada-Dono Extravagante Primeiro-Ministro Conselheiro de Guerra da Albânia era imortal, mas ele acabou morrendo em 1985, de modo que governou a Albânia de 1944 até 1985.

Enver Hoxha coloriu toda a Albânia de vermelho e com sucesso convenceu os cidadãos do seu país de que eles deveriam ser um país comunista, afinal eles tinham já uma bandeira vermelha desde muito antes de Lenin inventar a URSS. Para começarem bem na fita, Hoxha inicialmente era miguxo de Stalin e Tito, dois líderes que na verdade mal sabiam da existência da Albânia. O maior problema de Enver Hoxha em ser um ditador déspota é que o poder subiu à sua cabeça, afinal todo mundo em seu país o obedecia e isso o faz pensar que é algum tipo de divindade, por isso uma de suas leis incluía banir Deus da existência. Nessa onda de ego crescente e uma mania de grandeza e superioridade que nunca antes na história havia estado nos corações dos albaneses antes um pouco tão de baixa auto-estima, a partir de 1968 a Albânia retirou-se do Pacto de Varsóvia alegando que havia inventado um comunismo totalmente novo e próprio, e que tanto Estados Unidos como União Soviética como Iugoslávia estavam errados, pois Enver Hoxha lançava a ideia do comunismo anti-revisionista no qual a Bíblia Sagrada era um livro que deveria ser substituída pelo O Capital de modo que a Albânia foi o único país genuinamente comunista no mundo. Graças a esse tipo de governo as autoridades albanesas conseguiram exterminar 2 milhões de professores de história, alegrando muitos estudantes.

É nessa época conturbada do século XX que o governo albanês criaria a Vault-Tec Corporation, uma empresa de fabricação de tocas que importou 50.000 toupeiras do Canadá, país aliado, para construir mais de 750.000 tocas (os bunkers). Isso foi necessário, segundo Hoxha, porque a Albânia era um país rico demais, afinal o comunismo deu certo no país, e eles precisavam gastar o excesso de dinheiro em alguma coisa aparentemente sem sentido. As tocas eram revestidas de vibranium vindo direto de Wakanda, e como a Albânia não podia construir uma bomba atômica, precisava dessas cavernas para o caso de EUA e URSS decidirem explodir a Albânia.

Queda do comunismo[editar]

Em 2007 os albaneses anexam o território do Triângulo das Bermudas, só faltando anexar o Kosovo para concluir seu plano de dominação global.

Em 1989 a derrocada do comunismo na Europa fez países como União Soviética, Iugoslávia e Tchecoslováquia ruírem e assim se dissolverem em diversos países bem merdas (ver Eslovênia, Tadjiquistão, etc). Todos menos a Albânia, único país genuinamente comunista da história da humanidade e que até hoje ostenta sua bandeira vermelha em fidelidade ao regime. Muito embora em 1991 a Estátua de Jaiminho fora derrubada na praça de Tangamandápio, então capital albanesa, o espírito de evitar a fadiga a qualquer custo continuou impregnada no espírito e no imaginário coletivo do povo albanês que na época das beneficies do governo comunista podiam ficar tranquilamente sem trabalhar e mesmo assim recebendo ração do governo, agora subitamente precisavam começar a trabalhar, mas isso não aconteceu até hoje, a Albânia continua o país com o maior número de vagabundos na Europa, a maior taxa de desemprego e o país mais sujo, para que as memórias dos anos comunistas não se esvaiam sem propósito no passado. Em 2006 Haroldo Lima, um zumbi comedor de criancinhas a serviço da Albânia, disfarçado de "Comissário" da Agência Nacional de Petróleo, inicia a privatização das reservas de petróleo do Brasil, de acordo com os planos de dominação do mundo da Internacional Socialista Albanesa. Nessa época albaneses começam a sair do país e infestar os vizinhos.

OTAN e Kosovo[editar]

Em abril de 2009 a Albânia aceita o convite de tornar-se membro integrante da OTAN, o que o então primeiro-ministro Sali Berisha chamou de "milagre da liberdade!". Seja lá o que diabos ele quis dizer com isso (isso se ele quis realmente dizer algo) suas palavras foram amplamente apreciadas e a Albânia podia agora participar das competições da UEFA. Desde então a Albânia vem implorando para passar a integrar a União Europeia, mas aí isto seria um demasiado exagero, e os chefões em Estrasburgo desde então fazem de conta que a Albânia não existe, o que não é muito difícil de se fazer.

Em 2011 a Albânia põe em prática seu malicioso plano de dominação mundial. A ideia do governo foi bem simples, tornar o país insuportavelmente ruim de modo a obrigar que grande parte de sua população migrasse para qualquer outro lugar. No ano seguinte a Albânia já se tornava o primeiro país do mundo onde a maioria de seus habitantes vive no exterior, sendo portanto questão de tempo o dia em que irão conquistar o mundo. Claro que os demais países tentarão ao máximo evitar que isso ocorra, caso da Sérvia que se nega ao máximo ceder o Kosovo à Albânia, mesmo que só vivam albaneses naquela porcaria. O mesmo diz o governo italiano sobre a ilha de Sicília e o governo americano sobre Nova York.

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