História da Alemanha

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História da Alemanha é sobre guerras. Quando não está invadindo alguém está sendo invadida. Então nunca se deixe enganar quando encontrar um alemão, ele só está aguardando o momento pra te invadir, seja com um exército, seja com absurdas exigências tributárias de austeridade econômica vindas da União Europeia. Embora muitas vezes se façam de superior, os germanos nada mais são que franceses que deram errado, e descontam suas frustrações invadindo os outros quando tem algum surto de crise de superioridade.

Tribos da Germânia[editar]

Quando você é um romano, está enfrentando os germanos na Batalha de Teutoburgo, e pisa numa peça de Lego ali estrategicamente colocada. Desde o começo os alemães nunca tiveram escrúpulos.

A Germânia foi um território de má fama que existiu há muito tempo atrás na época dos romanos, bem antes de Cristo, e era habitada por diferentes tribos, quase todas germânicas, mas também tinham os Hippies, Caipiras, Bahianos, Sertanejos, Forrozeiros, Rolezeiros, Fãs de Youtubers Teens, Canibais e outras tribos que absolutamente ninguém desejava ou se atrevia misturar-se, conviver ou tentar conhecer melhor, por isso pouco ou nada se sabe o que os proto-alemães faziam antes de Cristo. As tribos germânicas que primeiro se estabeleceram nestas terras a chamaram de Mittal Mickey Lander, isso em torno de 100 a.C.. Os celtas ainda estavam lá, mas nada que os alemães não pudessem os expulsar todos numa primeira dentre dúzias de guerras as quais ainda se envolveriam. Fariam então questão de criar uma empresa farmacêutica chamada Bayer, na cidade de Wuppertal, bem perto de Düsseldorf, onde pediram que ninguém mais atravessasse o rio Reno despejando nele toda a sorte de produtos químicos tornando-o inavegável pelos próximos três milênios. Isso marca o início da Alemanha com um exemplo inicial de convivência e harmonia com seus vizinhos, que sempre foram numerosos, afinal escolheram um território bem no meio do que os romanos chamavam de "muvucuvus" (muvuca, no português, um território onde impera a bagunça e a desordem, mais ou menos como é o Brasil hoje).

Os germanos já tinha má fama nessa época, tanto que o Império Romano jamais se atreveu a pisar por lá. Os romanos preferiram ir conquistar a Cochinchina, passando pela Anatólia e indo até a Mauritânia (você já viu como esse país não tem absolutamente nada?) tudo para evitar subir demais ao norte, pois os alemães eram sem graça demais e ninguém merecia ser punido a ter que conviver com eles, já que uma das políticas romanas era integrar a cultura estrangeira dos povos conquistados, algo que seria demasiado difícil para fazer com os germanos, então eles foram ignorados. Augustus em 30 a.C. foi aquele que ordenou a construção da denominada Limes Germanicus (nome pomposo para uma mureta que qualquer pedreiro poderia erguer) que consistia numa longa mureta feita de restos de sabonete (até então nenhuma tia havia sido importada para fazer artesanato com restos de sabonete, então Augustos não sabia o que fazer com aquele lixo todo) que definia as fronteiras entre Roma e Germânia. A fronteira incluía a Alsácia, Sarre e Baviera como territórios romanos, deixando todo o resto pra lá, o que explica porque hoje o sul da Alemanha é mais desenvolvido. Os germânicos sempre tiveram um desejo secreto de serem conquistados e anexados pelos romanos, mas infelizmente a sua falta de bom humor e incapacidade de diálogo não atraíram nenhuma simpatia dos romanos que nunca atacaram a região. Por trás desse desejo estava a vontade dos alemães esfregarem na cara dos romanos que seus carros eram de qualidade muito melhor do que a imundície construída no norte da Itália.

As tribos germanas nunca tiveram muita unidade, como sabemos alemães nunca foram bons de conversa, então cada cidade tinha seu líder. Porém o primeiro grande líder conhecido e responsável por unificar a porra toda foi Armínio, um ex-bárbaro germano que decidiu ir fazer um curso de stand-up comedy na Universidade de Perúgia, mas mesmo após formado quando regressou para a Germânia não sabia fazer nenhuma piada direito, afinal para certas ausências de talentos não há estudo que possa corrigir, o máximo que Armínio conseguiu foi encontrar nomes gozados para as tribos da Germânia, como Alô Manos, Angola-Saxofones, Batatos, Burrões, Francos, Gépidas‎, Marombados, Querosenes e Vândalos. Furioso por nunca ter sido engraçado mesmo estudando nas melhores universidades romanas, Armínio traiu seus mentores e atacou os romanos, matando um monte e expulsando-os para sempre da Germânia. Após esse episódio de libertação os germanos então tiveram uma epifania e encontraram seu sentido de existência, agora cientes de que não tinham talento para se divertir, perceberam que deveriam levar tudo a sério e passar os próximos milênios causando guerras. Armínio nem pode apreciar esse sucesso, foi morto aos 21 anos de idade pelo próprio sogro.

Völkerwanderung[editar]

No final do século IV e ao longo dos séculos V e VI os alemães ficaram inquietos, afinal todos eles estavam com um grande comichão nas virilhas após não se banharem durante séculos (lembrem-se que os francos antes de serem franceses eram germânicos, é uma mania comum a estes povos) então começaram a se espalhar por todas as partes do mundo e alemães começarem a serem vistos em praticamente todos os lugares, até nas favelas cariocas criando o Morro do Alemão. O Völkerwanderung é a expressão germânica cuja tradução livre seria algo como "vagabundear bonito", e representa a época em que alemães começaram a serem avistados em vários lugares do mundo, cansados de tanto trabalhar e de seu país sem graça, foram procurar locais melhores para passar longas férias. Alemães eram vistos nas estâncias balneares de Espanha, nas praias da Tunísia, nas paisagens vinícolas da Itália, nos desertos africanos e até em Tuvalu, que após a Segunda Guerra Germano-Tuvaluana viu seu território ser transformado em Nova Guiné Alemã pelo curto período de tempo entre 1884 a.C. até 1919 d.C..

Duas tribos desses alemães insatisfeitos com sua terra de origem, de alguma forma muito inesperada acabaram na Britânia, os anglos e os saxões. Os motivos dessa chegada ainda são extremamente incertas e desconhecidas, pois todos sabem que a Inglaterra é ainda mais tediosa que a Germânia. Rei Artur, hoje consagrado como mestre lendário da estratégia militar, acertadamente recrutou John Cleese e Mr. Bean para demonstrar aos germanos invasores como realmente se faz humor engraçado de verdade. O problema é que os alemães invasores não sabiam onde haviam deixados seus barcos, então eles foram convidados para uma reunião de chá da tarde e aos poucos se mesclaram à cultura local.

Outra tribo germânica que saiu da Germânia foram os francos que decidiram ir se estabelecer na Gália. Posteriormente essa mesma tribo de irredutíveis gauleses, por extrema vergonha de seu passado, perderiam a lembrança de sua língua nativa e começariam a falar em um latim muito gay esguio que hoje conhecemos como língua francesa. Esses francos ficaram tão envergonhados de suas origens que fingem que sempre foram apenas franceses e são desesperados em fazer coisas que nenhum povo faz, como comer queijo bolorento e falar fazendo biquinho, tudo para que jamais sejam confundidos como germânicos.

Sacro Império Romano-Germânico[editar]

Na época do Sacro Império Romano-Germânico, o auge da macheza alemã permitia que os homens se vestissem de bailarinas de calça atochada no dia a dia, eles eram muito seguros de sua sexualidade.

A antiga e reprimida vontade de serem conquistados e civilizados pelo Império Romano só foi realizada com a criação do Sacro Império Romano-Germânico (nome adotado sem o consentimento de qualquer romano, que já não existiam mais para discordar de um nome tão idiota).

A história da Alemanha só começa a ficar realmente interessante quando Carlos Magno no ano de 800 cria o Sacro Império Romano-Germânico e torna a Idade Média mais emocionante. Agora haviam castelos, princesas, lutas de espada, execuções públicas, tabernas, orcs, enfim, tudo o que um ávido jogador de RPG mais precisa, só que na vida real e sem ser de cosplay. Carlos Magno lutou guerras, caçou dragões e muçulmanos e fundou a Universidade de Hogwards, sendo que ambas atitudes foram vistas como características essenciais para quem procurava altos cargos políticos. Um dia, o imperador Carlos Magno e seus amigos foram a um bar no lado decadente de Ravenna onde o imperador ficou completamente perdido e acabou conheceu uma bela donzela com quem teve alguns filhos bastardos. Aí já viu a merda, após a morte de Carlos Magno, que escreveu seu testamento em alemão (ou seja, incompreensível), seus filhos que herdaram o seu império passaram a fazer guerra uns com os outros.

Apesar disso tudo, quem ficou com os créditos de ter fundado o Sacro Império Romano-Germânico em 962 foi o tatatataraneto de Carlos Magno, Oto, o Grande, que recebeu a sua alcunha após uma aventura nos bordéis de Aachen. Otão, como era também apelidado pelos amigos do Morro do Alemão, também ficou conhecido por suas bochechas lisas e bem hidratadas, sempre causando enorme inveja nos reis vizinhos. Claro, causando guerrinhas aqui e acolá, porque Alemanha sem guerra não é Alemanha.

Os alemães, italianos e franceses gostaram tanto desse império que se separaram depois de 60 anos. A Alemanha, todavia, eventualmente manteve o nome "romano" no título de sua nação porque soava muito melhor do que apenas a Alemanha, e toda hora ter que falar "Sacro Império Romano-Germânico" fazia parecer que tal império era realmente pomposo e importante. Naquela época os alemães já haviam deixado o paganismo e parado de adorar árvores-de-natal, convertendo-se todos ao cristianismo. Ainda novatos nessa coisa de servir Jesus Cristo e sem saber direito o que fazer com tanto dízimo, os alemães construíram catedrais de 100 metros de altura em todas cidades do império com a maior pompa possível.

Liga Hanseática e a Guerra dos Treze Anos[editar]

Lá pelo século XV, tendo passado os últimos 1000 anos viajando pela França e pela Itália, os alemães decidiram voltar para a sua terra de origem, achando que a encontrariam como haviam deixado. No entanto, suas terras foram ocupadas por eslavos, que perceberam que não havia ninguém em casa e que as luzes não estavam ligadas. Habituados em viverem em lugares realmente ruins (Bulgária, Sérvia, Polo Norte) os eslavos até que não acharam a Alemanha nada mal, e a chamaram de "Polônia".

Desesperados em perceberem como sua terra natal estava sendo transformada num chiqueiro, os alemães decidiram organizar uma Oktoberfest em toda a Polônia (atual Alemanha) criando assim a Liga Hanseática para organizar a infraestrutura necessária para o festejo. Assim criaram clubes em todo o norte da Europa para incentivar a reassentamento alemão na Polônia (atual Alemanha). Os eslavos até que estavam bem com seus novos amigos alemães, mas as vezes (muitas vezes na verdade) não. Isso levou a diversas guerras na Polônia, muitas guerras sobre coisas estúpidas, muitas guerras sobre coisas sérias, mas de fato muitas guerras. Embora os poloneses fossem bons de briga, os alemães venciam no cansaço.

Os mais ávidos nesse conflito, aparentemente eterno, eram os Cavaleiros Teutônicos. Esses ex-britadores de crânio da Terra Santa, cansados de lutarem só contra beduínos, queriam um novo desafio fora de um deserto escaldante do Oriente Médio onde poderiam usar suas pomposas armaduras pesadas sem morrerem de desidratação antes de algum combate. Os teutônicos, que receberam esse nome por tétano, um antigo líder romano após se cortar numa agulha enferrujada, eram contra a Coroa do Reino da Polônia, considerado pagões e vendidos aos alemães, portanto traidores, os teutônicos converteram muitos pagãos! Converteram os pagãos vivos para pagãos mortos. Alguns pagãos, todavia, viraram cristãos, pois os cavaleiros teutônicos ainda precisavam de camponeses para abusar e insultar. Apesar de tanta truculência, como bons vilões, foram derrotados no final.

A Liga Hanseática estabeleceu-se como forte potência comercial do Báltico. Também criaram um sistema de divisões com promoção e rebaixamento atribuindo importância a certas cidades após longas campanhas. Os ingleses mais tarde alegaram que eles inventaram tudo isso, algo denominado capitalismo Premier League.

Baixa Idade Média[editar]

Durante os anos da Baixa Idade Média os alemães ficaram cada vez menos unidos. Enquanto os reinos vizinhos descobriam suas vocações (Portugal vocação para a covardia, França vocação para a gayzice, Inglaterra vocação para o humor pastelão, Rússia vocação para fazer os vídeos de flagrantes mais ridículos da internet, etc) os alemães, desde Armínio, já sabiam que sua vocação era para guerra. Agora os alemães tinham um monarca eletivo, afinal sempre foram a favor da democracia, embora na época apenas sete pessoas podiam votar. Esses homens eram chamados Eleitores (duh!) e podiam escolher qualquer um para ser Líder (Führer) da Alemanha, desde que recebessem o pagamento por fazê-lo. É nesta época que o direito trabalhista é inventado na Alemanha e desde então nenhum alemão jamais aceitou trabalhar por nada, o que explicam porque eles desprezam os países que empregam estagiários.

No final da Idade Média os alemães inventaram as máquinas de datilografar. Durante séculos, os monges albaneses mantiveram o monopólio da escrita manuscrita de livros, mas agora um alemão chamado Johannes Gutenberg inventara a pausa para o almoço disciplinada, só que apareceu com menus escritos a mão com garranchos indecifráveis. Até então os alemães gostavam de escrita garranchosa a mão porque era tão difícil de se ler que só pessoas na Alemanha podiam entender o que estava escrito ali, e isso dava a eles uma agradável sensação de superioridade. Mas agora as letras podiam ser impressas, e o dioma alemão perdeu importância. Hoje todo alemão prefere falar em inglês.

Reforma Protestante[editar]

Em 1517 a Igreja Católica estava com a sua popularidade decadente após a proibição do uso da camisinha, e um capanga do Edir Macedo conhecido como Martinho Lutero pregava que ficar falando toda hora o nome "Sacro Império Romano-Germânico" era um saco e propôs o fim desse nome para algo mais palatável, como "Alemanha". Ganhou seguidores e deu início uma série de guerrilhas e desentendimentos.

A Reforma Protestante, como ficou assim conhecida essa época de desordem social, foi uma série de eventos nas quais pessoas comuns queriam dar palpite sobre qual seria o melhor método de se beber um chopp, um movimento religioso e político que afetou a Europa inteira e a prática de beber chopp na maior parte do mundo. Os católicos diziam que o único método eficaz para garantir a qualidade de um chopp seria manter um clarinho de 1 dedo de espessura num copo de 300 ml, de maneira que ela sirva como barreira para reter alguns compostos que lhe dão identidade, tais como óleos do lúpulo e todos os tipos de subprodutos gerados na fermentação pela levedura, como o álcool. Já os protestantes sugeriram que esse tipo de frescura era o que tornava os alemães um povo tão odiado e que a espessura do colarinho deveria ter o tamanho de 5 solas de sapato (uma piada hiperbólica que ficou conhecida na época com  as Cinco Solas). Isso entrou em erupção numa grande guerra civil na qual os protestantes conseguiram maioria no Parlamento e assim legislar sobre como o chopp deveria ser servido em todo o mundo. Seguiu-se uma ampla campanha de destruição de símbolos e artefatos de católicos (como copos, canecas e pratinhos onde eram servidos os tira-gosto). Os alemães católicos não se renderam facilmente a essa caçada por seus objetos, e se recusam a tomar chopp em copos de plástico até hoje.

Guerra dos Trinta Anos[editar]

Cquote1.png Por que tivemos que matar esses franceses mesmo? Cquote2.png
Prussiano perdido na Guerra dos Trinta Anos
Cquote1.png Eu acho que eles eram espanhóis Cquote2.png
Outro prussiano

A Guerra dos Trinta Anos (que realmente durou 30 anos: 1618-1648, afinal os alemães são sérios e pontuais, não como os franceses que dizem que lutaram numa guerra dos 100 anos que na verdade durou 116 anos) foi um conflito entre católicos e protestantes pelo monopólio do comércio de chopp, chucrute e salsichão.

A Alemanha estava bastante tranquila desde o sucesso de Lutero. Aqueles que queriam ser protestantes luteranos, protestantes calvinistas, testemunhas de jeová, adventistas de sétimo dia ou católicos, simplesmente poderiam ir morar na cidade do seu príncipe predileto sem a necessidade de mais guerra inútil. Isso funcionou bem até que os boêmios - que não eram alemães, mas tchecos - romperam o padrão de migração ordenada e mudaram subitamente a religião de seu território do catolicismo para o alcoolismo. Os austríacos, uma espécie de sub-alemães, quase sempre esquecidos no interior, disseram que essa atitude dos boêmios era ruim e assim os invadiu. Isso levou a uma guerra que recebeu muitas intervenções inúteis da França, Itália, Dinamarca, Suécia, Polônia, bem, quase todos os vizinhos. Alemães mataram alemães e depois de uns 3 anos ninguém conseguia mais se lembrar do porquê daquilo. Se tratava-se de religião, por que a França católica estava lutando com a Alemanha protestante contra a Alemanha católica? Por que a Dinamarca pagã estava apoiando a Áustria Católica numa luta contra a Espanha Protestante? Muitos milhões foram mortos e ninguém soube a resposta para estas questões, muito menos quem marcou o gol da vitória do Real Madrid contra o Hense Hamburg FC em 1622.

As sangrentas disputas terminaram após 30 anos (por isso Guerra dos 30 Anos) e foi firmada a Paz de Vestfália que terminou com o reconhecimento do protestantismo e a criação da Rede Record como concessão pública, e conseguinte extinção da Rede Manchete como tentativa de expurgar os otakus. O Sacro Império Romano-Germânico e seus 467 estados-membros foram reduzidos para 465.

Reino da Prússia[editar]

Com o Tratado do Falo Ocidental, todo prefeito alemão era agora soberano de sua própria cidade em seu próprio palácio, o que explica porque toda cidade alemã tem um castelo. Nenhum desses pequenos reis não tinham que servir nem obedecer a nenhum Imperador, o Sacro Império Romano-Germânico já não existia mais. Claro que disputas de poder começariam a surgir, os Habsburgos advindos de Viena compraram algumas cidades da Bavária, mas a maioria dos estados alemães se tornaram amigos do rei Luís XIV da França. A cultura francesa substituía a cultura alemã na época considerada o auge da sofisticação do atual território alemão. Todos (exceto os Habsburgos) queriam ser franceses.

Porém um estado alemão escolheu uma opção diferente. Um eleitor de Brandemburgo chamado Frederico, o Tesouro - Não se Misture com essa Gentalha, que governava uma então obscura, bárbara e enfadonha pequena cidade provincial onde não havia nada de interessante, o vilarejo de Berlim, teve uma ideia que mudaria os rumos da história da Alemanha. Embora seus territórios estivessem espalhados pelo meio da Alemanha como sopa derramada, ele descobriu que tinha a seu dispor um bloco de territórios mais sólidos no oriente conhecido como "Prússia". Frederico também percebeu que após seu país ter sido pisoteado na Guerra dos Trinta Anos precisava de um exército novo, então sentando-se em seu bureau (escrivaninha, Fred também gostava de coisas francesas) ele inventou o exército prussiano, que seria um pouco como os Cavaleiros Teutônicos, mas sem a missão religiosa, só com a missão da baderna.

Alguns prussianos se divertindo numa guerra.

Inúmeros alemães heterossexuais, ou homossexuais enrustidos, aderiram à causa de Frederico e o Reino da Prússia tornou-se uma realidade concreta, substituindo a antiga Alemanha e impedindo a criação da Französische Republik, plano diabólico de Luís XIV que estava em curso na época em transformar toda a Europa num único país homossexual. Os alemães por fim consideravam que serem eslavos seria melhor que serem franceses, e novas guerras começaram claro, porque Alemanha sem guerra não seria Alemanha e isso poderia afetar a identidade nacional daquele povo.

Guerra da Sucessão Espanhola[editar]

Em 1700 a Alemanha voltou a estar em guerra, como sempre, intrometendo-se onde não foi chamado, dessa vez na Guerra da Sucessão Espanhola. O que a Espanha, lá longe tinha haver com a Alemanha, ninguém sabe até hoje, o que sabemos é que Filipe V de Espanha deveria ascender ao trono após a morte de Carlos II da Espanha, mas os austríacos de Habsburgo alegaram que o Carlos VI do Sacro Império Romano-Germânico, porque se chamava Carlos, era quem deveria assumir o trono da Espanha, o que obviamente não foi bem aceito, então uma guerra de proporções continentais precisou ser realizada para que mais alemães fossem mortos heroicamente.

O Imperador Romano-Germânico proposto por Habsburgo queria que a Espanha retornasse para a família germânica. Os bávaros, todavia, traíram os alemães do norte e preferiram aliar-se com a França para obrigar os austríacos a gastar ainda mais dinheiro alemão com uma guerra crescentemente cada vez mais sem sentido. Os ingleses, claro, não ficariam fora da diversão e intervieram em determinado momento trazendo um exército liderado por Tom Hardy, Duque de Marlborough. Pilotando o seu avião teco-teco da esquadrilha britânica, o duque junto de seu amigo italiano Eugênio, o Seboso derrotaram os franceses e os bávaros na famigerada Batalha de Blenheim, um curioso episódio da história da Baviera onde alemães eram derrotados sem nem saber porque diabos estavam ali lutando.

Guerra de Sucessão Austríaca[editar]

Frederico II da Prússia usa sua arma secreta aprendida com os franceses. A falta de banho, e faz um soldado austríaco desmaiar aos seus pés.

Em 1740, a Alemanha voltou a estar em guerra (como sempre, intrometendo-se onde não foi chamada), dessa vez na Guerra de Sucessão Austríaca. Desta vez foi um conflito entre a Prússia e a Áustria, ou seja, uma briga de vizinhos dentro da Alemanha na qual os outros alemães, em vez de participarem para apartar, foram só para por mais lenha na fogueira, tanto que parte dos alemães (os bávaros) foram apoiar a Prússia e outra parte dos alemães (os saxões) foram apoiar a Áustria. Quando Carlos IV morreu em 1740, o mesmo que desencadeou a Guerra da Sucessão Espanhola 40 anos antes, seus sucessores decidiram homenagear a sua morte criando mais uma guerra de sucessão de proporções continentais. O rei prussiano, Frederico II da Prússia aproveitando que a herdeira do trono, Maria Teresa da Áustria, era uma baranga obesa, anexou a Tchecoslováquia e alegou que o território era seu e dos prussianos. Os austríacos tentaram reverter o resultado. Enquanto os tchecos não foram perguntados o que eles desejavam. Os ingleses que no ano anterior estavam massacrando os habsburgos na Guerra de Sucessão Espanhola, agora estavam lutando junto com eles, criando situações nada agradáveis onde combatentes que assassinaram seu melhor amigo ano passado agora estava ali de aliado. O exército de Frederico II bateu os austríacos tantas vezes que os outros países decidiram que era hora de alguma paz. Maria Teresa se manteve com a Áustria, mas perdeu a Silésia.

Invasões napoleônicas[editar]

Louise, a vadia que encantou Napoleão e salvou Berlim.

A Alemanha, mais uma vez, em um campo de batalha. Desta vez numa situação rara na qual foram os franceses que começaram a briga e quiseram mexer com as coisas. A Prússia prefere permanecer afastada dessa confusão, então são os austríacos que se tornam vítima da fúria napoleônica. Os prussianos, vendo como os franceses facilmente desmantelaram o Sacro Império Romano-=Germânico, são forçados a sair da Alemanha e o Império Germânico é despejado na lixeira. A Prússia eventualmente alega que os franceses têm sido grosseiros por muito tempo e vão à guerra. E perdem.

Napoleão, como sabemos, tinha problemas mentais, tanto que todos loucos no hospício se dizem Napoleão, ele acreditava que o mundo era um tabuleiro de War e que sua cartinha de objetivo eram de três conquistas: Queimar Londres; Queimar Moscou; E queimar Berlim. Destes, obviamente o mais fácil era queimar Berlim, então ele começou por este, porém, após massacrar os alemães e chegar na capital prussiana de Berlim, ele se apaixonou pelo busto bem decotado da rainha Maria Luísa de Áustria. O rei da Prússia aceitou virar corno e ceder sua esposa para Napoleão, botando fim à guerra e evitando que Berlim fosse queimada. O rei prussiano então tornou-se aliado de Napoleão, todas as noites ele sentava-se na cadeira do seu quarto e observava sua ex-mulher o fazer de corno com Napoleão, um fetiche denominado como "cuckold" (pau velho) e agora França e Alemanha eram aliados.

Como Napoleão queria invadir a Rússia, ele obriga os seus novos escravos aliados alemães a invadir a Rússia junto com ele. Acontece uma calamidade certa na Campanha da Rússia de 1812, pois embora os franceses fossem mais civilizados, mais treinados, mais instruídos, mais polidos, mais unificados e mais disciplinados que os russos, eles esqueceram do inverno russo e morreram todos congelados. Tal fracasso passou a permear para sempre o imaginário popular dos alemães que mais tarde culpariam Napoleão por suas táticas ruins que levarem a Alemanha para mais uma nova derrota, e desde então os alemães jamais deixariam que outros fizessem guerras em seu lugar e executariam eles próprios as suas próprias guerras a partir de então nos próximos anos. A Prússia e a Áustria combinaram com a Rússia (que acabaram de congelar parte do exército de Napoleão com golpes de Sub-Zero) e golpearam Napoleão em Leipzig. A guerra terminou e a Alemanha era fundada.

Confederação Germânica[editar]

Quando deu a louca no Napoleão Bonaparte inúmeras cidades podres da Alemanha foram conquistadas pelos franceses, época em que o perfume de rosas foi incorporada à cultura alemã, além é claro do escargot com cerveja. Mas depois que Napoleão se deu mal depois ao contrair gonorreia em um prostíbulo em Waterloo, as inúmeras cidades germânicas, ao perceberem que não tinham mais nenhum imperador a guiá-los, decidiram todas se unir formando a Confederação Germânica em 1815 que incluía também Áustria (por causa das cabras) e a Prússia (por causa dos chapéus pontiagudos).

Esta foi aquela que podemos denominar como primeira tentativa de criar uma Alemanha. Algo como um Reich 0.5, no qual as cidades que falavam o mesmo dioma escrota, não sendo compreensíveis pelos vizinhos, decidiram se juntar numa única grande unidade. Tal território pegava metade da Prússia e metade da Áustria, afinal todo alemão tem esse costume de pegar terrar estrangeiras para si, no começo ninguém reclamou, mas logo alguém teria a ideia de criar a Guerra Austro-Prussiana, afinal eles estavam na Alemanha e precisavam fazer alguma guerra de escala global e chamar a Itália pra brincar junto, como sempre.

Confederação da Alemanha do Norte[editar]

Em 1866 a Áustria e a Prússia tentam ficar com a técnica de aparar os bigodes só para eles e se separam após uma grande guerra na qual a Itália se intrometeu porque queria uns pedaços pertencentes à Áustria que estavam esquecidos (atual Eslovênia, até hoje esquecida e nunca devolvida para a Itália, que se esqueceu de pedir esse território de volta). Após a guerra a Prússia fundou a Polônia e a Áustria fundou a Áustria, o que sobrou foi chamado de Confederação da Alemanha do Norte, que na prática seria a mesma coisa da Confederação Germânica, só que agora pertencente à Prússia e um lugar onde falavam uma língua muito difícil de aprender. Começaram a exportar cerveja, momento este em que os alemães já tomaram o hábito de fazer a guerra com os outros.

Império Alemão[editar]

Otto von Bismarck prendendo o seu próprio assassino. Não é a toa que ele era idolatrado pelos alemães de sua época.

Em 1871 Otto von Bismarck tornava-se o primeiro chanceler da Alemanha e modificaria para sempre os estereótipos alemães. Que os alemães eram um povo sem graça e sem talento para humor, que amavam cerveja e que tinham vocação para criar guerras, esses estereótipos já estavam consagrados desde as tribos germânicas da época romana, mas agora Otto lançava a nova moda de chapéu pontiagudos enfeitados com pontas de lança, e nenhum outro general alemão seria desenhado de outra forma diferente, até os dias atuais. Otto von Bismarck originalmente tornou primeiro-ministro da Prússia, mas seu plano sórdido era o de humilhar os austríacos e expandir a Prússia para cima de seus inimigos como Hanôver, Saxônia e Baviera. Bismarck inteligentemente iniciou uma guerra com a Dinamarca para ganhar a fidelidade de cidades esquecidas de um estado alemão chamado Schleswig-Holsten, uma questão difícil que mais tarde se transformaria em quiz-show de televisão denominado de A Questão de Schleswig-Holstein. A Prússia e a Áustria seguiram uma guerra contra a poderosa Dinamarca e seus vassalos de Schleswig-Holstein, conflito o qual os austríacos ganharam dentro de algumas semanas, afinal os dinamarqueses nada poderiam trazer da Groenlândia para ajudá-los na guerra. Com o desfecho da guerra, os austríacos não queriam Holstein e propuseram que eles e a Prússia deveriam doar essas merdas para a caridade e permitir que criassem um estado alemão. Bismarck em nome da Prússia então respondeu que não fez caridade e, em 1866, começou uma guerra civil contra a Áustria, a qual ganhou em algumas semanas e assim criou uma nova Alemanha, esquecendo-se da existência de qualquer Prússia ali.

O tal capacete pontiagudo só não era mais feio do que a sua versão criada por Adolfinho.

Otto von Bismarck foi o responsável pela unificação do 2º Reich da Alemanha, agora Áustria e Prússia eram uma coisa só e ambos dominados por Otto que como primeira lei decretou que toda universidade alemã deveria formar técnicos em aparação de bigodes, basta perceber como todos imperadores e chanceleres dessa época tinham seus bigodes impecavelmente bem feitos e amparados. O seu reinado, porém, é repleto de coisas chatas que ninguém tem paciência de ler.

O seu sucessor Guilherme II da Alemanha foi o responsável por expandir a influência alemã pelo mundo, colonizando os territórios mais inóspitos da África e tomando posse ilhas mais inúteis do Pacífico. As nações mais secundárias, tipo Burundi, Congo, Blumenau, Samoa e Palau, caíram sob domínio alemão mesmo eles não tendo uma desgraça de marinha decente, só na conversa foi-se assumindo o controle desses territórios perdidos do globo.

Primeira Guerra Mundial[editar]

Apesar de ter feito algumas maravilhas, Guilherme II teve sua carreira manchada por um único erro, tipo o Roberto Baggio, uma vez que Guilherme II foi o grande responsável pela derrota alemã na Copa do Mundo de 1918.

A primeira Guerra Mundial foi desencadeada após um mal entendido no primeiro Festival da Eurovisão de 1914, sediada em Sarajevo, quando a banda austríaca Franz Ferdinand ao ir tocar no local foi assassinada por um cantor de rap chamado Gavrilo Princip. A banda representante do Segundo Reich, os Kaiser Chiefs, sentiram-se impelidos a intervir, então o que se viu foi um grande efeito dominó de escalas globais. A Alemanha então declarou guerra contra a Sérvia, mas atacou a Bélgica, porque lógica não era algo que estava em voga, a ideia era dizimar toda a França em menos de 1 semana, mas por causa das trincheiras isso não foi possível. Em determinado momento a Alemanha perdia a 30º guerra em sua história.

República de Weimar[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: República de Weimar

Após a Ofensiva dos 100 Dias, momento quando os Aliados acabaram com o exército alemão usando tanques que disparavam coelhinhos de pelúcia, o que era fofo demais para a macheza dos alemães que foram massacrados por essa arma secreta. Derrotados, os alemães tiveram que se reunir na cidade de Weimar para fundar a República Passiva de Weimar, além de assinar o Tratado de Versalhes no qual a Alemanha se comprometia a ser fodida eternamente pelas nações vencedoras.

Perder um monte de território inútil era a menor das preocupações dos alemães nessa época, mas sim a multinha de 500 bilhões que gerou uma hiperinflação só imitada pelo Brasil muito tempo depois na década de 1990, afinal copiar europeu, especialmente alemão, sempre foi e será chique. Sem poder pagar a divida da guerra, o governo alemão fez  que parecia ser óbvio, imprimiu os 500 bilhões de dinheiros. O problema é que quando você usa esse cheat-code na economia todos os produtores do país ficam surtados, e o resultado é esse descontrole total da economia. Em 1930 todos os alemães eram metade mendigos e metade mendigos aleijados (veteranos sobreviventes da primeira guerra). Qualquer um que ali aparecesse bem arrumado, com uma boa retórico e com um bigodinho bem aparado, seria rapidamente aclamado como salvador da pátria.

Terceiro Reich[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Terceiro Reich
Alemães amigáveis confraternizando a possibilidade de um mundo melhor.

Na década de 1930, um austríaco de olhos escuros chamado Hitler, vem por sufrágio universal, assumir o cargo democrático de emo supremo, bigodudo, chefe e rei supremo da Alemanha, títulos unificados na figura do Führer. Usando seus poderes de hipnose Hitler convenceu os seus 70 milhões de cidadãos de que a superioridade alemã era a solução para todos os problemas, que a altura, os cabelos loiros e os olhos azuis dos alemães (embora ele próprio Hitler não tivesse nenhuma dessas características) seriam o bastante para liderar a nação para mais uma grande vitória, sendo necessário portanto matar judeus e começar uma guerra mundial, embora essa parte do "matar judeus" já tenha sido desmistificado pelo governo iraniano como um grande hoax. Mas o fato é que todos alemães ficaram felizes e começaram a cantar "Somos nazistas racistas homofóbicos e adoramos perder guerras mundiais" como hino das Olimpíadas de Berlim de 1936 onde os alemães provaram sua superioridade ganhando mais medalhas de ouro.

Enquanto isso, os poloneses, por algum motivo obscuro, queriam muito a cidade de Danzig para eles. Dizem que o David Gilmour até fez um show ali, talvez essa seja a única relevância dessa cidade esquecível. Como sabemos, os poloneses atacaram primeiro, de modo covarde e sorrateiro, gerando revolta internacional o que obrigou uma resposta alemã mais dura, por mais que os alemães não desejassem mais guerras e preferissem viver harmoniosamente em seu novo país pacífico que deveria durar 1000 anos, não viram outra alternativa, como um animal encurralado sem saída cuja única opção restante é atacar aquele que o ameaça, precisando infelizmente de, em 1 de setembro de 1939, dar início à Invasão da Polônia como forma de autodefesa e autopreservação. Afinal, após a Primeira Guerra Mundial, os alemães que são um exemplo de povo sábio, já haviam percebido que não eram muito bons em ganhar Guerras Mundiais, então até o último momento recusaram invadir a Polônia para evitar maiores constrangimentos, mas logo tiveram que entrar em guerra mundial de novo. 

A Alemanha ficou com o papel de vilão na Segunda Guerra Mundial, graças às atitudes filha-da-puta da SS como podemos ver em qualquer filme de guerra imparcial e nada tendencioso de Hollywood, os soldados nazistas eram seres sem coração e sem alma nutridos de maldade pura, por isso em todo jogo de FPS você pode matar nazistas a rodo, mesmo que chacine mais nazistas que a totalidade de judeus mortos. Os alemães entre suas maldades despejaram quilos de bombas na Inglaterra, pilharam e queimaram todos perfumes franceses, mataram soviéticos atropelando-os com fuscas, convidaram pacificamente todos os judeus a se retirarem da Europa, afundaram navios brasileiros, faziam memes sem graça zoando os EUA e davam dinheiro para Mussolini perder todas batalhas da guerra.

Alemães percebendo que vão perder mais uma guerra.

Mas graças aos Estados Unidos que veio do oeste com seu exército que ficou ileso depois de assistir toda a guerra de camarote e a União Soviética vinda do leste que trouxe guerreiros da Sibéria acostumados a matar ursos pardos com as mãos (para eles matar um emo nazista era moleza), Berlim foi tomada e Hitler ao melhor estilo A Questão Emocore disparou um tiro contra a própria cabeça e se suicidou-se. Pouco sabiam os Aliados que este austríaco, cujo nome era Hitler, era na verdade um neto secreto de Francisco Fernando que muito irritado com as cagadas de seus antepassados, alimentado com vingança e amargura, decidiu levar a Alemanha para uma guerra sem esperanças e ver o país ficar arruinado enquanto esfregava as mãos com alegria.

Alemanha dividida[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental

Cquote1.png A diferença entre as duas Alemanhas é fácil. De um lado um toma vodka, do outro toma cerveja Cquote2.png
Seu Madruga sobre diferenças entre Alemanha Ocidental e Oriental

Um duro golpe assolou a Alemanha em 1945, eles agora se tornariam uma democracia aos moldes ocidentais, pelo menos a maior parte dela. Agora havia duas Alemanhas, uma puxando o saco dos EUA e outra puxando o saco da URSS. Os países vitoriosos da grande guerra fizeram questão que os alemães perdessem ali toda sua identidade nacional e iniciaram uma longa campanha para fazê-los se sentirem humilhados e envergonhados, tanto que hoje os alemães nem gostam de falar em alemão e de fato se envergonham do passado.

Depois que a Alemanha perdeu a quadragésima guerra de sua história os vencedores dividiram os espólios de guerra roubando a Alemanha até o talo. Os Estados Unidos ficaram com a Bavária, os britânicos ficaram com a Alemanha Ocidental, os franceses ficaram com a Alsácia e Sarre e os soviéticos ficaram com Brandemburgo. Os britânicos e franceses logo desistiriam daquilo ali, percebendo a incrível roubada que era administrar uma Alemanha caquética, depois de assaltarem todas indústrias da região, devolveram o território para os EUA.

Surgia então a Alemanha Ocidental como 52º estado dos Estados Unidos, que então trouxeram a industrialização, o progresso econômico, os reparos na infraestrutura e a austeridade econômica, transformando a Alemanha no país economicamente cretino que conhecemos hoje. Enquanto a União Soviética não largou de seu pedaço e ficou com a Alemanha Oriental o quanto pode, e como os soviéticos tinham ódio da Alemanha não ficaram com aquele pedaço para causar nenhuma melhoria, resolveram fazer da Alemanha Oriental uma grande merda, trazendo ao local uma pobreza que não poderia ser reparada em 500 anos.

Cquote1.png Sobe o muro! Sobe o muro! Cquote2.png
Crianças incentivando mais uma morte no muro sobre Carreta Furacão

Para separar estas duas Alemanhas havia o famoso Muro de Berlim, construído 100% com peças de Lego dinamarquês, um material extremamente resistente, ninguém nunca viu uma peça de lego quebrada. Essa divisão foi o símbolo de toda Guerra Fria, muitos quiseram subir aquele muro, mas poucos conseguiram, surgindo inclusive a Maldição da Carreta Furacão, na qual inúmeras crianças pediam para o Fofão subir o muro, mas sempre resultando em trágicos acidentes. Isso felizmente teve o caso solucionado em 1989, quando ocorre a queda do Muro de Berlim após grandes esforços internacionais, depois que Mikhail Gorbachev decreta a falência do comunismo.

O motivo da Alemanha não gostar muito da história vem dessa época da Guerra Fria, tanto que a única coisa comum nas duas Alemanhas após 1945 foi o fato do chanceler alemão Konrad Grossenfibber ter sido amplamente escutado quando incentivou oficialmente a Amnésia Nacional como a nova ideologia política. Se alguém perguntar para algum alemão o que eles andaram fazendo de 1914 a 1945 todos devem imediatamente fingir serem suíços, ou no caso de não conseguirem disfarçar isso por estarem vestindo suspensórios e bebendo chopp, devem imediatamente fingir vergonha e consternação.

União Europeia[editar]

Alemães atualmente. Mudaram alguma coisa, mas ainda tem a esperança de dominarem o mundo.

A Alemanha não precisou nem de 1 século para se recuperar totalmente da destruição de duas derrotas em guerras mundiais e assim voltar a ser um dos países mais ricos do mundo, coisa que Portugal não consegue com milênios de história. Agora conhecida como "Alemanha Paz e Amor" esta nação é ironicamente sempre o voto contra no Conselho de Segurança da ONU quando os Estados Unidos pede autorização para invadir alguém, como se pudessem dar palpite nos assuntos dos outros quando o assunto é invadir vizinhos.

Muitos cientistas e filósofos postularam a teoria de que a Alemanha poderia causar uma Terceira Guerra Mundial, como é comum entender que a terceira tentativa é afortunada. Os republicanos da América concordaram com um Tratado, que, se essa "terceira tentativa" fosse feita pelos alemães, eles o ignorariam formalmente mais uma vez até o último segundo possível e depois reivindicariam a responsabilidade pela Vitória.

Os alemães evoluíram, tanto que em 1993 usaram uma nova estratégia para anexar os países vizinhos. Ao invés de fazer como sempre fez desde 300 a.C., que era declarar guerra e partir para a porradaria franca, agora os alemães simplesmente tiveram a genial ideia de criar a União Europeia, de modo que os países vizinhos viriam voluntariamente pedir para serem anexados pela Alemanha. A ideia deu tão certo que em menos de 10 anos a Alemanha conquistou toda a Europa e ainda conseguiu impor a sua moeda, o Euro a todos países conquistados. A parte inesperada desse plano diabólico é que os alemães começaram a anexar também turcos, sírios, iraquianos, uzbeques, e como eles estão estigmatizados pelo Holocausto, nem podem começar alguma limpeza étnica para o bem de sua nação, então pela primeira vez em sua história a Alemanha tornou-se a primeira república islâmica da Europa em 2020, episódio conhecido como Primavera Árabe.

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