História da França

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Francia d.JPG ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!

Este artigo é relacionado à história.

Não estranhe se o artigo mencionar coisas como calvinismo, flogisto ou VHS.

Tempos-modernos01.jpg

Cquote1.png Você quis dizer: Vitórias alemãs Cquote2.png
Google sobre História da França
Cquote1.png OWNED! Cquote2.png
Alemães sobre História da França
Cquote1.png Trés chic! Cquote2.png
Francês sobre História da França

A França é uma das nações atuais mais antigas, com uma história repleta de confusões aprontadas por turminhas da pesada, que deixam todo mundo de cabelo em pé. Dessa forma, o estudo dos fiascos acontecimentos históricos franceses resulta importante a fim de não se cometer as mesmas burradas estratégico-militares e demais burrices ali realizadas.

Pré-História[editar]

Lady Diana, antes da fama, como apresentadora de previsão do tempo da França. Perceba que as coisas andavam meio quentes naquele dia...

Os primeiros povoadores da França surgiram no ano 24 mil a.C, advindos de um lugar desconhecido, possivelmente do Acre. Destaca-se, nesse período, o chamado Homem de Cromagnon, que, em francês arcaico, significa agarrador de paus, devido às atividades sexuais de coleta comuns a esse gênero hominídeo. Pode-se destacar a série de cavernas com interessantíssimas pinturas rupestres. A principal delas, encontrada há pouco mais de 30 anos, na região de Le Viadeu, retrata a vida sexual daqueles ancestrais humanos, onde observa-se claramente a arcaica origem das práticas de sodomização, por parte daqueles homens em relação a inofensivos cervos,comuns a região. Não se sabe o real significado desta prática naquele contexto, se seria um ritual religioso, político, ou pura e simplesmente boiolagem.

Idade Antiga[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Gália

O que hoje é a França, no passado, conhecia-se como Gália. A origem desse povo é indo-europeia, ou seja, são primos distantes do Rajesh Koothrappali. O nome dado a região, em francês arcaico, significa Terra da galinha Azul, e corresponde a tradição dos guerreiros gauleses fantasiarem-se com plumas para o combate, como sinal de força e imposição perante o inimigo. O porque do uso da cor azul ainda é um mistério, mas, se os historiadores descobrirem tudo sobre todas as coisas, qual vai ser a graça de esperar pela próxima versão da Superinteressante, para ler mais um absurdo histórico-científico?

Grande guerreiro gaulês.

Durante séculos, as tribos gaulesas viveram tranquilamente, até o surgimento do Império Romano, que arrasa, pouco a pouco, as aldeias da região. Porém, um líder, de nome Asterix Vercingetorix, bravamente, busca resistir contra o domínio de Roma. Duas horas depois, não resta nenhum resquício de liberdade naquelas bandas. Por muitíssimos anos, os gauleses deram a bunda sustento aos invasores, inclusive, lhes fornecendo a famigerada poção mágica que lhes dava força para o combate, o chá de pau barbado, que deu muita sorte aos pupilos do César, até o dia em que se descobriu e se popularizou a cerveja, através do contato com os germanos. Foi o início do fim do Império Romano do Ocidente.

A província foi um dos primeiros pontos romanos a se converter ao catolicismo, pois os padres, chegados do Leste Europeu, prometiam que, em Jesus, estava a cura para o problema de mau cheiro que os acometia. Os cristãos, armados com o bastião da cura (um pouco de sândalo, na verdade), espalharam a libertação do fedor Satanás que as dominava. Surgem, daí, duas características marcantes da sociedade francesa atual: a predominância do ateísmo cristianismo e a poderosa indústria de perfumes.

As invasões bárbaras[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Bárbaros

A partir do século III, o Império Romano começou a se esfacelar. Primeiramente, um certo narcisista, de nome Constantino, um belo dia, acorda com a vontade de ter uma cidade com o seu nome. Assim, Bizâncio torna-se Constantinopla, que passa a ser sede do Império do Oriente, visto que o imperador queria governar terras um pouco menos fétidas do que as encontradas no ocidente europeu. Para não ficar tão feio, ele deixou governando, em Roma, uma cabra, que, por alguns anos, conseguiu manter a ordem mínima naquelas províncias.Porém, a falta de um pulso firme, tornou inevitável a penetração de povos estrangeiros. Um desses grupos bárbaros, de origem germânica, chegou às terras da Gália: eram os francos. Incialmente, eles apoiaram Átila, o huno, o primeiro invasor das terras gaulesas, mas que não aguentou ficar muito tempo por ali, já que a população de origem romana já havia sido totalmente dizimada, logo, não havia mais nada ali que interessasse aos hunos.

A dinastia Merovíngia[editar]

A partir de então, formou-se um pequeno reino, sob governo da chamada dinastia Merovíngia, que, em latim vulgar, significa filhos da puta de Meroveu. Este, segundo as lendas, foi líder daqueles guerreiros francos que lutaram junto à Átila, e que, através de uma série de favores a outros líderes, unificou o poder nas terras recém conquistadas. Desaparece a noção de Estado, e as terras convertem-se em uma legítima casa da Mãe Joana. Contudo, a ascensão de Clóvis I, também conhecido como Clodovil, deu certa unidade ao reino. Após a morte deste, novamente, as coisas ficaram fora do controle.

A Dinastia Carolíngia[editar]

Pepino, rei dos francos.
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Pepino, o Breve; Carlos Magno

No começo do século VII, Carlos Martel, mais conhecido como Carl The Hammer, passou a ser o responsável pela bagaça franca. Naquelas épocas, as terras da Península Ibérica estavam sendo estupradas controladas pelos árabes, que iam ao infinito e além em terras europeias. Em 732, coube aos francos, comandados por Martel, triturarem o avanço muçulmano, na famigerada Batalha de Poitiers, defendendo a Europa católica do inimigo. Isso deu ao Reino Franco um grande prestígio junto ao Papa, tanto que o rei seguinte, Pepino, o Breve, recebeu um boquete foi o primeiro monarca a ser coroado pelo chefe católico.

Um ponto gerador de discussão é o porquê dessa alcunha idiota ser adotada pelo rei. Fontes nada seguras apontam que o fato remete à relativa inconstância sexual do sujeito. De qualquer forma, o reinado de Pepino obtém grandes êxitos, como, por exemplo, a instituição de um banho obrigatório por ano. Em sua gestão, são conquistadas algumas terras na Lombardia, que são doadas ao Papa, a fim de servirem como sua colônia de férias, conhecidas como Estados Pontifícios, onde várias garrafas de vinho e tórridos momentos de intimidade marcaram os fortes laços de boiolagem amizade entre os francos e a Igreja. Com a morte do rei, surge uma grande indefinição quanto a quem passaria a ocupar o cargo. Dessa forma, fez-se necessária uma competição, que julgou a principal característica necessária para um bom governante: a sorte. Após um jogo de palitinhos, Carlos Magno sobe ao poder, no ano 800 d.C..

Neste reinado, a França expandiu-se territorialmente, ocupando um monte de terras que ninguém queria, e, dessa forma, formando o denominado Sacro Império Romano-Germânico, o que aumenta a relação de puxassaquismo entre o país e os católicos. Nessa fase, ocorreu o chamado Renascimento Carolíngio, onde se produziu um enorme avanço nas artes e letras, como, por exemplo, a alfabetização do primeiro francês, que fora enviado a Roma, e lá aprendera a grafar metade do nome.

A dinastia dos Capetos[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Guerra dos Cem Anos
Na foto, o maior macho da história francesa.

Após a morte de Carlos Magno, mais uma vez, a posse do trono fica indefinida. Vários idiotas parentes do falecido rei revezaram-se no governo, sem obter êxito. Dessa forma, a França vai sendo ocupada por tribos locais, bárbaros ogros do Leste Europeu, e demais escumalhas ali presentes. O fundo do poço chegou quando, no final do século X, assume o trono Hugo Capeta, dando início à dinastia dos Capetos, que, ao contrário do que o nome sugere, foi mansinha, e permitiu a ascensão do Feudalismo, onde o monarca era um bostinha totalmente secundário.

Nos séculos seguintes, o poder monárquico limita-se ao controle das atividades sexuais militares, visto que, nestes anos, estavam ocorrendo as Cruzadas. Gente de todos os cantos do continente europeu era atraída rumo ao Oriente Médio, para defender a fé cristã e libertar a Terra Santa do domínio dos infiéis.

Cidadão francês mutilado durante os combates.

Contudo, o principal fato a ser registrado desse período é a Guerra dos Cem Anos, conflito entre os franceses e a Inglaterra. Foram 116 anos de combate, e não 100, como a história perpetuou, o que ocorreu devido ao fato de ter sido um historiador português o primeiro a produzir documentos sobre a guerra. O real motivo para esse rebuliço secular ter acontecido foi uma visita de um embaixador francês à Londres, quando este roubou a cabra de estimação do rei Felipe XXIV, com a qual este passava horas e horas se distraindo, em profunda interação com a natureza.

O gesto foi considerado como uma terrível afronta à soberania inglesa, o que provocou uma colérica reação real. Mais de oito mil tropas foram enviadas à Normandia, e de lá se alastraram que nem câncer pelo resto do território. As poucas cidades francesas que resistiam precisavam encontrar uma forma de recuperar a soberania. Esgotadas todas as alternativas, uma luz surge do fim do túnel. Surge, nas grotas da cidadezinha de Domrémy-la-Pucelle, Joana D'Arc. Ela era reconhecida pela brutal feiura, que era capaz de espantar qualquer um que tentasse se aproximar. Ao descobrir esse potencial estético-destrutivo, o rei Carlos resolve usar isso em seu favor nos combates.

Apesar de todas derrotas militares e calças apertadas, sempre foi muito bom ser rei na França.

Uma série de reconquistas territoriais animava os franceses. A cada dia, os ingleses eram obrigados a recuar mais um pouco. Porém, certo dia, Joana estava em sua barraca no acampamento, catando tranquilamente os seus piolhos, quando é surpreendida por um bando de ingleses que, cobrindo o seu rosto, a levam em direção a Amiens, uma das cidades sobre posse bretã. Lá, Joana recebe sua sentença: morte na fogueira, com a justificativa de se livrar o mundo da barbárie visual. Uma multidão acompanha a sua morte, e, a partir disso, veio a força para a França se impor e vencer a guerra, em honra à sua heroína ogra.

Nos anos seguintes, o país sofreu os duros efeitos da Peste Negra, que matou mais de 2,4 milhões de franceses, deixou muitas viúvas e quase nenhum queijo, devido à quantidade de ratos que se disseminaram pelas cidades. Nesse contexto sombrio, inauguraria-se uma nova era política na França.

A dinastia Valois-Angouleme e Bourbon: França na Idade Moderna[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Iluminismo
O grande feito de Luís XIV, Versailles.

Nos anos seguintes, a França passou por um momento de transição. Os senhores feudais e a Igreja perderam espaço para o poder central. Mais uma vez, o rei era o dono efetivamente da bagaça, o que, historiograficamente se você entender o significado dessa palavra, será um milagre, classificamos como Antigo Regime, que posteriormente foi trocado por não conseguir mais fazer emagrecer.

Em meados do século XV, o cenário político é dominado pelos Valois e Bourbons, que começam a construir uma França efetivamente homossexual monárquica. Nesse meio tempo, acontecem as chamadas Guerras de Religião, oriundas das ideias do traidor do movimento católico, veí, entre os pupilos do Papa e uma seita do Norte francês, conhecida por ter exclusivamente membros carecas, denominados calvinistas. Depois de anos de putaria combate, estes são derrotados, e convidados a retirarem para um outro lugar.

Sou rica e poderosa!, otários!

O país fez parte das potências europeias que desbravaram os oceanos, na chamada Era dos Descobrimentos, estuprando dominando várias possesões no continente recém descoberto, a América, como a Lousiana, o leste do atual Canadá, algumas ilhas no Caribe e a França Antártica, no atual Rio de Janeiro.

Nessa fase, a ebulição do Racionalismo, principalmente representado pela figura nada atraente de René Descartes, dava esperanças de uma mudança profunda nos moldes da sociedade francesa, mas a vida é uma caixinha de surpresas, e as coisas continuam na mesma merda iguais.

Entre 1618 e 1648, mais uma vez, a França arruma picuinhas estrangeiras. Dessa vez, a Europa toda está em estado beligerante. Tudo começou como algumas revoltas internas na Alemanha. Porém, como a França ficou se achando depois da vitória na Guerra dos Cem Anos, resolveu se intrometer. Os anos e anos de putaria desordem generalizada foram resolvidos com um pedido de desculpas em privado, no Tratado de Westfália, e tudo ficou bem, ou não.

O heroi dos franceses no século XVIII, o Homem-Razão!

No finalzinho dessa balbúrdia, sobe ao trono aquele que viria a se tornar o monarca com maior influência interna e externa, nunca antes vista na história monárquica mundial: Luís XIV. Autoproclamou-se como "Rei Sol", visto que tinha por hábito andar vestido de dourado, com cores brilhantes, formando um estilo peculiar. Durante seu reinado, tornou-se clara a tônica da Idade Moderna: a elite extremamente rica, a igreja extremamente influente (o primeiro-ministro e amante do rei, por exemplo, era clérigo, o Cardeal Richelieu), e os pobres extremamente fudidos. Por um lado, construções sultuosas, como o Palácio de Versailles, e por outra, a miserabilidade do povo.

Com Luís XV, a situação da França desestabilizou-se, pois o rei perdia prestígio interno e externo, com a perda da virgindade Guerra dos Sete Anos, mais uma boiolagem distensão generalizada entre as nações europeias. Com o florescer dessas tensões, abriu-se um precedente para a contestação. Vários intelectuais franceses começaram a publicar estudos sobre a liberdade, o comportamento humano, a importância da democracia, a melhor forma para se emagrecer, métodos para o plantio de agrião, entre outros. Um novo despertar do racionalismo, agora tendo o poder real como adversário, toma conta do sentimento não só nacional, mas repercute continentalmente: é o Iluminismo.

No reinado de Luís XVI, a coisa fica totalmente incontrolável. Os desmandos do rei e da rainha Maria Antonieta chegam ao ápice. A fome domina as cidades. Uma cena clássica denota o descaso governamental:

Representação da sodomização social pela qual passava a França do Antigo Regime.

Cquote1.png Rainha, não há mais pão para o povo! Cquote2.png
Assessor real sobre a Situação da França.
Cquote1.png Então, dê-lhes brioches! Cquote2.png
Maria Antonieta, numa demonstração de conhecimento de mundo.

A Revolução comunista Francesa[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Revolução Francesa

Não demoraria muito para o povo reagir. Em 1789, a baderna generalizada toma conta do país. O principal problema apontado era a total dissonância na forma de votação das principais decisões em nível nacional, pois Igreja e Clero mandavam totalmente, e o povo apenas tinha de obedecer. A partir dos ideais iluministas de Liberdade, igualdade, fraternidade e homossexualidade, os revoltosos tomam o poder, e põe fim ao Antigo Regime. O chamado Terceiro Estado, formado pelo substrato de pó de bosta da população, declarou-se como Assembleia Nacional Constituinte, e resolveu colocar as coisas em seu devido lugar. Ou não.

Em 14 de julho de 1789, um grupo de pés-de-chinelo, armados com enxadas e ancinhos, saiu gritando pelas ruas, assustando a todos que passavam, até chegar à prisão da Bostilha. Lá, fizeram tanto fiasco que os guardas preferiam deixá-los entrar do que ter de ficar vendo aquelas coisas patéticas. Quando foram entrar, os badernistas conseguiram empurrá-los para fora, e trancarem-se lá dentro, considerando-a tomada. Tal fato é considerado como o marco que põe fim à Idade Moderna, e dá início à Idade Contemporânea.

Uma típica sans cullotes, expressão que designa os pobres franceses à época do Antigo Regime, por não terem dinheiro para ter um par de calças.

Os revoltosos, agora os novos donos da bola, ou seja, da França, mostraram que quem realmente mandava era o povo em sua totalidade, o que foi instuticionalizado através da Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão. Em 4 de agosto, na chamada Noite da Loucura, após uma grande suruba, a Assembleia bane o Feudalismo, e acaba com os privilégios do Clero e da Burguesia, como o não pagamento de impostos para a importação de tecidos de seda rosa da Índia. A intenção clara era detonar com tudo o que fosse relacionado com o velho sistema, por isso, nem o calendário foi poupado. O Calendário Gregoriano, da Igreja, foi substituído pelo Calendário da Revolução, que tinha o 22 de setembro como primeiro dia do ano, por motivações desconhecidas, possivelmente tenha sido a data de algum menáge a trois especial, ou da perda da virgindade anal de algum revolucionário importante.

O período do Terror[editar]

As coisas, mesmo com a democratização, não estavam boas. Ou seja, estava tudo uma merda. Era muita gente para pouco cargo público, e algo tinha de mudar, uma maior rigidez fazia-se necessária. Em 1792, dois amiguinhos especiais passaram a comandar um grupo de revoltosos. Começa aí a denominada fase do Terror. Qualquer coisas era motivo para uma solução extrema, ou seja, a guilhotina. O motivo não precisava ser muito sério. Trair a Revolução? Guilhotina! Jurar honra ao Rei? Guilhotina! Ser heterossexual? Guilhotina! Ser judeu? Guilhotina, mas antes me empresta 500 francos! Dar um beijo gay em público? Guilhotina, por não ter chamado ninguém da Revolução para participar!

Robespierre não quis mais brincar, e acabou provando do próprio veneno.

A matança foi geral, em nome da paz. Uma tragédia estava por acontecer. O casal diretivo, Danton, e o homem-forte, Robespierre, estavam se desentendendo. O auge da crise chegou quando o último pegou o primeiro em uma ardente brincadeira com uma mulher. Ora, uma mulher! Isto era ultrajante dentro da ética revolucionária. Que fosse Jean, Jacques, Marc, mas uma baranga! Isto era imperdoável, e Danton teve um triste fim, morrendo afogado em uma banheira cheia de um líquido viscoso e mortal. Depois disso, Robespierre, emocionalmente abalado, não teve coragem de resistir às pressões contra o seu poder, e acaba sendo preso e guilhotinado. Depois disso, assumiu a fraca Convenção, que, apesar de manter a França livre dos infiéis estrangeiros, não conseguiu aliviar o caos interno, dando espaço para um baixinho ridículo tomar conta do terreno. Inicia-se uma nova era.

O Império Napoleônico[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Napoleão Bonaparte
Os 200 cavalos azuis de Napoleão.

Napoleão Bonaparte era um guri do interior, que entrou bastante jovem no exército, e que teve uma rápida ascensão, o que não é muito difícil, devido as constantes confusões internacionais nas quais a França se envolve. No período revolucionário, este anãozinho passou a gozar de um grande prestígio entre as mulheres os franceses, o que lhe dava posição de destaque nos carros alegóricos nas discussões quanto aos rumos do país. Pois bem, como dito anteriormente, a situação, devido ao Terror de Robespierre, estava caótica, o que dava brechas para a instituição de uma nova forma de administração. Aproveitando-se da crescente instabilidade, já no período da Convenção, Napoleão mostrou que tinha aquilo roxo, e subiu ao poder em 1795.

Na primeira fase de seu governo, Napoleão recebeu o título de Brastemp, onde, em teoria, o país tinha três chefes, o próprio Napoleão, Roger Ducos e Emmanuel Sieyès, mas, na prática, o chefão era o baixinho. Dizia-se que o regime era democrático, mas quem dizia que não, não tinha a possibilidade de repetir isso outras vezes. O segundo período escancarou o caráter egocêntrico do poder, e, no Império, Bonaparte era o soberano máximo.

Nesse momento, Napoleão resolveu atacar geral, e começou a impor o poderio francês em relação aos países do continente. Essa França expansionista provocou a ira das outras nações, que começaram a formar panelinhas para tentar se defender. De um desses complôs da oposição, participava Portugal, que dependia economicamente da Inglaterra até para comprar um par de cuecas. Em 1807, o todo poderoso imperador francês, um belo dia, acordou de pá virada e resolveu proibir todas as outras nações da Europa de ter qualquer contato fálico com os britânicos, principalmente comerciais. O descumprimento acarretaria em invasão, como acabou acontecendo com os lusitanos, o que provocou a fuga da família real deste país para uma coloniazinha inexpressiva da América.

Fire in the french hole!

Essa política de expansão territorial, ao mesmo tempo que tornou a França a nação mais fodona poderosa da Europa, causou bastante descontentamento interno, pois o Imperador ficava brincando de dominador e esquecia de cuidar das questões internas, como falta de comida, bebida, lubrificante, entre outros. A alta demasiada de impostos também causava a revolta popular. Em 1812, a tragediosa incursão francesa em território russo ajudou a tornar o bagulho todo pior. A reação massiva da população não tardou e, após uma surra militar tomada para os povos então invadidos, em 1814, Napoleão é derrotado, preso e mandado para o exílio em Elba.

Em 1815, o governo recém instituído é derrubado pelo baixinho, que consegue se manter no poder por cem dias. A reação das outras nações europeias foi imediata, e, na famosa Batalha de Waterloo, deu-se a conhecida cena, utilizada pelos seus amigos para definir a sua posição normal perante eles: aquela na qual Napoleão perdeu a guerra. Depois da sodomização bélica internacional, ele é enviado para a Prisão de Santa Helena, onde morre em 1821. Um fato curioso é o enterramento sem pênis do Imperador. O médico que o cuidava, na noite anterior ao óbito, segundo o próprio em seus manuscritos, estava agraciando Bonaparte com uma carícia íntima, quando ouviu um barulho tremendamente forte, que o assustou e o fez fechar a boca. O acidente ocorrido teria deixado a vítima bastante deprimida, a ponto de poder ter provocado a sua morte, à despeito da justificativa oficial, que afirma ter sido um câncer a causa principal.

A Restauração dos Bourbon[editar]

Mesmo com as mudanças propostas pela Revolução, no interiorzão francês, o pensamento das elites agrárias seguia fiel aos preceitos do Antigo Regime, dando apoio às monarquias advindas dessa linhagem real, os Bourbon. Ou seja, tudo voltou a ser a mesma merda que era antes. Não demoraria muito credo, mas esses franceses não aguentam ficar quietos um pouco, que diacho! para uma reação popular. Resumindo, não aconteceu nada que preste no período dos Bourbons restaurados.

Revoluções de 1830, 1848, e mais umas coisinhas[editar]

Algumas linhagens poderiam não ter existido, como essa...

O Congresso de Viena, de 1815, havia tentado restaurar o mapa político europeu, o que, como o nobre leitor deve saber, inclui a França. Nada voltaria a ser igual como antes. Então, a aparente restauração das características anteriores à revolução, como dito anteriormente, não daria cria. O populacho francês insurgiu, em duas oportunidades, configurando as chamadas Revoluções de 1830 e 1848, que não adiantaram nada, apenas causaram algum contratempinho civil e a perda de algumas oportunidades para se ficar quieto. Em 1839, ocorreu a pouco conhecida Guerra dos Pastéis, entre o país e o México. Fontes apontam que um comandante mexicano, de nome Don Ramón , após o boicote do fornecimento de croissants por parte dos franceses, devido a causas tributárias, este resolve contra-atacar, saqueando um navio francês que transportava massas de pastel para Seychelles. Giuseppe Garibaldi esse gringo azedo, que não sabe fazer nada na vida além de se meter nos problemas dos outros países lidera uma incursão mexicana que pretendia invadir Paris, mas que acaba parando em Portugal, para tomar uns cálices de vinho do Porto, e não consegue prosseguir, por razões de força maior. O rebuliço todo é resolvido com um pedido de desculpas em privado, e com uma grande festa, cheia de pastéis, no Palácio de Versailles.

Segundo Império Francês ou "Os baixinhos voltaram!"[editar]

Napoleão de França, ou Napoleão III, a Missão, sobrinho de Napoleão Bonaparte, deu um golpe de Estado e instaurou um novo império, cadê a novidade?. De 1848 à 1852, havia sido presidente da Segunda República Francesa, mas, como seu sangue dizia, em algum momento iria cagar tudo pleitearia ter o poder absoluto. Após embebedar todos os senadores, obrigou-lhes a assinar um documento que o tornava Imperador. A partir de então, promoveu uma política imperialista, e expandiu ao máximo o uso de entorpecentes as possessões francesas em terras europeias. Ou seja, como ele não tinha criatividade nenhuma, decidiu copiar descaradamente os moldes britânicos, e ver se dava um jeito na inexistente economia francesa.

Apesar do monte de equívocos cometidos, a França cresceu, se industrializou e foi feliz para sempre. Porém, em 1870, entraria em campo um problema que infernizaria o país por anos a fio: as tensões com a Alemanha.

A Guerra Franco-Prussiana, o início da sodomização francesa pelos alemães[editar]

Tropas alemãs que derrotaram a França.

Em 1870, o Estado germânico em unificação, então denominado Prússia, sentiu-se provocado pelos desvarios expansionistas de Napoleão III. Foi uma surra sem precedentes. Após o estupramento bélico, a França perde boa parte de seu território oriental, como as famigeradas regiões de Alsácia e Lorena, onde estavam localizadas as principais jazidas de bordéis do país, as quais impulsionavam o mercado francês. Ali, no Palácio de Versalhes, outrora marcante local de decisões e vitórias nacionais, os alemães faziam um kerb, dançavam ao som das bandinhas, como Lúcia Luft e Hélio dos Passos; e comiam chucrute. A França estava caída.

Nesse meio termo belicoso, houve uma tentativa de se implantar um regime popular-comunista, a chamada Comuna de Paris. Como isso faria com que a população tivesse de repartir suas garrafas de vinho, perfume e queijo com os mais pobres, logicamente não deu certo. Acabou-se a guerra, e iniciou-se outra república, a... bem... vejamos... Qual a gente está mesmo? Ah, a Terceira!.

Quinquagésima Terceira República, a França colonialista[editar]

Nas décadas finais do século XIX, o país busca expandir suas fontes de mão de obra escrava barata e que possa ser livremente explorada até a morte de matérias primas, lançando-se, dessa forma, às conquistas coloniais. Sudão, Senegal, etc, vários territórios somaram-se ao território francês.

A tática de conquista era interessante. Os soldados chegavam às cidades pretendidas, gemendo, gritando e urrando coisas como: Tá tudo dominado!, Aha, Uhu, essa bagaça é nossa!, e idiotices do gênero. Essa ridicularidade tática se mostrou muito eficiente, pois provocava fugas em massa, pois as pessoas se sentiam deprimidas e tristes ao ver até que ponto vai a imbecilidade humana, o que lhes deixava fracas e com pena da humanidade. Famosos militares adotaram essa prática, como Himmler, Rommel, Stalin, Guiñazú, Serginho Mallandro e Yeda Crusius.

Primeira Guerra Mundial e os gloriosos Anos 20[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Primeira Guerra Mundial

A França, enfim, era uma potência crescente. Influenciava o mundo todo, seja nas artes, nos costumes, nas vestimentas, no homossexualismo. E, esse novo status alcançado lhe dava maior sobressalência internacional, e um sentimento maior de poder intervir nas coisas alheias. Um certo país, de nome Alemanha, que estava se sentindo o tal por ter massacrado os franceses na guerra Franco-Prussiana, estava se sentindo capaz de invadir o mundo todo, e resolveu tentar fazê-lo, e, é claro, deu merda.

Um emo bósnio, que havia acordado num dia ruim depois de ter terminado com o namorado, resolveu descontar a fúria em alguém e matou o Príncipe Francisco Ferdinando, regente do Império Austro-Húngaro. Ou seja, uma reação totalmente normal a um coração carente. Esse fato deu um pretexto enorme para este país, os alemães, os búlgaros e o então Império Otomano, que eram amiguinhos inseparáveis, formassem a totalmente heterossexual Aliança, proclamando guerra a outra ganguezinha da época, Us Manu da Entente.

Discussão sobre o Tratado de Versailles.

A guerra se desenrolou por áridos quatro anos, com muita emoção, batalhas corpo a corpo, movimentações alucinantes, bombardeios aéreos, expansões relâmpago, entre outros. A França passou todo esse tempo encolhidinha em suas trincheiras, se cagando de medo, rezando pra que alguém vencesse o Bicho-Papão a Alemanha logo. Até 1917, a Rússia segurou bem as pontas, deixando os franceses calminhos. Porém, com a putaria interna que se instaurou nesse país, com uma tal revoluçãozinha. O pavor bateu à porta francesa, comandada militarmente pelo, naquele momento ainda herói nacional, Marechal Petáin. Salvos pela entrada dos Estados Unidos no conflito, vários rosários foram rezados até que a coisa se solucionasse. Em 1918, para alívio nacional, a Alemanha cansa de brincar de soldadinho e tem fim a guerra.

Eis que os francos vão à forra. O Tratado de Versailles, assinado no palácio homônimo que não tem nada a ver com homossexual, sua anta!, humilhava veementemente a honra alemã, tirando-lhe quase tudo que lhes motivava a viver, menos as linguiças e o chope de Munique. Os anos seguintes foram de euforia, com o presidente Raimond Poincaré, ou como era conhecido pelos amigos mais chegados, Raimundão Pangaré, estuprando a região do vale do Reno, terra alemã de carteirinha. Isso não ficaria assim...

A França de Vichy: a Segunda Guerra Mundial ou A Alemanha catraca a França novamente[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Segunda Guerra Mundial
Um militante arrojado da Resistência Francesa.

A crise de 1929 abalou a França, como a todos os países do bloco capitalista. A ascensão de Adolfinho ao poder na Alemanha deixou a todos os franceses cagados de medo apreensivos, pois, afinal, sabiam o que lhes aguardaria, caso o país vizinho resolvesse partir para a briga. Em 1938/9, os nazistas começaram a anexar alguns territórios dos Sudetos, bem como a Áustria, o que deixou as outras potências de cabelo e outras coisas em pé. O casamento tratado de não-agressão entre Hitler e Stalin era temerário, pois, quem irá nos defender! Esse medo provoca a assinatura de um convênio com a Inglaterra, para ambas se protegerem do Nazismo.

Em 1939, lá pelos idos de setembro, Adolf Hitler invade a Polônia e inicia-se a gincana Segunda Guerra Mundial. A chamada blitzkrieg ia arrasando a todos os territórios próximos ou não da Alemanha. O pior não tardou muito em acontecer. Em dois dias, sem nem perceber, a França estava ocupada pelo Terceiro Reich, ou seja, fudeu. Paris é tomada por carros, tanques e oficiais nazis, que não exitam em namorar desfilar pela Champs Elyseé com seus modelitos Chanel recém adquiridos. O antigo Reino Franco, nação poderosa e expansionista, terra do Rei-Sol, agora era uma provinciazinha suburbana de um Império bebedor de cerveja.

General De Gaulle, num momento de introspecção e astúcia política.

O Marechal Petáin, antigo herói da Primeira Guerra, agora era um fantoche. Recebeu a ridícula missão de chefiar um estado francês livre, a chamada República de Vichy. Durante mais ou menos quatro anos, essa porção de terras esteve sodomizada às ordens alemãs, mas com aparente independência. Nesses anos difíceis, valorosos homens tentaram combater a presença invasora, na conhecida La Resistànce, que, obviamente, falhou miseravelmente. No norte, região sob dominação direta, as coisas estavam tristes. Em 1944, os americanos (na guerra desde 1941, quando os japoneses atiraram umas pedrinhas em uma base no Havaí), junto aos ingleses, formaram um ataque maciço à região da Normandia, no chamado Dia D, onde os adoradores de cerveja foram duramente derrotados, e iniciou-se o fim do Reich, consumado em 1945. A França, dessa forma, se viu livre, e ainda ganhou um naquinho do território alemão, como presente por não ter feito nada de útil durante a guerra. De Gaulle, líder do exército francês mas liderou o que?, tornar-se-ia o presidente do país durante vários anos seguintes.

A contemporaneidade[editar]

A falta que um paint fazia naquela época...

A Segunda Guerra deixou uma França demolida, carente de políticas de reconstrução. De Gaulle, um carismático e democrático líder, promoveu uma série de reformas de base, rímel e gloss. Após a saída dele, em 1946, nasce a Quarta República. O governo até que resistia bem, mas um furacão tomou conta da cena política nacional: as colônias começaram a pensar em suas independências. A guerra contra a Indochina, por exemplo, aumentou o retrospecto de fiascos bélicos. Essas derrotas massacrantes mexeram com o brioche dos franceses, que reelegeram De Gaulle presidente, que, em um momento totalmente heterossexual, roda a baiana e resolve iniciar a Quinta República.

Cquote1.png Pierre, mon amour, tem um bengá desse tamanhô! Cquote2.png
Jacques Chirac sobre algumas questões internas.

Os anos 60 adentravam (ui!), e o território colonial francês minguava. O líder não tinha a mínima ideia de como proceder. Em 1962, a longa tensão com a Argélia tem fim, com a independência. Em 1968, a coisa ficou totalmente incontrolável. Greves, badernas generalizadas, surubas a céu aberto, a tensão dominava as atenções. O ponto culminante deu-se em maio de 1968, uma série de esculhambações urbanas, sobretudo, a invasão da Universidade de Sorbonne, liderada por um alemão (só podia...), Daniel Cohn-Bendit. Barricadas foram feitas com paralelepípedo, tijolos, madeira e bosta-seca, inviabilizando a circulação em vários pontos da cidade. Após muita violência e sexo sem proteção como forma de crítica social, a polícia apazigua as coisas. Desgastado, De Gaulle renuncia ao poder.

A Primeira-Dama francesa tem muito poder nas decisões do país. E que poder, hein!

A seguir, assume o poder Georges Pompidou, também conhecido como Jorjão Pomposo, que começa a negociar a formação de uma união entre as nações europeias. Em seguida, depois de um presidentezinho inexpressivo, assume François Mitterrand, que tentou baixar o terror, e fazer reformas econômicas, o que não deu muito certo, pela ideia de se aumentar os impostos aos perfumes, o que mexeu com o sentimento mais profundo da população. Em seguida, o prefeito de Paris, Jacques Chirrac, ou Pouca-Telha, assume a presidência. Tem uma gestão machista, crivada de greves, algo normal no país. Em 2007, chega ao poder um cidadão feio que dói conhecido por suas posições de direita, Nicolas Sarkozy. Greve, greve, greve e mais greve, assim pode ser definida esta gestão em curso. Porém, o principal destaque da vida presidencial atual é a gostosa ocupante do cargo mais importante de qualquer nação, o de Primeira-dama. Carla Bruni, mesmo sendo italiana, foi a verdadeira protagonista da gestão Sarkozy, sendo a inspiração de muita gente mundo afora.

O papel ocupado pela França, no contexto atual europeu é o de paga pau mediadora das questões internacionais. Guerras como a do Iraque e do Afeganistão foram veemente condenadas pelo governo, pena que ninguém deu atenção, devido à inexistência de credibilidade militar política do país bem como a imagem um tanto gay, que dificulta um pouco as coisas. Em 2012, o país elegeu um novo presidente, o careca socialista François Hollande, que colocou o maridão da Carla Bruni no desemprego . Em tempos de forte crise econômica, seu principal alvo passou a ser os ricos. Uma de suas medidas mais polêmicas foi o aumento do imposto de renda para 75% nos rendimentos acima de um milhão de euros. Figurões franceses, como o ator Gerard Depardieu (ou, para você que não sabe porcaria nenhuma sobre a França, o Obelix), afirmaram que o presidente era "feio, bobo e cara de mamão" e resolveram deixar o país.

Em novembro de 2015 aconteceu o inimaginável em território francês: terroristas islâmicos se explodiram durante um show de uma banda de Rock, em Paris, matando mais de oito mil (Mentira! Só matou mais de cem). O ataque aconteceu meses depois do ataque à revista Charles, que ocorreu porque radicais islâmicos acharam que as caricaturas de Alá, feitas pela revista, sairam fora de foco e com cores demodê. Depois dos atentados a França ficou mais esperta e começou a exportar seus produtos eróticos para países árabes, de modo a apaziguar as frustrações sexuais dos mesmos.

Flag map France.png França
HistóriaPolíticaSubdivisõesGeografia
EconomiaCulturaTurismo