História da Indonésia

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História da Indonésia é marcada pela posição geográfica do arquipélago, um inferno tropical lotado de mosquitos e plantações de ervas alucinógenas, foi durante eras vassalo de impérios maiores que exploraram tanto o país que hoje eles se dão ao direito de explorar os outros, tipo os timorenses ou papuásios.

Antiguidade[editar]

Escavações arqueológicas têm demonstrado que a pré-história da Indonésia consistia principalmente de ruínas, esqueletos, e cerâmica quebrada. Acredita-se que o indonésio como conhecemos hoje surgiu quando o Homo de Java repentinamente evoluiu de um hominídeo pré-histórico para uma entidade que sabia exercer a corrupção, denominado como homo indonesius.

A Indonésia primitiva, na ausência de alguma identidade nacional, forjou toda sua história, roubando muito da cultura e costumes da civilização indiana por volta de 500 a.C. Os antigos indianos até cobraram royalties pelo uso das inovações indianas como os livros sagrados bollywoodianos do Kama Sutra, mas os indonésios já haviam desenvolvido naquela época a sua ciência de corrupção, e nunca pagaram estes tributos aos indianos. Call centers indianos continuaram a perseguir os indonésios para cobrar suas contas em atraso, mas os indonésios se esquivavam das cobranças fingindo incapacidade de entender o péssimo inglês dos indianos. Esta traição levou a falência o antigo Império Indiano gerando neles a pobreza generalizada que continua até hoje. Quanto aos indonésia inventaram a linguagem java para não serem compreendidos nem por macacos e assim se isolarem do restante do mundo.

Domínio islâmico[editar]

Antes dos muçulmanos os indonésios louvavam o Deus Espaguete Voador, mas por volta do século VIII um monte de tios barbados apareceram montados em camelos carregando cítaras e cimitarras cortando a cabeça de quem não acreditasse numa balela de Deus Único, obviamente ninguém levou em consideração isso e foram todos mortos, dando início aos sultanatos indonésios da Idade Média.

Califado otomano[editar]

Na Alta Idade Média o Império Otomano comprou todos sultanatos indonésios tornando-os seu fornecedor vitalício eterno de chá de libélula ralada, transformando as ilhas da indonésia o maior produtor de noz cola do mundo, o ingrediente principal para a criação do chorume do capeta gaseificado, ou apelidado popularmente de refrigerante Coca Cola.

Índias Orientais Neerlandesas[editar]

Atraídos pela abundante oferta de empregadas domésticas baratas, no século XVII os neerlandeses se interessam na Indonésia através da promessa de tamancos feitos de madeiras exóticas e as míticas mulheres sem mamilos das Ilhas Molucas. Os holandeses tentaram invadir a Indonésia usando navios movidos à energia eólica advinda de enormes cata-ventos de papelão, mas a frota tombou e afundou no caminho, e todos os marinheiros afundaram juntos já que eles estavam usando sapatos de madeira.

Depois de mudar para navios ordinários e sapatos comuns, os holandeses finalmente conquistam a Indonésia no ano seguinte, e instituem as Índias Orientais Neerlandesas para monopolizar o comércio de drogas e prostitutas do Sudeste Asiático.

Domínio japonês[editar]

"私はインドネシアの女性が大好きです。彼らはゲームよりも優れている". O general Hideki Tojo elogiou a qualidade das mulheres indonésias.

Em 1942, durante um período de grande felicidade e prosperidade, a Indonésia foi conquistada pelo Império do Glorioso Dai Nippon Teikoku Yu Yu Hakusho. Desde então, milhares de Gundams foram transferidos para patrulhar as fronteiras da Indonésia.

O Japão, reconhecido internacionalmente pela sua grande quantidade de tiozões tarados pervertidos samurais honrados patrióticos, decidiram deportar para solo japonês uma imensa quantidade de meninas indonésias para satisfazerem suas necessidades sexuais pederastas nefastas.

A ausência do trabalho das mulheres indonésias devastou a economia da Indonésia. Após perderem a Segunda Guerra Mundial o governo do Japão foi punido pela ONU e como pagamento para a economia da Indonésia, concordou em fornecer um estoque ilimitado de Hentai por 50 anos como uma forma de pedido sincero de desculpas.

Revolução Nacional da Indonésia[editar]

A Declaração de Independência Indonésia escrita por Sukarno.

Em 1949, insatisfeitos com o domínio estrangeiro, o então Presidente Sukarno declarou guerra à Holanda para afirmar a independência da Indonésia. Os holandeses, irritados, responderam lançando uma invasão à Ilha de Páscoa, devido aos mapas com defeito que os holandeses haviam comprado em um posto de gasolina belga dirigido por paquistaneses.

Após o fiasco da ofensiva holandesa, foram realizadas negociações, os holandeses concordaram em deixar a Ilha de Páscoa, enquanto a Indonésia ofereceria prostitutas baratas e metanfetaminas.

Governo Sukarno[editar]

Por ser um otaku, Sukarno passou muito tempo a sós com suas artes, em vez de gerir a nação recém-nascida, e sua qualidade de liderança caiu. Devido aos altíssimos níveis de afronta a direitos humanos, as Nações Unidas expulsou a Indonésia em 1960. Sukarno, devido a sua falta de habilidades sociais, tentou apaziguar as Nações Unidas chamando-os de "Perserikatan Bangsat-Bangsat" ("Bastardos Unidos"). A ONU não achou graça e começou a ignorar completamente a Indonésia.

Sukarno, em seguida, ordenou a invasão da Europa Ocidental em 1961 para desesperadamente chamar a atenção internacional para a Indonésia. O custo da guerra levou a economia indonésia à hiperinflação e a frota não chegou nem no Sri Lanka. E a popularidade de Sukarno despencou.

Governo Suharto[editar]

Em 1965, o país foi ideologicamente dividida entre monarquistas e comunistas. Os monárquicos queriam restaurar o Reino da Indonésia e coroar Shurato, enquanto os comunistas pretendiam depor Sukarno da sua ditadura e vender suas almas para a União Soviética. Os leais a Sukarno, consistiam apenas numa minoria da população da Indonésia e os políticos da época.

Em maio de 1965, secretamente, sob o comando de Shurato, é aplicado um golpe de estado e todos comunistas do país são deportados para o Vietnã em três dias e duas.

O ex-ditador Sukarno emitiu a declaração oficial de renuncia, oficializando sua aposentadoria, assim como a restauração da monarquia na Indonésia. Vendo este milagre, as massas indonésias começaram a tratar Shurato como uma divindade. Shurato, humildemente recusou o título imperial, optando por uma nova ditadura em seu lugar.

Os assessores de Shurato alertaram que tanto o capitalismo quanto o comunismo eram perigosas ideologias estrangeiras que só poderiam ser dissuadidas pela ideologia nativa da corrupção. O sábio Deus-Imperador Shurato declarou, então, o estabelecimento de uma nova nação ambiciosamente dedicada a promover a corrupção em todo o país.

Timor independente[editar]

Em 1998 a Indonésia deixa de ser uma ditadura monárquica e se torna uma democracia corruptocional. Todavia devido a gestões ultrapassadas de corrupção baseadas nas práticas soviéticas, os indonésios foram os responsáveis por falir a Ásia no final do século XX, pois roubaram tanto que não tinham mais de quem roubar. A confusão gerada pelo fim do governo Shurato e a falência múltipla da economia fez com que em 2000 um plebiscito declarasse a independência de Timor-Leste, que por ficar no meio da Indonésia foi embargada e agora sobrevive de plantações de coco de subsistência.

Fatos recentes[editar]

Atualmente, a Indonésia é só um país pobre super-populoso, poluído, marcado pela corrupção com uma porrada de habitantes fanáticos.

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