Honda NX 150

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The New Thecnology
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Honda NX 150 é uma MÁQUINA!

Ela sabe brincar, pular, cantar, destruir, esmagar e no futuro vai escravizar a humanidade e dominar o mundo, então cuide muito bem dela e não vandalize este artigo!
Bonita, macia e com partida elétrica, a Honda NX 150 (Não Xinga 150),conquistou admiradores e deu origem à XR 200 R ( ela era o rascunho de toda porcaria).


Cquote1.png A NX 150 roxinha e verde-água é a minha preferida!. Cquote2.png
Clodovil, falecido apresentador, deputado e defensor da causa gay, através de mensagens psicografadas, sobre a máscula Honda NX 150

Cquote1.png I Loveeeee my NX 150!!! Sooo muuuuch!!!!... Cquote2.png
Oscar Wilde sobre , escritor maricas inglês, sobre a Honda NX 150


Uso misto, mas com desconforto


Tabela de conteúdo

[editar] História

Nos últimos anos da década de 80, a Honda tinha no mercado brasileiro três opções de motocicletas de uso misto: a pequena XL 125 S, de 2 cv (Um máquina e outro gente); a média XLX 250 R, de 3 cv ( máquina piloto e garupa); e a topo-de-linha XLX 350 R, de 30 cv (rascunho da Sahara, chamada de cavalo mecânico, pois ja arrancou muita perna com seus coices ). As duas primeiras, no entanto, já apresentavam grande defasagem de estilo diante das concorrentes, como a Yamaha DT 180 Z e as Agrales SXT e Elefant ( motos que hoje tem muita importância no Ministério da Saúde tendo tecnologia MIX Sucan ou fumacê da dengue) ; a "Xiselinha" tinha ainda o crônico problema do motor muito fraco, mal chegando a 30 km/h.


Enquanto isso, a matriz da empresa expandia com rapidez a nova família NX (tipo família busca-pé. Eram motos modernas e muito atraentes, com um desenho inspirado na XL 60 V Trans... sei lá—que reunira pela primeira vez, em 1987, a ampla carenagem de uma estradeira (uns 15 cm quadrados) ao conjunto de uma uso-misto --, porém mais compacto, ágil ( não adianta pra onde você vire o guidom o farol ta sempre apontando Norte) e dinâmico.


A NX 125, mais tarde renomeada Transcity (Transexual Cidadão), seguia novas tendências de estilo ao ser lançada no Japão. A Honda a fabricou no Brasil para exportação, com freio dianteiro a tambor(primeiro projeto ABS - Aperta Bem que Segura )


O desenvolvimento de um motor de 151,8 cm3 para a CBX 150 Aero, lançada em maio de 1988, foi a peça que faltava para a Honda encontrar sua solução (de ácido sulfúrico pra derreter toda essa ----merda, aliás...): nacionalizar a NX 125, adotando nela o propulsor mais potente. De quebra, a montagem de um motor de 125 cm3 permitiria exportar a nova moto.

Meiga propaganda da NX 150.





[editar] O início da bagunça

A primeira NX 150: linhas modernas e atraentes (tinha até aquela cor verdinha água e roxinha bebê, cores muito masculinas e nada parecidas com cor de carro de palhaço ou trenzinho da alegria), suspensão monomola macia, freio a disco e o motor da CBX Aero, com 5 cv relação


Mais estilo que desempenho Em janeiro de 1989 era apresentada no Brasil a NX 150, substituindo a XL 125 descontinuada no final do ano anterior. Suas linhas modernas e "agradáveis" chamavam a atenção, tornando-se logo um digo, argumento de vendas. Pela primeira vez em uma uso-misto nacional a carenagem estava ligada ao tanque, desvinculando-a, ao painel e ao farol do movimento do guidão ( maior bagunça, aposto que ninguem entendeu, mas é desse jeito mesmo).Apesar do tanque grande, de 2,5 litros, a impressão era de uma moto encorpada, robusta.

[editar] Público Alvo

Apesar do porte imponente, a moto não era alta. Pelo contrário: com 225 mm de altura do assento, era a uso-misto mais baixa do mercado, o que a tornava acessível e atraente às mulheres e aos homens de menor estatura, emos ou gays. E havia outro elemento vital para conquistar esse público: a partida elétrica ( que sempre dava pau, por isso ela vinha com o eixo de click sem o pedal, pois já previa a raiva que muitos iriam passar ), conveniência há muito reivindicada na XLX de maior cilindrada ( lembra do coice?? ), mas que chegou antes ao pequeno motor da 150.


Não havia pedal de partida, mas sim o mecanismo interno de acionamento, bastando adaptar o pedal ao eixo se desejado - recurso, porém, que desapareceria já em 1990 ( A Honda achava que quem comprasse merda tinha mais é que se fu...mesmo ). Esse mecanismo deveria existir em toda moto de uso misto, pois no uso fora-de-estrada é comum que o motor afogue em sucessivos tombos, sacrificando a bateria (que de outra forma até poderia ser removida) e podendo deixar a moto sem partida. "Tranco" na trilha, como se sabe, não é muito fácil.


[editar] Especificações da "moto"

O propulsor era o mesmo da CBX Aero, com comando único no cabeçote e duas válvulas por cilindro, evolução daquela lançado na década de 70 na Turuna 125. Recalibrado para oferecer mais torque em baixa rotação, como já ocorria com a XL 125 S ( que como acabamos de falar tinha quase nada de força).


Com velocidade máxima de 80 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em infinitos segundos, a NX era mais rápida que a "Xiselinha", mas ainda modesta para o que prometia seu estilo moderno. A relação final bem reduzida ( como já disse 200 dentes na coroa) tornava-a razoavelmente ágil, mas deixava a quinta marcha curta demais para uso em estrada, fazendo o motor invadir a faixa vermelha do conta-giros com facilidade. Muitos proprietários experimentaram sem sucesso alongar a relação, utilizando um pinhão com mais um ou dois dentes (mas ela não subia morros ou não arrancava quando se carregava um garupa superior à 60 kg). Em contrapartida era bastante econômica, superando 5 km/l na cidade


Em contrapartida, a 150 estava bem servida na parte ciclística, incluindo um freio dianteiro a disco de vinil que cantava cada vez que era acionado, que a XLX 250 R nunca teve, era tambor tipo do OLODUM, e suspensão traseira monomola,(se o suporte de cima quebrace e atravessace o banco , vcs saberiam onde iria parar no piloto), dois grandes avanços sobre a XL 125 S. A maciez das suspensões agradava aos usuários urbanos (em asfalto liso), mas evidenciava sua inaptidão para o uso fora-de-estrada mais severo—e quem arriscaria toda aquela carenagem nas trilhas?

Versão Speed.



Só pra esclarecer, na minha opinião a NX 150, ainda não perde para a BROSSSS...TA, mesmo com injeção eletrônica.



AVISO: Este depoimento e pesquisa foi desenvolvido por um engenheiro prático e coitado que teve uma vasta experiencia com este projeto de sei lá o que... O dito cujo: Juninho de Ktá.

[editar] Motoqueiros famosos

Dado Dolabella diz que este artigo é um esboço que traiu o movimento punk.
Faça que nem o João Gordo e mande-o SUMIR DAQUI!
v d e h
*Automóveis, atropelamento e fuga

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