Iguape

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Gnome-searchtool blue.png Iguape é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Bois são mais comuns que carros aqui.

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Iguape faliu!
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Nem o Silvio Santos quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.


{{você quis dizer|esquecimento} Cquote1.png Você quis dizer: praia de pobre Cquote2.png
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Cquote1.png Temos praias belíssimas de areia escura! Cquote2.png
Morador de Iguape sobre os mangues da cidade
Cquote1.png É de comer? Cquote2.png
Você sobre Iguape
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Google sobre Iguape

Iguape é um grande manguezal uma cidade pitoresca da região sul do Estado de São Paulo.

História[editar]

Sua história começa nos século XVI, quando uma bando de colonizadores portugas vieram saquear desenvolver o território inexplorado do seu vasto e portentoso império.

Chegando lá, encontraram uma mata e um lamaçal... e só. Mesmo não sendo grande coisa, portuga que é portuga não estava nem aí para a questão econômica e logo criou um pequeno vilarejo para colocar um bando de padres para fazer lavagem cerebral ensinar os preceitos religiosos e aculturar cultivar a cultura dos brancos nos indígenas de tanguinha de folha de bananeira que viviam, até então tranquilamente, naquela região inóspita.

Prefeito e imperador da cidade.

O portuga Manuel, líder do cruel bando dos pacíficos colonizadores, resolveu chamar aquela medíocre cidade de Iguape. E sabe por quê? Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe!

Hoje, ninguém tem interesse em ir para Iguape que se tornou uma cidade fantasma. As antigas casas guardam os espíritos dos seus antigos habitantes, além de gigantescas rachaduras e manchas negras de fungos. Acredita-se que Osama Bin Laden esteja refugiado em algum cafofo da cidade, uma vez que ninguém sabe onde é ou o que é Iguape.

A cidade serve apenas como caminho dos farofeiros paulistanos que seguem em direção à Ilha Comprida com o objetivo de sujar as praias e acabar com a paz de seus moradores se divertirem à beça. Só porque não tem caminho melhor.

Em Iguape tem o mangue. Nos manguezais, chamados também de praia pelos moradores da cidade ou lamaçal pelos turistas, dá para pegar caranguejo à unha - mas é bom que se diga que a unha, o dedo ou a mão inteira pode ficar com o caranguejo se você não tomar cuidado com suas pinças!

Lazer e Cultura[editar]

A cidade é muito conhecida pela sua riqueza cultural que inclui um elevado analfabetismo e dialeto próprio baseado na sua própria versão da Lingua portuguesa, por exemplo, dentro em iguapense é drento. Sua vida noturna é para lá de agitada consistindo de campeonatos de são som automotivo na praça central onde os manos ficam pagando pau pras minas na tentativa de procriar essa espécie quase em extinção que é o Iguapense. Iguape também se destaca por sua moderna e super eficiente rede de transmissão de informações conhecida como fofosat, onde se permite que cada habitante saiba exatamente com quem anda, o que come, que carro tem, se tem carro, com quem casou, se tá usando barba, cor da cueca ou da calcinha de cada habitante local, isso torna um inferno a vida dos cornos mansos da cidade, pois fica impossível ele fingir que não sabe de nada quando até na fila do banco todos comentam a chifrada do dia anterior.

Economia[editar]

Iguape se destaca no cenário econômico nacional pela produção de...... humm! Não me lembro do que! Mas como atividades secundárias o turismo (principalmente de farofeiros), conhecida localmente como mocréia princesa do litoral já foi conhecida no passado como um grande centro pesqueiro, mas com medo da invasão do pessoal de baixa renda que praticam a pesca esportiva e são donos de lanchas resolveram deixar as águas do Rio Ribeira vazarem para o estuário numa proporção que elas não ficaram nem doces nem salgadas, para fazer uma seleção natural das espécies aquaticas que conseguem sobreviver nesse ambiente (bagres de pequeno porte) e assim afastar de vez esse tipo de atividade da região (afinal eles que procurem o pantanal matogrossense e deixem os Iguapenses em paz...). Felizmente um peixe de altissímo valor comercial (no máximo R$10 o quilo) chamado manjuba ainda movimenta a economia da cidade uma vez no ano (quando elas aparecem) garantindo a miséria o sustento dos pescadores da região. Uma ves por ano uma bando quantidade grande de miseráveis caipiras romeiros vem a cidade para a chamada Festa de Agosto onde o comércio local que ja luta o ano inteiro pra sobreviver na miséria local ganha concorrência de muambeiros em barracas com o aumento de consumo devido a visita de milhares de miseráveis<s/> romeiros e <s>farofeiros turistas que vem prestar sua devoção à escultura chamada Bom Jesus de Iguape, dizem que ele tem poderes milagrosos como sua peruca seu cabelo que é trocado sempre cresce.

Dicionário iguapense[editar]

Oiieeeee: saudação peculiar típica dos habitantes locais, pode significar bom dia boa tarde ou boa noite
Visagem: fantasmas ou espiritos zombeteiros da noite;
Mainga do céu: expressão de compadecimento por alguém;
Dejaoje: agora a pouco;
Piqueeeno: significa grande;
Pooobre: significa rico;
Lééérdo: significa rápido;
Feeeia: significa linda;
Ruuuin: significa bom;
Baaaixo: significa alto;
Porqueeeseo!!!: sem significado;
Moiaaaadooo!!!: os verme tão vindo;
eeeee molezaaaa!!!: significa difícil;
....................... siga a regra para os demais adjetivos da lingua portuguesa

Bairros[editar]

Rocio[editar]

É uma favela que posteriormente evoluiu para bairro onde havia uma pista de pouso que se achou mais conveniente desativá-la pra construir mais barracos casas populares (quem tem avião que vá pra Paraty, Angra ou Ubatuba e deixe os Iguapenses em paz), esse bairro é separado do centro da cidade por um canal artificial construido por preguiçosos portugueses com a desculpa de facilitar o transporte de mercadorias para o porto, mas na verdade a intenção era mesmo de isolar esse depreciado bairro do restante da cidade por questões de segurança pública na época. Como efeito colateral a abertura desse canal chamado de Valo Grande açoreou toda rede de canais abrigados do mar e o custo da segregação acabou sendo alto demais, pois grandes embarcações ficaram impedidas de navegar canal a dentro deixando Iguape numa situação de insignificância que perdura até os dias de hoje.

Icapara[editar]

Chamados de caipira pelos próprios Iguapenses, trata-se de um vilarejo onde Judas perdeu as botas isolado do resto do mundo que nem consta nos mapas onde as pessoas esperam ansiosamente o dia de serem enterradas e ai sim viverem aventuras no mundo misterioso dos seres espirituais, enquanto isso não acontece acompanham o nascer e o por do sol de suas varandas na companhia dos borrachudos, mosquitos polvora, pernilongos, mutucas, etc...

Ribeira[editar]

Bairro que usurpa o nome da estação ecológica Juréia, nome pelo qual também é conhecido, nesse bairro é onde se localiza a única extensão de praia oceânica desse municipio, o acesso se dá através de balsa, pois não compensa construir uma ponte de grande extensão para um lugar tão esquecido na face da terra.