Ilhas Riau

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Ilhas Riau são uma dissidência das Ilhas Spratly localizadas atualmente a oeste de Sumatra, sendo um arquipélago decisivo e importantíssimo nas estratégias militares de defesa da Oceania, como percebemos em qualquer jogo de War de alto nível.

História[editar]

Respeitando a tradição indonésia, as Ilhas Riau também contam com poluição visual como atrativo.

As Ilhas Riau foram primeiro habitadas por plantadores de banana enviados pelo Império Siririca a partir do século VI, uma grande nação de amazonas que por motivos óbvios eram ávidas consumidoras de banana, afinal é boa fonte de potássio. Lá elas encontraram uns índios chamados Orang-Laut que no Brasil são conhecidos como "ribeirinhos". Donos de uma cultura muito singular, esse povo nativo era muito conhecido pelo seu hábito irritante de sempre pedir esmolas, o que incentivou os impérios conquistadores não terem a menor dó de anexar o arquipélago para si.

Por muitos anos foi local de disputa entre o Sultanato de Meleca e o Sultanato de Johor, dois pequenos impérios que na época também reivindicavam o controle pelo Acre, mas então vieram os holandeses vieram, assumiram controle, arruinaram os séculos de cultura e rivalidade existente ali e mandou todo mundo começar a plantar maconha. O trauma dessa colonização brutal foi tanto que hoje em dia se você for avistado carregando 5 gramas de orégano em qualquer lugar das Ilhas Riau, já é o bastante para receber pena de morte.

Com a saída dos europeus as Ilhas Riau ficaram largadas. Líderes de Indonésia, Malásia, Singapura e Brunei então se reuniram num país neutro (Tadjiquistão) e decidiram tirar no par ou ímpar americano (que recebeu esse nome por ter sido criado por George H. W. Bush na mediação na divisão da União Soviética) quem ficaria com as Ilhas Riau, sendo que a Indonésia venceria a peleja, ficando com as ilhotas sob seu controle.

Embora tenha ficado independente em 1945, as Ilhas Riau seriam oficialmente criadas só em 2004, porque foi necessário 60 anos para contar quantas ilhas a Indonésia tinha antes que fosse possível criar a província.

Geografia[editar]

96% da área da província é composta de oceano. A parte mais útil são as ilhas próximas de Singapura onde é possível construir parques de diversões, bordéis, bocas de fumo, cassinos, sex shops, casas de strip, enfim, toda a estrutura que agrade um turista ocidental médio cheio de dólares.

Todavia a província também abrange área remotas de algumas ilhas próximas à Ilha de Marajó, tais como a Ilhas Badass, Ilhas Também te Lambo, Ilhas do Atum e as Ilhas Mamba, toda habitadas apenas por tribos aborígenes de oompa-loompas.

Economia[editar]

Como trata-se de um arquipélagos de um bando de ilhota inútil, não espere industrialização ou desenvolvimento nesse local, apenas pesca, plantações de abacaxi e turismo para sustentar os habitantes dali. A grande proximidade com Singapura também fomenta a economia dos puteiros, uma vez que nessa pequena república vizinha a putaria é proibida por um governo de robôs, muitos singapurianos visitam as lhas Riau nas férias para gastar sem culpa o seu dinheiro com putas.

Há portanto duas classes sociais bem distintas nesse arquipélago, a primeira formada por executivos gordos donos de cassinos e bordéis que vivem em suas casas de praia em Batam. E uma segunda formada pelos aborígenes isolados nas Ilhas Natuna, pescando atum e vendendo as filhas para os bordéis de Tanjung Pinang.

Turismo[editar]

Milhões de turistas visitam a cidade de Bantam todos os anos para apreciar as prostitutas baratas fornecidas nos becos dessa agradável cidade que pode tranquilamente ser confundida com qualquer paraíso caribenho. Além de apreciar as garotas locais e praticar fetiches sujos com elas, o turista pode jogar golf, cagar no mar, jogar em cassinos e recusar esmolas aos aborígenes. Só muito cuidado para não ir pular de para-quedas, para não acabar num enredo de Far Cry 3.