Ilhas Spratly

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Ilhas Spratly (Japonês: Ilhas Johto, Malaio: Ketchup Spratly, Tagalog: Kopula ng Kalayaan, Vietnamenho: Quần đảo Trường Sa, Chinês: Pastel de Flango Mias Balato (南沙群岛), Inglês: Twlight Sparkle) é uma província rebelde de Tuvalu Ulterior, esquecida pela ONU, e atualmente reclamada por mais de 30 países asiáticos. As razões do grande interesse nessas ilhas ainda são muito incertas, mas provavelmente é tudo relacionado a grande ambição das nações interessadas nas vastas quantidades presentes de coliformes fecais de fezes de pombo, um dos ingredientes essenciais do bom e original pastel chinês de frango presente na culinária de todo o mundo.

História[editar]

Navio da Marinha Tuvaluana avistado nas Ilhas Spratly, aumentando as tensões sobre o controle do arquipélago, no ano de 2005.

Até 1939 só gaivotas dominavam o arquipélago quando os japoneses ali chegaram durante a sua expansão nos episódios da Segunda Guerra Mundial. Os EUA, temendo que o hentai pudesse chegar na Indonésia via aquela rota, decidiram jogar duas bombas atômicas no Japão para que parassem com aquilo. Posteriormente, conforme documento assinado na Conferência de Potsdam ficou acordado que as Ilhas Spratly passariam para o domínio de Tuvalu Ulterior.

Não há água potável, não há cocos, e haviam muito poucos tuvaluanos. O então recém eleito em 1946 no pós-guerra, líder supremo de Tuvalu, Tio1.jpg, para aumentar a receita de seu país, decidiu vender 300 recifes para as Filipinas, outros 200 atóis para o Vietnã, 6 ilhotas para a Malásia, e 1 ilha para Taiwan, desmembrando as Ilhas Spratly entre estes países (posteriormente Brunei compraria da Malásia o Recife Louisa). O domínio tuvaluano passou a ser meramente cultural desde então.

As tensões cresceram em 1987 quando a China abriu uma pastelaria no Recife de Fiery Cross, pertencente ao Vietnã, alegando ser apenas uma franquia. O problema é que essa pastelaria trouxe junto com ela uma frota de centenas de encouraçados chineses. Nesse momento as Filipinas passaram a querer o arquipélago inteiro para si. Os chineses então unilateralmente se declararam donos das Ilhas Spratly, o Vietnã também fez isso, Tuvalu (então governado por Tio2.jpg) exigiu a devolução do arquipélago e até Brunei diz que as ilhas são deles, gerando um enorme conflito diplomático.

Desde então cada um desses países se diz dono do arquipélago, embora não faça nada com eles. Mas por que todos esses países não entraram em guerra até hoje? Porque são ilhas extremamente inúteis e não vale a pena gastar exército com essas coisas.

Geografia[editar]

Esse arquipélago encontra-se ao oeste das Filipinas e ao sul da China no Mar do Sul da China. A China sabiamente colocou esse nome no mar justamente para os sabichões dos Estados Unidos, que nunca foram bons em geografia, olharem aquilo e já apoiarem que as Ilhas Spratly pertença à China.

São centenas de ilhotas sem utilidade que totalizam não mais que 4Km² de área não afogável, sendo o resto apenas muitos corais. Nem o Google tem mapas precisos dessa área porque a China proíbe que satélites fotografem e mapeiem a região, para evitar que os países rivais tomem conhecimento de ilhotas secretas de 1m² que só a China sabe onde ficam.

Economia[editar]

Não há qualquer economia numa região inóspita dessas, só a óbvia atividade de pesca de água-viva, apreciada na culinária tuvaluana local. Mas há toda uma teoria da conspiração de que exista petróleo nas profundezas daquele oceano pois só isso explicaria o interesse misterioso de tantas nações num arquipélago tão aparentemente inútil.

Política[editar]

Como sabemos, Tio1.jpg recentemente sofreu impeachment e foi afastado do cargo de líder supremo de Tuvalu Ulterior, sendo sucedido pelo seu ex-vice-presidente Tio2.jpg. Sabemos também que seu sucessor nunca alcançou a enorme popularidade que o carismático Tio1.jpg tinha durante seu governo de 55 anos, enfrentando Tio2.jpg muita rejeição. Em meio a esse caos político tuvaluano, o presidente chinês Xi Jinping decidiu em 2016 assumir controle das Ilhas Spratly após uma reunião com o então presidente norte-americano Tiririca Trump, ambos dispostos a provar que o aquecimento global é uma farsa ao continuarem cagando o meio ambiente sem que esse arquipélago de 2 metros acima do nível do mar suma.

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