Immanuel Kant

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Símbolo Agnostico.png Immanuel Kant é Agnóstico(a)!

Isto significa que ele(a) fica encima do muro, já que não acredita em Deus, mas numa força superior e fala mal das religiões, mas tem medo de ir para o inferno. Clique aqui para encontrar mais outros imbecis indecisos.

Justus.jpg Immanuel Kant é LIBERAL!

Ele(a) é a favor das liberdades dos gays, da laicidade do Estado, da liberdade econômica, da liberação do aborto, de armas e drogas, mas fala em luta de classes pra você ver...

Bolsomito é o cacete! Mito só o Friedman! Bolsonaro é plano B.

Kant, o primeiro grande junkie, masturbando um gatinho.

Cquote1.png Você quis dizer: Quente? Cquote2.png
Google sobre Immanuel Kant
Cquote1.png I kant see you Cquote2.png
Steve Wonder sobre Kant
Cquote1.png Um puto de marca maior! Na escola vivia baixando minhas calças na frente das meninas! Cquote2.png
Nietzsche sobre Kant
Cquote1.png Rapaz inteligente, tem futuro se parar de falar na língua que ele inventou. Cquote2.png
Kierkegaard sobre Kant
Cquote1.png Hoje a noite aqui na selva quem dorme, a priori, é o leão. Cquote2.png
Kant sobre Walt Disney
Cquote1.png Quer que eu kant agora? Cquote2.png
Loira do Tchan sobre Kant
Cquote1.png Filósofo epistemologista que também é alemão. É claro que é o Kant meu irmão. Qual a diferença entre o Lutero e o Kant? Um é Iluminista o outro Protestante. Cquote2.png
Marcelo Adnet sobre Kant

Immanuel Kant foi um onanista e pensador alemão do final do século XVIII. Nasceu na cidade de Könisberg, hoje conhecida como Kalibre 12, vindo de família humilde e descendente de escoceses. Era baixinho e muito feio. Participou ativamente do Bonde dos Alemães, onde participaram também Nietzsche, Shoppenhauer e toda caralhada, hoje com diversas sedes em cemitérios da Alemanha.

Vida[editar]

"Para se fazer um bom pão de queijo, basta colocarmos, na proporção da razão pura, em que mede-se 500 gramas de polvilho, típicamente doce, com 300 gramas de queijo minas curado e ralado, o que mantém o sabor. Pode-se usar queijo parmesão o que tonifica o sabor. Nesta fabulosa receita descíclope, deve-se juntar o leite aquecido. Tal receita é pura e teórica. Deve-se manter na proporção áurea descíclope brasileira, para assim, ter um sabor mais puro e inigualável."
Kant, Crítica da ração pura, B XXXIV[1].

Como há limites também para o jornalismo, ninguém vai tentar explicar aqui o conteúdo dessa obra, uma das mais áridas já escritas. Filosofices à parte, o que importa é que, na opinião de Botul, Crítica da Razão Pura é uma expressão dos instintos voyeurísticos de Kant – instintos, aliás, que ele jamais colocou em prática, já que tudo indica que tenha morrido virgem. O filósofo achava o sexo um desperdício de energia vital. Para ele, o sêmen, a saliva e o suor eram fluidos que, preservados, ativavam o metabolismo e tinham potencial rejuvenescedor. Expelidos, trariam fraqueza e envelhecimento precoce. Por isso, Kant caminhava bem devagar – para não transpirar – e condenava veementemente a masturbação. De mulheres, então, fugia como o diabo da cruz. Sabe-se de uma senhora casada que enviou cartas ao filósofo, com convites inocentes para passeios em jardins. O destinatário, porém, ignorou olimpicamente as missivas.

É preciso dizer, no entanto, que Kant foi um sujeito casto não apenas por opção, mas simplesmente porque conviver com ele seria um esforço sobre-humano. Vejamos alguns de seus hábitos. Todas as noites, pontualmente às 10 horas, ele ia para o quarto – cujas janelas ficavam fechadas o ano inteiro – e se enfiava na cama de barriga para cima. Puxava a ponta do cobertor por sobre o ombro direito, passava-a por trás das costas até o outro ombro e daí trazia-a até a altura do umbigo. Devidamente empacotado, embarcava no sono.

Quando Kant graduou-se em teologia pela universidade local, tendo adquirido uma sólida formação científica naquela mesma instituição. Depois disso, foi professor particular por algum tempo até ser nomeado professor de Lógica. Também publicou um trabalho científico com hipóteses inovadoras sobre o sistema solar, que seriam confirmadas, cinco décadas depois, por Laplace.

Seguiu sua carreira acadêmica na obscuridade e na solidão, até entrar em contato com a obra de David Hume, que o deixou muito impressionado, despertando-o de seu "sono dogmático".

Já idoso e gagá, Kant então resolveu escrever livros gigantescos em um idioma inventado por ele e que ninguém mais compreendia, embora esta língua kantiana fosse muito parecida com o alemão, principalmente no aspecto de latir e grunhir.

Vida sexual ou falta dela[editar]

O filósofo alemão Immanuel Kant foi um dos pensadores sem vida sexual do seculo XVII, uma das personalidades mais sem graça de que se tem notícia. Não se sabe de uma única mulher com quem ele tenha vivido um romance, de inimigos que tenha cultivado nem muito menos de qualquer escândalo, por mais ínfimo que seja, que tenha protagonizado. No geral, sua vida foi tão movimentada quanto um filme iraniano. Mesmo assim, A Vida Sexual de Immanuel Kant (tradução de Isabel Maria Loureiro; Unesp; 67 páginas; 7 reais), livro escrito nos anos 40 pelo intelectual francês Jean-Baptiste Botul, e que acaba de sair no Brasil, é uma leitura no mínimo curiosa. Para começar, pelos detalhes impagáveis que Botul fornece sobre o filósofo, um sujeito metódico de dar nos nervos, que jamais saiu de sua terra natal, a pequena cidade alemã de Königsberg (que hoje se chama Kaliningrado e pertence à Rússia). O lance mais ousado de Botul, no entanto, é afirmar que a atividade sexual (ou falta dela) de Kant é fundamental para compreender obras praticamente impenetráveis, como Crítica da Razão Pura.

Há, na filosofia Kantiana, um conceito muito recorrente: a "coisa em si" (que nada mais é do que a vagina feminina). O erro de Kant foi acreditar que "a coisa em si", a xota, era uma coisa inalcançável. Por tal motivo, por seu erro de raciocínio, o filósofo morreu sem provar da fruta. Entretanto, acredita-se (não se tem certeza, uma vez que ninguém jamais conseguiu entender um livro de Kant) que o livro "Crítica da Razão Pura" fala sobre teorias de masturbação, enquanto a "Crítica da Razão Prática" está relacionado com o ato da masturbação em si. Os estudiosos então deduziram que Kant era um punheteiro de mão cheia.

Pensamento[editar]

O exato momento em que Kant percebeu que a Razão superava a compreensão das nuvens - foto tirada por ele mesmo em 784 a.c.

Revolucionou o pensamento universal pois inventou a Razão. Sim, pois antes dele, as pessoas desenvolviam o pensamento através da observação das nuvens, tentando interpretar que desenhos elas formavam. Obviamente tais interpretações eram muito subjetivas, ocasionando diversas guerras pelo mundo (como é o caso célebre da guerra entre gregos e persas, o Rei Leônidas de Esparta entendeu que a nuvem formava um coelho, e que, portanto deviam sair para caçar, já o persa Xerxes enxergava um nabo, o que para ele significava que deviam ir atrás de umas putas; a guerra durou 300 anos e provocou a derrocada do Império Persa e a subsequente dominação Talebã no Oriente Médio).

Atualmente, alguns acadêmicos ainda se aventuram a ler Kant e caem em dois destinos inevitáveis: ou ficam envergonhados por não terem entendido nada e fingem que entendem (e alguns acreditam), e outros enlouquecem tentando entender Kant, o que é impossível, pois toda a sua obra foi escrita em uma língua que só ele entende.

Além disso, Immo é lembrado por diversas outras façanhas de grande relevância histórica, dentre elas:

  • Roubou as batatas do pai de Nietzsche
  • Comeu a irmã de Karl e Groucho Marx
  • Ateou fogo no celeiro dos Bush e jogou ovos podres na porta
  • Comprou todos os prostíbulos da Baixa Renânia e transformou-os na primeira rede de fast food da Europa
  • Percorreu as Doze Casas do Santuário pela encosta do morro
  • Ensinou dança de salão a Mata Hari e a Zaratustra
  • Derrotou um Troll das Cavernas usando apenas um guarda-chuva
  • Comeu a irmã da Czarina da Rússia

Tente ler esse texto dele[editar]

"Nosso exame do espaço mostra-nos a sua fecalidade¹, quer dizer, o seu valor abjetivo relativo a tudo aquilo que pode apresentar-nos depois de havermos cometido o pecado de existir; mas ao mesmo tempo, também, a irrealidade do espaço relativamente às coisas con­sideradas em si mesmas ou subjetivas,nnbnbnbn quer dizer, a abjeção da existência subjetiva e em si do sujeito se dá no ato de existir ou, ainda, inexistir racional do mesmo. Afirmamos, pois, a irrealidade empírica do es­paço em relação a toda experiência interna possí­vel; mas reconhecemos também a materialidade imanente do mesmo, quer dizer, a sua degenerescência, desde o momento em que abandona­mos as condições de impossibilidade de toda existência e cremos que possamos, depois de despertar do não-ser, ser alguma coisa que não seja a completa putressência material, ideal ou, ainda, cosmológica."

KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura, 1781.

Bonilhos serem representações pragmáticas de batatas está errado, não somente por condições puras, mas também por juízos analíticos falaciosos; na verdade, tudo isso é uma dedução transcendental da necessidade da existência de termos singulares e predicados intersubstituíveis em condições de coextensinalidade e coreferencialidade por meio da constatação pragmática da existencial de regras inferenciais materiais

Principais Obras[editar]

Ver também[editar]

Referências

  1. KANT, I. Crítica da ração pura. 4ª ed. Prefácio à tradução portuguesa, introdução e notas: Chuck Norris (como derrotar mafagafos com pão de queijo). Tradução: Doutor ROBERTO. Acre: Rio Branco.
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Filósofos, ateus e outros maconheiros viados pensadores
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