Império Britânico

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O Império Britânico foi o maior e mais fominha de todos os grandes impérios que já passaram pela história da História. Isso porque, devido a todo o egoísmo de seus governantes ao longo dos séculos, os britânicos simplesmente decidiram que seriam donos da maior quantidade de territórios e regiões possíveis e ponto final. Graças a sua ganância que hoje nos deparamos com influências inglesas em toda porra de esquina de qualquer país do mundo. Império Britânico também foi o responsável por desenvolver a maior de todas as atividades recreativas e de lazer dentro da comunidade de velhinhos aposentados: o grandioso Chá das Cinco.

Introdução[editar]

Pintura retratando um grupo de ingleses durante o Chá das Cinco, tradição essa que já era muito comum nos primeiros anos do Império Britânico.

O Império Britânico foi a maior de todos os impérios existentes do mundo. Sempre foi invejado pelos olhos gordos que lideravam impérios menores e inúteis, afinal, naquela época era olho por olho e dente por dente. Ao mesmo tempo, os britânicos também possuíam inúmeros paga-paus e baba ovos. Porém, todos nós sabemos que puxa-sacos podem de certa forma ser encaixados no grupo dos invejosos também.

O Império Britânico foi formado a partir de colônias ultramarinas britânicas para a qual, antes da fundação do Império propriamente dito, ninguém no Universo dava um foda, tanto é que nos livros de história encontrados na escolinha aonde você estudou não se encontra uma única palavra sequer sobre as mesmas, o que indica que nem mesmo os próprios historiadores as consideram grande coisa.

Obviamente, toda a sua aparente irrelevância permitiu que a partir daí a região se desenvolvesse e se tornasse uma das maiores já existentes. Durante seus tempos de glória, antes mesmo de partir rumo a falência e dos Estados Unidos monopolizarem metade do mundo, o Império Britânico foi a maior potência mundial, o maior detentor de terras roubadas de seus respectivos nativos dominadas e o maior realizador de Chá das Cinco da Terra.

Porém, toda a inspiração de estabelecer um grande império compulsivo-dominador-ditatorial surgiu quando Espanha e Portugal começaram a levantar a bunda da cadeira e procurar novos horizontes para tiranizar. Como não queriam ser deixados para trás, os ingleses decidiram que também deveriam fazer algo de útil para expandir seus domínios, e a partir de então, começou a dominar geral e estabelecer vários pontos comerciais por todo o globo no terrestre no intuito de liquidar com os concorrentes e mostrar que eram muito mais fodas e poderosos.

Antecedentes[editar]

Com as especiarias em alta, várias propagandas incentivavam a sua utilização. A grande demanda por tais produtos teria levado o Império Britânico a também ingressar na incessante busca pelos mesmos.

A primeira vez que os ingleses tiveram a ideia de aventurar-se mar adentro veio à tona durante o reinado do rei Henrique VII, que alguns anos antes tinha assumido o trono da Inglaterra após derrotar o rei Afrodite III da Inglaterra na Guerra das Rosas. Em meados do final do século XV, as especiarias do Oriente eram tremendamente bem faladas pelos 4 cantos do mundo (entende-se por "mundo" naquela época, apenas a Europa), e acabaram entrando na moda.

Em dado momento histórico, uma única pimenta-do-reino chegou a valer mais do que um pedaço de ouro. Vendo que enquanto o restante dos países europeus enriquecia cada vez mais e nadava em temperos, a única coisa que tinha eram umas miseráveis pepitas de ouro que valem mais do que dinheiro; Henrique decidiu que estava na hora de correr contra o tempo para garantir sua fatia na história, ou a Inglaterra estaria condenada a viver a vida toda sendo alvo de chacotas e zombarias das outras nações por ser a única que ficou de fora e sem nenhum território dominado de onde pudesse extorquir todas as suas especiarias, o que seria humilhação garantida para todo o sempre.

Naquela época, os venezianos já tinham monopolizado toda a rota da seda tradicional estabelecida ao longo do Mar Afrodescendente e do Mediterrâneo oriental, estabelecendo ali pontos de pedágio para qualquer um que tentasse seguir aquele caminho. Os portugueses por sua vez estavam empenhados em dar a volta por toda África para chegar até as especiarias para evitar os pedágios venezianos (que eram pagos com orégano, canela e outras especiarias, o que seria tremendamente caro). Os espanhóis por sua vez, estavam procurando rotas clandestinas, esbarrando em todos os lugares do Novo Mundo numa tentativa desesperada de traçar seu próprio caminho. Como todo o acesso tradicional já estava sendo ocupado, só restou aos ingleses irem pelo caminho mais difícil, que então optaram por ir pelo meio do gelo. Como a Inglaterra tinha um sistema de navegação medíocre e sem qualquer tipo de experiência ou habilidade marítima, Henrique contratou um navegador italiano desertor que não hesitou em trair a sua nação por um pote de pimenta para conduzir suas expedições, conhecido como Giovanni Caboto.

Porém, o que o rei não sabia é que Caboto era um grande charlatão, que na verdade também não sabia porra nenhuma sobre navegação, que dirá navegação por águas geladas. Em consequência disso, vários barcos ingleses acabaram sendo destruídos ao esbarrar em Icebergs ou destroçados por narvais e Krakens que habitavam aquelas regiões, e com medo de sofrer o mesmo fim que o restante dos navios, Caboto decidiu ancorar no porto mais próximo mesmo e desistir de seguir em frente para salvar seu próprio rabo. Porém, naquele fim de mundo que eram as costas áridas nas quais a expedição inglesa foi parar, a única coisa que existia eram uns nativos que viviam da pesca das poucas criaturas que conseguiam sobreviver naquela desgraça de lugar. Como o rei não queria saber de nenhuma porcaria de peixe, acabou ficando muito puto ao receber as mensagens de Caboto, que nem se deu ao trabalho de voltar para explicar pessoalmente sobre a cagada que cometera. Movido pela fúria, Henrique VII dali em diante passou a enviar vários navios até o lugar onde Caboto estava com o objetivo de prender aquele vagabundo e jogar no calabouço.

As tentativas de capturar Caboto foram em vão, já que àquela altura ele já estava longe (ou tinha sido abduzido). Porém, todos os barcos enviados pelo rei no encalço de Caboto não foram em vão: o sentimento de ira forçou os navegantes ingleses a desenvolver a habilidade marítima necessária para conseguir chegar até o lugar onde o comedor de pizza estava, e todo o poder náutico da Inglaterra começou a vir a tona e ser fortificado, abrindo brechas para traçarem seu próprio caminho até o Oriente. Como o caminho escolhido era mais fatal ferrado, os ingleses acabaram se tornando os melhores navegadores de toda a Europa, o que seria um pilar fundamental rumo a dominação mundial geral. Posteriormente, Caboto teria sido devolvido pelos alienígenas e ganhado uma segunda chance dos ingleses para trabalhar lado a lado com a Inglaterra.

Século XVI[editar]

No início do século XVI, aparentemente, a Inglaterra desistiu de seu objetivo imediato de enriquecer na base de especiarias asiáticas, até porque, todo o pique que eles tinham de início foi substituído por um enorme desânimo por conta de seu fenomenal fracasso na tentativa de chegar até suas metas. A partir daí, rei Henrique VIII (conhecido por mandar para a fogueira pervertidos e tarados que praticavam atos de sodomia em toda Inglaterra), passou a investir no desenvolvimento das habilidades marítimas da Inglaterra, afinal, eles não poderiam sequer pensar em conquistar porra nenhuma se não tivessem uma formação náutica decente. Além do mais, durante aquela época a maior parte dos ingleses era protestante, o que os colocava automaticamente como inimigos das trupes católicas espanholas, e um bom investimento na marinha viria bem a calhar.

Após ter desenvolvido todo seu poderio marítimo porém, a Inglaterra, com medo de fracassar de forma descomunal novamente, acabou amarelando e decidiu ficar quieta no seu canto sem se envolver com qualquer coisa. Porém, Portugal e Espanha, que eram mais rápidos e inteligentes, estavam acumulando cada vez mais riquezas, enquanto que Inglaterra, ficava apenas chupando o dedo e se remoendo de inveja por estar perdendo a oportunidade de adquirir mais ouro, prata e temperos para a salada. Como não era nem completamente a favor e nem completamente contra enviar expedições em busca da Península Ibérica, mesmo se acovardando e estando com medo de prováveis fracassos, Henrique VIII autorizou Sir Hugh Anônimo Willoughby a tentar fazer o que Caboto não conseguiu. O que a Inglaterra temia acontece: Willoughby, devido a sua incompetência, também fracassa humilhantemente, e a nação novamente fica à ver navios, agravando ainda mais a covardia inglesa, contribuindo para que Henrique VIII esquecesse definitivamente a ideia de enriquecer chegando até o Oriente, que aquela altura, era uma missão impossível.

Alguns anos mais tarde, Henrique VIII, após ter adquirido obesidade mórbida, acaba capotando de vez (não se sabe se foi por causa de diabetes tipo II, por causa de um ataque fulminante do coração, por causa da sífilis ou por causa de um somatório de tudo isso). Então, o seu único filho homem que conseguiu sobreviver às condições precárias de vida daquela época em sua infância, um fedelho catarrento de 10 anos conhecido como Eduardo VI da Inglaterra, assumiu o trono. Por ser um pirralho inútil que mal tinha saído das fraldas e não sabia nada sobre como dirigir uma nação, os conselheiros da realeza decidiram novamente investir na ala marítima inglesa. Logo, contrataram o italiano Sebastiano Caboto, filho de Giovanni Caboto (aquele que chegou até a América do Norte sem saber bulhufas do que se tratava, como já mencionado acima), para trabalhar para a coroa inglesa. Tal como seu pai, Sebastiano não hesitou em trair deixar de prestar serviços para as nações que até então servia, para trabalhar para a Inglaterra em troca da permissão para que ele abrisse em todo o território inglês filiais de sua pizzaria oficial. Sebastiano então pegou todas as informações valiosas que adquiriu em seu tempo de serviço para outras nações (provavelmente Espanha e Portugal), e entregou de bandeja para os ingleses. Até os dias de hoje os outros dois países ficam se perguntando como a Inglaterra desenvolveu todo seu poderio naval naquela época...

As primeiras colônias[editar]

As informações trazidas por Caboto serviram de base para que grandes marinheiros que até então não passavam de ilustres anônimos, como Thomas Wyndham, tentassem começar a traçar sua trilha para a fama ao usar essas informações em suas expedições e fazer bonito diante da coroa, sem sucesso, obviamente. Sir Hugh Willoughby, por sua vez, novamente tentou se aventurar pelo mesmo caminho no qual fracassara miseravelmente outrora, e desta vez estava decidido a achar a bendita passagem pelas águas geladas até o Oriente.

Novamente, o jumento fracassa, e para completar, morre na viagem. Porém, todo esse corre-corre de viagens e expedições no reinado do pivete acaba fazendo surgir as primeiras ideias de enviar colonos ingleses para outros lugares do mundo. Obviamente, precisaria-se de um teste piloto, e como Irlanda e Inglaterra eram praticamente um só, teve-se a ideia de enviar ingleses para se instalar no quintal dos irlandeses, só para exercitar a arte da colonização. Infelizmente, de início a ideia não foi pra frente, já que os caipiras e leprechauns que habitavam a região não queriam nenhum peso-morto inglês ocupando seu terreiro a troco de nada.

Francis Drake sobrepujando um grupo de nativos americanos a mando da rainha Elizabeth I, com o intuito de estabelecer a primeira colônia inglesa na região.

Após o reinado de Eduardo, Lady Joana Grey assume o trono. Porém, Maria, a Sanguinária, que seria a próxima da linha de sucessão, havia ficado muito puta com tamanha sacanagem por parte de Eduardo, que nomeou outra em seu lugar. Logo, para reivindicar aquilo que era seu por direito, Maria decidiu se fazer de coitadinha e apelar para a população, que com pena de Maria ter sido deserdada só porque preferia assistir as missas do Papa ao invés de aderir ao protestantismo, decidiu unir-se a mesma.

Após liderar um grupo militar de papa-hóstias, Maria recupera seu lugar no poder, mandando Joana para o colo do Capeta. Ao assumir o trono, Maria, por ser católica, imediatamente manda alguns protestantes para a fogueira, fato que lhe rendeu a alcunha de Bloody Mary. Como estava perdendo seu tempo tentando converter a população inglesa, não se deu ao trabalho de sequer pensar em aventurar-se por novas Terras, representando um verdadeiro atraso de vida para a nação.

Após o fim do reinado de Bloody Mary, assume o trono Elizabeth I. Apesar de as primeiras descobertas de Terras terem sido feitas alguns séculos antes, Elizabeth, muito mais macho pulso firme do que os monarcas anteriores, foi a verdadeira responsável por estabelecer as primeiras colônias inglesas. Também foi a partir desse momento que a Inglaterra começou a exportar piratas, arruaceiros e foras da lei em geral para saquear navios espanhois em todos os 7 mares do mundo, o que acabou resultando na criação do esporte preferido dos piratas ingleses: "Saque ao Espanhol". As primeiras colônias inglesas tiveram início quando Francis Drake, um navegador, explorador, pirata e vagabundo inglês; chegou até a Califórnia e tomou posse do lugar.

Ao mesmo passo, outros dois desocupados - Humprey Gilbert e Walter Raleigh - fundaram outras colônias na terra do Tio Sam. Infelizmente, devido as terríveis e deploráveis habilidades de colonização inglesa (culpa dos irlandeses), nenhuma delas durou mais do que 5 dias. Porém, geralmente os desocupados que preocupam-se em estudar coisas velhas historiadores acreditam que esse tenha sido o início do Império, apesar de que alguns, só para serem do contra, dizem que o mesmo tenha sido fundado no primeiro ano depois de Cristo.

Século XVII[editar]