Império Otomano
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●Zublime Estado Otomano
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●Imbério Turco
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| Lema: Nós conquistamos Constantinopla sim! | |||||
| Hino: Brimos, as armas e depois barganhar!!! | |||||
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| Capital | Constantinopla, que foi conquistada dos Bizantinos. | ||||
| Maior Cidade | Constantinopla | ||||
| Língua | Turco, Árabe e Brimês | ||||
| Tipo de Governo | Império | ||||
| Sultão e Grão Vizir | Maomé I até XX e alguma coisa | ||||
| Heróis Nacionais | Suleimão, Suleiminha e Sherazade | ||||
| Independência | 29/05/1453 | ||||
| Moeda | Lira, não a de Apolo, muito menos a de Orfeu | ||||
| Religião | Islamismo | ||||
| População | 30.000.000 | ||||
| Área | 5,500,000 km² (grande não?) (Molhada, como sempre% de água) | ||||
| Analfabetismo | % | ||||
| PIB per Capita | Já viu turco falar quanto ganha? USD/hab. | ||||
| IDH | 0. | ||||
| Fuso Horário | |||||
| Clima | Depende de quantos filhos o Sultão reinante teve... | ||||
| Site do Governo | Não havia internet naqueles dias... :( | ||||
O Império Otomano (1453, sim porque antes de conquistar Constantinopla não vale chamar aquela coisa de Império, - 1923) também conhecido como Império Turco, Império Turco-Otomano, Carcaça Bizantina, Império Turco-que-não-é-Libânes, Império Sótomando, entre outros nomes, foi um estado que ocupava o que hoje conhecemos como Turquia e um monte de lugares com o nome de "Alguma-coisa-Istão", mais a Grécia e um monte de paisecos falidos da Europa Oriental.
Tabela de conteúdo |
[editar] Formação
Ao contrário do que todos dizem, não existiam império nenhum antes dos turcos conquistarem Constantinopla, só havia muitos e muitos turcos ocupando um grande espaço bizantino. Somente pode-se falar de um império otomano depois da conquista de Constantinopla. Antes de conquistarem Constantinopla os turcos otomanos ocupavam-se de...tentar conquistar Constantinopla, na verdade todos os povos das redondezas passavam o tempo tentando conquistar Constantinopla, essa era a única motivação da época, afinal conquistar Roma não era mais possível, primeiro porque ela já tinha sido conquistada, segundo que era longe demais. Conquistar Atenas também não era interessante, afinal é uma das cidades mais sujas da Europa, e quem desejaria conquistar uma cidade fumacenta e seca como Atenas. Só sobrava Constantinopla. Foi durante essa época que foi composto o poema "Constantinopla" pelo poeta bizantino Konstantino Pulus
Constantinopla:
Ó Constantinopla
Constantinopla, Constantinopla ,Constantinopla
Amada Constantinopla,
Não me canso de louvar,
Constantinopla,
Todos os povos querem,
Constantinopla,
Com queijo ou sem queijo,
Procedendo do Pai ou do Pai e do Filho,
Não importa,
Só Importa tu,
Constantinopla.
Constantinopla.
Constantinopla.
[editar] A conquista de Constantinopla
A história conta que os Turcos tomaram Constantinopla dos Bizantinos em um lindo dia de maio, mas é mentira. Os turcos jamais conquistaram nada, isso é revisionismo histórico, na verdade foram os Bizantinos que perderam, assim como diz a famosa máxima "Não é o PT que ganha, mas é o Maluf que perde". Os Bizantinos, fálidos e sustentando um legado de 1.000 anos, não conseguiam mais manter o rebolado, e assim caiu Cons...ok, não repito mais esse nome, juro.
As táticas Otomanas foram variadas: enviaram soldados fingindo serem entregadores de pizza as muralhas inexpugnáveis da cidade, trouxeram navios no lombo para economizarem combustível, assim como ficaram fazendo piadinhas infames sobre as mães dos bizantinos e como sua nação foi fundanda em última instância por pederastas de toga, para ver se estes botavam a cara para fora das muralhas. Nada adiantou, sendo que o cerco seguiu por meses, até que por volta do dia 5 de julho do ano corrente, os aposentados e velhinhos bizantinos desertaram, pois o pagamento do dia 5 não foi depositado na conta poupança.
O sultão Maomé II declarou que todos os aposentados que se rendessem seriam poupados e teriam devidamente depositados o dinheiro da pensão e da aposentadoria. Nesse mesmo instante sua frota de barcos carregados no lombo era estrategicamente colocada na água de novo, só que dessa vez no lado certo. A estratégia funcionou, cerca de 2.500 velhinhos bandearam para o lado dos turcos, e a frota, dessa vez do lado certo, estava pronta para bloquear qualquer outra incursão vinda de fora.
Ainda assim os bizantinos resistiam, porém é fato que mesmo entre eles não havia união e determinação para defender sua cidade. Um historiador bizantino que escapou da tomada da cidade escreveu, anos depois, exilado em Ravena, sobre como os bizantinos ficavam arguindo entre si ao ver o exército turco se aproximando da cidade.
Quando eu me lembro da queda de Constantinopla, de como foi barulhenta, como meus compatriotas ficavam discutindo e discutindo. Eu participava da defesa da cidade, estava estacionado nas muralhas de Teodósio, dava para ver os turcos ao longe, eu vi tudo, os vi chegando, nas muralhas, e quando por fim eles adentraram a cidade. Mas do inicio os idiotas dos meus patrícios ficaram batendo boca. Primeiro, ao avistar o exército turco chegando eles começaram: "Vejam, os turcos estão chegando!" disse um, "Blah! Seu cego, não vê que são libaneses? Olhe para o tamanho da naba!" e outro se intrometeu na conversa: "Burros! São árabes! Não podem ver pela pele morena?", "Mas libaneses são árabes, seu imbecil!" retrucou o 2º, o que levou o 1º a questionar "Oras, são libaneses não são árabes, porque se fossem árabes não seriam chamados de libaneses e sim de árabes não é?" e o 3º soldado perguntou: "Mas você não disse que eles eram turcos?", e nessa discussão ficaram até o comandante chegar gritando dizendo: "Turco, árabe, libanês! É tudo igual! Narigudo e espertalhão! É como japonês e chinês! Tudo igual!", os soldados por sua vez perguntaram "O são japoneses e chineses? Nós nunca ouvimos falar" e voltaram a discutir. Cansado daquilo eu me afastei...
Durante o cerco a situação, segundo o mesmo historiador não havia melhorado.
Lutavamos bravamente, mas as discussões continuavam! Deus! Eu estava passando correndo pelas muralhas quando ouvi dois soldados discutindo sobre como o óleo fervente devia ser usado, a marca do óleo e a temperatura ideal! "Olha, eu sempre uso óleo de granola, fervido à coisa de 250ºC, e lanço empurrando o caldeirão levemente no ínicio" ao qual o outro soldado retorquiu, "Tsc, tsc. Você tem que usar óleo de soja, fervido até no máximo 200ºC e empurrar de uma vez!" e um oficial passando viu a cena e falou: "Que vocês dois estão discutindo? O general já disse! Lembram da discussão da semana passada? É para medir a temperatura em graus Fahrenheit!" "Na verdade eu prefiro usar graus Kelvin..." resmungou o primeiro soldado, depois disso passaram a discutir queimaduras. Virei-me para o outro lado e a situação não era muito melhor, 2 lanceiros discutiam como melhor atacar os turcos caso esses conseguissem escalar as muralhas. "Eu sempre espeto na altura da jugular, é um golpe certeiro e limpo" ao que o outro respondeu "Eu acho melhor no peito direto, é mais eficaz", "E se ele estiver usando armadura" perguntou o primeiro ao qual respondeu com uma pergunta o segundo, "Que tipo de armadura? Qual a espessura do metal? E mais qual o tipo de metal?" Sai correndo dali, pois a essa altura os turcos já estavam nos portões da cidade, batendo e fingindo serem entregadores de pizza, coisa que todos nós estranhamos, pois ninguém havia pedido pizza aquele dia, a última pizza fora pedida na semana retrasada...
Ao final do cerco, quando por fim os Otomanos estavam derrubando os portões da cidade, é escrito o último relato do historiador:
A luta era escarniçada, diversos grupelhos turcos haviam penetrado dentro do perímetro das muralhas, por fim eu ouvi, um anão horroroso gritando: "Os turcos! Os turcos!" e logo depois eu vi o líder turco, que alguns chamavam de Khan, adentrar os portões de Constantinopla, como todo seu exército e glória. Eu, afinal, desisti, e fugi da cidade, mas mesmo correndo pela minha vida eu podia ouvir os últimos sons de Bizâncio, "Devemos saudá-los como? Como libertadores? Como invasores? E a pizza? Eles trouxeram?...". Do imperador, ouvi dizer que ele virou peça de museu, estátua de mármore, não sei se era de Carrara ou Jaipur....
[editar] Era Clássica do Império Otomano
Após, finalmente, conquistar Constantinopla (...nopla...nopla...) os Turcos viram que a cidade estava caindo aos pedaços, portando precisariam reformar toda a cidade, e para não perder o costume resolveram continuar conquistando e conquistando (sabe, é algo muito divertido de fazer, você começa conquistando uma cidadezinha, vai aumentando, aumentando, não consegue parar! Isso vicía!!!...)
Durante essa época começou a moda do banho turco (também conhecido como sauna turca, lugar-para-molhar-o-nariz), onde os narigudos exaustos relaxavam e descansavam da rotina estafante de conquistas.
Cansados de serem confundidos com os árabes, os dirigentes otomanos tiveram a brilhante ideia de simplesmente conquistar todos os territórios árabes e declara-los otomanos, para que nunca mais ninguém se atrevesse a cometer o erro de confundir árabe com turco, até porque é tudo a mesma coisa. Com isso iniciou-se a conquista do oriente médio por parte dos otomanos.
[editar] O Sultão
Ver artigo principal: Sultão
O Sultão era o líder do império, responsável pela administração e condução do país. Como seus súditos eram todos turcos narigudos, para facilitar a administração foi criado o Chapéu do Sultão, assim quando o soberano andasse pelas províncias do Império, ele não seria confundido com algum mascate perdido ou effendi fugindo do serviço. Como eventualmente a moda do "chapéu-que-deixa-você-com-cabeça-gigante" se espalhou o sultão apelou para os "sapatos-de-ferro-que-podem-ser-ouvidos-a-1km-de-distância", o que foi mais eficaz que o "chapéu-que-deixa-você-com-cabeça-gigante"
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