Imposto de transmissão causa mortis e doação

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O ITCMD ou Imposto Tolhido do Contribuinte Morto ou de Doações que não sejam para a APAE, é mais um dos milhares de impostos existentes da terra brasilis. É um imposto que funciona como um pedágio de bens para alguém que tenha alguma coisa além de dívidas para ser repassado aos dependentes que um indivíduo venha a ter.

No que consiste[editar]

O caro do contribuinte brasileiro pagando o imposto em questão.

O ITCMDEFGH... é obrigatório a todos aqueles velhos que ao partir, deixam algum testamento para causar a discórdia entre os familiares ou ainda, aqueles que desejam passar algum bem para se livrar de alguma obsolência programada, débito (no caso de veículos), problemas estruturais (no caso de imóveis), enfim. É cobrado porque o governo sabe que ninguém vai dar nada de graça, ou seja, sempre vai ter alguém querendo se livrar de algum bem o vendendo na OLX ou no Mercado Libre. E é aqui que entra o imposto.

Este é um imposto cobrado pelos estados brasileiros mais aquele detrito presidencial. A peculiaridade deste está no fato de que quando cobrado como herança, o governo não respeita o morto nem quando ele finalmente está Descansando em Paz. Para a realização da cobrança, um ente estatal vai até o cemitério onde o abonado está descansando para fazer a coleta do imposto, que varia entre 2% e 8%, dependendo do estado. Para realizar a coleta, o estado exige que o morto esteja com um contador do lado no momento em que for feita a cobrança.

Formas de cobrança[editar]

Cada estado da federação decide como e o quanto arrancará de dinheiro dos velhos que partirem, repassando o que sobrar aos parentes mais sangue-sugas que sempre aparecerem na hora da morte. A grande sacada do imposto está em cobrar mais seu pai do que será cobrado do Paulo Maluf, já que apesar da discrepância nos valores, na maioria dos estados, o percentual do valor permanece sendo o mesmo para transferir um milhão de reais em barras de ouro que valem mais do que dinheiro como transferir 200.000 na forma de um barraquinho que seu pai tem (e não contou até hoje) na baixada, com uma tal de Graucyanne, uma amante que arrumou ele deve ter arrumado por lá.

O mesmo vale em casos de doação, quando um parente é coagido a doar sob pena de retalhação, a doar alguma coisa (que valha alguma coisa) para alguém, o imposto é recolhido.