Inês de Castro

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¿¿¿Porque no te callas???
No robe los picassos de Inês de Castro o la Santissíma Inquisición lo mandará para el colo del capeta!!!

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Este artigo fala sobre coisas medievais!


Tenha respeito ou vais encarar a guilhotina!

Inês de Castro, Rainha Consorte Morta de Portugal
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A Rainha Morta
Nascimento 1320 ou 1325
Reino da Galiza, Espanha
Morte 7 de Janeiro de 1355
Coimbra, Portugal
Ocupação Puta paga de D. Pedro I
Olhos Ninguém sabe
Cabelo Loira burra

Cquote1.png Você quis dizer: Isolda Cquote2.png
Google sobre Inês de Castro
Cquote1.png Como assim ela é espanhola!? Cquote2.png
Brasileiro sobre Inês de Castro
Cquote1.png Chorei vendo a novela. Cquote2.png
Poser sobre Inês de Castro
Cquote1.png Inês? Fica perto da Antártida? Cquote2.png
Carla Perez sobre Inês de Castro
Cquote1.png Na União Soviética, Inês de Castro mata VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Inês de Castro
Cquote1.png Na Holanda, Inês de Castro morre sozinha, não precisa de VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Holandesa sobre Inês de Castro
Cquote1.png No Togo, VOCÊ inezaliza a morte! Cquote2.png
Inversão Togolesa sobre Inês de Castro
Cquote1.png All your Inêses belong to death! Cquote2.png
C.A.T.S. sobre Inês de Castro
Cquote1.png Agora Inês é morta! Cquote2.png
Lula sobre a Política Econômica do Brasil
Cquote1.png Inês saiu, dizendo que ia comprar um pavio de lampião... Cquote2.png
Adoniram Barbosa sobre Inês de Castro
Cquote1.png Que história de amor linda! Quero viver um amor assim!!! Cquote2.png
Pita sobre Inês de Castro
Cquote1.png Vou ganhar uma pipa de massa a arruinar a história dela! Cquote2.png
Margarida Rebelo Pinto sobre Inês de Castro


Inês de Castro (ou simplesmente "Inês", para os amigos) foi a Puta paga importada de Espanha para D. Pedro I. É também uma heroína dos Lusíadas, a obra-magna do zarolho com uma coroa de louros na cabeça. Seu contributo para a História de Portugal foi começar a tradição de ter mortos a gerir o Governo.

Primeiros Anos[editar]

Inês de Castro se fazendo de pura.

Dona Inês de Castro nasceu na Espanha, filha de um escroto da zelite espanhola que trabalhava para o rei de Castela, e de uma dama portuguesa, Aldonça Lourenço de Valadares, que fundou a companhia de loiças sanitárias Valadares. Ou não.

O seu pai era neto bastardo de um dos maiores mafiosos do Reino de Castela. A sua família era abundante em gente bastarda, que fodia com os reis de Espanha e de Portugal, pelo que já se podia adivinhar o seu destino. Ainda assim, mantinha a imagem de uma casta dama mui católica e purificada. Ou não.

Quando seu pai começou a perder influência na mafia do Rei espanhol, e seus irmãos se bufavam de raiva, mandaram a pita para Portugal, para ser aia da suposta futura Rainha Constança Manuel, uma princesa espanhola que estava de casamento marcado com D. Pedro I, que era seu primo.

Golpe do baú História de Amor com D. Pedro I[editar]

Em 6 de Fevereiro de 1336, D. Pedro casa-se com Constança, via correspondência, uma vez que D. Afonso IV, pai de Pedro, queria manter a espanhola onde ela pertencia: em Castela. Essa decisão fodeu o rei espanhol, e Constança foi emigrada para Portugal, onde se casou "oficialmente" com D. Pedro a 24 de Agosto de 1339, numa cerimónia em Lisboa. No entanto, durante o tédio da missa de casamento, o jovem Pedro, chocado com a baranga que agora tinha como esposa, não conseguia despregar os olhos de uma gostosa loira chamada Inês de Castro.

Os dois pombinhos começaram trocando cartas e outras baboseiras pseudo-românticas que fazem suspirar Sua namorada, tudo na esperança de Pedro levar Inês para a alcova de seus aposentos. Fizeram juras de amor eterno, enquanto D. Constança ia ganhando a fama de chifruda na corte portuguesa. Aconselharam a cornuda a engravidar o mais rápido possível, o que foi uma tarefa árdua, pois Pedro só fazia justiça pelas próprias mãos pensando na loira Castro.

Depois de muita merda histórica sem interesse, Inês de Castro foi deportada para a Espanha, já que D. Afonso IV não estava a gostar das Putarias do filho com a espanhola loira. Mas Pedro continua mandando carta para Inês, trocando juras de amor eterno. Na verdade, eram um casal bem chato. Entretanto, D. Constança lá engravida, mas morre misteriosamente durante o parto de D. Fernando I. Ou não. D. Pedro manda regressar Inês e vivem juntos, o que causa o maior escândalo na corte; o romance entre Pedro e Inês foi muito proveitoso, especialmente para os irmãos de Inês que se fartaram de encher os bolsos à custa de D. Pedro.

Algures nesta altura, Pedro supostamente casa-se com Inês, mas o único comprovativo histórico que existe é a palavra do mesmo, e, como toda a gente sabe, ele era um louco que sofria de xiliques, como tal, não se deve levar o que ele diz muito à letra. Juntos, têm três bastardos filhos. D. Afonso IV não estava achando graça nenhuma a essa situação, e o povo português já pedia pela cabeça de Inês de Castro. Afinal, nenhum português queria ser mandado por uma espanhola.

Execução[editar]

Inês de Castro pedindo para não ser morta.

Depois de alguns anos a viver no Norte de Portugal, o casal regressou para Coimbra, onde se instalaram em Santa Clara, num castelo que foi mandado construir pela Rainha Santa Isabel, esposa de D. Dinis e avó de D. Pedro. D. Afonso continuava a bufar de raiva, a a ele se juntaram vários nobres da corte portuguesa, que reclamavam pela cabeça de Inês de Castro. A melhor solução para o problema da espanhola era cortar o mal pela raíz.

A 7 de Janeiro de 1355, D. Afonso IV ordena a execução de Inês de Castro, e aproveita a ausência do filho para ir ter com a espanhola a Santa Clara, juntamente com três carrascos. Reza a lenda, que Inês implorou para não ser morta (O RLY? Obrigado, Capitão Óbvio). Mas o rei estava cagando e andando para seus pedidos. Quando ela pediu para pensarem nos filhos dela, D. Afonso IV foi bondoso e retirou as crianças da sala. Os carrascos degolaram a espanhola e os portugueses juram que as lágrimas que ela chorou criaram a Fonte das Lágrimas, na Quinta das Lágrimas, e que as algas vermelhas das rochas seriam o seu sangue. Isso é só história de maconheiro, mesmo.

No fundo, Inês de Castro não é mais do que um primórdio de Fernandinha que se fodeu.

Funeral e Coroação[editar]

Cquote1.png Aquela que depois de morta foi rainha. Cquote2.png
Camões sobre Inês de Castro

D. Pedro entrou em crise de histerismo com a morte de Inês de Castro e revoltou-se contra o pai, fazendo birra e batendo o pé. Sua mãe, Beatriz de Castela teve de intervir e foi ao quarto do escroto ameaçar que ele ficaria sem jantar se não fizesse as pazes com D. Afonso. D. Pedro ainda protestou, mas D. Beatriz disse iria proibir a criadagem de fazer Mosca na Sopa, que era o prato favorito de Pedro, e ele lá selou a paz, em Agosto de 1355.

Quando se tornou rei, em 1357, sua primeira acção foi legalizar seus bastardos com Inês de Castro e fazer de hitman com os carrascos dela. Alias, foram suas únicas acções enquanto rei, mesmo. Reza a lenda, que D. Pedro comeu o coração dos carrascos, na brasa, e temperados com sumo de Limão e acompanhados com batatas fritas e uma saladinha. Ou não. Também esbanjou o dinheiro público na construção de dois túmulos, que estavam posicionados frente a frente, para que no Dia do Juízo Final suas almas se ergam e se olhem olhos nos olhos. Tua mãe chora com essa lenda.

Inês de Castro já estava mais que morta e enterrada, quando Pedro a manda desenterrar e sentar no trono, para ser coroada Rainha. Isso deu um trabalho dos diabos, já que a moça havia sido degolada, tiveram uma certa dificuldade em segurar a cabeça no pescoço, para colocar a coroa na cabeça dela. Reza a lenda que a cabeça dela se descolou e andou a rebolar pelo salão. Ou não. Para comprovar a Portugal que era mesmo louco varido, D. Pedro obrigou a corte inteira a beijar a mão da falecida. Todos os nobres portugueses passaram o reinado de D. Pedro a desejar a morte dele.

Inês de Castro na Cultura Portuguesa[editar]

Sua História não importa nem o pouco. A única coisa que se sabe é que Inês morreu. Sempre que algo fodeu, fodeu gostoso e não se pode fazer nada senão dizer Agora fodeu gostoso, porém você não pode falar palavrão por estar diante de alguma mina, juiz ou Tua Mãe, suspire e diga retumbantemente:

- Agora Inês é morta! - a expressão desconsolada é fundamental

Além de demonstrar tristeza e pesar, demonstra um amplo conhecimento intelectual e literário. Pode ser que a mina nem dê para você, ou que o juiz nem amacie para teu lado, mas Tua Mãe vai achar bonito.

Inês Morta pelo Mundo[editar]

Funerais de Inês. Agora Inês é morta!

Os alienados historiadores gostam de fazer querer que Inês de Castro foi a mais pura das Rainhas de Portugal e que sua morte foi uma injustiça. Mas isso é tudo mentira. A guria não tinha nada de pura e era muito sabida. Afinal conseguiu dar o Golpe do baú e ainda ser coroada como Rainha (ainda que estivesse morta), um bocado ao estilo de Ana Bolena espanhola mas sem o conflito religioso. Como gostam de propagar a sua pureza, desde então, todos tendem a matá-la novamente.

A afamada expressão surgiu durante a época de Abelardo Barbosa e outros vagabas que ganhavam dinheiro às custas de Inês. O único lugar do mundo onde a expressão não pegou mesmo foi na Rússia (por conta da Reversal Russa). É comprovado pela Academia de Estatística Humanas do Acre que, a cada vez que alguém repete a infame expressão, uma Inês cai durinha no mundo, o que reduziu em 90% o registo de Ineses no cartório.

Cquote1.png Now Ines is deceased Cquote2.png
George Bush sobre Iraque
Cquote1.png Maintenant Inês est tuée! Cquote2.png
Le Pen sobre eleições na França
Cquote1.png Nu is Ines overleden! Cquote2.png
Holandês sobre aumento dos níveis dos mares
Cquote1.png Ines es difunto ahora! Cquote2.png
Maradona sobre desabastecimento de da Bolívia
Cquote1.png Τώρα Ines είναι αποθανούν! Cquote2.png
Sócrates sobre sua condenação à morte
Cquote1.png الآن [إينس] متوفّ Cquote2.png
Bin Laden sobre Seis anos de 11 de Setembro


Precedido por
Beatriz de Castela
Rainha Consorte de Portugal e Algarves
postumamente em 1360
Sucedido por
Leonor Teles


D opressaoromana.jpg Este artigo é relacionado à história.

Plínio Salgado aprova este artigo. Anauê!