In Flames

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Babel fish.gifTraduzindo: Cu pegando fogo
Babel Fish sobre In Flames

Cquote1.png Death Metal Farofa? Cquote2.png
Chuck Schildner, se ainda estivesse vivo para ouvir isso...
Cquote1.png Não: Boy Band Metal... Cquote2.png
Headbanger sobre frase acima


In Flames.jpg

O In Flames é foi uma banda sueca de Défi Mérou que, na verdade, tocava um Heavy Tradicional trampado, mas que logo foi confundido com um novo estilo musical porque seu vocalista queria disfarçar a voz desafinada com grunhidos toscos. O negócio deu tão certo que os integrantes resolveram expulsá-lo da banda e contratar outro com uma voz ainda pior, para ganhar mais dinheiro soarem mais Death...

A banda é injustamente acusada de ter criado o gênero conhecido como Death Metal Melódico. Na realidade, todo mundo sabe que tal gênero foi inventado pelos pioneiros brasileiros do Capítal Inicial, título a que tiveram que renunciar por causa de cláusulas contratuais que os proibiam de ser uma banda brasileira de Rock que tocasse Rock guitarras elétricas. Na verdade, o assunto é controverso, como veremos a seguir.


Tabela de conteúdo

[editar] Afinal, quem criou o Death Melódico?

Bob Marley branco Anders Friden, o frontman.

Alguns dizem que foi o Carcass, que, depois de ter uma grave crise financeira criativa, contratou por engano um guitarrista de bandolim do grupo de pagode melódico Cabe Mais: Michael Amott. Michael fez da banda seu grupo-de-um-homem-só e impôs democraticamente todas as letras e arranjos do seu álbum solo Heartwork, inexplicavelmente o trampo mais bem sucedido da carreira dos "carniceiros". Mais tarde ficou provado que o Carcass era, para Amott, um protótipo de um projeto paralelo pessoal conhecido mais tarde como Arch Enemy, assim nomeado por rancor de seu líder supremo com os demais instrumentistas porque esses seus músicos assistentes delegaram seus cargos aos roadies e deixaram a emenda pior do que o soneto.

Outros afirmam ainda que o Death Melódico foi forjado pelo At The Gates, especialmente através do Slaughter of The Souls, um álbum revolucionário de meados da década de 90 que inventou o Thrash Metal da década de 80 e o Death Melódico dos anos 2000 (??). O álbum foi tão fodástico que, finalmente, segundo afirmam, fomentou a criação de outro ícone do estilo: o In Flames.


[editar] A mudança para os EUA

O In Flames lançou alguns álbuns de estúdio inspirados pela nova onda metálica na Europa. Depois disso, mudaram-se para os EUA, fascinados com as novas possibilidades de ganhar dinheiro musicais da famosa Terra das Oportunidades. Foi aí que conheceram a moda do momento: o New Metal. Os trabalhos atuais vão muito nessa linha, destoando mais talvez unicamente pelo Come Clarity, onde eles mandam algum som mais cru, mais parecido com o som mais antigo, só para não perder os fãs fieis, os desiludidos desavisados que semprem compram seus novos trampos, independente da merda que façam.


[editar] Jesper Strömbo Blargh e o Dimension Zero

Com a guitarra, o novo membro do In Flames...

Recentemente o grupo passou por um revés ocasionado pelo seu guitarrista principal, Jesper Strömblad, um contumaz fã de bebidas alcoólicas que queimava o filme do grupo, já suficientemente chamuscado (especialmente na área da rosca...). Na verdade, Jesper se embriagava porque queria esquecer o projeto vergonhoso que seus companheiros tinham de se tornar a nova boy band da MTV. Expulso do grupo por ter sido bobo e feio, Jesper pôde se dedicar integralmente ao seu projeto paralelo conhecido como Dimension Zero, que é na verdade o que o próprio In Flames seria hoje, se tivesse perseverado nos caminhos da masculidade...


[editar] A Polêmica dos novos álbuns

Soundtrack to Your Scape foi um dos álbuns da nova safra de bizarrices do In Flames que mais desagradou aos fãs. Alvo de críticas por todos os lados, foi um trampo até certo ponto desprezado e esquecido pelo grosso do público. Nesse trabalho revolucionário e incompreendido, a banda trouxe para seu cast de músicos o grande multi-instrumentista brasileiro Hermeto Pascoal, especialista em música extrema... extremamente ruim. O resultado foi um misto de guitarras, influências de Pop-Korn e barulhinhos dignos de fazer inveja ao Radiohead e outras porcarias similares.

Antes, porém, eles já tinham gravado um álbum chamado Reroute The Remains. Poderia ser considerado apenas um álbum pouco inspirado, mas Friden e cia fizeram questão de inventar moda quando não tinham mais ideias para encaixar na parada. Pegaram então um disco do Moby e enfiaram umas linhas eletrônicas horrendas no negócio, para encher a linguiça que faltava, realizando, assim, o pior de seus trabalhos até o lançamento de The Mirror Truth, uma esquicitice que veio a comprovar a descida da banda ladeira a baixo em termos de qualidade e comprometimento musical...

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