Infantaria

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Grito infante sobre a morte vindo
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Rangers americanos sobre loucura, um alerta aos sãos
Cquote1.png Homens corajosos, destemidos, valentes! Cquote2.png
General com síndrome da insanidade infante sobre sobre Infantaria

Infantaria, do latim ifans, que deu origem ao termo Infante, curiosamente a mesma palavra que deu origem a infância. Infans quer dizer "daquele que não há retórica", o que resume a função da infantaria, se foder por todo mundo sem direito a reclamar. É a principal e mais antiga arma do Exército, o mais obsoleto de todos os braços armados; não é de se surpreender que sejam formadas pelos homens mais quadrados e retrógrados possíveis. É a que conta com maior efetivo, ou seja contigente,

Na própria definição, os infantes se definem como "soldados masculos que podem combater em todos os tipos de terreno, sob quaisquer condições meteorológicas, abaixo de qualquer ataque, pronto para qualquer missão", e gostam de se autoreferir como a mais importante arma das Forças Armadas sobre o argumento de "nenhuma vitória é válida sem a conquista do terreno, você pode perder o mar, e o céu, mas o território terrestre nunca". Mas isso tudo é uma falácia e infantes precisam delas, afinal de contas, se ficassem relembrando eles dos furacões, terremotos e tsunamis, ataques áereos incessantes, artilharia marítima intensa, bombas nucleares e missões suícidas como avançar sobre trincheiras reforçadas nazistas na praia de Omaha (a maioria dos soldados aliados morreram naquele dia), invadir território israelense fazendo parte de tropas regulares (se você for um homem-bomba tem mais chance de sucesso), e bloquear ou retardar uma invasão russa iminente (pergunte para a Geórgia), coisas que deveriam enfrentar nestas afirmaçãos que fazem, certamente não restaria pessoas sensataz predispostas à esta arma. Óbviamente, há poucas pessoas sensataz nesta arma, mas perder as pouca que tem, seria estratégicamente perigoso, afinal de contas, manter uma infantaria com média de QI acima de 80, já é uma hegemonia inquiestionável.

A principal missão da infantaria é: com táticas de escudo humano, conquistar e manter o terreno, aproveitando a capacidade que a forma bípede dos seres humanos permite para marchar até objetivos localizados em território inimigo ou aliado que sofre ataque e ser estúpidamente manipulavéis em torno de uma ideologia escrota pela qual darão a própria vida - ideologia escrota inclui principalmente Estado e Nação, mas não exclui as utopias de Democracia, Liberdade, Igualdade e nem Fraternidade (muito menos de Amor)*. Utilizando para isso armas brancas, armas-de-fogo, combate corpo-a-corpo e principalmente táticas de fuga e evasão - largamente usadas ao longo da história.

Exemplo clássico da "insanidade infante", soldados formam linha para ficarem mais facíl de ser acertados. Exército da Prussia 1745

A Infantaria moderna segue uma organização descendente que divide as tropas de infantes agrupando-os em unidades chamadas de divisões, brigadas, regimentos, batalhões, companhias e pelotões, cada com um número menor que o outro de idiotas devidamente doutrinados nas ideias imbecis de seu soberano. A Infantaria também é chamada de arma heróica**.

  • Observações:

(*) o texto revisado excluíu a palavra vida por um motivo óbvio - fazer guerra em defesa da vida é uma contradição mais que estúpida. Anarquia esta interlinkado a Fraternidade porque sem a presuposição de uma não há sucesso na vitória da teoria da outra.
(**) herói é aquele homem estúpido valente o bastante para não ter senso de sobrevivência.

Tabela de conteúdo

[editar] História

Legião Romana, cores berrantes para achar os soldados mais facíl nas fugas

A infantaria com seus combatentes, os infantes, sempre fora a principal força combativa de um exército. Uma notável exceção foram as sociedades nômades, com um bom-senso plenamente desenvolvido, não à tôa delas surgiram líderes militares como: Átila, o huno ou Genghis Kahn, o mongol; que lutavam basicamente com soldados montados a cavalo. O período clássico da Infantaria, teve sua acenssão nos combatentes gregos e romanos, que lutavam em grupos compactos, armados de espadas e lanças e protegidos por couraças e elmos metálicos. Tempos onde ainda haviam gênios infantes, como: o cartagianês Aníbal Barca, o espartano Leônidas e algumas dúzias de generais romanos como Julio Cézar. Mas a principal caracteristica atemporal das infantarias é a Síndrome da Insanidade Infante, um exemplo ainda neste período é as legiões romanas. Uma legião era dividida em 10 coortes, por sua vez divididas em um número X de centúrias, que eram compostas por cerca de 100 homens cada. Todos números múltiplos de 10. Nisso surgiu a prática de "dizimar", os generais romanos quando terminavam a batalha recontavam seus soldados, se o número final não fosse decimal, eles executavam o excesso, pra não ter azar.

Com o surgimento das armas de fogo, a SII passou a ter manifestação diferente, empregava-se linhas contínuas de atiradores, lado a lado que se contrapunham à outra linha, em frente, do inimigo, de forma que tanto um como outro pude-se se acertar livremente. Desta forma, qualquer estúpido, caolho, míope, poderia atingir o seu alvo. Nas Guerras seguintes, os infantes deixaram de atuar somente em linha e passaram a cavar trincheiras para a proteção. A Primeira Guerra Mundial ficou conhecida como a “guerra das trincheiras”. Uma evolução da espécie infante? Não, pois, mesmo com o poder de fogo da artilharia e das metralhadoras, tendo notavél evolução tecnologica, essa espécie humana mantinha seu instinto insano de lançar-se em campo aberto, maioria das vezes plano, na direção da trincheira inimiga, à mira de snipers, metralhadoras e artilharias. Não à tôa, foi a guerra mais violenta.

Soldados americanos na Segunda Guerra Mundial, dos soldados da foto somente chuck norris sobreviveu

Durante a Segunda Guerra Mundial, os carros de combate, tanques de guerra, e outras invenções tenebrosas do sádo-masoquista ser humano passarem a ter um papel importante nas grandes ofensivas. Porém a infantaria ainda era a mais numerosa das armas e responsável pela ocupação e manutenção do terreno tomado do inimigo, e também era o principal alvo de todas as invenções mencionadas acima, diga-se, os ótarios esperavam serem atacados. Ao ser transportada em veículos, ela passou a ser conhecida como infantaria motorizada ou mecanizada - estes nomes criados pelos Generais: Eisenhower e Erwin Rommel, respectivamente, para tentar extinguir a ideia militar de que "infantes são animais irracionais", por uma politicamente correta, "infantes são maquinas-homem de vida sem valor", adotada pela maioria das Escolas de Oficiais das Forças Armadas Modernas.

Marines no Iraque, defendendo interesses de George Bush.

Uma forma especializada da infantaria é o Fuzileiro Naval, cujo transporte é feito pelas Marinhas em navios de guerra baratos especialmente preparados para serem um alvo facíl durante o desembarque dos ótarios, que além disso, podem contar com carros anfíbios que podem sair do mar diretamente para a terra em condições de combate, a velocidades não mais superiores do que um alvo potencial e preferêncial deve ter.

Com tudo isso, podemos observar uma pequena evolução da Infantaria, porém há de se conferir que é infinitamente insiguinificante para a humanidade, já que os infantes foram, e continuam sendo, os mesmos que são usados para defender os interesses fúteis grandiosos de seus líderes soberanos países.

[editar] Missões

A função mais importante da Infantaria tem sido ser o primeiro e último recurso, é força mais importante realmente para as forças armadas, afinal de contas não se ganhar uma guerra no céu, ou no mar, é preciso da terra - os seres humanos ainda não tem asas nem fendas branquiais. Apesar disso a Infantaria pouco mudou em quisito de missões no último milênio, a forma mudou, o bom gosto por roupas (uniformes coloridos e espalhafatosos por camuflagem digital) e acessórios (espadas enormes e pesadas por armas de fogo cada vez mais leves e mortais) também, mas em funções, os infantes não tem muitas perspectivas de futuro, nada muito grave quando se trata desse assunto, porque literalmente, infantes não tem perspectiva nenhuma de vida.

Ataque: é a operação mais básica da Infantaria e, juntamente com a defesa, forma as duas missões principais, com as quais na falta do domínio desses dois conceitos, uma infantaria simplesmente não é uma infantaria. Tradicionalmente, nos ritos militares humanos de confronto aberto, dois exércitos irão manobrar em direção um do outro, e eles não irão ao cinema, ao shopping, nem para escola - é como assistir a um jogo no estádio no Brasil, algo violento, essa coisa violenta é o que chamamos de guerra. Então, uma ou as duas ao mesmo tempo, irão avançar e tentar derrotar a outra. O objectivo de um ataque é: avançar contra as posições ocupadas pelo inimigo, forçar recuar-se, ou neutralizá-lo, e então estabelecer o controle - traduzindo: matar o maior número de caras com uniformes diferente dos seus (essa máxima é perigosa, procurar: Marines, Rangers e Friendly Fire no Google), por isso é bom fazer ressalvas

  • A Imprensa não é sua inimiga.
  • Civis podem se vestir do jeito que quiserem - eles não são seus inimigos.
  • Seus inimigos nem sempre usarão uniformes - mate-os mesmo assim.

Os ataques são, muitas vezes, temidos pela Infantaria que os conduz em virtude do alto número de baixas sofridas durante o avanço sob o fogo inimigo, mas eles fazem assim mesmo, porque não é tarefa deles pensar duas vezes. Os ataques com sucesso baseiam-se numa equação simples: munição + brutalidade = vitória.

Defesa: é a operação que toda massa de seres humanos faria naturalmente sobre ataque - sem ser fugir. A missão é aguentar o tranco até que cheguem os reforços, ou exterminar os atacantes. A postura defensiva oferece numerosas vatagens à Infantaria, afinal de contas quem joga na defesa normalmente joga em casa, ou quem joga em casa, normalmente joga na defesa. Uma defesa eficiente baseia-se na equação simples: munição + brutalidade = vitória.

  • NOTA: Se uma força armada, abandonar a balela politicamente correta e diplomática e aplicasse essa equação simples, ela nunca perderia.

Patrulha: é a missão mais comum da Infantaria. As duas acima, ocorrem ocasionalmente, apenas quando uma superpotência resolve eleger um louco ou tirano. As patrulhas entretanto são constantes, e ocorrem mesmo em períodos de relativa paz. As patrulhas consistem em pequenos grupos movendo-se em território disputado, com vistas de encontrar outra patrulha inimiga e emboscá-la.

Perseguição: é a função mais máligna da Infantaria, ela age desta forma depois de uma ataque ou defesa bem sucedido, e o objetivo aqui é o extermínio dos pobre inimigos que batem retirada desesperados.

Escolta: consiste em fazer a segurança de armas mais nobres, como a Cavalaria.

Manobra: o simples ato de mover-se no campo de batalha ou no teatro de operações, apesar de eu achar que ambos são sinônimos.

Reserva: quando os soldados profissionais morrem, ou estão morrendo. Chamam amadores mal-treinados para fazer o trabalho deles.

Construções: simples, construir o que o inimgo destruiu.

Defesa de pontos chave: - Tá bom. Eu sei... Isso é enche linguiça.

[editar] Tipos de Infantaria

Não vamos encher linguiça novamente falando de Infantaria na antiguidade. Vamos ao ponto, os tipos de infantaria na prática formam uma pirâmide relativa ao treinamento a que são submetidos seus soldados, na prática isso quer dizer, um soldado de força especial treina mais que um comandos, que treina mais que um para-quedista e assim sucessivamente até chegar a base da pirâmide, que trata-se da infantaria comum, que recebe o treinamento básico. Básico na maioria das vezes quer dizer: ausência total de treinamento. Algo como familiarização com as armas utilizadas pelas Forças Armadas e só. A diferença de um infante comum, para um soldado da reserva é exatamente essa - um ganha salário para se perparar para a guerra, o outro uma carta de convocação. No fim das contas, são dois leigos que na guerra não farão a menor diferença, seram endosso para os números de estástisticas. Os raros sobreviventes amargaram a invalidez, rejeição pós-guerra, desemprego, medincância, depressão, traumas e possívelmente o suícidio.

Normalmente a Pirâmide de Especialização divide-se assim:

De negrito, as chamads Tropas de Elite.

[editar] Síndrome da Insanidade Infante

Síndrome da Insanidade Infante, também conhecida como Complexo de Heroísmo, é uma deficiência neurológica desenvolvida após inúmeros traumas recorrentes, ocorridos no treinamento do infante, qua após de ser levado há stress profundo, durante um combate por exemplo, pode afetar o extinto de sobrevivência, de inteligência e até mesmo o bom senso, do militar. Não faz parte da SII, os sintomas que afetam a humanidade do soldado, que está diretamente proporcional aos abusos (sexuais ou não) que sofreu durante o treinamento.

A SII ou CH não segue hierarquia, e existe inúmeros casos onde se manifesta espontaneamente em batalhões inteiros. Surpreendente caso aconteceu no Dia D com a unidade Ranger do Exército Estadunidense, onde os soldados perderam a noção do perigo, gritando e cantando músicas alegres e marchando contra os bunkers alemães. Hoje sabe-se que os treinamentos dispensados à unidades especiais como Comandos e Forças Especiais, pode predispor para tal situação.

Cquote1.png Rangers Lideram o Caminho! Rangers Vão A Frente... Rangers são estranhos... Cquote2.png
Soldado Ranger sobre efeito da SII

[editar] Veja também

Nuclear-explosion.jpg

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