Inhangapi

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Município de Inhangapi
"Cidade esquecida"
Bandeira de Inhangapi.png
Bandeira
Aniversário 30 de dezembro
Fundação 30 de dezembro de 1943
Gentílico tangamandapiano
Lema Agora é a vez do povo
Localização
Localização de Inhangapi
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Cidades-dormitório de Belém
Microrregião Favela da Favela Castanhal
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Caboco
Clima Não disponível

Cquote1.png Você quis dizer: Caminho do Diabo? Cquote2.png
Google sobre Inhangapi
Cquote1.png Experimente também: Inferno Cquote2.png
Sugestão do Google para Inhangapi
Cquote1.png Eu tenho medo! Cquote2.png
Regina Duarte sobre Inhangapi
Cquote1.png Pois eu não! Cquote2.png
Diabo sobre Inhangapi
Cquote1.png Porque, diabos, deram um nome desse pra cidade? Cquote2.png
Qualquer um sobre o nome da cidade

Inhangapi, mesmo não sendo uma área de conflito litigioso e com altas chances de se separar do resto do estado do Pará, consegue meter (ui!) medo em qualquer um que a conhece pela primeira vez. Não que a cidade seja feia que dê dó, que a população seja mal educada, ou mesmo que não tenha porra nenhuma para se fazer por lá apesar disso tudo ser verdade. O problema mesmo é no próprio nome da localidade, que acabou recebendo a denominação Inhangapi que, na língua "tupi-guarani-paraense-acreano-metido a besta" significa, nada mais e nada menos, do que Caminho do Diabo, em suma, nada mais é do que a rota diária que o "Tinhoso" pega entre o seu mundo e o mundo dos vivos, e que, pelo visto, desemboca pelas bandas do nordeste do Pará. Nada mais do que lógico, haja visto que o Menino Jesus nasceu em Belém e Inhangapi fica a algumas léguas dessa cidade, tudo para que o Diabo pudesse tentar o Filho do Nosso Senhor mais facilmente do que atravessar o Oceano todo (e ainda tem gente que acredita que a entrada para o Inferno seja em Jerusalém mesmo).

Por mais que Inhangapi negue, ela ainda continua sendo a cidade mais próxima do Diabo do que qualquer uma outra do mundo.

História[editar]

Inhangapi no seu auge populacional.

Sabendo que essa é a rota principal do Inferno para o Paraíso, que é Belém (WTF?), sabe-se a priori que Inhangapi era somente um núcleo populacional de excluídos nordestinos (sempre eles) que haviam se perdido em seu trajeto do Nordeste para a capital do Pará, em busca de realização de sonhos e muitas riquezas (o básico de sempre), e resolveram ficar por ali para montar uma pequena vila, já que estavam com preguiça de caminhar mais algumas léguas até Belém (provavelmente esses nordestinos imigrantes eram baianos). Inhangapi fazia parte das mais de oito mil pequenas vilas que ficavam rondando a capital nas suas origens, parecendo um bando de moscas ao redor de um belo pedaço de merda, tal qual Ananindeua, Bujaru, Castanhal e outras mais, que acabaram compondo (cada uma) um distrito da capital. Com o tempo, já que nordestino imigrante geralmente não trás sequer uma televisão na sua bagagem, a população da localidade aumentou o que fez com que ela deixasse de ser somente uma vila e se transformasse em um distrito de outro município, conhecido como Castanhal.

A população então foi aumentando (baiano pode até ser preguiçoso, mais isso é só em trabalho, porque em fazer filho...), chegando a um nível em que a verba para Castanhal estava quase tão alta quanto a da capital, o que fez com que o distrito saísse dessa posição e pegasse o seu poder como município, o que não gerou grandes mudanças para a população local, que ainda vivia com medo das suas origens diabólicas, sendo taxados de povo amaldiçoado. Foi então que um grupo de Ateus resolveu tocar a cidade, mostrando que essa coisa de "Caminho do Diabo" existia tanto quanto nerd gostosa, trazendo a notícia de que, na verdade, o nome Inhangapi queria dizer Caminho da Diabo sim, mas em virtude das várias corredeiras que aconteciam no Rio Inhangapi, que acabava ficando perigoso para navegadores (daí o nome do Diabo, por causa do risco de morte elevada). Depois dessa mentira deslavada, mas que acabou caindo como uma luva, os inhangapienses (gentílico desse fim de mundo inóspito local) conseguiram finalmente progredir com a sua produção à base de farinha, açaí e muito peixe (em suma, extrativismo de índio).

Geografia[editar]

Nos dias mais quentes, o Rio "Caminho do Diabo" torna-se um agradável Piscinão.

Localizada no nordeste Paraense (não é a toa que vários nordestinos se acharam em casa quando meteram os pés aqui), Inhangapi fica com o cu bem em cima de Bujaru e abraçada por trás por Castanhal e Santa Isabel do Pará. Tem cerca de mais de oito mil habitantes (quase batendo nos 10.000 mil, por aí), espalhados por um pedaço de terra tão grande quanto o cortiço da Vila do Chaves.

Economia[editar]

A maior parte da população ainda é meio bicho do mato, ou seja, está mais localizada no meio rural do que no urbano, para a tristeza do prefeito que tem que mandar verbas do governo para uma cambada de gente que ele mal sabe aonde se escondem, mas que existem (já que vem tirar dinheiro dele todo mês). Por sua maior contingência de pobres habitantes morar no campo, não é à toa que a economia predominante é a do meio rural (O RLY?), com base na venda de frutas, verduras e leguminosas de formas fálicas, como: banana, pepino, mandioca, cenoura e tomate bambu enfia no teu cu.

Religião[editar]

Se não fosse pela pregação do ateísmo, contrariando todo o misticismo por trás do nome da cidade, no final do ano século passado, Inhangapi ainda estaria (mais) estagnada no tempo.

Turismo[editar]

Foto de Inhangapi, também conhecida como "Caminho do Diabo" (Porque será?).

A cidade é ainda é muito visitado por aventureiros que querem conhecer um pouco de como seria visitar o Acre antes de sair em busca desse estado inexistente, haja visto que não há muita diferença entre ambos.

Uma vez a cada ano o povo de Inhangapi se reúne em procissão, mas não é para reclamar por seus direitos na prefeitura, mas sim para homenagear o Santo Padroeiro da cidade, o Diabo São Vicente de Ferrer, que ninguém, nem mesmo eles, ouviu falar.

O município também conta com um "Festival do Açai", festejo que qualquer município do Norte do País tem, principalmente aqueles que são produtores de açaí.