Inundação

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Ingredientes.jpg Este artigo é da mãe Terra!

Cuidado com terremotos e vulcões em erupção. Em caso de dúvidas, assista Volcano ou jogue Quake.

O dono disso ai sempre queria ter uma piscina em casa, e conseguiu! Mas acabou ficando sem casa...
Se você não vai ao mar, o mar vai até você!
Cquote1.png A única coisa que impede deus de mandar outro dilúvio é o fato de que o último não adiantou.
Nicolas de Chamfort sobre inundações e afins

Cquote1.png Nem Noé e seu zoológico aguentavam essas daqui! Cquote2.png
Pastor evangélico sobre Inundações brasileiras
Cquote1.png A galera ta querendo que eu me foda, ao invés de não deixarem rolar inundação, eles aumentam o preço do seguro. Cquote2.png
Jeremias sobre Seguro inundação
Cquote1.png Inundação, Imundação, piscina de 1050 litros... É tudo relativo Cquote2.png
Einstein sobre Inundação
Cquote1.png Realmente, é relativo ao tamanho do estrago! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Afirmação acima
Cquote1.png Pobre é foda, vive reclamando que não tem nada e quando acontece uma inundação dizem que perderam tudo. Cquote2.png
Marta Suplicy sobre inundação
Cquote1.png Na união soviética o mar vai até VOCÊ Cquote2.png
Reversal Russa sobre Inundação
Cquote1.png Imundação Cquote2.png
Algum imbecil analfabeto sobre Inundação

Inundação é mais um dos castigos da natureza contra os seres humanos que não deixam a Mãe Natureza em paz, é uma fenômeno natural (ou não) que ocorre devido a chuva e o solo, quando os astronautas que estão no espaço ficam com aquela maldita vontade de mijar eles abrem as portas da nave e soltam uma água, fazendo assim cair uma forte chuva na Terra, o solo que deve ser mais frágil que tua vó acaba não absorvendo o mijo dos astronautas a água da chuva, dando origem à Inundação. Trata-se de algo muito temido pelos políticos, pois quando ocorre uma inundação há muita destruição, resumindo, menos eleitores mais trabalho. Fazendo assim todo o dinheiro que o governador tinha enfiado dentro da cueca e na meia que estavam guardados para comprar um castelo no interior do estado ir por água abaixo.

Porém, a inundação é muito adorada pelas emissoras de televisão, pois finalmente eles vão ter muita coisa para falar e ganhar dinheiro às custas dos pobres coitados dos repórteres e cinegrafistas que ficam lá só porque é o ganha-pão deles. A inundação também pode ser provocada pelo homem [(E as mulheres? Não fazem nada?!)Claro que fazem, aproveitam tanta água para ir lavar roupa.]. Isso ocorre quando algum tiozinho constrói muitas barragens ou quando algum idiota abre as compotas das represas que inundam a coitada da cidade.

Causas de Inundações

Falta de verbas

Enquanto você nada na água suja da inundação, os políticos nadam no dinheiro público!
Ai está a falta de estrutura das casas das pessoas

Os governantes que cuidam – ou deveriam cuidar – das cidades atingidas por inundações sempre alegam que não há verbas para fazer obras que previnam contra essas enchentes. Afinal, se gastarem o dinheiro necessário agora, não vai sobrar lá adiante para se concederem aqueles aumentos modestos de 73% nos seus ordenados, para que possam viver de maneira digna e cômoda neste país maravilhoso chamado República das Bananas Brasil.

Chuva

Sem chuva, não há risco de inundação. Para evitar correr os riscos de perder tudo por causa de inundações provocadas pela chuva, há duas maneiras: morar bem no alto de um morro – e, com isso, arriscar-se a ver um deslizamento de terra levar a sua casa – ou morar lá na caatinga nordestina (e morrer de sede, por lá não chover há milênios e, por isso, não haver nem um riachinho).

Problemas de infraestrutura

Raramente, é possível que sua cidade seja vítima de uma inundação causada por algo como canos quebrados ou problemas de escoamento. Isso significa que a sua cidade nunca gastou mais de alguns centavos na tubulação (que provavelmente veio da China). Esse problema normalmente está ligado a falta de verbas. Inundações causadas por infraestrutura normalmente acontecem rápido, não causam muito problema, mas demoram pra sumir porque todos os funcionários do governo estão provavelmente de férias no Egito ou na Suíça. É possível perceber que toda vez que isso acontece é sempre em algum lugar pobre da cidade.

Outros problemas causados por governos inundações

Apagão

É um problema muito comum, durante inundações. É quando a chuva transforma as ruas em sósias do Rio Amazonas, e suas correntesas carregadas de lixo, pessoas mortas e seus dejetos, derrubem os postes e causam apagões. Muitas pessoas não ligam muito para isso, pois tudo que é elétrico, a esse ponto já foi atingido por um raio.

Fome

Enquanto eles comem os pobres se fodem.

Com a inundação, toda a comida que você tem guardada em casa enche de água marrom, logo, cheia de merda, lixo e outras coisas que você tem nojo. Assim sua comida acaba. E você, com sua extrema inteligência, vai roubar comprar comida no mercadinho da esquina. Após isso, existem duas opções:

  1. Você é carregado pela enchente, se afoga, e arrebenta sua fuça em uma pedra.
  2. Você chega no mercadinho da esquina, mas "descobre" que a água entrou lá também...

O governo, tenta te ajudar, mas as ruas estão parecendo o rio Nilo, e o qualquer coisa que passa por elas é alagado, e acaba sendo tão útil, quanto... ah... uma certa pessoa...

Perda de votos Mortes

Acidentes muito comum em enchentes. É quando certos infelizes, saem na rua para jogar polo aquático futebol, e lembram que não sabem nadar, ou inventam de ficar dentro de seu carro, no meio da enchente, porque querem ver o que acontec acham que podem salvar seu valioso carrinho. Também ocorre com desmoronamentos. É algo que tem vários pontos de vista, alguns são bons outros ruins.

  • O prefeito atual:Odeia quando ocorre, pois significa que ele não vai ser reeleito na próxima eleição. Tudo porque muleques retardados, tentam jogar futebol na rua, se deparam com um rio, e vão jogar mesmo assim.
  • O candidato a prefeito da próxima eleição:Gosta muito desses suicidas, pois assim ele tem motivos para conseguir o cargo de prefeito na próxima eleição, já que não deixou ninguém morrer como o prefeito que está no cargo durante a inundação.
  • As funerárias:Adoram, já que quanto mais retardados morrerem, mais dinheiro virá para as funeráreas. Mas dependem dos bombeiros para poder completar os funerais.
  • Os bombeiros:Odeiam, pois dá muito trabalho ficar procurando mortos desaparecidos e salvando vidas.
  • As famílias dos mortos:Aí depende. Alguns choram, pois amam seus parentes, outros fazem uma festa, já que odeiam aquele vagabundo, e querem que ele tome no ! Também há aqueles que ficam pouco se linchando, já que nunca viram aquele eminente personagem.
  • As vítimas:Não dão a mínima, pois já morreram e não se preocupam com mais nada algo não muito diferente do que já era a vida....

O que fazer numa Inundação

Praticar esportes

Pratique Le Parkour!!!!!
Você pode curtir a inundação, mas evite fazer isso com sua Ferrari.
Com isto é mais legal!

É um bom jeito de passar o tempo, já que sua televisão já estragou... Em uma inundação você pode surfar, nadar, praticar Polo Aquático, remar, etc. Só não há garantia que você volte vivo... Você também pode praticar pescar dentro de casa, mas o máximo que você pode pescar em uma inundação, são alguns pneus velhos e umas tampinhas de lata de refrigerante, já que o dinheiro brasileiro não é furado.

Surf — Pegue sua prancha, que por ser de pobre, será uma de bodyboard de isopor que você comprou do seu tio por 20 pau. Arranje algum lugar perto da foz de um rio ou que de algum modo tenha correnteza e espere vir umas ondinhas e se divirta. Nada vai ter mais de 5 centímetros, mas fazer o quê, né? Pelo menos você pode treinar seu equilíbrio para algum dia surfar de verdade. Se você tiver um pouco mais de grana e achar alguns lugares não tão alagados, pode praticar skinboard, que é o ato de correr, jogar uma prancha pequena de madeira e se jogar em cima dela.

Polo aquático — Junte sua galera, cambada, turma ou bonde e peguem uma bola pequena. Agora, com duas telas para inseto e alguns canos PVC (ou PQP), arrume tudo de forma que pareça um gol (ou não) e formem times desequilibrados. Agora é só jogar. Mas tome cuidado com os possíveis carros que podem atingir seu time (se atingir o adversário é bom pra você).

Natação — Se você por algum motivo tomou aquelas pílulas da sua mãe e está se sentindo cheio de energia, alegre e com vontade de pular de um precipício arco-íris e decidiu gastar sua energia ao invés de encontrar o arco-íris e de quebra pegar algumas doenças, nadar em inundações pode ser algo "praticável". Bote sua pior sunga – ou até nenhuma, já que ela não vai te proteger de pegar algumas doenças tropicais escrotas. Agora arranje uma touca. Pode ser de natação, de banho, um pano de prato ou um prato de sopa – tudo depende de quanto você já perdeu por causa da chuva.

Remo e afins — O remo e a canoagem – chamada pela nossa irmã sisuda de “caiaque polo” – são esportes olímpicos. Com a temporada de inundações, você poderá praticar uma dessas modalidades com afinco e, quem sabe, terá chances de medalha nos Jogos Olímpicos de 2016, que, afinal, serão em terras tupiniquins. Os playboyzinhos também têm a chance de se exibir com seus jet-skis no meio da rua.

Parkour — Saltar muros, casas, postes ou prédios sem nenhum equipamento especial – a não ser os seus tênis reforçados com sola de chinelo palmilhas especiais – é algo ainda mais arriscado, fascinante e empolgante durante uma inundação. Mas lembre-se: um errinho e TCHIBUM! Você pode virar astro do próximo Partoba do Mundo Canibal.

Editar alguns artigos

Outro jeito de passar o tempo, já que está sem TV, e sem quase sem computador. Edite a Desciclopedia, crie um artigo, deixe sua marca em momentos antes de morrer perder seu computador, chame seus amigos para ler seu artigo, ria com eles, compartilhe esse último momento feliz de sua vida. Ou faça outras coisas...

Ver televisão

Fique atento aos informes da meteorologia. Se preverem inundação, esteja preparado e aí você pode ficar mais à vontade.

Enquanto tem gente morrendo e perdendo a casa, você pode sentar a bunda no sofá (ou ficar em pé se o seu sofá tiver ido embora com a chuva), pode acompanhar a tragédia enquanto come pipoca com os amigos e ignora (como todo mundo) as recomendações de segurança dos 300 secretários e ministros que sua cidade tem. A não ser que ele grite e mande você sair da cidade, ignore o que ele fala.

Doar

Sabe aquelas roupas que você ganha da sua família todo Natal? esse é o momento de tirar a etiqueta delas, sujar um pouco e doar. Você também pode dar aquele seu colchão velho todo mijado de quando você era uma criança ou as suas fraldas usadas.

Curtir a inundação

Nerds e viciados em videogames e jogos para PC sempre arranjam um jeito de salvar o pc.

Se tudo falha, você pode pegar seu carro, abrir a mala, colocar um som "altaço" e aproveitar a catástrofe – ou torná-la ainda maior, dependendo do tipo de música que você curte.

Quebrar brincar com as coisas da sua casa

Sabe aquele novo aparelho que sua mãe comprou? Ou então o George Foreman Grill que seu tio te emprestou? Isso seja esperto e use coisas como a Incrível Bandeja Coletora de Gordura e use ela para coletar a água (e gordura) da inundação e jogue ela em outra rua (como a do seu arqui-inimigo) assim você des-inunda a sua rua e enche a do vizinho (ou não!).

Finja que não está acontecendo nada

Isso mesmo, se você não quer realizar nenhuma das coisas citadas acima, finja que não está acontecendo exatamente nada, vá andar de bicicleta na rua no quintal de sua casa, se você morar em um apartamento, vá para sacada, pegue uma cervejinha, a cadeira, asse um churrasquinho e coma olhando para os outros correndo pra lá e pra cá e batendo fotos para postar no flogão de sua favelada suada e fedida.

Fases da inundação

Chuva5445.jpg Fase 1: Chuva Algo que não preocupa a população rica. Geralmente começa com uma garoa, engrossa um pouco, sua televisão queima, um raio destrói seu computador (a não ser que você não tenha um, que é o caso de 99% de leitores desse artigo. Querem procurar uma dica para fugir da inundação que acontece toda semana em uma Lan House...), etc. Ninguém desconfia o que está por vir. Chuva5446.jpg
Inundaev.jpg Fase 2: Inundação O começo da temida inundação. Depois de todos seus equipamentos elétricos serem queimados por raios, e a sua rua (não asfaltada) virar sabão de terra, começa a encher de água. Se você mora em uma rua de terra (é pobre), pode pensar que está seguro porque o chão é de terra, e a água se infiltra. Mas você é trouxa, né? O chão já tá tão cheio de água, que não se infiltra mais nada lá! Se você mora em uma rua asfaltada o asfalto já era já começou a enchente faz tempo... A água entra em sua casa, e seus móveis são perdidos... Inundaev2.jpg
Reportermergulho.jpg Fase 3: Repórter vai ao trabalho Os repórteres e cinegrafistas arriscam a vida para mostrar a casa caindo aos pedaços, o resgate arriscado e aparentemente impossível mas que dá certo e o carro sendo levado pela enxurrada. As TVs mandam as imagens para as agências de notícias distribuírem pelo mundo afora. Mas, no fim das contas, nossos esforçados heróis da imprensa não conseguem aquele tão sonhado aumento de salário – mesmo quando trabalham na Rede Globo. Quando muito, o repórter dá longas entrevistas no Faustão, no Programa do Jô e toma um café-da-manhã com Ana Maria Braga no Mais Você. Do cinegrafista, ninguém lembra. Já com os repórteres de rádio, a coisa é um pouco mais cômoda. Muitas vezes, nem precisam sair dos estúdios: só ficam esperando os boletins periódicos da Defesa Civil. Por eles estarem no rádio, é até possível fingir que se está no local da inundação. O repórter pega o seu celular e liga para o estúdio enquanto dá uma volta nos arredores do prédio da emissora. E, nas vezes em que realmente precisam estar no foco dos acontecimentos, pegam um helicóptero para acompanhar tudo de camarote. SidneiCostaenchente.jpg
Politicoev.jpg Fase 4: Políticos se pronunciam Repórteres e cinegrafistas mais sortudos vão entrevistar funcionários públicos totalmente desconhecidos, que explicam o que é uma inundação para a população (como se ninguém soubesse...). As vezes, explicam o que fazer, mas nessa situação a situação já ficou complicada demais. Politicoev2.jpg
Cavera.png Fase 5: Morte É quando pessoas infelizes começam a morrer de várias maneiras. A maioria morre afogada, e os motivos são vários, desde de quedas em bueiros ao tentar atravessar a rua (que espécie de idiota atravessa uma rua durante uma inundação?), até um ataque de imbecilidade que impede o infeliz de completar a simples tarefa de abrir a porta do carro, e sair andando quanto a água COMEÇAR a subir, e assim impedir que a água suba demais e trave a porta do seu carro... Em alguns casos, como no Rio de Janeiro, onde tudo que existe é morro, começa a desmoronar tudo, derrubando casas, enterrando gente viva (ou quase viva...) e desenterrando gente morta. Bem, pelo menos o cemitério não enche muito, já que as famílias querem "enterrar" os mortos, sem ligar como... Caixaoev.jpg
Doacaoev.jpg Fase 6: Doação É quando as entidades de "ajuda a desabrigados e feridos", começam a extorquir seu dinheiro, fingindo que o dinheiro que você, pobre infeliz doa, é mesmo para os necessitados. Na fase 6 também é quando os emos ficam comovidos com a dor dos atingidos pela enchente, e criam comunidades no Orkut para que você doe dinheiro, que vai para as entidades de ajuda, e permaneçe lá. Doacaoev2.jpg
Dilma reuniao.jpg Fase 7: Atitude do prefeito Depois de tudo que aconteceu, o prefeito resolve fazer algo que não preste. Ele resolve se levantar da cadeira, e avisar a população que a coisa está ficando preta, e manda todo mundo fugir para as colinas. Apesar de saber da situação, a população ignora o prefeito, pois é sempre ignorado pelo mesmo. Após ser ignorado, o prefeito percebe que não pode fazer nada e volta para sua cadeira. Kassabserrareuniao.jpg
OVINI19.jpg Fase 8: Especulações sobre OVNIS Após beber muita água de inundação, a população fica louca, e começa a acreditar que é tudo culpa dos alienígenas, que fizeram sociedade secreta com o prefeito (já que aconteça o que acontecer, é tudo culpa do prefeito), para destruir a cidade. Esse é um dos motivos da população ignorar o aviso de evacuação do governo, pois sempre quiseram ver os OVINIS. Grey.jpg
Inundacao gigante.jpg Fase 9: A coisa fica preta É quando está perto do fim. A coisa fica totalmente feia, a água sobe demais, começam os desabamentos de terra que destroem tudo, a água derruba casas, e a população continua a acreditar que é culpa dos Aliens (e do prefeito). Tudo fica debaixo da água, debaixo de lama, debaixo de chuva, ou seja, debaixo de tudo. Caminhadaenchente.jpg
Represaberta.jpg Fase 10: Fudeu Aqui já deve ter morrido boa parte da população que não sabe nadar. E a não ser que Moisés apareça pra abrir o mar no meio, considere na sua próxima vida pegar um avião pra África quando chegar na fase 4, pois quando chega aqui, é porque sua casa já era, e só existem prédios de mais de 20 andares, mas a maioria desse prédios foi demolida por desabamentos. Inundacao Australia.jpg
Inundação-1-.jpg Fase 11: A cidade já era! Se apesar de tudo o que você já passou, perdeu, quase morreu, e continua vivo, você realmente é um sortudo (ou não), e nessa hora sua cidade está prestes a virar escuridão, assombração, nada. Charge-enchentes.jpg
Ilha-deserta.jpg Fase 12: A cidade afunda por completo Sua cidade agora afundou, e você se sente orgulhoso por viver na nova Atlântida, você está em uma montanha que está prestes a desbarrancar, e se desbarrancar você morre, já que não morreu até aqui. Ilha-deserta2.jpg

Inundações famosas

Porto Alegre, 1941

A Defesa Civil de Porto Alegre precisou chamar de emergência uma tropa de mafagafos para cavar o buracão que represou a água da inundação de 1941. Àquela altura, a situação estava insustentável, com as boates da avenida Farrapos submersas e muitas militantes da difícil vida fácil e seus clientes no meio da rua.

Um pé-d’água sem precedentes caiu sobre a capital gaúcha em abril e maio daquele ano. Foi necessário que se cavasse um grande buraco à esquerda do centro da cidade para se represar as águas, surgindo daí o lago/rio Guaíba, hoje um dos grandes orgulhos dos gaúchos. Para evitar novas inundações, um muro foi construído ao largo da avenida Mauá, mas isso impede o acesso dos porto-alegrenses ao cais do porto. Com isso, prostitutas e cafetões perderam uma chance de faturar trabalhando na zona portuária, como no Rio de Janeiro.

Blumenau, 1983

A forte inundação daquele ano foi provocada por beberrões que se esbaldaram na Oktoberfest e, atacados de cistite e desesperados com a ausência de banheiros públicos, resolveram urinar às margens do rio Itajaí-Açu. Com isso, o nível subiu 15 metros, provocando a enchente que atingiu 70% do Vale do Itajaí.

Austrália, 2007

Em 2007 aconteceu uma das maiores inundações da história desse mundo. Na Austrália, graças a um rio e algumas tempestades, o pais inteiro quase foi para o mar. Logo no começo da inundação foi alertado estado de emergência e, para foder mais ainda com a inundação, por que não colocar um pouco de fogo na coisa? Isso mesmo: apesar de todas as inundações e todos os acontecimentos, houve vários incêndios. Incêndios, não: fogaceiras, daquelas de destruir três cidades em menos de oito mil segundos. Lá continuou a mesma merda que no Rio de Janeiro: várias pessoas morrendo, uns vagabundos rindo dos outros, mas no fim tudo vai acabar bem (ou não), sendo que na Austrália bastante gente morreu, mas os que ficaram vivos conseguiram sobreviver, e hoje residem felizes, ou não, naquele país isolado dos outros conhecido como Austrália.

Litoral de Santa Catarina, 2008 e 2011

Uma mula (?) se divertindo em uma inundação.

Como todos sabem (ou não), em 2008 aconteceu uma catástrofe em nas cidades do litoral de Santa Catarina. Foi realmente uma das inundações mais fodásticas da história do Brasil, mas poucos ligam. Apesar de ter sido em 2008, grandes mudanças ocorreram em Santa Catarina, como por exemplo: os preços da carne e da cervejinha para o domingão diminuíram, turistas idiotas pararam de frequentar nossas praias (o que não é o caso das cidades que possuem praia). Muitos dizem que causou uma destruição e tanto, outros dizem que foi tudo armação, porém cada um tem sua opinião sobre isso. Isso mesmo: agora em 2011 estão acontecendo mais uma vez esses desastres, algumas cidades estão começando a desbarrancar e irão acabar com todo mundo e, claro, nós estamos espantados com tanto desastre logo no começo do ano. E, para colaborar com nosso queridos e honesto povo, foi proposto que cada pessoa deve ajudar um catarinense através daqui. Em nome de todos os catarinenses vagabundos trabalhadores e sofredores.

O número de reais que foram gastos para ajudar as cidades inundadas já passaram de oito bilhões (hoje)

E para quem está acompanhando algumas cidades do Litoral de Santa Catarina, para ver como os municípios são interessados em seu povo, e como eles ajudam nossos amigo de sangue, decidiram colocar um impostômetro, isso mesmo, em umas cidades foram colocados ao lado de shoppings e semáforos, um impostômetro, que seria para o povo ver como eles ajudam as cidades, no dia 19 de janeiro de 2011, passou de 8 bilhões o número de imposto arrecadado que seria para ajudar os necessitados (e não necessitados) da inundação que ocorreu lá no fundão, lá onde não pega sol, lá onde não pega chuva, e que esse dinheiro está tudo no cu da prefeitura.

Rio de Janeiro, 2010

Tudo começou com uma chuvinha, era dia de semana e estava todo mundo no trabalho. A chuva começou a apertar, mas nada demais. Até que, no exato momento que a população sai do trabalho (18h), começa a chover muito forte. Nessa hora todo mundo pensou: “Ah, que droga! Tá chovendo, mas e o foda-se?”, e isso foi um erro fatal. A coisa foi piorando e as ruas alagando já que o sistema de ralos do Rio é perfeito e, lá pelas 8 da noite, já era impossível sair ou chegar em vários pontos da cidade, tanto que nenhum repórter estava gravando coisas para a Globo.

No dia seguinte, lá pelas 7 da manhã, com a maioria das famílias de TV ligada no Bom Dia Rio (ou para os mais pobres, a versão fajuta: Bom Dia Região Metropolitana do Rio, versão Record), o prefeito, governador e padeiro Edu Pães LTDA. grita no microfone da Globo: "NAO SAIAM DE CASA! A COISAPRETA!!" e assim o caos se instalou. Em menos de 30 segundos criaram comunidades de Orkut (que atingiram mais de 30.000 membros em 12 horas) e já havia gente surfando nas ruas. As linhas telefônicas lotaram de vovós choronas falando com os netinhos que provavelmente estavam pensando "SEM ESCOLA HOJE!!!". O desastre seguiu até a chuva parar de noite. InFelizmente pouca gente morreu, mas as ruas do Rio de Janeiro ficaram completamente lotadas de terra (se é que elas já não eram).

Hoje em dia todos sabem que esse desastre foi causado por empresas que não Valem nada. E por isso mesmo privatizaram elas.

São Paulo, 2011

Inundação é bom para os que perderam tudo poderem recuperar um pouco da mobília.
Moradores agradecendo à preocupação do prefeito Kassab para com a população.

Todo ano, as chuvas, enchentes e inundações na capital paulista batem recordes. Em 2011, a coisa não foi diferente. Os transtornos se refletem por toda parte – principalmente no trânsito, que já era caótico sem chuva. Parados por causa de estradas alagadas, muitos paulistanos declararam seus automóveis como bens imóveis, pagando IPTU ao invés de IPVA. Dependendo da marca e do modelo do carro, a troca de imposto foi até vantajosa, já que a maioria dos moradores de São Paulo, por causa dos engarrafamentos com ou sem chuva, passa mais tempo dentro do carro do que em casa.

O rio Tietê transbordou – como se fosse possível um rio sólido como aquele transbordar – e fez com que milhares de objetos e dejetos tomassem a pista da Marginal Tietê, que parecia um imenso bazar de caridade a céu aberto, com centenas de roupas, cadeiras, camas, sofás, poltronas, geladeiras, guarda-roupas e fogões. Quem perdeu tudo com as chuvas, pôde encontrar ali uma mobília nova, e de graça.

O transbordamento da Marginal Pinheiros fez com que se cumprisse uma promessa que todos os prefeitos, desde 1900 e guaraná de rolha, fazem: água e esgoto nas casas dos paulistanos.

Ao ser informado dos prejuízos que Sampa vinha tendo com a inundação, o prefeito Gilberto Kassab tomou uma providência imediata: chamou São Pedro de vagabundo umas 50 vezes e, depois, deu de ombros.

Região Serrana do Rio de Janeiro, 2011

A hora não podia ser melhor: na mesma semana que o tempo seco-úmido invade o estado acontecem duas catástrofes: a chuva forte e a contratação do Ronaldinho Gaúcho pelo Flamengo. Enquanto 95% da população carioca festejava apertada num bar sem ar-condicionado nem cerveja gelada, na serra (interior) mais de 8000 pessoas ficam desabrigadas porque choveu. Isso normalmente não seria digno de notícias, já que SEMPRE quem fica desabrigado é pobre (comprovado cientificamente). Porém dessa vez, além dos pobres a chuva fudeu com umas das áreas mais ricas de Teresópolis, a fábrica de refinamento de cocaína chocolate.

Não foram precisos nem 30 minutos para um bando de mongóis pegar o carro meia noite e viajar pra Teresópolis pra tentar ajudar a melhorar a situação. Porém o ideal era todo mundo ir embora. Nos jornais, enquanto secretários desconhecidos que trabalham 3 dias por ano no Rio e 300 no Caribe falavam que era pra todo mundo sair de lá pra evitar mais confusão, os bombeiros da região falavam que era só pra não morrer mais gente. O estrago maior foi fora da região serrana. Como todos os bombeiros foram para lá, o tempo seco-úmido causou várias queimadas no resto do estado matando vários pobres. Mas como eram pobres ninguém deu a mínima (eles morreram mesmo, então não podem reclamar, né?).

Diferenças entre inundação e enchente

Você que leu até aqui (ou não) percebeu o uso de várias palavras chiques que você provavelmente achou que significavam a mesma coisa. Bom: enchente, inundação e alagamento têm diferenças. Isso significa que todas as palavras usadas neste artigo podem estar erradas, já que só descobrimos isso depois de escrever tudo foram intencionais e não estão certas. Segundo o dicionário daTurma da Mônica, uma enchente é diferente de uma inundação. Já o alagamento serve para os dois mas se refere somente a fazer poças e poços. Aqui vão as diferenças:

  • Enchente é pequena e não causa danos. Inundação fode tudo.
  • Mas as vezes enchente fode tudo, e inundação fode o que tem pra foder ainda.
  • Enchente ocorre em países ricos preparados, o que não é o caso do Brasil, que só toma caixote na fuça.
  • Enchente tem 3 "e's". Já inundação tem dois tios: o do "cedilha(ç)" e o do "ão(~)".
  • Enchente ocorre em lugares onde há escapamento de água, inundação só ocorre onde não tem (por isso que inunda, né?).
  • Enchente não afeta a população com poder aquisitivo. Inundação… glub… praticamente só… glub… glub… afeta quem não tem…glub… glub… glub… poder aquisitivo. Glub… glub… glub… glub…

Galeria inundada

Ver também

v d e h
Fenômenos da Natureza
Ou pelo menos deveriam ser!!
Enchente06.jpg
Furacao-2.JPG

Ronaldo Fenômeno - Tony Tornado - Anticiclone - Efeito Estufa - Erupções - Enchente - Tsunami - Ciclone - Furacão - Maremoto - Pororoca - Inundação - Raio - Tua Mãe soltando peido Trovoada - Avalanche - Chuva - Tua Mãe pulando corda Terremoto - Aquecimento Global - Resfriamento Global - Incêndio - Neve - Nevasca - Tempestade - Brumas de Marte - Catástrofe natural - Chuva de animais - Chuva de pênis

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