Ipiranga de Goiás

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Cquote1.png Cadê minha bota!? Cquote2.png
Judas sobre suas botas que perdeu em Ipiranga de Goiás

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Pânico na TV sobre a população descalça de Ipiranga de Goiás

Ipiranga de Goiás é um pequeno curral pertencente à liga de fazendeiros de Ceres e Rubiataba. É mais uma dessas minúsculas cidades que só conhece quem se perdeu enquanto procurava as botas de Judas. Vale lembrar também que está não é uma Ipiranga qualquer, é a Ipiranga de Goiás!

História[editar]

Coisas que você só encontra em Ipiranga de Goiás.

O embrião da aldeia surge em 1941 com o nome Colônia Agrícola Nacional de Goiás, nome pelo qual o antigo governo deu às vastas extensões de nada na época da demarcação das terras do Brasil e as terras do Inferno.

Em 1955 começam a surgir (de acordo com a antiga população) atividades ocultistas e de tortura em Ipiranga de Goiás jamais vistos em Goiás, com os serviços de dentista e açougue/medicina.

Em 1956 surge na aldeia um treco chamado Comissão Provisória Pró-Emancipação formada por 80% da população (10 pessoas) que visava conquistar a independência da vila, mas na verdade não passava de uma fachada de um grande esquema de contrabando de cachaça ilegal.

Somente em 2000 aquela porra se transforma em um município e Ceres dá graças a Deus a isso.

Hoje, Ipiranga de Goiás é apenas um punhado de caseiros das fazendas dos magnatas de Ceres.

População[editar]

Ipiranga de Goiás tem uma pequena população feliz de 2.000 cocheiros.

Geografia[editar]

Além de muito mato há o Rio Ipiranga que dá nome à cidade. Acredita-se que foi nas margens desse rio que Dom Pedro I teve aquela clássica caganeira que culminou na independência do Brasil.

Política[editar]

A cada quatro anos é feito em Ipiranga de Goiás um imenso campeonato de par ou ímpar, o último colocado nessa disputa é punido recebendo o cargo de prefeito do município.

Economia[editar]

A cidade conta com uma economia predominante nos serviços de agropecuária, orgulha-se de ser o mais produtor de esterco de todo Vale do São Patrício.

Infra-estrutura[editar]

A cidade conta com uma vasta roça para todos trabalharem com suas respectivas enxadas cultivando soja, milho e maconha. Além disso há uma pequena igreja onde reúnem-se as velhas fofoqueiras, vários botecos para ter algum lugar para se gastar o mísero salário, uma delegacia caindo aos pedaços, uma biblioteca com livros do século passado e um cartório conhecido mundialmente por registrar os nomes mais toscos.

Além disso Ipiranga de Goiás conta com um dinâmico serviço de Correios feitos por pombos adestrados e um eficiente serviço de coleta de lixo mensal.