Iporá

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Iporá (do tupi Terra lá da Casa do Caralho perto do Rio Claro) é a capital da Microrregião do faroeste de Goiás. A cidade se destaca na região por ser um lugar ruim de se viver.

História[editar]

Vista aérea de Iporá.

Iporá tem muita história para contar. Foi fundada em 1235 por índios que disputavam terras com os incas, como podemos reparar no filme Apocalipto. Todavia, só foi considerada oficialmente uma vila em 1784 pelos portugas que alucinados se aventuravam por aquelas matas atrás de riquezas hantavirose e febre amarela. Inicialmente, com o tosquíssimo nome de Arraial de Pilões, era a sede mais longínqua de portugas sanguessugas de diamantes e caçadores de índios (o esporte nacional da época).

Arraial de Pilões foi a primeira capital de Goiás (na época que Goiás nem existia e só tinha aqueles mapas toscos que mostravam o oeste do Brasil como um espécie de Inferno). Cidade pioneira, também foi o primeiro vilarejo do mundo a organizar festas juninas com disputas de subida no pau de sebo, luta com porcos na lama, pescaria e competições de saltos sobre a fogueira.

No século XIX torna-se um importante ponto de parada entre os grandes centro de Vila Boa, Goiás e Cuiabá. A grande demanda de prostitutas ajudou o crescimento da aldeia que passa a se chamar Iporá, um codinome inventado pelos traficantes bolivianos que acabou pegando. Seus primeiros gestores cuidaram de manter a política em suas mãos, o que muita das vezes implica no uso da violência contra opositores. Conta-se na cidade que houve um tiroteios há algumas décadas atrás envolvendo os coronéis locais.

Em 1948 finalmente transformou aquilo em município, e assim é criado o Reino Autônomo de Iporá formado pelos estados de Amorinópolis, Biriguí, Cachoeira de Goiás, Córrego do Ouro, Fazenda Nova, Israelândia, Ivolândia, Jaupaci, Letônia, Moiporá e Novo Brasil.

Recentemente criaram a Usina Hidrelétrica Mosquitão, mais conhecida por ser criadouro de mosquitos transmissores de doenças escrotas do que pelo fornecimento de energia elétrica. Os empreendimentos energéticos da Bacia do Caiapó também forma responsáveis pela saída compulsória de camponeses que viviam há décadas na zona rural.

Geografia[editar]

Iporá está localizada na Mesorregião do Fazendão Goiano e no Reino de Iporá. Os domínios do município abrigam alguns povoados e assentamentos do MST denominados Jacinópolis, Cruzeirinho, Jacuba, Cocolândia, Cedro e Bugre.

O município faz divisas internacionais com Israel, Inferno e Cu do Mundo.

Destacam-se em sua hidrografia o Rio Claro, Rio Caiapó e o rio Tamandua apelidados também de esgoto, são ideias para se lançar todo o lixo da cidade.

O Morro do Macaco também é muito apreciado pelos seus saltos de parapente, desmatamentos, erosões, caça predatória e total desrespeito ao meio-ambiente.

Clima[editar]

O clima predominante de Iporá é o clima de tédio, apesar dos cientistas afirmarem que é o clima subtropical.

Economia[editar]

Iporaense exibindo sua moderna moto.

Iporá é uma cidade em franco desenvolvimento e ascensão. Com elevada taxa de desemprego tem uma das populações mais felizes de Goiás, pois o povo fica mamando nas mais de 200 bolsas da prefeitura ao invés de ir estudar ou trabalhar. Apesar dos gravíssimos problemas socioeconômicos de infra-estrutura sanitária sem contar o tédio, Iporá ainda é a segunda melhor cidade da região, atrás apenas do Sétimo Círculo do Inferno. A empregabilidade está muita das vezes relacionada ao credo religioso do patrão e dos empregados, o que é importante para impedir que os trabalhadores-vassalos recorram aos direitos trabalhistas devido ao medo de ir para o inferno.

A economia de Iporá também se mantém da venda de droga, e tambem na exploracão do trabalho infantil. Os trabalhos assalariados são poucos e carteira assinada é, segundo os empregadores, uma fantasia que não se aplica aquele território.

A economia da cidade apesar de ser muito presente na agropecuária, se destaca pela presença de várias indústrias multinacionais, como as marcas Guaraná Jesus, Schin, Fininvest e Honda. O maior orgulho do povo iporaense é a avenida Pará. Ali a vida literalmente pára. Gasta-se aproximadamente quatro horas para percorrer essa avenida do início ao fim, devido aos milhares de buracos e remendos no asfalto.

Política[editar]

A democracia, a exemplo de outras cidades, é exercida a cada quatro anos. Na maioria das vezes o município foi gerido latifundiários monossilábicos e não cordatos. Uma das marcas desse rincão é o uso predominante da religião para fins políticos, caracterizando o município como a maior teocracia no estado de Goiás. Na atualidade, o sistema político-administrativo iporaense se caracteriza como uma diarquia, isto é, um governo de duas pessoas ao mesmo tempo.

A remuneração do Executivo é uma das mais elevadas do país e o grupo de seguidores são jagunços e Power Rangers das redes sociais. O legislativo é formado majoritariamente por gente matuta que usa fivelas e chapéus e que geralmente são assessorados por devotos de santos. É recorrente ainda a realização de churrascões populares, especialmente em dezembro, com o objetivo de suprir de proteína animal os devotados seguidores das lideranças políticas locais. Sabe-se também de um episódio de passeio de helicóptero oferecido aos seguidores nível "plus master". Outro traço marcante do poderosos é a posse de camionetes, propriedades rurais e jovens fêmeas vítimas do analfabetismo, da exclusão social e da vaidade camponesa.

Mídia[editar]

A mídia local usa um rudimento de escrita cuneiforme e tem por objetivos maiores a publicação de crimes de sangue e publicidade para políticos e eventuais candidatos. A expressão "jornalismo crítico" foi banida do vocabulário do lugar sob pena de açoite noturno no Morro do Macaco. Segundo o Guinnes Book, os jornais do município são os que mais possuem erros de ortografia e concordância por folha A4. A grande maioria dos comentadores tem nicknames de animais (tartarugas, cobras, besouros, etc.), o que revela a influência totêmica na cultura local.

Turismo[editar]

O principal atrativo de Iporá é o Lago Pôr do Sol, onde a população inteira se reúne para fazer porra nenhuma, vadiar, vagabundar ou apenas encher a cara num dos inúmeros botecos locais. Eventualmente, o Morro do Macaco recebe fieis ufologistas.

Eventos[editar]

  • Encontro de Muambeiros - Encontro internacional que reúne paraguaios, bolivianos, taiwaneses, chineses e outros povos que visam garantir ao povo ótimos produtos genéricos.
  • Rally do Oeste Goiano - Um dos mais disputados rallys do Brasil.
  • Folia dos Reis - Espécie de carnaval que ninguém vai.
  • Encontros da Juventude Ufologista - Festividades de jovens assexuados em busca do contato imediato com seres extraterrenos.
  • Festa de Maio - Uma festa para ter um feriado a mais no ano que ameaça os comerciantes usurários da cidade.
  • Festas Juninas - Uma espécie de ritual de acasalamento de caipiras.
  • Churrascão Político do Lago - Evento de destruição de proteína animal em troca de apoio político.
  • Revellion no Lago Pôr do Sol - Na virada do ano vai todo mundo pro Pôr do Sol fazer nada e ficar vendo o céu.