Itaberaí

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Galinhacaipira.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Itaberaí é o maior rancho dos domínios de Anápolis. Apesar do seu status de "município autônomo", o vilarejo é considerado administrativamente informalmente como "Fazenda distante de Anápolis". É um pequeno rancho nos domínios de Goiânia e atualmente, possui o status de "feudo autônomo". Diversos nobres caipiras tomam parte no comando da região feudal, podendo ser identificados por portarem o símbolo aristocrático do poder rural, a Hilux.

História[editar]

Habitantes felizes de Itaberaí.

A cidade foi fundada no século XVIII e parece que algum tipo de druida, macumbeiro ou xamã paralisou o tempo por aquelas bandas, porque Itaberaí continua hoje a mesma coisa de sua época de fundação. O marco zero de Itaberaí foi um curral que os portugueses construíram em 3 dias e meio. O curral era frequentado por diversos tipos de cavalos, jumentos, bois, jeques e vacas.

Esse intenso movimento alavancou o crescimento do curral que digievoluiu para fazenda em 1755 com a chegada do primeiro habitante humano. Aos poucos aquele terra sem lei foi virando moda, chegavam as pessoas do nada e a fazenda cresceu até se transformar numa aldeia indígena.

Em 1819 é elevado a um dos distritos do Inferno, e recebe o nome ridículo de Curralinho por naturalistas (aka hippies) que foram desfrutar da ausência de leis naquela região para plantarem suas ervas ilícitas.

Curralinho cresceu, e finalmente chegaram em 1924 as primeiras prostitutas da cidade, e que ainda vivem lá até hoje, antes desfrutavam de homens a cavalo ou a carroça, hoje apenas a carros lotados de som, e assim Curralinho é elevada à status de município, agora com o novo nome Itaberaí, que na língua guarany significa "Rio das Merdas Brilhantes".

Atualmente é só mais um município qualquer que tem como objetivo fazer número nos arquivos do IBGE...

Economia[editar]

Sem contar com os milhares desempregados, a economia de Itaberaí é baseada na cultura do gado, sendo um importante polo goiano de exportação de sêmem de boi e chifres (cornos, para formarem duplas sertanejas).

Há também a criação de frangos, que além de empregar toda a população ainda confere à cidade um agradável aroma de galinheiro. Isso atraí cabeças chatas, vulgo maranhenses, para trabalhar nas linhas de corte no sistema de abate de frangos. Esses seres habitam as zonas periféricas do município, morando em média, 18 cabeças em um barracão. Uma pesquisa cientifica apontou que o apego emocional com o álcool etílico está intimamente ligado ao giro de capital em distribuidoras de bebida e postos de combustíveis. Hoje, tais seres, são os principais fomentadores do comercio local, principalmente no setor de vestuários ( lojas de R$ 9,99 ), lojas de eletro-domésticos, mercearias e concessionárias.

Há também muita exploração do calcário, que nada mais é que um nome bonito para pedra...

É aqui o principal foco de viadagem do interior goiano, é de Itaberaí que surgem as bichinhas mais bizarras, que ganham a vida roubando ou dançando pole-dance em locais nada agradáveis de Goiânia ou Distrito Federal.

Como Itaberaí conta com uma complexa rede de fossas, já que a cidade não possui rede de esgotos... Isso abre espaço para um rentável negócio chamado de limpa-fossa (chupa-bosta).

Geografia[editar]

Itaberaí, cidade oculta nas montanhas. Acredita-se estar localizada na Mesorregião do Limbo Goiano dentro dos domínios do Reino de Anápolis.

Para chegar a Itaberaí é só tentar chegar no final do arco-íris.