Itaguari

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Itaguari é uma cidadezinha de merda que ninguém conhece e pouco importa. Insignificante, se amanhã aparecer um vórtex temporal e engolir Itaguari no tempo-espaço transportando a cidade para a época jurássica, ninguém iria notar a ausência do município.

História[editar]

Acesso à Itaguari.

Cidade fundada em 1946 por Pedro Procopio, o mais famoso corno da história de Itaguari. Estava vagando pelo interior de Goiás procurando pela moita ideal para cagar. Encontrou-a, passou o fax e fundou Itaguari inicialmente como fazenda produtora de esterco de galinha.

Itaguari é conquistada pelo império de Taquaral de Goiás em 1971, que com a força de 7 roceiros com cara de mau, anexam Itaguari como um dos distritos autônomos (fazenda longínqua) do município de Taquaral.

Somente em 1987 é elevada à status de município na época do mapeamento de Goiás pelo Google Earth.

Já em 1989 surge em Itaguari o primeiro puteiro da cidade, e com eles vários sex shops, que alavancaram o crescimento e desenvolvimento da aldeia na moderna Itaguari.

Finalmente, em 1995 surgem as primeiras boca de fumo da cidade e Itaguari torna-se uma referência estadual em como ser uma cidade idiota.

Geografia[editar]

Itaguari está localizada no domínio litigioso de Mordor, nas fronteiras mais longínquas do Reino de Anápolis. A cidade está localizada no cruzamento da BR-070 (a grande rota de cocaína da Bolívia para o Brasil) com a GO-154 (uma pista de terra batida que liga o nada a lugar nenhum).

Corta a cidade também o Rio Sucuri, onde vivem os animais mitológicos que sempre atacam Itaguari ao anoitecer.

Economia[editar]

Apesar da grande atividade no setor agropecuário, o destaque da economia de Itaguari são o comércio ilegal de prostituição infantil, sex shops e indústrias de confecções de lingeries.

População[editar]

Itaguari tem uma população de pouco mais de 4.000 caipiras disfarçados de habitantes.