Itapuranga

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Município de Itapuranga
"Cidade sem nada"
Bandeira de Itapuranga.png
Bandeira
Aniversário 6 de janeiro
Fundação 1954
Gentílico itapurangano
Apelidos Xixá
Prefeito(a) As vezes parece que nem tem
Localização
Localização de Itapuranga
Estado link={{{3}}} Goiás
Região intermediária Casas das Duplas Sertanejas Goianas
Região imediata Goiás Antigo e Ultrapassado
Municípios limítrofes Carmo do Rio Verde, Faina, Goiás, Guaraíta, Heitoraí, Morro Agudo de Goiás, Uruana e São Patrício
Distância até a capital Vizinha (acha que Goiás é a capital) km
Características geográficas
Área 1 277,160 km²
População 26 639 hab. ??
Idioma Goianês-caipirês
Clima Calor demais
Fuso horário UTC UTC−3
Indicadores
IDH 0,735

Itapuranga é um pequeno município desconhecido e irrelevante completamente isolado em algum mato lá no meio de Goiás. Ninguém viu! Ninguém sabe! Não tem nada de bom, então nem pra putaria serve, embora seja uma cidade peculiar ao ponto de todos os motéis da região possuírem um "livro dourado" no qual os funcionários anotam em poucas palavras os nomes, números de placa e aparência de todos os visitantes.

História[editar]

Cidade fundada oficialmente em 1933, ano em que frades dominicanos fugiram de Goiás Velho após serem acusados de pedofilia, encontraram o esconderijo perfeito no fim do mundo. Por lá encontraram uns selvagens que decidiram catequizar e cobrar o primeiro dízimo do noroeste de Goiás. Os frades da Igreja Universal do Reino de Deus requereram o título de posse de um lote de terras devolutas, situadas à margem esquerda do Ribeirão Canastra, para a formação de um patrimônio em homenagem à São Sebastião, o padroeiro do dízimo.

Inicialmente o nome da vila era Xixá, nome idiota em virtude da celebração da primeira missa ao ar livre à sombra de um enorme "Xixizeiro", uma espécie de viaduto onde o povo mija - faz xixi - lá do alto. Com a construção da estrada de terra batida ligando Itapuranga à cidade de Goiás, dá-se o início de um intenso tráfico de carros-de-boi, jumentos e monociclos que garantem um alto nível de progresso da cidade.

Em 1944 é elevada a município com o nome tolo de Itapuranga, que em tupi significa Pedra suja de sangue. Desde então o município se concentra em ser um coadjuvante em Goiás e esforça-se cada vez mais para ser uma das piores cidades do estado. Atualmente é motivo de chacota por ser uma vila com dois prefeitos.

Existem fortes indícios de que no início da década passada, existia um grupo de vigilantes formada praticamente apenas por "guardinhas" locais que ameaçavam jovens inocentes com armas de fogo por supostamente estarem "vagabundando" pelos locais públicos da megalópole.

População[editar]

Com uma modesta população de apenas 25.000 caipiras, 90% da população é formada por usuários de drogas e os 10% restante é formada por alcoólatras que compensam os 80% que são formados por crentes que só sabem julgar os outros e não olham para os próprios pecados. Itapuranga é portanto conhecida como "Cidade do Crack". Dado a formação conservadora da população, Itapuranga acumula a maior concentração de homofóbicos no estado de Goiás.

Ninguém jamais conseguiu descobrir a frequência exata de prisões e controles ostensivos realizados na praça "da maconha", um jovem determinado tomou a iniciativa de executar uma contagem, infelizmente a tecnologia da época não suportava a quantidade de dígitos que seriam necessários para tal atividade estatística.

Economia[editar]

Cidade humilde, não produz nada de bom para a humanidade e colabora com 0,01% do PIB goiano. Dados falsificados sugerem que Itapuranga exporta tecidos e couro, mas na verdade a única coisa que fazem é levar no couro. Por abrigar o maior conjunto de mulheres feias por metro quadrado do país, nem o lucrativo comércio de prostituição dá certo em Itapuranga até porque apenas as cidades vizinhas são sempre cheias de mulheres bonitas.

Por abrigar o maior índice de igrejas por metro quadrado também, em Itapuranga há corriqueiramente o comercio de indulgências e simonia, uma forma fácil de explorar o maior índice de crentes analfabetos do Brasil, por isso existe essa manipulação medieval da igreja sobre a população itapuranguense.

A lentidão no desenvolvimento perante as vizinhas cidades de Goiás e Itaberaí é também espantoso, obrigando Itapuranga a justificar o motivo de tanto atraso em relação aos vizinhos. Surgia aí a auto-proclamação de "capital do maracujá", uma vez que o maracujá é a fruta que garante o sono e como é visto em abundância pela cidade serviria de justificativa para o cochilo do povo que não trabalha direito.

Itapuranga foi apontada pela Caixa Econômica Federal como a cidade com a maior porcentagem de devedores de todo o estado de Goiás, 97,5% desses dívidas foram causadas somente por compras de vestuário com preços absurdos e qualidade duvidosa, tal fenômeno se deve a tais objetos serem considerados obrigatórios dentro da fútil comunidade local, mesmo que tais itens de status não fossem acessíveis nem compatíveis para todas as classes econômicas existentes no município, que no caso são duas: falidos e assalariados de aposentadoria do avô.

Turismo[editar]

Cristo de Itapuranga completamente degradado, pixado, descascado e emaranhado no meio de um bando de fiação elétrica.

Os pontos turísticos de Itapuranga são:

  • Mini-Cristo Redentor - Uma versão paraguaia daquele cristo lá no Rio de Janeiro. É um importante centro de Itapuranga por ser o único lugar na cidade inteira onde é possível marcar um encontro, embora atualmente se encontra ocupada por usuários de drogas além de ser um local frequentemente habitado por "agroplayboys" e "patycows". Durante sua história, por descuido da prefeitura, o Cristo desenvolveu uma espécie de caxumba originada por uma colônia de abelhas que se instalou por lá. De longe era possível avistar essa mancha negra causada pela "caixas de abelhas" lá contidas
  • Bares - O que sobra em Itapuranga são os botecos, locais frequentados por bêbados casuais e alcoólatras assíduos. Um dos poucos lugares que oferecem um certo conforto e um ambiente "divertível" e "aguentável".
  • Boate - Local onde a energia cai a todo momento, na realidade isso acontece na cidade inteira mas isso é outra história. A boate, assim como os outros locais, não oferece nada de interessante a não ser as bebidas alcoólicas.
  • Complexo das casinhas - Também conhecido como Eis-panha, é um centro da criminalidade no noroeste goiano. Consumo exacerbado de crack e índices elevados de homicídios por esfaqueamento onde em um trecho de mais ou menos 300 metros encontramos somente 25 bares.

Cultura[editar]

Religião[editar]

Em Itapuranga existe tem mais igrejas que em todo o Vaticano, uma cidade predominantemente crente pois 90% dos padres e pastores de Itapuranga são em sua maioria pedófilos. Interessante é que ainda tem mães e pais que deixam seus filhos nessas igrejas.

Em Itapuranga todas as rádios são religiosas, então se você sintonizar nas rádios itapuranguenses só escutará missas, pregações, sessões de descarrego, milagres de veridicidade duvidosa, padres e pastores tentando arrancar seu dinheiro e músicas religiosas. Faz até parecer uma pena ser a única cidade goiana em que as musicas sertanejas ficam em segundo plano.

Lazer[editar]

Pouco. Sabe-se que diferentes grupos de jovens de diferentes gerações e nacionalidades praticavam uma atividade bem peculiar, a de formar uma corrente humana e tocar em um poste metálico localizado em uma pequena praça nas proximidades da rodoviária local para sofrer choques elétricos causados por uma má instalação da iluminação local.

Itapuranga é a única cidade em um raio de 200km da qual não se encontra nenhum cinema, teatro, clube de leitura, bibliotecas decentes, comércio com coisas legais para comprar, nem nada do tipo. Em contra partida é a cidade da qual mais acumula cadastros de CNPJs pertencentes a entidades religiosas por metro quadrado, o que talvez prova o atraso cultural da região.