Itarumã

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Itarumã é mais uma cidade nanica do Brasil, no fudido sul de Goiás. Faz divisa com as cidades de Caçu, Itajá, Jataí e Serranópolis, todas fudidas como Itarumã.

A cidade é pacata até demais, durante o dia até é possível ver alguns carros na rua, mas quando chega a umas 09:30h da noite, você simplesmente pode andar pelado na rua sem nenhuma preocupação.

Existe uma intensa rivalidade entre os municípios do sul goiano, para o título de pior cidade da região, estão na disputa as cidades de Itarumã, Caçu, Serranópolis, Itajá, Aparecida do Rio Doce, Aporé e Cachoeira Alta.

História[editar]

Tudo começou em 1874, quando uma velhinha dona de 10 gatos chamada Ximira doou a São Sebastião uma gleba de terras quando o santo padroeiro achou uma marido que desvirginou a velha de então 70 anos. Esta terra viria a se tornar a futura Itarumã, e naquele mesmo ano um animado senhor construiu a primeira casa de pau-a-pique da cidade.

Economia[editar]

O município dispõe de milhões de bois, milhões de hectares de cana-de-açúcar e três usinas hidrelétricas de médio porte. Mas a economia principal gira em torno dos puteiros da cidade.

Geografia[editar]

O Charco Municipal de Itarumã, única lagoa do mundo onde as árvores são plantadas dentro do lago.

A cidade está localizada a 600 metros acima do nível do mar.

A vegetação predominante é o cerrado, apesar de ter sido intensamente degradado ainda existe locais que é possível encontrar mata natural.

Clima[editar]

É quente muito quente. Com média anual de 38°C, com máximas podendo chegar e passar dos 45°C e mínimas absolutas de até 25°C, é calor o ano inteiro.

População[editar]

Itarumã tem uma população de aproximadamente 6.000 habitantes. A cidade é completamente dominada por uma civilização desconhecida ao olho humano desde os anos 1678 a.C.

O município de Itarumã conta com apenas 3% da população é urbana e 97% mora na zona rural.

50% são nordestinos que migraram para Itarumã procurando melhores condições de vida, mas chegando viram que foi uma grande perca de tempo, pois tudo que encontraram era igual ao Nordeste, e para não evitar a fadiga resolveram ficar por aqui mesmo; 30% são mineiros que foram mexer onde não foram chamados; e os 20% restantes são formados por pessoas desocupadas que sem nada pra fazer vieram pra Goiás.

Demografia[editar]

  • 80% Corintianos;
  • 6% Flamenguistas;
  • 5% Insistem em torcer para o São Paulo;
  • 4% Palmeirenses;
  • 2% Fingem torcer para o Goiás;
  • Outros 3% insistem em torcer para outros timecos.

Educação[editar]

Itarumã conta com cinco instituições de ensino municipal e uma estadual, a mesma a cerca de 3 anos ameaça cair, e nada é feito.

O custo de vida em Itarumã é relativamente alto ainda mais pra uma cidade pequena, no município existe um estabelecimento comercial para cada habitante, onde qualquer calça, blusas ou camisetas não sai por menos de 60 reais.

Itarumã não conta com muitos pontos turísticos, as atrações naturais são a mais encontrada, com muitos rios e fazendas, Itarumã se encontra como limítrofe do Parque Nacional das Emas.

Idioma[editar]

O idioma mais falado é o goianês com uma leve mistura de diferentes sotaques, como o paulistês, o mineirês e o nordestino.

Lazer[editar]

As melhores opções de lazer em Itarumã é fazer caminhada em alguma praça da cidade.

Existe a Praça do Lago, que é a mais charmosa, um local gramado e com uma via para caminhadas, e a Praça do Ginásio com esculturas gigantescas de animais típicos do cerrado.

Há também o Clube Recreativo de Itarumã com uma única e mísera piscina.

Transporte[editar]

A cidade apesar de ser pequena, existem cerca de 5000 carros com mais de 20 anos de uso, e umas 1000 mobiletes de baixa cilindrada e mesmo assim as pessoas acham que estão pilotando uma maquina superesportiva.

Mas o principal meio de transportes continua sendo o carro de boi, pois é o único veiculo que consegue andar nas ruas esburacadas da cidade, e não precisa de abastecer em posto de combustível, pois não existe posto que venda gasolina na cidade, sendo necessário apenas capim, este vastamente abundante nesta cidade.

Quanto aos poucos motoristas de carros de verdade, na cidade não existe lei que regulariza o trânsito, muito menos semáforos, as avenidas e ruas do município apesar de serem muito bem sinalizadas, não servem para nada, pois os motoristas teimam em andar no meio da pista e não na pista da direita ou da esquerda.