Jacundá

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Cquote1.png Todos que estão aqui, com certeza não queriam estar aqui. Mas fazer o que? Cquote2.png
Semi-escravo da zona rural de Jacundá
Cquote1.png Tem violência, assassinatos, bandidagem Cquote2.png
Moradora de Jacundá
Cquote1.png Tenho 16 anos e posso andar de moto. Aqui é assim, não tem lei não Cquote2.png
Garoto de Jacundá
Cquote1.png Aqui falta estrutura, esgoto, segurança e qualidade de vida, mas eu amo de paizão essa cidadezinha Cquote2.png
Cidadão besta de Jacundá

Jacundá é uma dessas cidades carentes do oeste paraense que é igualmente longe tanto de Marabá quanto de Belém situando-se num verdadeiro limbo administrativo que permite que a região seja desprovida de leis.

História[editar]

Jacundá é uma cidade tão desprezível, que surgiu um artigo sobre ela primeira na Desciclopédia e só depois na Wikipédia, portanto a história de sua fundação advém de notícias pouco confiáveis e não comprovadas de que Jacundá foi trocado por um jumento os meios de transporte dos maranhenses quando esta se emancipou de Itupiranga em 1961. Houve uma grande crise naquela época, pois um dia que Jacundá ficou em falta o oxigênio, cataclisma este que viria a matar todos os habitantes de lá já não tinha quase ninguém, pois todos seus habitantes de Jacundá eram compostos por 97% de peixes inclusive o peixe Jacundá, 2,5% de jumentos o meio de transporte principal de lá e finalmente 0,5% de gente (seres Humanos) sendo que 95% destes 0,5% de pessoas na verdade moravam na periferia de Marabá para ver se arrumavam um serviço por lá.

A cidade agitou-se como jamais se agitou em toda sua história quando em 2010 o Jornal Nacional decidiu visitar a cidade de maneira aleatória. Os pobres se alvoroçaram todo para tentar aparecer na TV, um fato inédito alguém da civilização ocidental visitá-los, todos ficaram muito felizes e empolgados, especialmente o prefeito que do nada fez surgir maquinários e obras onde jamais houve antes, só para aparecer na foto.

Clima[editar]

Clima dividido em cinco estações:

  • Verão (Temperatura média 35º-45º)
  • Calor (Temperatura média 46º-55º)
  • Mormaço (Temperatura média 56º-70º)
  • Infernal (Temperatura média 71º-99º)
  • Disgraça (Temperatura média 100º-370º)

Economia[editar]

Trabalhadores honestos de Jacundá roubando um banco como heróis, evitando assim precisarem prostituir suas filhas menores de idade ou trabalharem como escravos numa carvoaria qualquer.

Em Jacundá, de acordo com estudos de Ludwig von Mises, há cinco classes sociais, sendo elas:

  1. Animais: Burros, cavalo, etc... (a mais rica de todas, todo mundo lá quer ser);
  2. Pobres (a segunda classe mais alta);
  3. Paupérrima (mais ou menos);
  4. Fudidos (o nome já diz tudo);
  5. Excluídos (vixi).

Atualmente os empregos bons em Jacundá estão localizados nas carvoarias, oficinas, serrarias, esquadrilhas, cabarés e a feira municipal. Mas o que realmente move a economia dessa município é a prostituição infantil, uma vez que não há perspectivas para nada, os caminhoneiros que ali param para nunca mais voltar desfrutam dessa iguaria da cultura brasileira de consumir garotinhas menores de idade. Aqueles que não se prostituem podem optar por algo menos degradante, como trabalhar de escravo nas carvoarias da cidade.

População[editar]

Com a cidade totalmente acabada e sem emprego, a população se muda frequentemente dali, constantemente indo para as periferias dos municípios de Parauapebas e Marabá. Atualmente segundo pesquisas a população chega a 5000, sendo que 30% deles estão nas cadeias. Por dia saem apenas 2000 pessoas para morar em Parauapebas devido a falta de bons emprego.

Segurança[editar]

Como toda cidade dos arredores do Marabá, polícia e lei é algo absolutamente inexistente por lá. Estuprar, escravizar, matar, andar de moto sem habilitação, cortar e derrubar qualquer árvore, cagar no rio, tudo é permitido.

Educação[editar]

A Educação é uma das mais podres do estado, pior até que as escolas de Marabala e Altamiséria. Em Jacundá não tem a chance nem de uma escola pagou-passou, porque não tem escola particular. Todo aluno marabaense que estiver com dificuldade para passar de ano, todo fudido ruim nas notas, eles vão para Jacundá, onde só de entrar numa sala de aula o aluno já é aprovado e passado de ano porque os professores dali estão pouco se fudendo importando se o aluno aprende ou não, eles querem é se livrar de você.

As escolas estão cheias de delinquentes, ladrões e aprendizes de prostitutas. Os eventos (puteiros) das escolas estão sempre cheios de cachaça e sempre tem intervenção da PM local.

Turismo[editar]

Se o turista quiser tomar banho nas lindas praias de Jacundá, ele deve esquecer isso, não vai conseguir isto porque lá não há praias, só no máximo o que chamam de "igapós", sendo os dois principais chamados de Rio da Ponte e Rio da Matinha, além de alguns igarapés cheio de sucuris sujeira e lama.