Jaguarão

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"Vou ficar em Jaguarão até a minha morte"'' Idoso de 129 anos residente no asilo de Jaguarão

"Jaguarão é patrimônio cultural do Planeta Terra" Universitário fanático da Unipampa

''"Eu me mato mas não vou pro carnaval de Jaguarão" Arroio Grandense recalcado que foi o primeiro a chegar na Rua 27 no dia do carnaval

"O carnaval de Jaguarão é uma zona, aqui no Arroio Grande nós somos pessoas de família" Pastor Envangélico de Arroio Grande recalcado

"A cidade mais metida que já vi, são tudo elite, me tratam mal, tenho nojo de lá, me sinto mal lá, mas não paro de ir para lá." Arroio Grandense invejoso recalcado

Cquote1.png Es un barrio en la ciudad de Río Branco. Cquote2.png
Uruguaio, sobre Jaguarão.
Cquote1.png Tem a ponte, o centro, a ponte...hmmm...a ponte e... a ponte Cquote2.png
Nativo, sobre os pontos turísticos da cidade.
Cquote1.png Jaguar City Cquote2.png
Guria Retardada sobre Jaguarão.

A famosa ponte de Jaguarão, parece Londres dessa vista mas não mostraram os barracos que tem nos bairros de Jaguarão.

Jaguarão é uma vila pertencente a cidade uruguaia de Rio Branco, sua vida gira em torno do contrabando na fronteira e dos consumo de álcool durante o Carnaval.

História[editar]

A cidade começou quando o tenente-coronel Manoela Marques estava com sua tropa na divisa com o Uruguai, em missão cujo objetivo era tomar Jaguarão, que ficava em terras espanholas. Assim, seus valorosos soldados entraram em um confronto mortal com Capivaras, Antas, Tatus e Gambás. A luta foi dura, mas ao final, os valorosos soldados conquistaram o local em Honra à Coroa Portuguesa.

Desde aquela época, espertos preocupados cidadãos já planejavam elevar a então Vila à categoria de cidade, para criar mais uma prefeitura e uma Câmara para dar mais estrutura ao notável desenvolvimento do Vilarejo, que já contava com uma população de 48 pessoas. Em 22 de Maio de 1833 o município de Jaguarão desmembrou-se de Rio Grande e deu posse aos seus primeiros vereadores. Desde então, os vereadores continuam sendo os mesmos, e há quem diga que os próprios vereadores fazem sessões de mumificação de seus membros na câmara de vereadores.

Os riograndinos deram um suspiro de alívio ao verem-se livres dessa encrenca. A alegria foi tanta, que todos os anos, em Rio Grande, comemora-se o "Dia da Liberdade da Encrenca".

Economia[editar]

Altamente dependente de Rio Branco. Não há nenhum tipo de atividade econômica na "cidade", a não ser o crime organizado. Não há infra-estrutura, saneamento, saúde e as demais coisas necessárias para uma vida saudável. O transporte público é feito por jegues, que andam livremente pelas duas únicas ruas calçadas da cidade. Não há indústrias, apenas campo seco e improdutivo. E a maior festa da Cidade é o Carnaval, que é quando a cidade tem algum movimento. Ou seja, igual ao Nordeste.

Eventos[editar]

Carnaval[editar]

O Carnaval é o maior evento da Vila, e atrai milhares de pessoas, que durante 5 noites, ficam livres para soltarem a franga e participarem de orgias com desconhecidos se divertirem sem limites, em uma cidade na qual ninguém os conheça.
Na cidade, existem cerca de 5 Escolas de Samba, que todos os anos, adotam como tema-horrendoenredo a história de Jaguarão, a história da Revolução Farroupilha, e infalivelmente, uma homenagem à "Mãe-África", mostrando a criatividade e originalidade dos carnavalescos.

Educação[editar]

A cidade conta com um campus da Unipampa, uma universidade federal descentralizada, desmiolada e desorganizada. Faltam prédios, salas de aula, bibliotecas, computadores e professores, o ano letivo não obedece ao calendário, podendo se estender por mais de 365 dias. Mas foi uma boa iniciativa mesmo assim.

Todos os seis alunos matriculados ganharam bolsas do governo municipal para poderem estudar. São lindas bolsas confeccionadas em tecido verde abacate para carregar os cadernos.

Clima[editar]

O clima é sempre muito tenso por causa da repressão da Polícia.

Hospitalidade[editar]

Os nativos são muito "hospitaleiros"; batem em você e o colocam no Hospital por qualquer motivo.

Turismo[editar]

Incentivar o turismo em Jaguarão é o mesmo que incentivar o veraneio na Bolívia, mas para os desavisados que passarem por aqui, os pontos turísticos da cidade são:

  • Ponte Internacional Barão de Mauá: feita em 1930. É basicamente a ponte onde os dependentes químicos decidem ficar. Sua arquitetura a faz parecer uma ponte Londrina...após os bombardeios da LuftWaffe.
  • CTG Lanceiros da Querência; CTG (fogo na argola) Rincão da Fronteira, lugar no qual todos os Emos da cidade podem se fantasiar de gaúchos e desfilar no 20 de setembro.
  • Casa de Cultura Pompílio Neves de Freitas; Um lugar onde ninguém sabe onde fica.
  • Prédio da Estação Férrea: Local abandonado, por motivos óbvios é abrigo de mendigos e de gente pichando os muros e paredes locais.
  • Ruínas da enfermaria militar: uma das "heranças" dadas pelo general MM após trazer o conflito para Jaguarão, é toda queimada e assombrada, segundo relatos é possivel ver o fantasma do Buré e do louco da varinha, atualmente a Tereza das galinhas mora lá.
  • Igreja Matriz do Divino Espírito Santo: com altares esculpidos a mão e pelo general MM, antes dele ser entregue aos espanhóies e nunca mais ser visto. Sua herança...
  • Aeroporto: Foi utilizado como escala para os primeiros vôos da Varig para Montevideo. Hoje é um "aeromorto" que só serve para pousos e decolagens de quero-queros.

Ver também[editar]