James Marsden

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ESTE ARTIGO É SOBRE UM GALÃ!!

Ele provavelmente não passa de um BBB: bom, bonito e burro pra cacete. Mas e daí? As mulheres (e alguns homens) ficam babando litros toda vez que ele aparece na TV (ou em revistas), já que ele é um

GALÃ.

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James Paul Marsden
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Marsden sensualizando, mudando a orientação sexual de vários garotos
Nascimento 18 de setembro de 1973
Oklahoma - Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Ocupação Ator...mentado
Vícios Levar chifre

Cquote1.svg Bonito, pena que é retardado. Cquote2.svg
Mulheres sobre James Marsden
Cquote1.svg Os problemas deste homem são sérios. Cquote2.svg
Meme sobre James Marsden

James Marsden é um cara que tinha tudo para ser um dos maiores galãs da atualidade, mas infelizmente o coitado só é chamado para fazer papel de corno ou esquizofrênico. Atuou em um monte de blockbusters aclamados, sendo ofuscado sempre por algum outro ator, então ele é considerado apenas mais um rostinho bonito na mídia e pouco lembrado por seu talento, até porque deve ser difícil lembrarem de algo que ele não tem.

Infância[editar]

Foi parido na cidade de Ainda água, filho de um casal que provavelmente estava drogado quando treparam, visto que isto ocorreu no início dos anos 70, o auge do movimento hippie. Devido ao alto consumo de maconha daquela época, incluindo a que sua mãe fumou durante a gravidez, James Marsden teve seu desenvolvimento mental afetado e nasceu com o delírio de achar que pode se comunicar com animais.

Estudou no ensino médio com a gostosa Rebecca Romijn, com quem futuramente viria a trabalhar na primeira trilogia X-Men no cinema, fazendo ele o papel do herói sem graça Ciclope e ela da vilã bizarra Mística.

Antes de ser ator, Marsden formou-se em jornalismo na universidade, mas nunca chegou a exercer a profissão devido a seus surtos de esquizofrenia. Seu primeiro emprego, ou pelo menos tentativa de emprego, foi como lutador de wrestling, onde se apresentava com o nome de guerra El Gato Negro e vestia uma fantasia erótica de gato preto.

Carreira de subcelebridade[editar]

O início esquecido[editar]

Sofrida época de retardamento mental.

Iniciou a carreira artística trabalhando como modelo para a grife Versace, que mesmo sendo uma marca de roupas, fazia questão de sempre colocar James Marsden quase pelado em seus desfiles e campanhas publicitárias. Devido a sua aparência de Colírio Capricho, não demorou para ele ir parar na televisão, onde começou a atuar fazendo participações medíocres como figurante em várias sitcoms entre o final dos anos 80 e início dos anos 90.

Sua estreia no cinema foi sabotada diversas vezes por atores como Edward Norton e Ryan Phillippe, que sempre roubavam os papéis de protagonista. Marsden seguiu atuando em alguns filmes teen americanos daqueles que ninguém leva a sério, até que a Marvel Comics resolveu adaptar para filme os quadrinhos dos X-Men e o chamou para interpretar Scott Summers, o Ciclope, que por ser o líder da equipe, deveria ser o personagem de maior destaque, mas como todo mundo prefere o Wolverine, quem fez bem mais sucesso na franquia foi Hugh Jackman. Scott foi o primeiro de muitos cornos interpretados por Marsden, sendo chifrado pela Jean Grey interpretada por Famke Janssen com o próprio Wolverine de Jackman.

O sucesso[editar]

Após atuar em X-Men, Marsden caiu no gosto dos diretores de Hollywood para fazer o papel de corno manso. Novamente escalado para um filme baseado em quadrinhos, interpretou o marido da Lois Lane no fracasso Superman - O Retorno, onde a esposa interpretada por Kate Bosworth o trai com ninguém menos que o Superman, interpretado pelo pintudo Brandon Routh. Sua atuação foi uma das poucas coisas elogiadas no filme, pois ele já tinha experiência em levar chifre e foi bem convincente.

Foi chifrado mais algumas vezes pelas atrizes Rachel McAdams e Amy Adams, que o trocaram por Ryan Gosling e Patrick Dempsey respectivamente nos filmes Diário de uma Paixão e Encantada. Neste último, que é uma comédia musical da Disney, Marsden interpretou um príncipe encantado que falava com esquilos, dando início a uma nova leva de personagens que marcariam sua carreira, os engraçadinhos que falam com animais. Reprisou este estereótipo nos filmes Hop - Rebelde sem Páscoa, onde fala com o Coelhinho da Páscoa, e em Sonic: O Filme, onde fala com o personagem-título Sonic the Hedgehog.