Jane Austen

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
GuardasInglaterra.jpg GOD SAVE THE DESCIC£OPEDIA!!

The Merlim's Order First Class garante que este artigo é 100% inglês. Ele é industrializado, casto, vitoriano e tem a aprovação de £ewis Hamilton.

The £ondon Royal British Association of England vigia este artigo.
Rainhavitoriapre.jpg
Cquote1.png Só chora, filhão! Cquote2.png
Jane Austen sobre sociedade machista de sua época.

Jane Austen foi uma famosa escritora e nerd caçadora de monstros inglesa, conhecida por seus épicos livros de comédia que ridicularizavam a falha sociedade inglesa dos séculos XVIII e XIX, caracterizada por costumes pra lá de irritantes e por pessoas com sotaque esnobe tentando ditar as regras de conduta, o que volta e meia gerava descontentamento entre os rebeldes do período. Os feitos de Austen em vida, posteriormente, foram retratados em inúmeras obras de caráter biográfico como Orgulho e Preconceito e Zumbis, Razão e Sensibilidade e Monstros Marinhos, Emma e os Vampiros e Mansfield Park e Múmias.

Nascimento[editar]

Foto dos pais de Jane no dia de seu casamento.

Jane Austen nasceu em Steventon, uma aldeia de fim de mundo localizada no interior da Inglaterra. Steventon era recorrentemente assolada por ataques de vampiros e lobisomens, e a população local vivia sob a constante ameaça de morte. Seu pai, o padre reverendo anglicano George Austen, era treinado na arte de combate das trevas, e munido de apenas um crucifixo de prata e uma estaca afiada de madeira, protegia a aldeia de tais seres das trevas com maestria, configurando-se numa espécie de herói local.

A mãe de Austen, Cassandra Leigh, embora não fosse adepta do combate corpo-a-corpo, era uma renomada feiticeira branca da época, auxiliava seu pai no combate as criaturas com seus conhecimentos aprofundados das arte arcanas e sua clarividência. Jane Austen viria a ser a sétima filha da família, no entanto, não correu o risco de se tornar uma bruxa maquiavélica pelo fato de a maior parte de seus irmãos serem homens.

De acordo com as profecias, Jane seria abençoada com um dom incomparável ao nascer, e estaria destinada a se tornar a maior caçadora de monstros da história. Seria mestre tanto nas artes arcanas, como nas artes marciais, e sua missão seria livrar o mundo de zumbis, monstros marinhos, demônios, carros de telemensagem e outras pragas que assolam o universo.

Ao ter conhecimento do dia do nascimento da escolhida, todos os seres malignos da época se juntaram para tentar desesperadamente dar cabo de Cassandra Leigh, para impedir que a criança viesse ao mundo. Como Cassandra poderia pulverizá-los facilmente com um estalar de dedo, eles aproveitaram o seu momento de maior vulnerabilidade, que seria a hora do parto.

Reza a lenda que aquela teria sido a maior batalha travada pela família Austen. Porém, seu pai e seus outros seis irmãos, todos igualmente apelões e devidamente treinados, conseguiram vencer, após uma árdua luta. Assim, Jane Austen nasce, sem maiores transtornos, e pelos próximos anos de sua vida, seria treinada por seus pais para a luta final contra as hordas infernais.

Infância[editar]

Austen posando para foto com seu grande companheiro de aventuras, que dizem ter rachado mais crânios que a lendária marreta do Thor.

Austen desde cedo foi treinada por seu pai e sua mãe na luta contra as artes das trevas, e já naquela época, mostrava que definitivamente tinha nascido para aquilo. Aos 4 anos de idade, Jane foi atacada por um espírito zombeteiro, que veio lhe puxar o pé depois da meia-noite. Assim que a aparição surgiu em seu quarto, Jane pegou um crucifixo que ficava na cabeceira de sua cama, e erguendo contra o ser, o enviou novamente para as profundezas infernais, sendo que para ela aquilo não passava de uma mera brincadeira de criança.

Aos 10 anos de idade, Jane já era a melhor lutadora no combate corpo-a-corpo da família, e foi enviada para Hogwarts, onde aprendera magia com os maiores bruxos da época, sua mãe incluída, já que era professora concursada do lugar. Aos 12 anos, Jane se formou em Hogwarts como a melhor aluna de Grifinória, e já tinha tanta habilidade com magia quanto Severo Snape. Entretanto, como Hogwarts só oferecia a graduação, Austen foi enviada, naquele mesmo ano, para a Universidade Federal Fairy Tail, onde teria feito especialização em magia branca.

Aos 12 anos, Austen volta para casa, sendo recebida de braços abertos pelos seus pais, que a presentearam com um smartphone da Samsung. A família de Austen era muito unida, e sempre passeavam, almoçavam e exorcizavam demônios juntos.

Porém, como uma velha tradição da família, Austen precisava provar seu valor definitivamente. Já tinha atingido a idade certa de sua provação, que seria um divisor de águas em sua vida. Entre se tornar uma verdadeira caçadora de monstros como o restante de sua família ou ser apenas mais uma garotinha mimada com uma vida chata e sem-graça, tudo dependeria do seu sucesso nessa missão.

Jane decide enfrentar sua sina, e no dia seguinte, George e Cassandra a levam até uma floresta sombria nos arredores de Steventon, na qual ela precisaria passar a noite sozinha, e de preferência, amanhecer o dia ainda com vida. Jane poderia escolher no máximo uma arma para levar consigo, e essa seria sua única ferramenta para defesa pessoal.

Como Jane tinha sangue nos olhos e não estava nem um pouco a fim de pegar uma chuva pela noite e molhar seu lindo vestido de grife, ela se contenta em levar apenas um guarda-chuva para a floresta. Austen acabou sobrevivendo a essa noite, e relatos históricos apontam que na manhã que se seguiu ela chegou em casa, com seu guarda-chuva ensaguentado, e trazendo consigo a cabeça de três lobisomens, dois vampiros e um ogro.

Educação[editar]

Apesar de levar uma vida um pouco mais agitada do que a maioria das garotas da época, Austen precisava manter sua profissão em segredo, e para não levantar suspeitas, seus pais a enviaram para Oxford, onde teria aulas de etiqueta e lições de como tomar chá com uma velha caduca das redondezas. Dessa forma, Jane seria, aos olhos da maçante sociedade inglesa do período, apenas mais um doce e inocente garotinha, mesmo que na realidade, a palavra "normal" fosse o último verbete do dicionário a ser usado para definir a personalidade dela.

Austen, durante o surto zumbi de Oxford, exibindo seus graciosos golpes de Kung Fu.

Como era de se esperar, a vida de normie era um verdadeiro pé no saco. No primeiro mês de estadia em Oxford, Jane já estava desejando que Deus enviasse um meteoro para a Terra, dada a enfadonha rotina que ela estava sendo obrigada a enfrentar. Se se atrasasse um único minuto para qualquer coisa, já era castigada com um golpe de régua de madeira nas mãos. Não podia correr na rua, não podia podia ouvir heavy metal, não podia cantar na chuva, não podia fazer porcaria nenhuma sem que as tiazonas rabugentas ficassem resmungando e enchendo o saco. Jane ficou a um passo de se atirar de um precipício e se livrar para sempre daquela desgraça de vida.

Entretanto, as coisas mudam quando Oxford é assolada por uma epidemia zumbi, causada por uma mutação da bactéria da peste negra e transmitida por ratos de telhado, que eram muito frequentes no período, uma vez que ainda não existiam empresas de dedetização e nem ratoeiras. Jane planejara sair pelas ruas e exterminar sozinha os zumbis na base da porrada, porém, antes que pudesse agir, a cidade foi evacuada e isolada, e Jane enviada novamente para a casa da sua família. Posteriormente a cidade teria sido destruída com uma bomba atômica por ordem das autoridades locais.

Mediante os acontecimentos e a clara frustração que Austen sentia ao ser submetida aos ensinamentos padronizados e estereotipados de uma sociedade decadente e insuportável, os pais dela decidiram que o melhor para ela seria se eles mesmos a educassem, do seu próprio modo. Pelos anos que se seguiram, com o auxílio de uma coleção de livros de Dungeons and Dragons, os pais de Jane ensinaram a ela tudo sobre a classificação dos monstros: suas características, habitats naturais, sua anatomia, seus pontos fracos e dicas e macetes de como counterá-los.

Mesmo com uma aparência inocente e até delicada, Jane chegou na fase adulta já sabendo de cor e salteado como dissipar uma macumba, como meter uma estaca no coração de um vampiro, como usar prata para matar um lobisomem, entre outras dicas de suma importância para a sobrevivência de qualquer indivíduo da época. Apesar de em sua visão não haver nada mundo melhor do que decapitar a cabeça de monstros, nem sempre Austen tinha uma vida agitada.

Em muitas ocasiões Austen vivenciava períodos de pouca atividade dos monstro, seja por que eles só davam as caras em determinadas épocas do ano, seja pelo fato de que ela já ter feito a limpa de uma vez só naqueles que apareciam. Então, quando não tinha mais nada para fazer, Austen se dedicava a ler a caixas de cereais e rótulos de enlatados para espantar o tédio.

Com o tempo, o gosto de Austen pela leitura foi se tornando cada vez mais refinado, até que ela terminou como uma nerd reclusa viciada em literatura clássica e café expresso. Tirando as ocasiões em que Austen saía para caçar aberrações pela noite, ela dava menos as caras na rua do que um mico leão azul. A literatura não era apenas um passatempo na vida de Austen, ela se tornou também um refúgio, um recinto ao qual Austen recorria sempre que possível, fosse para fugir da escabrosa realidade presente na vida dos ingleses dos século XVIII e XIX, fosse para esquecer das humilhantes peças teatrais que encenava com sua família em festas de celeiro nas noites de domingo.

Primeiras criações literárias[editar]

Embora suas sátiras tenham se tornado um verdadeiro fenômeno entre um seleto grupo de indivíduos, Austen sempre optou por publicar suas obras com nomes fictícios e usar fakes nas redes sociais.

Apesar de adorar seu trabalho, em geral o ramo de caçadora de monstros não era lá muito lucrativo. Na verdade, caçar monstros nem era uma atividade remunerada na época, tendo em vista que estamos falando de um período pré-Van Helsing e pré-Buffy. Portanto, o único pagamento que Austen e sua família recebiam pelo bem que faziam pela humanidade eram a alegria de fazer bem ao próximo, uma consciência limpa e a certeza de que quando morressem provavelmente iriam para o Paraíso (ou não). Entretanto, bondade não pagava as contas, e nas horas vagas, seu pais plantavam batatas e vendiam nos feirões em zonas inóspitas do interior.

Austen e seus irmãos não gostavam muito da ideia de que seus pais, além de destruir criaturas grotescas desse plano, ainda tinham que se estressar com coisas mundanas como contas e a sobrevivência dos filhos quando chegavam em casa. Dessa forma, eles decidem ajudar os coroas a trazer dinheiro para casa, e acabam abrindo uma lojinha de 1,99 voltada para bruxos e feiticeiros brancos, com partes mutiladas e outros artefatos das criaturas que costumavam trazer de suas caçadas.

Apesar de a loja ter sido um sucesso, o custo de vida tinha aumentado nas últimas duas décadas, e só a venda de batatas e de itens raros dropados de monstros não era suficiente. Tendo isso em mente, Austen decide escrever pequenos livros de contos e poesia e vender pela Internet, já que os empregos mais bem pagos do período, caso você não fosse ligado a família real, eram o de artista e o de escritor profissional.

Até o momento, embora fosse admiradora de literatura, Austen nunca tinha escrito nada, e como em geral não tinha muita criatividade para criar histórias, ela decide escrever sátiras de tudo o que havia de mais detestável e irritante no cotidiano da sociedade inglesa da época. Seu primeiro compilado de histórias foi Juvenillia, que reunia vários poemas e contos zombando da cara da rainha, zoando a frágil masculinidade de homens inseguros com sua própria sexualidade consigo mesmos, e caçoando de playboys e patty que se achavam grande porcaria por possuírem aquele típico sotaque esnobe. Posteriormente, Austen também passou a escrever paródias satirizando obras famosas da cultura teen da época, como Crepúsculo e o Manifesto Comunista.

Como Jane, por uma questão de manter a discrição, era obrigada a frequentar os enfadonhos círculos sociais da época, boa parte de seus primeiros textos eram voltados a criticar e ridicularizar os costumes da sociedade inglesa, que ela tanto desprezava e odiava. Inicialmente, seus textos eram voltados para divertimento de sua própria família, já que ninguém lá tinha muita paciência com as normas de conduta que as tradições medievais ainda enraizadas nas entranhas da Inglaterra obrigava a seguir. Mais tarde, como dito anteriormente, para ajudar sua família, Austen começou a vender suas obras pela OLX e pelo eBay como livros independentes.

Para sua própria surpresa, Austen não era a única pessoa existente no mundo que detestava seguir padrões pré-estabelecidos. Suas paródias foram um verdadeiro sucesso sobretudo entre o público nerd, constituído em sua maioria por gente antissocial, excluída e rejeitada do período. Ainda para sua surpresa, uma pesquisa do IBGE divulgou que os maiores compradores de seus livros, diferente do que Austen imaginava, eram homens, devido ao fato de que boa parte dos perfis criticados e ultrajados por Austen correspondiam às figuras dos valentões e bullies da escola.

Parceria com Tom Lefoy[editar]

Lefoy acompanhando Austen em uma dança num baile de Halloween.

Assim que Austen atingiu os 20 anos, a sua família recebe uma carta de uma velha cigana, Sylvia Ganush, em busca de ajuda. A velha era natural das longínquas terras da Transilvânia, e sua casa tinha sido tomada por uma seita de vampiros sob a liderança de Conde Drácula, que a estavam utilizando como palco para orgias tenebrosas e rituais de invocação satânicos. Como o aluguel estava vencendo e a cigana precisava entrar dentro da casa para pagar a dívida antes de ser jogada nas ruas da amargura, as criaturas precisariam ser eliminadas, e àquela altura a família de Austen já tinha alcançado fama e renome mundial dentro do ramo.

Austen se oferece para resolver o problema, mas como não tinha qualquer intimidade com o território romeno, ela se vê obrigada a ligar para a agência de viagens e contratar um guia turístico. É assim que ela é apresentada a Tom Lefoy, um irlandês adorador de leprechauns que a leva até a casa da velha cigana na Transilvânia, onde Austen faz o serviço e manda as criaturas para o colo do Capeta. Como era um trabalho árduo e cansativo, Lefoy a convida para uma rave num antigo castelo assombrado ali perto, onde em geral se reuniam góticos e desocupados de todas as partes do mundo.

Por ser um lugar mais culto e comportado, mesmo sendo uma festa de arromba, a única bebida servida aos convidados era café. Como havia enchido a cara com a bebida, Austen, que estava hiperativa, decide voltar para casa naquela mesma noite, a pé mesmo. Uma semana depois Austen acorda em sua cama. Não se lembrava do que ocorrera na noite que veio à pé da Romênia para casa, mas seus pais lhe explicaram que ela tinha sofrido uma overdose de cafeína e ficado em coma por todo esse tempo.

Como já tinha hibernado tempo demais, Austen decide ir a um baile chique na cidade. Por mais que o lugar fosse um porre e fosse estar repleto de gente inconveniente e estúpida, ela precisava sair um pouco, uma vez que quase havia entrado em estado vegetativo. Para sua surpresa, naquele evento social lastimável, eis que ela reencontra Lefoy, o guia turístico da Romênia. Assim que ambos se juntam para caçoar da decadência dos convidados daquela festinha miserável, eles se dão conta de que estavam apaixonados. Pelas próximas três semanas, Austen e Lefoy encontraram-se frequentemente nessas ocasiões festivas, sempre reclamando da vida e criticando as regras de conduta pré-estabelecidas pela sociedade, já que eram dois perturbados psicologicamente sem qualquer tipo de vida social. Entretanto, tudo acaba quando Lefoy visita Austen para se despedir, alegando que ambos não podiam ficar juntos pelo fato de ele ser um pé-rapado que não tinha nem onde cair morto que não seria capaz de lhe pagar nem mesmo um cachorro-quente no parque no Dia dos Namorados, e eles nunca mais se veem.

Primeiros manuscritos[editar]

Austen, em meio a fama e a fortuna, dando uma entrevista por telefone para a revista Caras.

Pelos anos que se seguiram Austen continuou a realizar missões de caça aos monstros ao redor do mundo, passando a realizar viagens com frequência a outros países. Em 1796 ele foi enviada até a Grécia para matar Caríbdis, uma aberração animalesca marinha que Poseidon alimentava com carne humana. Após uma árduo trabalho, Austen consegue finalmente concluir o trabalho, e assim que retorna, decide que uma experiência como aquela não podia passar batida sem algum registro. Naquele mesmo ano, Austen inicia seu primeiro romance não-satírico, e com a ajuda de um financiamento na Catarse, ela consegue publicar seu primeiro livro com alguma relevância literária, baseado em sua batalha contra Caríbdis, Razão e Sensibilidade (embora esse título mais parecesse nome de livro de auto-ajuda).

Como Austen já tinha um público fiel de fanboys àquela altura por conta de suas sátiras anteriores, não demorou muito para que o livro fosse rapidamente esgotado das prateleiras de sebos e livrarias de todo o país e também de sites como Saraiva e Submarino, que desde aquela época já tinham fama de ser um recinto para virjões em busca de livros que satisfizessem sua necessidade aguda de se sentirem compreendidos por algum outro ser humano no universo. Vendo que seu primeiro livro tinha sido um verdadeiro sucesso, Austen naquele mesmo ano inicia o esboço de seu segundo livro, baseado em sua experiência como caçadora de zumbis, que mais tarde veio a ser publicado como Orgulho e Preconceito.

Após um tempo, devido a empreitada de sua família em livrar o planeta de todo o mal que o assolava, todos os monstros, criaturas e aberrações demoníacas cessam seus ataques, e acabam sendo dados como extintos. Como não tinham mais nada o que fazer, seus familiares finalmente se aposentam, e passam a viver sua vida como gente normal e chata. Volta e meia ainda aparecia um vampiro aqui, um lobisomem ali, mas nada que representasse muita ameaça. Porém, Austen não queria viver uma vida normal e sem-graça, precisava fazer algo a mais para suprir seu vazio existencial, e é aí que ela passa a dedicar-se inteiramente a carreira de escritora, já que não queria ser mais um desses desocupados que apenas ocupam lugar no mundo sem fazer algo de útil para a humanidade.

Morte[editar]

Como não havia mais nada o que fazer em sua cidade, a família de Austen decidiu se mudar para Bath, um lugar tipicamente enfadonho que reunia o maior número de normies e gente sem-graça de toda a Inglaterra do período. Como agora sua rotina não diferenciava em nada da rotina de outras pessoas da época, nada mais natural do que se adaptar. Entretanto, Jane não teria encarado aquilo muito bem, pois não gostava em nada da ideia de abandonar a cidade onde exorcizou seu primeiro demônio, o que ao seu ver, era uma de suas lembranças mais importantes. Porém, como os pais sempre tem razão, Jane nada pode fazer, a não ser juntar suas trouxas e partir para o lugar mais chato do país, onde provavelmente, só encontraria tristeza, frustração e gente desinteressante.

Austen, em toda sua beleza e formosura, voltando do Além para puxar os pés de Mark Twain, seu arqui-inimigo.

Porém, há males que vem para bem. A infelicidade de Jane acabou servindo como inspiração para a escrita de novos livros, e Jane estava agora mais afiada do que nunca para criticar as pessoas mundanas. Inclusive, nessa época, enquanto escrevia novos livros para serem futuramente publicados, ela arrumou um emprego de colunista em um jornal local, onde escrevia para uma coluna voltada a falar do medíocre cotidiano inglês. Nessa época Austen também teria escrito seu primeiro artigo científico, no qual apresentava várias hipóteses tentando explicar os motivos de ninguém no resto do mundo ter saco para aturar os ingleses típicos. Foi nesse período que Austen recebeu seu primeiro pedido de casamento, de um de seus admiradores nerds, que ela trollou lindamente, ao aceitar e depois dizer que se enganou e estava chapada demais quando disse sim.

Mais tarde, o pai de Austen não conseguiu resistir a vida chata e rotineira em Bath e acabou falecendo, literalmente morrendo de tédio, o que deixou Austen e sua mãe em sérios problemas financeiros. Elas então se mudaram para a casa de seu irmão Frank Austen em Southampton, mas a coisa não deu muito certo, pois sua cunhada era uma verdadeira megera e elas viviam em pé de guerra. Depois que Jane Austen quebrou um braço da infeliz em um de suas típicas discussões matinais, seu outro irmão, Edward Austen, convidou Jane e sua mãe para morarem em Chawton, alegando que elas teriam um lugar "mais decente para morar".

Algum tempo depois, Jane acabou adquirindo a mesma doença de seu pai, o tédio agudo, que acabou levando-a a desenvolver a doença de Addison, resultando em sua morte. Mesmo depois de sua morte, Austen acabou deixando um verdadeiro legado literário, e se tornando um dos maiores orgulhos da Inglaterra, ao lado do chá das 17:00, da exploração intensiva da África e das Américas, e de Isaac Newton. Reza a lenda que o espírito de Austen teria reencarnado séculos depois em Buffy, a Caça-Vampiros e mais tarde em Mary Winchester. Reza a lenda também que Mark Twain, durante um surto psicótico, teria viajado até a Inglaterra só para poder dançar sapateado em cima do caixão de Austen.

Ver também[editar]