Janelle Monáe

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Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Emblem-sound.svg.png Janelle Monáe
Janelle Monáe.jpg
O que que tem ali?
Nome Janelle Monáe
Origem Kansas, Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Sexo Quando não está gravanado nem em turnê Feminino
Instrumentos
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Gênero R&B e Soul
Influências Amy Winehouse e outros artistas que acham que os anos 20 ainda não acabaram
Nível de Habilidade Alto
Aparência Homem
Plásticas Nenhuma
Vícios
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Cafetão/Produtor
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Diddy, Puff Daddy, P. Diddy e Sean Combs

Cquote1.png Você quis dizer: Janela Monáe Cquote2.png
Google sobre Janelle Monáe
Cquote1.png Você quis dizer: 1ª Vivian Banks Cquote2.png
Google sobre Janelle Monáe
Cquote1.png Você quis dizer: Cosplayer da King Cquote2.png
Google sobre Janelle Monáe
Cquote1.png Saí daí! Isso é lugar só de rock! Cquote2.png
Tr00 sobre Janelle Monáe no Rock in Rio
Cquote1.png Deixou a Amy morrer. Que vergonha! Cquote2.png
da Amy Winehouse sobre Janelle Monáe
Cquote1.png Não fomos apresentados! Cquote2.png
Roupas de mulher sobre Janelle Monáe
Cquote1.png Compramos as roupas na mesma liquidação! Cquote2.png
King Janelle Monáe

JANELLE MONÁE é uma cantora de R&B. Surpreendentemente ela não é africana (com esse nome...), ela é americana muito fã de Kansas nascida em Kansas, em 1 de dezembro de 1985.

Se destaca na cena musical por ser a coisa mais próxima da Amy Winehouse que os EUA conseguiram produzir, por ser sósia da Janet Hubert, 1ª intérprete da Vivian Banks em Um Maluco no Pedaço, por nunca usar roupas de mulher em suas apresentações, o que faz com que sua sexualidade seja contestada; fala-se em bissexualismo, lesbianismo e até que ela na verdade é ele e que ela parece estar perdida no tempo, já que suas músicas estão atrasadas uns 75, 80 anos. Talvez seja porque ela ainda quer se vingar do Klan por causa dos tempos em que eles aterrorizaram os negões. Tanto que ela até já posou como robô de Metropolis, só para dar aquela assustada na KKK.

Faz parte daquele grupo de bandas e cantores que não pagam jabá, por isso que é tão difícil ouvi-la nas rádios tupiniquins.

Por ter feito turnê com a Amy Winehouse, alguns fãs a culpam pela sua morte, por não tê-la evitado.

A Infância:[editar]

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Janelle Monáe.
Uma cantora dos anos 20 perdida no tempo e imitando um filme da época. CORRE, KKK!

Toda menina as vezes se veste usando as roupas de sua mãe. A Janelle não era dessas: ela usava as roupas do pai mesmo, o que estava preocupando sua mãe, que não queria perder essa fase tão importante na vida delas, enquanto era seu pai que estava convivendo com isso, ou seja, estava sendo tentado pelo Lado Rosa da Força.

Enquanto os temores aconteciam, Janelle conseguiu entrar em uma peça de Peter Pan (aí você pensa: mas não tinham negros nessa história! Isso só foi possível porque a Associação de Teatro de Kansas foi obrigada a aderir um Sistema de Cotas nas peças que estava vigente na época), onde interpretou a Dorothy. (Não é racismo, mas, uma Dorothy negona é tenso...). Após essa atuação um tanto tensa viabilizada pelo Sistema de Cotas, ela resolve seguir na carreira artística e arranjar desculpa para usar as roupas do pai.

Mas foi durante um show do Kansas em Kansas que ela resolveu ir para a música, um lugar onde as coisas fazem mais sentido. Começou cantando “Dust in the Wind” no meio da rua e chamou a atenção de Puff Daddy P. Diddy Diddy Sean Combs (qual nome artístico que esse cara tá usando agora?), que aceitou gerenciar sua carreira quando ficasse um pouco mais velh.

A Carreira:[editar]

Ela aí, posando de mafioso dos tempos de Lei Seca

Um pouco mais velha, aquele cara cujo nome de batismo é Sean Combs e que vive mudando o nome artístico por questões legais (viva falta de criatividade!), se reencontra com ela e lhe ajuda a iniciar a carreira musical gravando álbuns e atrelando seu rabo a um grande estúdio.

Para isso, teve que se mudar para a Geórgia, mas, ela entendeu errado e acabou indo para outra Geórgia. Já que ela queria conhecer algum lugar onde fazia frio e era racista, resolveu ficar por lá por algum tempo. Depois, foi para a Geórgia britânica infiltrada na Argentina, mais uma vez, se enganou, e quis conhecer um pouco o país que só perdia para o país dela no quesito arrogância.

Finalmente, após um ano rodando por aí, finalmente chega na Geórgia certa, onde gravou seu 1º álbum, um EP ainda, e teve que usar o lucro para reestabilizar sua conta bancária após essa bad trip que ela teve.

Depois saiu em turnê com... esse cara aí que não sei qual nome artístico está usando, onde conseguiu ficar famosa nos países onde as rádios não são sustentadas por jabá, aí era coisa a ser negociada em um futuro. Enquanto esse futuro não chegava, suas músicas não tocavam no Brasil.

Quando achava que finalmente lançaria um álbum, ela lança mais um EP, e começa a questionar isso; 2 anos e 2 EP já é meio estranho. Qualquer um(a) já teria lançado um álbum nesse intervalo, ela chegou até a cogitar usar o argumento universal dos negros quando algo dá errado (Cquote1.png Só porque eu sou preto Cquote2.png), mas, aí ela lembrou que seu cafetão produtor também é negro, e deixou isso de lado.

Depois de fugir do Puff Daddy, do P. Diddy, do Diddy e do Sean Combs, ela se junta ao Antwan Big Boi, vulgo Boizão, onde fazem uma turnê juntos, causando a ira do rapper cheio de identidades.

Finalmente, em 2010, ela finalmente grava seu 1º álbum e faturar como nunca havia faturado na vida, pois álbuns vendem 10X e custam 100X mais que um EP.

Já rica, pode comprar todas as roupas que a King usava no The King of Fighters, se tornando uma cosplayer dela em seus videoclipes. Mas você aí deve estar se perguntando: Cquote1.png Como ela vai ser cosplayer de uma personagem branca se ela é negra? Cquote2.png Simples, ela já fez a Dorothy em uma peça, ou seja, o sentido acabou.

Em 2011, ela veio tocar no Brasil, queria saber se somos tudo isso o que falam: primeiro, veio com a Amy Winehouse e, por isso, é considerada uma das culpadas pela sua morte, já que só estava ali para cantar e receber o dela, e nem de lembrar de pedir para que a Amy tome tenência. Depois, veio tocar no Rock in Rio, mostrando que é uma artista vagabunda de merda que só faz música de merda. No Rock in Rio só pode ter rock (sim, eu não fui ao RIR, então, assim como todos que não puderam ir, vou falar mal dela também e vou esquecer que Rock in Rio é só um nome atualmente)!

Raio-X:[editar]

Álbum:[editar]

  • O Andróide Anárquico: Talvez seja a versão da Janelle para a criatura que emergirá e condenará a humanidade. Demorou tanto tempo assim para gravar um álbum pra valer? Que zica... Mas o mais importante é que ela chegou lá e parou de fazer só EP. Finalmente ela, aquele cara que era o agregado do The Notorious B.I.G. e o Boizão colocaram a mão no bolso

Hits:[editar]

Pois é, até que ela ficou feminina dessa vez...