Jaraguá (Goiás)

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Jaraguá é um município do Reino de Pirenópolis, conhecido como a "Capital Goiana das Confecções", ou seja, piratarias e bijuterias de camelô. Sempre quis ser como Pirenópolis, mas o fato é que ninguém conhece Jaraguá.

História[editar]

Toda a beleza de Jaraguá!!!

Não se sabe ao certo a origem de tal tragédia em formato de cidade, mas registros apontam que essa porcaria já existia, pasme, no século XVIII em forma de acampamentos portugueses clandestinos de contrabandistas de ouro (a cidade já começou mal...). O título de fundador da cidade é comumente atribuído à Manuel Rodrigues Tomás no Rego, que até hoje se revira em seu túmulo por ter seu nome guardado pela eternidade como fundador de uma cidade dessas... Coitado, a Desciclopédia sente pena do senhor Tomás no Rego, por favor, descanse em paz.

O nome da cidade é uma homenagem aos índios jaraguás, perigosos canibais que tinham como esporte caçar homenzinhos brancos. Foram extintos após um surto de gripe contraída dos pestilentos que chegaram da Europa, e por isso o nome da cidade tem esse mau agouro.

Em 1833 torna-se uma vila pertencente à Casa da Mãe Joana com o nome de Nossa Senhora da Penha de Jaraguá, com o tempo, como o povo é preguiçoso para falar esses nomes, o nome passa a ser apenas "Jaraguá". Em 1882 separa-se dos domínios de Pirenópolis tornando-se um dos mais de 500 pobres, fudidos, miseráveis, pacatos, tediosos, com nada, ferrados municípios de Goyaz.

Já em 1941, devido à decadência da exploração do ouro que havia sido mais que roubado pelos portugueses, Jaraguá vê uma luz no fim do túnel com a criação da Estrada Rodoviária da Colônia Agrícola, uma importantíssima rota de muambas que liga a Bolívia às principais cidades do litoral do Brasil, passando por Jaraguá, que se aproveitando do tráfego dessa estrada, abre um monte de puteiros para alavancar a economia e crescimento social da cidade.

Após o surgimento de Brasília então, o povo de Jaraguá passou a acreditar que é importante, passando a investir em carnaval, festa junina e festas em geral regadas à muito álcool e novinhas a vontade, tudo para atrair os playboys da capital federal, apesar de nem o mais bem informado cidadão brasiliense saber o que é Jaraguá...

Geografia[editar]

A Igreja Matriz no centro da cidade.

Clima quente, torrando à sombra, daqueles que para fritar um ovo é só quebra-lo sobre qualquer pedra da cidade. A sua vegetação é toda cerrado. Município de área relativamente grande, por isso abriga mais de 50 povoamentos inúteis e uns 30 acampamentos do MST. Não é a toa que a energia elétrica da cidade é gerada por moinhos de vento, pois Jaraguá é a terra onde o vento faz a curva.

Economia[editar]

Para os mais sonhadores, eles acreditam que ainda haja ouro por ali, e depois falam que português que é burro, até parece que eles iriam deixar algo para os goianos. A economia na real mesmo de Jaraguá é nenhuma... Tá bem, forçando a barra podemos dizer que algo baseado na agropecuária, mas a dinherama sempre vai para um ou dois fazendeiros, então não conta. Bem, o jeito é ir trabalhar mesmo como garçom, faxineiro, empregada ou lavador de privadas em Pirenópolis.

A economia interna da cidade é movimentada por charretes puxadas por burros falantes, mas existem também ainda mais de 8000 acabamentos e facções, o que faz com que a cidade seja a capital das falsificações, da pirataria e do sambalelê. As profissões mais prestigiada na terra do homem do abacaxi são (além de plantador de abacaxi, claro) a de "badeco" e de costureiro, que podem se comparar aos cargos de baronesa do queijo, travesti e de mãe Diná.

Turismo[editar]

Não há! Por favor, não visitem uma cidade dessas, bem, a não ser claro que você queria fazer uma meditação budista na paz durante 10 anos. Há o Parque Ecológico da Serra de Jaraguá, mas no dia que algum turista for idiota o suficiente para querer visitar um negócio desses vão haver políticos honestos em Brasília.