Jaru

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Cquote1.png Você quis dizer: Mato? Cquote2.png
Google sobre Jaru
Cquote1.png Gente, corre, eu vi um avião! Cquote2.png
Cidadão jaruense eufórico com avião.
Cquote1.png Olha minha perna, que linda!! Cquote2.png
Patricinha
Cquote1.png Ai, que dia frio! Cquote2.png
jaruense sobre dia com 21ºC

Jaru é uma cidade-fantasma, está localizada logo após a curva da morte da BR-364, no meio de lugar nenhum, mais precisamente em Rondônia. Isso porque eleas ainda são o centro da metrópole que incluem Vale do Anari, Theobroma, Santa Cruz da Serra, Machadinho d'Oeste e Governador Jorge Teixeira, esta última que pode ser comparada às cidades bíblicas de Sodoma e Gomorra, pelo número de pessoas de caráter e sexo duvidoso.

História[editar]

Marechal Cândido Rondon, de férias por aquelas bandas, montou sua barraca às margens do Rio Jaru enquanto procurava pelo mítico Acre. Assim, ele pensou: "Vou iniciar meu negócio por aqui!" e imediatamente ele sequestrou uma índia de um cacique da região, e exigiu que para libertá-la, toda a tribo teria que trabalhar para ele por trinta dias. Pronto! Em trinta dias foi construído o primeiro manicômio da Amazônia! Feito de pau-a-pique, e amarrado com cipós e couro de cobras. Quando Rondon foi embora deixou um maluco/mateiro chamado Ricardo Cantanhede cuidando do manicômio. Em poucos dias esse maluco colocou fogo no manicômio e para aparecer nos anais da história entrou no fogo para salvar um de seus pôsteres de borracharia, pois percebeu que ficaria sem inspiração na privada, e então morreu.

O tempo passou, o número de doidos aumentou, e junto a eles, cresceu o povoado que até os dias atuais ocupa a beira do rio. Com o passar dos anos, o manicômio foi desativado, pois a galera dos direitos humanos acharam que os doidos de Jaru estavam sendo maltratados, mas a população regional gostou tando do estilo loucão de viver, que até os dias atuais é possível encontrar alguém com uma motosserra adaptada em uma bike andando pelas ruas do vilarejo.

Nesta região, existem estórias que acharam ouro em buracos de tatus, mas como não eram bons do juízo, acabaram gastando a fortuna toda com cachaça! A verdade é que em Jaru, antigos garimpeiros faziam festas a rodo com o dinheiro do ouro extraído na região torrando sua fortuna em idiotices, havendo um caso de um garimpeiro que contratou toda a frota de táxis da cidade pra desfilar com ele por um dia! Sendo um táxi só pra ele, outro só pra o seu chapéu.

Geografia[editar]

Moderna ponte em Jaru que atravessa o Rio Branco, com ligação direta para o Acre.

Jaru é cidade do Brasil que forma maior número de alpinistas, devido à geografia da cidade que é só morro, montanha. Em Jaru não se acha rua plana, aonde carros 4x4 turbo tem dificuldade para subir tanto morro.

Clima[editar]

Jaru é quente. Quente? Só falta o capeta, o inferno já tem!

Economia[editar]

Jaru pode ser definida como a capital mundial das farmácias, já que a cada esquina há uma, e algumas vezes, mais de uma. Os supermercados também expandiram seu domínio, principalmente devido à carência de shoppings, que se tornaram importantes pontos de encontro para a população local.

Em jaru não existe Coca-Cola, para o povo isso deve ser alguma tribo desconhecida...

Jaru recentemente vai comercializar peidos com a Oslândia, a maior exportadora de peido gás natural do mundo.

População[editar]

A população é típica, mas varia de acordo com a região visitada:

As mulheres, no geral, usam roupas curtas, geralmente mostrando a barriga para atrair o macho e cintos na barriga, que costumam chamar de saia. Nas regiões mais afastadas podem confundir-se com bolivianas, usam os cabelos pintados de amarelo e brincos gigantes do estilo "lustre", sem falar nas pernas machucadas com cicatrizes de picadas de insetos. No centro da cidade, as fêmeas também costumam pintar o cabelo de amarelo e costumam fugir da chuva (estudos indicam que a água possui efeito avassalador sobre o penteado delas). Tem também algumas mulheres que vão com seu cabelo bi-color, com uma piranha presa no seu cabelo feito mega-hair. Veste-se um top geralmente uma cor bem vibrante (seguindo as últimas tendências da moda), e mostrando a barriguinha de barril. Veste-se também uma bermuda lycra preta, e as inesquecíveis havaianas pretas. Geralmente andam acompanhada dos seus 6-à-10 filhos, incluindo aquele que já tem 4 anos, mas anda no colo, com uma chupeda na boca.

Os homens das regiões mais afastadas usam bonés, bigode de cobrador, bermudas de plástico e andam em bicicletas de aro circular. Os machos da região central andam em carros ou motos. Usam uma mistura indígena para manter o cabelo em pé, assim como também usam outras coisa que não mantem outra coisa em pé, já que injetam na veia remédio de cavalo para parecer mais forte. Entre os efeitos colaterais desta droga injetável está a impotência, o hábito de frequentar academia, de comprar camisas coladas e a voz fina, e passear com seu pittbull pousando me macho.

As Crianças, independente do sexo, se tiver abaixo de 10 anos, usam chupeta, não usam camisa, e andam todas com a bunda empinada pra trás, e barriga acentuadamente para frente, mantendo toda a postura e elegância herdada dos pais.

Segurança[editar]

A cada quatro anos, centenas de policiais formados pelo desGoverno do Estado, povoam as esquinas de Jaru no combate ostensivo ao crime organizado, assaltos, consumo de drogas e auxílio a idosos para atravessarem a rua. O que mostra sua imensa preocupação em zelar pelos eleitores, cidadãos.

Transportes[editar]

Engana-se quem acha que os postos de gasolina da cidade servem para abastecer carros. Na verdade os postos de gasolina servem para idiotas que não tem dinheiro embebedar-se ou drogar-se e de bônus cheirar gasolina.

Comunicações[editar]

Em Jaru não existe imprensa nem jornalistas. Os meios de (fofocas) comunicação local se nutrem de informarem a criminalidade, a falta de infra-estrutura, e noticiários das aldeias.

Jaru configura como uma das cidades brasileiras onde a comunicação mais se está presente. Claro que não estamos falando de celulares ou internet banda-larga, mas de fofocas. Jaru é uma das cidades onde a fofoca rola solta. Se você der um peido em qualquer rua da cidade, no dia seguinte, estará estampado nos jornais locais o seu feito. Este método comunicativo amplamente desenvolvido conseguiu fechar a grande maioria das operadoras de telefone e celular da cidade. Afinal, pra quê precisar de um celular se a fofoca da cidade corre mais rápido?

Cultura[editar]

Em certos lugares de Jaru há pessoas que se vestem.

Lazer[editar]

Parque de Diversões da cidade,só pode brincar quem tem vacina antitetânica

Para os nadadores, em qualquer direção encontra-se um córrego. Aos que preferem maiores desafios, pode-se tentar atravessar o Rio Jaru para chegar à floresta do outro lado. Para os lutadores, alguns minutos (e algumas cachaças) no centro da cidade ou na periferia geralmente resultam em confusão.