Jean-Paul Sartre

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Cquote1.png Você traiu o movimento existencialista, véio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Sartre
Cquote1.png Traiu mesmo! Nós nerdamos tanto para fazer dessa uma filosofia antisocial, aí chegou esse horroroso e fez o existencialismo virar uma modinha vagabunda! Cquote2.png
Soren Kierkegaard, Edmund Husserl e Martin Heidegger, existencialistas tr00s, sobre Comentário acima
Cquote1.png Eis aí um autêntico representante da esquerda festiva! Cquote2.png
Diogo Mainardi sobre Sartre
Cquote1.png Foi o cara que escreveu ‘Penso, Logo Existo’, né? Por isso o nome de ‘existencialista’... Cquote2.png
Carla Perez sobre Sartre
Cquote1.png Não! Quem escreveu isso foi Descartes, um cara que descartava muito. Sartre escreveu ‘Ser ou não ser, eis a questão’! Cquote2.png
Luciana Gimenez sobre Sartre
Cquote1.png Não sua burra! Quem escreveu isso foi Shakespeare! Eu escrevi ‘a existência precede a essência’ e ‘o inferno são os outros’, cacete! Cquote2.png
Sartre sobre Comentário acima
Cquote1.png Na União Soviética, a essência precede a existência – e burro é VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Sartre
Cquote1.png Na Holanda, o Inferno se faz sozinho, não precisa dos outros! Cquote2.png
Reversão Holandesa sobre Sartre
Cquote1.png ... Cquote2.png
Doutor Roberto sobre Sartre
Cquote1.png Grande merda! Ele não tem estilo algum! Eu era mais libertino que ele, mais profundo que ele e mais bonito que ele! Não passa de um amador, isso sim! Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Sartre
Cquote1.png Não é um francês muito feio que combateu Hitler mas depois elogiou Che Guevara, Stalin e Mao Tsé-Tung? Não, não conheço não... Cquote2.png
Ten Ten sobre Sartre
Cquote1.png Grande inspiração minha esse Sartre! Inclusive falei dele quando fiz aqueles comentários babacas na Copa de 2006. Cquote2.png
Pedro Bial sobre Sartre
Cquote1.png Ô loco meu! Está aí Sartre, um grande filósofo tanto no pessoal quanto no profissional! Cquote2.png
Faustão sobre Sartre
Cquote1.png Papai! Cquote2.png
Repórter Vesgo sobre Sartre
Cquote1.png Execução Aurora! Cquote2.png
Albert Camus de Aquário sobre Sartre


"Jean Paul Sartre, esse é o nome de um lunático francês caolho que adora zombar da vida dos outros. Também conhecido como filho do Diabo ou bêbado filosófico, ele escreveu grandes obras como O Sapo e a Princesa, João e Maria e Os Três Porquinhos, obras estritamente filosóficas, que abordam a existência humana em suas mais interessantes variantes, mas que na verdade são apenas resumos dos livros de Heidegger e Husserl, conseguindo a proeza de serem mais complicadas e sem utilidade que as
Sartre, mostrando toda sua "beleza filosófica...". Suas palavras durante a fotografia eram "ehhhrrmewebeheetefetehhh!".
originais. Escreveu romances famosos como Romeu e Julieta, que tinha uma saia tão curta que aparecia a etiqueta, e Lá em Cima daquele morro, mora dois caras batutas, um é filho do zé, e o outro não é. Esse último de grande repercusão mundial. Ficou internado vários anos por causa de uma Náusea aparentemente sem tratamento. Morreu de overdose aos 70 anos. Suas últimas palavras foram 'estamos todos fudidos companheiros'.

Só"

Só? Só?! Só é o cacete! A verdadeira história de Sartre é essa aí abaixo!

Jean-Paul Haja Saco! Sartre (Nacimento:Puta que Paris, 21 de Junho de 1900 e Guaraná com Rolha – Morte: Idem, 15 de Abril de 1900 e Lá Vai Bomba!) Foi o filósofo tipicamente viado francês, que passava seus dias sem tomar banho e nerdando lendo Pascal, Platão, Nietzsche, Marx, Dostoievski e mais um monte de gente que ninguém mais lê porque prefere folhear os livros do Pauno Cuelho. Famoso pela criação do existencialismo ateu (versão mais vagabunda e pobre do existencialismo original de Kierkegaard, Heidegger e Husserl) pelo apoio ao stalinismo e maoísmo (devido aos efeitos dos constantes cheiramento de gatinhos) e pelas depravações que ele organizava com sua puta particular esposa companheira, Simone de Beauvoir.

Tabela de conteúdo

[editar] Infância e Juventude

Filho de Ana Maria Braga e de pai desconhecido (que fugiu ao ver a feiura do próprio filho), Sartre passou sua infância não passando nenhum perfume para esconder seu mau cheiro, batendo umas, e lendo porcarias na biblioteca do seu avô, Costinha. Segundo Sartre, esse foi o melhor aprendizado que ele poderia ter tido.

Jean-Paul Sartre de bom humor

Com o passar dos anos, Sartre foi para colégios e universidades francesas que eu não faço a mínima ideia de como se chamam (só sei que os nomes são bem frescos, com aquela linguagem fresca que os franceses inventaram). O importante é que nessas escolas Sartre se tornou famoso pelo fedum (ele era mal-cheiroso demais, até mesmo para um francês), pela feiura, pelo vício por cigatinhos do capeta e por ser um baita de um n00b. Foi num desses colégios que ele conheceu duas coisas que influiriam muito em sua vida:

  • Livros de Edmund Husserl, que ele depois plagiaria transformaria em seu existencialismo ateu vagabundo.
  • Conheceria Simone de Beauvoir, uma tribufu que seria a puta dele pelo resto da vida – mas não uma puta particular: utilizando uma desculpa fórmula de “amor contingente/amor necessário” (não me peçam para explicar isso vai...), Sartre e Simone viveram um relacionamento aberto na qual ambos se fodiam e podiam foder outras pessoas de quem eles estavam afim (na verdade eles se relacionavam apenas com outras putas pagas, ou vocês acham que os dois feiosos daquele jeito iriam atrair voluntariamente o interesse de alguém?). Além disso, ela quem o convenceu a cuidar um pouco mais da sua higiene, já que Sartre, como todo bom menininho, resolveu tomar banhinho quando a namoradinha dele encheu o saco.

Com isso, Sartre começou a escrever seus livros inúteis e a fazer suas surubas com Simone de Beauvoir, mas todo esse clima de festa acabou quando a França foi invadida por trás de novo pela Alemanha.

[editar] Participação na Resistência Francesa e Fama

Com o fim do oba-oba em que estava entretido, Sartre decidiu se juntar às forças do Marechal De Gaulle para combater ao governo Colaboracionista de Vixe Vichy, liderada por Petain que tinha como objetivo tornar a França emo, ao invés de simplesmente gay (lembre-se: todo emo é gay, mas nem todo gay é emo). Tudo para agradar ao miguxo Adolfinho. Sartre obviamente não aceitou tamanha agressão contra a liberdade francesa, e juntando mais um montão de desocupados que não aceitavam se tornarem emos, marchou contra as tropas de Pétain. Ao avistar os inimigos, Sartre fez um discurso – isso mesmo! Um discurso nada a ver para os inimigos. Veja um trecho dele abaixo:

“Nunca fomos tão livres como sob a ocupação alemã. Tínhamos perdido todos os direitos e, antes de todos os outros, o direito de falar; insultavam-nos na cara todos os dias e tínhamos de ficar calados; deportavam-nos em massa, como judeus, como prisioneiros políticos; (...) reencontrávamos o imundo e desenxabido” (o o quê?!) “rosto que os opressores nos apresentavam de nós mesmos; por tudo isso, éramos livres Dado que o veneno emo nazi se infiltrava até no nosso pensamento, cada pensamento, cada pensamento puramente boiola apenas era uma conquista (...) As circunstâncias tantas vezes atrozes do nosso combate punham-nos a soltar a franga de vez viver, sem fingimento nem véus; (...) em cada segundo vivíamos plenamente o sentido da pequenina frase banal: ‘todos os homens são simplesmente gays mortais’” (SARTRE, Jean-Paul, em Situações III)


Com um discurso tão nada a ver, advinda de uma verdadeira viagem à maionese, os colaboracionistas de Vichy ficaram se olhando espantados uns para os outros com caras de WTF, XD, LOL, entre outros. Na verdade, o discurso fazia parte de uma estratégia de Sartre para paralisar os inimigos até a chegada de um esquadrão liderado por Zinedine Zidane, que com seu Zidane Round Head Strike dizimou a coalizão emo francesa de Hitler, libertando assim a França da invasão! Assim, Sartre foi consagrado como herói nacional e finalmente seus livros começaram a vender e fazer com que chovesse dinheiro para ele!

[editar] O Encontro e Confronto com Albert Camus

Chovendo dinheiro pra ele, começou a brotar mulher pra cima dele, é claro! E desta vez não eram mais putas vagabundas (ô pleonasmo viu!), e sim paga-paus de Sartre e sua filosofia existencialista. Elas tinham até um nome: sartretes, e Sartre vivia comendo elas (e Simone de Beauvoir também, pegando algumas sobras, digamos assim). Mas nem só desse tipo de putaria viveu nosso filósofo em seus anos de glória. Reunindo alguns outros amigos, igualmente filósofos e desocupados (mais um pleonasmo!), eles criaram o fanzine a revista Caros Amigos, Tempos Modernos (“Les Temps Modernes”, em francês boiolístico), uma revista que, segundo a opinião de Capitão Óbvio, continha “muitas bobagens, conspirações e mentiras”, além de outras bobagens como fofocas marxistas, moda indie, receitas para cheiramento de gatinhos, entre outras tranqueiras. Além de Sartre dirigir a revista, a tosquice ainda contava com a colaboração de outros babacas como Merleau-Ponty e Luis Nassif.

Algum tempo depois, chegaria à França aquele que seria em primeiro momento o melhor amigo de Sartre (aristotelicamente falando. Não entendeu? Joga no Google bem!) e depois seu inimigo número um: Albert [[Camus de Aquário]], que estava chegando vindo da Grécia da Argélia depois de defender as doze casas do Zodíaco para proteger o Santuário de Athena por esse país ainda ser colônia da França. Sartre já havia anteriormente elogiado o romance de estreia de Camus, “O Estrangeiro” (livro no qual Camus conta a história de um certo presidente que viajava pra cacete) e quando um encontrou o outro, jogaram aquela conversa fora sobre o absurdo da existência humana, a angústia, a liberdade e outras tantas coisas que você, punheteiro vagabundo, nem faz ideia do que seja (ou não).

Mas, porém, apesar disso e entretanto, a amizade dos dois começou a tremer com uma série de coisas. Primeiro, Sartre chamou Che Guevara de “o homem com o maior senso de ética que existe no mundo hoje (sei... Matar gente na selva e deixar de tomar banho é mesmo muito ético...). Depois, Sartre elogiou a Rússia de Stálin por ser uma terra de plena liberdade (lembrando que ele era viciado em cheiramento de gatinhos). Depois, chamou Camus de filósofo, achando que com isso o estava elogiando – mas Camus lhe respondeu furioso de que não era nenhum desempregado ou cachaceiro ou algo do tipo. A gota d’água se deu quando Simone de Beauvoir quis dar pro Camus. Camus ficou com nojo (eu também ficaria e não comeria uma bruaca como aquela...) e contou para Sartre, que, por incrível que pareça, o chamou de viado! Com tudo isso, Camus ficou puto: saiu do “Les Temps Modernes” e escreveu “O Emo Homem Revoltado”, ensaio no qual atacou furiosamente os indies, os comunistas, os cheiradores de gatinhos e outros babacas que tinham o apoio de Sartre. O livro contou em seu lançamento com um prefácio de Olavo de Carvalho (que elogiou a desenvoltura de Camus e o fato do seu livro não conter “nenhum besteirol voltaireano”) e foi aprovado pela Inquisição Espanhola (“Ninguém esperava isso da Inquisição Espanhola”, disseram eles em um comunicado ao Vaticano), além de ser elogiado por outros leitores ilustres como Sócrates, Seu Madruga, Marco Materazzi (um famoso ex-seguidor de Mussolini, à propósito) e Roberto Jefferson.

Sartre, porém, não gostou nadinha do livro e escreveu uma resenha cheia de inveja na sua revistinha. Camus não deixou por menos: foi até a redação do jornaleco e desferiu um póóó de diamante contra todo mundo, ownando geral! Depois disso, ele foi embora e disse que nunca mais falaria com aquele bando de idiotas. E assim foi até sua morte.

[editar] Decadência e Morte

Após tudo isso, as coisas mudaram para Sartre: as pessoas pararam de cultuar seu existencialismo ateu vagabundo e elegeram como nova modinha as viagens (literais e metafóricas) de Levi-Strauss e o surgimento do movimento punk, veio! Além disso, Sartre seria a partir daquele momento um alvo constante de críticas de gente como Raymond Aron, Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Marcos Mion e Jorge Kajuru. Sartre também chegaria ao fundo do poço ao sair pelas ruas de Paris com os outros babacas de sua revista elogiando Mao Tsé-Tung. Além disso, Sartre não assumiu um filho que teria com uma das suas sartretes. Essa criança cresceria e se tornaria mais tarde o Reporter Vesgo e seria tão cheio de si quanto o pai. Com tudo isso, em 1980, Sartre, brocha, mais feio ainda, todo fudido de tanto cheirar gatinhos, e apenas com a fubanga da Simone de Beauvoir do seu lado. Morreu – antes ele do que eu!

[editar] Por que o Existencialismo Ateu Vagabundo de Sartre virou modinha?

O existencialismo sartriano, que é uma adulteração mal feita do existencialismo kierkegaardiano e/ou heideggeriano e/ou husserliana (“e o quico?” Você me pergunta) diz simplesmente que “todo mundo está condenado à liberdade”, que não há um destino previamente concebido, que Deus está morto e que todo mundo pode comer todo mundo, basicamente – e quem não aceita isso está se utilizando da má-fé. Logo, um mendigo que não deixa de ser um mendigo está de má-fé, por exemplo...

Obviamente, essa filosofia, avessa à moral e aos bons costumes, ganhou um monte de adeptos apoiadores de uma vida desregrada e cheia de vícios. Sartre tentou pregar o contrário com livros como “O Existencialismo é Uma Perda de Tempo um Humanismo” e “Crítica da Razão Dialética” (mais uma prova de plágio sartreano, já que os livros filosóficos iniciados com “Crítica à alguma coisa” são exclusivos de Immanuel Kant), mas ele próprio vivia numa vida suja, imunda, porca, nojenta e etc.

Os conceitos sartreanos seriam largamente utilizados e coisas como seriados enlatados de TV (como Buffy), satanismo laveyanno e programas de índio indies que não tinham, obviamente, nada melhor pra fazer.

[editar] Obras que ninguém conhece

  • A Falta de Imaginação
  • A Naúsea (livro escrito por Sartre em decorrências de vômitos provocados pelo constante cheiramento de gatinhos)
  • O Ser que não valia coisa alguma e O Nada
  • Huis-Clos – Entre Quatro Paredes do Motel, atrás da moita, em clubes de swing e etc (peça teatral na qual Sartre relata suas surubas com Simone de Beauvoir. É a obra com aquela famosa frase “O Inferno são os outros”)
  • A Puta Respeitosa (Sartre escreveu esse livro depois de ter conhecido tua mãe)

E mais um monte de livros chatos pra cacete que nem se comparam com as porcarias que Luís Fernando Veríssimo escreve!

Jeremias pensador.jpg
Filósofos, autistas e outros maconheiros pensadores
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